Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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terça-feira, junho 12, 2012
Artigo premonitório nas vésperas do Euro (2001)
O meu amigo e colega de escritório Miguel Alvim escreveu, em 2001, este artigo (para um site interno do escritório onde então trabalhava) que se revelou, infelizmente, completamente premonitório...mais uma vez (e quantas vezes disso não se lembrará Manuel Monteiro) se comprova que de pouco adianta ter razão antes de tempo...! Mas pelo menos agora é devida a homenagem a quem já adivinhava o mau caminho que Portugal levava na União Europeia...fica assim com os meus cumprimentos a fotografia do autor e o dito artigo ;-)
Brevíssimas notas, a 15 dias da entrada em circulação do Euro
por Miguel Saldanha Alvim
Desde logo, uma nota de relatividade histórica ao dizermos adeus ao escudo Português: será para sempre? Quantas voltas deu (dá) o mundo (pense-se, por exemplo, no 11 do 9 ou a reviravolta eleitoral das autárquicas)?
Uma nota estética e de afectividade: os Escudos são redondos e são mais bonitos do que os Euro; nós gostamos mais dos Escudos do que dos Euros.
Uma nota de transitoriedade: o Banco Central Europeu se fosse homem era o antónio Guterres: redondo por fora e liso por dentro;
Uma nota de relatividade e de logicidade, ainda: (um supor): um homem de Gaia - a - Pequena ou de Felgueiras, ou de Ourem, porque não (?), com Euros no bolso passa a fronteira da Alemanha, mas não fica alemão por tal facto; a Alemanha tem 80 milhões de habitantes. O Portugal europeu já só tem 10 (onde estás tu Portugal dos vinte e cinco, das muitas raças e um só Povo). Nós fabricamos galos de Barcelos e roupa interior, na Alemanha fabricam Mercedes-benz; quero eu dizer: o Euro será um mero estalão comum da eurolândia, mas estou em crer que o “Euro alemão” há-de valer mais do que o “Euro de Freixo de Espada à Cinta”.
Uma nota de volatilidade: o défice público em Euro será pior de suportar do em Escudos.
Uma nota de estabilidade: ao Escudo, ao menos, conheciamo-lo.
Uma nota de sonoridade: o barulhão do Euro, quando cair. O Escudo cai de pé e silenciosamente, como as pessoas de bem.
Uma nota de convertibilidade: e agora, qual vai ser a graça de ir a Badajoz?
Uma de solvabilidade: a crise paga-se em Euro?
E outra de identidade: os preços das tascas: como é um prato de iscas com elas em Euro?
O que vale é que o País é velho e recomenda-se; já por cá andaram outros com esta conversa, há tempo, até com sestércios, mas partiram. Já depois vieram outros com a mesma cantiga, mas mais ordinários: instalaram-se na terra por perto de 60 anos, mas foram corridos. Com os nossos Escudos.
Nota: se até 31.12.2001 não souberem o que hão - de fazer aos vossos Escudos, dêem-mos.
Obrigado.
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domingo, abril 15, 2012
Presidenciais USA: mais uma prova de como os media estão tão fora...
Quem leia a imprensa portuguesa no que se refere às primárias republicanas é levado a pensar que Rick Santorum é mais ou menos o equivalente a José Pinto Coelho (do PNR) e Mitt Romney um politico que nos temas fracturantes está mais ou menos alinhado na mediana entre Paulo Portas (actual...) e Pedro Passos Coelho...! A origem da confusão parece-me estar em que o sistema intelectual de esquerda português não é estúpido (isto é, ainda que confusamente, adverte o perigo do momento em que o centro-direita português se verá confrontado com o mesmo conflito de identidade). Ora, quando isso coexiste com uma profunda ignorância jornalistica está reunido o caldo favorável à confusão acima identificada.
Mas na verdade, nada mais longe da realidade...a existir comparação (e pedindo perdão pela incompletude a ambos) a de Rick Santorum poderia ser com qualquer um dos protagonistas do chamado "voto católico" e a de Mitt Romney (no que às questões fracturantes respeita) com Manuel Monteiro (do PND) ou Paulo Portas (nos seus melhores dias...).
A prova do acima referido está aqui no site de Romney, já que quando a Rick Santorum, não é necessária demonstração tal a "peste" que o mesmo é para a classe jornalistica (onde como uma vez ouvi a um ex-director de um diário "se o universo eleitoral português se reduzisse aos portadores de carteira de jornalista, o Bloco de Esquerda tinha maioria absoluta"...;-)
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domingo, novembro 27, 2011
Euro-cépticos: a homenagem devida!
