Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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terça-feira, outubro 02, 2012
Greve geral e greves CP
Mas esta gente (CGTP, trabalhadores da CP ou Metro) não percebe que NÃO HÁ "GUITO"...? ACABOU O "GUITO", minha gente! A "festa" acabou...:-(
Nota: issso não quer dizer que eu não tenha pena que o "guito" tenha acabado...nem que também eu tenha dúvidas sobre onde foi ele gasto, ressentimento por ter sido gasto em coisas tão disparatadas como salvar o BPN, etc. Mas acabou...esse é que é o facto! E por isso estas greves são não só inúteis como disparatadas e a continuar assim, menos "guito" haverá...dêem graças a Deus por ainda terem trabalho e não dêem cabo do que já têm!
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quarta-feira, dezembro 28, 2011
As greves na CP
É impressionante constatar como existe em Portugal um país a pelo menos duas velocidades: a dos que estão em 2011 na actual situação politica e económica e os que ainda estão em 1974, em pleno PREC...
E o mais surpreendente é que esta última parte do país além de concentrado em sectores especificos (como os dos transportes) representa, de acordo com os resultados das últimas eleições, e se excluirmos o PS (o que é duvidoso, seja o caso...), 16% do eleitorado (que vota)...!
Vem isto a propósito das greves na CP em que tanto quanto percebi a razão da contestação (do conflito) é a existência de 200 processos disciplinares a maquinistas e outros funcionários que na última greve geral desrespeitaram os serviços minimos que tinham ficado estabelecidos...que queriam? Que não se cumpra a lei em plena impunidade?
Como muito bem disse o porta-voz da admninistração da CP esta não está disposta a abdicar do exercicio do poder disciplinar que a lei lhe confere e ao qual está aliás legalmente obrigado. Sem contar já com o que estas greves significam de perda de receita e por isso até de tesouraria para satisfazer os salários dos trabalhadores. É muito dificil perceber isto?
Só mesmo para quem ainda vive nos anos setenta...mas, meus senhores, a "festa" (viver acima dos próprios meios, reivindicar sem limites, ter tudo e não dar nada, etc.) acabou. Quantas vezes será preciso dizê-lo?
E o mais surpreendente é que esta última parte do país além de concentrado em sectores especificos (como os dos transportes) representa, de acordo com os resultados das últimas eleições, e se excluirmos o PS (o que é duvidoso, seja o caso...), 16% do eleitorado (que vota)...!
Vem isto a propósito das greves na CP em que tanto quanto percebi a razão da contestação (do conflito) é a existência de 200 processos disciplinares a maquinistas e outros funcionários que na última greve geral desrespeitaram os serviços minimos que tinham ficado estabelecidos...que queriam? Que não se cumpra a lei em plena impunidade?
Como muito bem disse o porta-voz da admninistração da CP esta não está disposta a abdicar do exercicio do poder disciplinar que a lei lhe confere e ao qual está aliás legalmente obrigado. Sem contar já com o que estas greves significam de perda de receita e por isso até de tesouraria para satisfazer os salários dos trabalhadores. É muito dificil perceber isto?
Só mesmo para quem ainda vive nos anos setenta...mas, meus senhores, a "festa" (viver acima dos próprios meios, reivindicar sem limites, ter tudo e não dar nada, etc.) acabou. Quantas vezes será preciso dizê-lo?
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segunda-feira, junho 27, 2011
As linhas de Comboio: uma extinção inevitável?
Tenho um enorme apreço pelas viagens de Comboio, pelo charme das estações que conheci nas minhas infância e adolescência, e mais tarde durante o serviço militar: as linhas Lisboa-Porto e todas as do Minho.
E tenho visto ao longo da vida com muito desgosto como sucessivamente se fecham linhas e desaparecem os comboios das nossas paisagens e dos nossos hábitos de deslocação. Uma perda de beleza e também de comodidade.
Por isso mais triste fiquei com a noticia do Publico de ontem de que o Governo Sócrates se teria comprometido com a Troika ao encerramento de cerca de 800 kms de linha férrea...!!
Talvez por ignorância a minha teoria é esta: reduzem-se linhas porque se diz não são viáveis, essa redução engendra que as que restam se tornem menos úteis (menos horários e percursos) e daí mais encerramentos. E as contrapartidas não me parecem boas: mais utilização de transportes alternativos, estradas saturadas, maior possibilidade de acidentes de trânsito, poluição, desertificação do interior por dificuldade de transportes, etc.
Ora, as linhas de Metro do Norte a pertir do Porto, tem sido um sucesso e facilitaram enormemente a vida a milhares de pessoas...a pergunta pois é esta: quem beneficia com estes encerramentos? Será que este caminho é inevitável? Como é nos restantes países europeus? Não há quem pegue na CP e dando-lhe uma volta a torne naquilo que ela já foi como dinamizadora do tecido económico?
Isto claro tendo presente que a concentração por "pessoa quadrada" de sindicalistas irrazoáveis e irresponsáveis atinge o seu máximo precisamente nesse sector. E será também essa uma das razões deste declínio?
E tenho visto ao longo da vida com muito desgosto como sucessivamente se fecham linhas e desaparecem os comboios das nossas paisagens e dos nossos hábitos de deslocação. Uma perda de beleza e também de comodidade.
Por isso mais triste fiquei com a noticia do Publico de ontem de que o Governo Sócrates se teria comprometido com a Troika ao encerramento de cerca de 800 kms de linha férrea...!!
Talvez por ignorância a minha teoria é esta: reduzem-se linhas porque se diz não são viáveis, essa redução engendra que as que restam se tornem menos úteis (menos horários e percursos) e daí mais encerramentos. E as contrapartidas não me parecem boas: mais utilização de transportes alternativos, estradas saturadas, maior possibilidade de acidentes de trânsito, poluição, desertificação do interior por dificuldade de transportes, etc.
Ora, as linhas de Metro do Norte a pertir do Porto, tem sido um sucesso e facilitaram enormemente a vida a milhares de pessoas...a pergunta pois é esta: quem beneficia com estes encerramentos? Será que este caminho é inevitável? Como é nos restantes países europeus? Não há quem pegue na CP e dando-lhe uma volta a torne naquilo que ela já foi como dinamizadora do tecido económico?
Isto claro tendo presente que a concentração por "pessoa quadrada" de sindicalistas irrazoáveis e irresponsáveis atinge o seu máximo precisamente nesse sector. E será também essa uma das razões deste declínio?
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