Finalmente um pouco de bom senso e, espera-se, respeito pelo principio da subsidiariedade, sem o que não há pachorra para aturar a União Europeia...diz a Ecclesia:
O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos aceitou o recurso apresentado pelo Governo italiano, depois de ter decidido, em Novembro de 2009, que os crucifixos não deviam estar nas salas de aula das escolas.
A sentença do tribunal dava razão a uma mãe de família que alegava que os crucifixos atentavam contra o seu direito de dar uma educação secular aos filhos.
Perante a decisão, o Governo da Itália defendeu a presença dos crucifixos nas salas de aula dos colégios públicos, como um símbolo que representa as raízes cristãs do país.
A respeito disto, o Reitor da Universidade LUMSA, de Roma, Giuseppe Dalla Torre, comentou em entrevista com a agência SIR que recebeu “com alegria este primeiro resultado”, e espera que o tribunal compreenda os argumentos do Governo e decida a favor da Itália.
“A decisão tomada pelo tribunal em Novembro do ano passado causou um grande impacto não só na Itália, mas também em outros países da Europa”, continuou Dalla Torre, em declarações à Radio Vaticano.
Segundo o reitor universitário, “isto é algo positivo já que os países da Europa, especialmente os da União Europeia, apoiam o facto de que os aspectos religiosos devem ser resolvidos democrática e constitucionalmente pela jurisdição de cada país. Estes casos correspondem à identidade nacional de cada país”, finalizou.
Internacional | Renascença (RR) | 2010-03-07 | 14:25:00 | 1655 Caracteres | Europa
Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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segunda-feira, março 08, 2010
Estrasburgo: Tribunal aceita recurso sobre o crucifixo
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quarta-feira, novembro 28, 2007
Bispo do Porto defende presença pública dos crucifixos
Bispo do Porto defende presença pública dos crucifixos
O Bispo do Porto defendeu a presença dos crucifixos "em qualquer espaço adequado, mesmo que público", numa atitude de "cidadania justamente partilhada com crentes e não crentes".
Na homilia da solenidade de Cristo Rei, que a Igreja celebrou no passado Domingo, D. Manuel Clemente sublinhou que "gostamos de ver a Cruz por a reconhecermos como altíssimo sinal de tantas vidas abnegadas ao serviço do próximo".
"No nosso caso português ela, a Cruz de Cristo, foi até o mais alto símbolo do que fizemos de melhor, na descoberta do mundo e na construção duma humanidade comum", acrescentou.
O Bispo admitiu "eventuais contrafacções que se tenham verificado da nossa parte", mas indicou que "foi exactamente o regresso à Cruz e aos sentimentos de Cristo que constantemente nos corrigiu e mais longe nos transportou e transporta, como cidadania amável e solidariedade universal".
Numa mensagem particularmente dirigida aos leigos do Porto, D. Manuel Clemente pediu uma maior colaboração na vida "interna" da Igreja, "para sustentar as comunidades paroquiais, que têm poucos presbíteros e diáconos ao seu serviço".
Esta, disse, é "uma situação que se poderá agravar nos próximos anos, apesar da muita abnegação pastoral de que o nosso clero dá bastas provas".
"Havemos de promover ainda mais e formar persistentemente muitos de vós para os ministérios e serviços que a Igreja vos pode e deve conferir, dentro do que as normas canónicas e pastorais contemplam", indicou ao laicado da Diocese.
D. Manuel Clemente recordou algumas indicações deixadas pelo Papa, durante a recente visita Ad limina dos Bispos portugueses, pedindo avanços "numa corresponsabilidade cada vez maior, ao serviço da comunidade cristã e da sua missão no mundo".
"A urgência da nova evangelização impele-nos a aumentarmos a projecção missionária das nossas comunidades, para levar a cada sector específico da sociedade e da cultura a verdade, a beleza e a bondade divinas que refulgem em Cristo", indicou.
Nacional Octávio Carmo 27/11/2007 16:30 1998 Caracteres 70 Diocese do Porto
O Bispo do Porto defendeu a presença dos crucifixos "em qualquer espaço adequado, mesmo que público", numa atitude de "cidadania justamente partilhada com crentes e não crentes".
Na homilia da solenidade de Cristo Rei, que a Igreja celebrou no passado Domingo, D. Manuel Clemente sublinhou que "gostamos de ver a Cruz por a reconhecermos como altíssimo sinal de tantas vidas abnegadas ao serviço do próximo".
"No nosso caso português ela, a Cruz de Cristo, foi até o mais alto símbolo do que fizemos de melhor, na descoberta do mundo e na construção duma humanidade comum", acrescentou.
O Bispo admitiu "eventuais contrafacções que se tenham verificado da nossa parte", mas indicou que "foi exactamente o regresso à Cruz e aos sentimentos de Cristo que constantemente nos corrigiu e mais longe nos transportou e transporta, como cidadania amável e solidariedade universal".
Numa mensagem particularmente dirigida aos leigos do Porto, D. Manuel Clemente pediu uma maior colaboração na vida "interna" da Igreja, "para sustentar as comunidades paroquiais, que têm poucos presbíteros e diáconos ao seu serviço".
Esta, disse, é "uma situação que se poderá agravar nos próximos anos, apesar da muita abnegação pastoral de que o nosso clero dá bastas provas".
"Havemos de promover ainda mais e formar persistentemente muitos de vós para os ministérios e serviços que a Igreja vos pode e deve conferir, dentro do que as normas canónicas e pastorais contemplam", indicou ao laicado da Diocese.
D. Manuel Clemente recordou algumas indicações deixadas pelo Papa, durante a recente visita Ad limina dos Bispos portugueses, pedindo avanços "numa corresponsabilidade cada vez maior, ao serviço da comunidade cristã e da sua missão no mundo".
"A urgência da nova evangelização impele-nos a aumentarmos a projecção missionária das nossas comunidades, para levar a cada sector específico da sociedade e da cultura a verdade, a beleza e a bondade divinas que refulgem em Cristo", indicou.
Nacional Octávio Carmo 27/11/2007 16:30 1998 Caracteres 70 Diocese do Porto
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