Lendo o artigo de ontem do Vasco Pulido Valente (o euro) no Público de ontem, destaco o final:
"E, por ironia, os partidários do euro querem agora as garantias que não pediram na hora própria: a união fiscal e a união política. As várias manobras para transformar o BCE num sucedâneo do Banco de Inglaterra ou da Reserva Federal americana, a absurda insistência na criação de eurobonds que nos salvem da dívida e habilidades do mesmo género, só mostram, e mostram bem, a intransigência da Alemanha, que já rejeitou para sempre as fantasias da UE e sabe que a única maneira de acabar com a crise do euro é acabar com o euro, idealmente com tranquilidade e disciplina. Portugal escusa de protestar em nome de uma "solidariedade" que nunca valeu nada. Por muito que nos custe, e vai custar, a única saída está em preparar com cuidado o nosso inevitável regresso ao escudo."
Impossivel não prestar as devidas homenagens a Manuel Monteiro, João Ferreira do Amaral e, no seu tempo de O Independente, Paulo Portas. E Paulo Teixeira Pinto no Pensar Portugal.
"E, por ironia, os partidários do euro querem agora as garantias que não pediram na hora própria: a união fiscal e a união política. As várias manobras para transformar o BCE num sucedâneo do Banco de Inglaterra ou da Reserva Federal americana, a absurda insistência na criação de eurobonds que nos salvem da dívida e habilidades do mesmo género, só mostram, e mostram bem, a intransigência da Alemanha, que já rejeitou para sempre as fantasias da UE e sabe que a única maneira de acabar com a crise do euro é acabar com o euro, idealmente com tranquilidade e disciplina. Portugal escusa de protestar em nome de uma "solidariedade" que nunca valeu nada. Por muito que nos custe, e vai custar, a única saída está em preparar com cuidado o nosso inevitável regresso ao escudo."
Impossivel não prestar as devidas homenagens a Manuel Monteiro, João Ferreira do Amaral e, no seu tempo de O Independente, Paulo Portas. E Paulo Teixeira Pinto no Pensar Portugal.
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quarta-feira, julho 13, 2011
Europa: bem me parecia íamos por mau caminho...!
E Manuel Monteiro confirma-o e resume-o como ninguém (e com uma autoridade total) hoje no Público, neste artigo (realmente que pena quem sai de um partido do sistema, parece nunca mais encontrar espaço e poiso, nem os novos partidos conseguirem vingar...!):
Ricos sem património e com o dinheiro dos outros
Público 2011-07-13 Manuel Monteiro
Na verdade, todos falharam! Falharam os governantes, mas também falharam os iluminados do discurso fácil
________________________________________
Numa conferência de imprensa, a 18 de Setembro de 1992, a propósito do Tratado de Maastricht e na qualidade de presidente do então CDS, afirmei: "Na verdade, a União Económica e Monetária queima etapas da construção europeia. Ainda não entrou em vigor o Mercado Único, ainda estamos a assistir a crises espectaculares no Sistema Monetário Europeu e já os tecnocratas exigem mais. E exigem mais no curto espaço de cinco a seis anos. Seria preferível deixar funcionar o Mercado Único e consolidar o delicado Sistema Monetário Europeu. A União proposta em Maastricht é precipitada e podemos pagar caro por isso."
Mais tarde, a 9 de Maio de 1995, tive também oportunidade de publicamente referir: "A obsessão de chegar à moeda única sacrificou a economia real a uma economia que só existe no papel. O dogmatismo com que abrimos todas as fronteiras à competição com economias bem mais fortes e novas economias bem mais baratas, ignorou criminosamente os prejuízos que daí resultam para as nossas fábricas, a nossa lavoura e a nossa pesca. (...) Em nome da moeda única, em nome da abertura indiscriminada de fronteiras e em nome do escudo caro, sacrificámos o crescimento, a produção e o emprego. Valeu a pena? Não valeu. (...). Basta referir que, na vigência deste triângulo fatal - Maastricht, GATT e SME - crescemos menos que a Europa, ficámos mais longe dela, perdemos produtividade na indústria, na agricultura e nas pescas e, como todos sabem, assistimos ao disparar em flecha do desemprego. A ferida social tem hoje actores conhecidos. É o desempregado, mas é também a classe média que teme perder o emprego; é o excluído, o pobre e o novo pobre, quantos deles vítimas da dissolução do Estado político e da desarticulação das formas tradicionais de solidariedade. A ferida social representa uma Nação doente, perante um Estado impotente para a proteger e defender. Nunca o poder político esteve tão longe da realidade. Cá, como por essa Europa fora, a ferida social provocará a falência do tal pensamento único e o fracasso dos seus representantes na classe política."
Hoje gostaria de perguntar ao então primeiro-ministro Cavaco Silva, aos que com ele governaram, e à esmagadora maioria da classe dirigente portuguesa, se têm orgulho do caminho que seguiram. Na verdade, todos falharam! Falharam os governantes, mas também falharam os iluminados do discurso fácil que preenchiam seminários e conferências anunciando a miragem de um mundo novo, do lucro fácil, da economia artificial, do sucesso sem trabalho, sem esforço, sem produção.
O que temos em mãos não é obra do acaso, é simplesmente o resultado da teimosia, da mediocridade, do arrivismo de quem busca em qualquer ocasião a possibilidade de saltar de ideia em ideia para alcançar o benefício pessoal. Sócrates conduziu-nos à falência e não tem desculpa, mas Sócrates foi apenas o filho político de vários pais menores que nos ensinaram ao longo de mais de vinte anos a ser ricos sem património e com o dinheiro dos outros.
Agora só temos duas alternativas. Ou seguimos cega e exclusivamente o que da Europa nos dizem para seguir, ou pensamos com seriedade nos avisados conselhos do prof. João Ferreira do Amaral. Com seriedade e com humildade, recordando afinal que se já o tivéssemos ouvido há mais tempo talvez não estivéssemos como estamos. Ex-dirigente do CDS-PP e da Nova Democracia
Ricos sem património e com o dinheiro dos outros
Público 2011-07-13 Manuel Monteiro
Na verdade, todos falharam! Falharam os governantes, mas também falharam os iluminados do discurso fácil
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Numa conferência de imprensa, a 18 de Setembro de 1992, a propósito do Tratado de Maastricht e na qualidade de presidente do então CDS, afirmei: "Na verdade, a União Económica e Monetária queima etapas da construção europeia. Ainda não entrou em vigor o Mercado Único, ainda estamos a assistir a crises espectaculares no Sistema Monetário Europeu e já os tecnocratas exigem mais. E exigem mais no curto espaço de cinco a seis anos. Seria preferível deixar funcionar o Mercado Único e consolidar o delicado Sistema Monetário Europeu. A União proposta em Maastricht é precipitada e podemos pagar caro por isso."
Mais tarde, a 9 de Maio de 1995, tive também oportunidade de publicamente referir: "A obsessão de chegar à moeda única sacrificou a economia real a uma economia que só existe no papel. O dogmatismo com que abrimos todas as fronteiras à competição com economias bem mais fortes e novas economias bem mais baratas, ignorou criminosamente os prejuízos que daí resultam para as nossas fábricas, a nossa lavoura e a nossa pesca. (...) Em nome da moeda única, em nome da abertura indiscriminada de fronteiras e em nome do escudo caro, sacrificámos o crescimento, a produção e o emprego. Valeu a pena? Não valeu. (...). Basta referir que, na vigência deste triângulo fatal - Maastricht, GATT e SME - crescemos menos que a Europa, ficámos mais longe dela, perdemos produtividade na indústria, na agricultura e nas pescas e, como todos sabem, assistimos ao disparar em flecha do desemprego. A ferida social tem hoje actores conhecidos. É o desempregado, mas é também a classe média que teme perder o emprego; é o excluído, o pobre e o novo pobre, quantos deles vítimas da dissolução do Estado político e da desarticulação das formas tradicionais de solidariedade. A ferida social representa uma Nação doente, perante um Estado impotente para a proteger e defender. Nunca o poder político esteve tão longe da realidade. Cá, como por essa Europa fora, a ferida social provocará a falência do tal pensamento único e o fracasso dos seus representantes na classe política."
Hoje gostaria de perguntar ao então primeiro-ministro Cavaco Silva, aos que com ele governaram, e à esmagadora maioria da classe dirigente portuguesa, se têm orgulho do caminho que seguiram. Na verdade, todos falharam! Falharam os governantes, mas também falharam os iluminados do discurso fácil que preenchiam seminários e conferências anunciando a miragem de um mundo novo, do lucro fácil, da economia artificial, do sucesso sem trabalho, sem esforço, sem produção.
O que temos em mãos não é obra do acaso, é simplesmente o resultado da teimosia, da mediocridade, do arrivismo de quem busca em qualquer ocasião a possibilidade de saltar de ideia em ideia para alcançar o benefício pessoal. Sócrates conduziu-nos à falência e não tem desculpa, mas Sócrates foi apenas o filho político de vários pais menores que nos ensinaram ao longo de mais de vinte anos a ser ricos sem património e com o dinheiro dos outros.
Agora só temos duas alternativas. Ou seguimos cega e exclusivamente o que da Europa nos dizem para seguir, ou pensamos com seriedade nos avisados conselhos do prof. João Ferreira do Amaral. Com seriedade e com humildade, recordando afinal que se já o tivéssemos ouvido há mais tempo talvez não estivéssemos como estamos. Ex-dirigente do CDS-PP e da Nova Democracia
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sábado, maio 28, 2011
Aniversário do meu curso da Católica
Hoje comemoram-se os 25 anos de licenciatura do meu curso de origem (1980) na Católica (Direito). De origem pois por vicissitudes várias não conclui com eles em 1986 a licenciatura, mas apenas mais tarde em 1992 (alguns homens precisam de fazer a tropa primeiro e casarem-se depois com mulheres de fibra, para conseguirem terminar o seu curso...;-)
Vai ser uma Missa e um jantar do qual presumo esteja ausente um colega em campanha eleitoral (Paulo Portas) mas não um seu antecessor na presidência do partido (Manuel Monteiro)...
A propósito deste aniversário e para o "jornal" do curso escrevi (menos bem que a colega jornalista do mesmo curso: Inês Serra Lopes) o seguinte artigo:
"A comemoração do aniversário do curso é uma ocasião de gratidão, orgulho, compromisso e reflexão.
De gratidão a tanta gente: aos nossos pais que nos pagaram o curso, aos colegas que nos acompanharam nas horas difíceis de estudo e exames, aos professores que nos aturaram e procuraram dar o melhor que tinham e sabiam, aos funcionários da casa que asseguraram que tudo andasse sempre “sobre rodas”, aos benfeitores da universidade cujos nomes e rostos desconhecemos mas sem os quais a casa não estaria lá, a todos que se empenharam durante aqueles anos em fazer mais coisas do que apenas estudar e por fim à provocação humana e religiosa dos que tiveram a missão de ser entre nós a presença tocável do Senhor para cujo conhecimento a universidade foi criada.
Orgulho porque é impressionante registar como o nome da nossa universidade em todos os meios em que nos movemos de alguma forma nunca soa como um simples substantivo mas sempre como uma exclamação: “Ah, da Católica!”.
Compromisso porque não é possível constatar que se foi objecto de um dom e não ser imediatamente impelido a pensar como se pode corresponder e retribuir a essa gratuidade. Ocasião pois de decidir ser melhor, atento aos que connosco se cruzam, empenhados na vida da profissão e do país, com a preocupação de que ninguém fique para trás, colegas de curso incluídos.
Reflexão porque a vida passa e o tempo faz-se breve. Tempo por isso de nos perguntarmos quem somos, o que desejamos e manter a pergunta viva, o coração desperto e atento. Porque muito perde o seu tempo quem não ama bem. Quem bem não Te ama!"
Vai ser uma Missa e um jantar do qual presumo esteja ausente um colega em campanha eleitoral (Paulo Portas) mas não um seu antecessor na presidência do partido (Manuel Monteiro)...
A propósito deste aniversário e para o "jornal" do curso escrevi (menos bem que a colega jornalista do mesmo curso: Inês Serra Lopes) o seguinte artigo:
"A comemoração do aniversário do curso é uma ocasião de gratidão, orgulho, compromisso e reflexão.
De gratidão a tanta gente: aos nossos pais que nos pagaram o curso, aos colegas que nos acompanharam nas horas difíceis de estudo e exames, aos professores que nos aturaram e procuraram dar o melhor que tinham e sabiam, aos funcionários da casa que asseguraram que tudo andasse sempre “sobre rodas”, aos benfeitores da universidade cujos nomes e rostos desconhecemos mas sem os quais a casa não estaria lá, a todos que se empenharam durante aqueles anos em fazer mais coisas do que apenas estudar e por fim à provocação humana e religiosa dos que tiveram a missão de ser entre nós a presença tocável do Senhor para cujo conhecimento a universidade foi criada.
Orgulho porque é impressionante registar como o nome da nossa universidade em todos os meios em que nos movemos de alguma forma nunca soa como um simples substantivo mas sempre como uma exclamação: “Ah, da Católica!”.
Compromisso porque não é possível constatar que se foi objecto de um dom e não ser imediatamente impelido a pensar como se pode corresponder e retribuir a essa gratuidade. Ocasião pois de decidir ser melhor, atento aos que connosco se cruzam, empenhados na vida da profissão e do país, com a preocupação de que ninguém fique para trás, colegas de curso incluídos.
Reflexão porque a vida passa e o tempo faz-se breve. Tempo por isso de nos perguntarmos quem somos, o que desejamos e manter a pergunta viva, o coração desperto e atento. Porque muito perde o seu tempo quem não ama bem. Quem bem não Te ama!"
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