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terça-feira, janeiro 13, 2015

Presidenciais: Santana Lopes, Rangel e Rio



(imagem retirada do Diário de Notícias e que regista o apoio de Santana Lopes à candidatura nas últimas europeias de Paulo Rangel e Nuno Melo)

Ou muito me engano ou é de Rui Rio que Paulo Rangel está a falar no seu artigo hoje no Público quando escreve:

"5. Que Presidente queremos para a entrada na década de 20 do século XXI? Mais do mesmo com os protagonistas inevitáveis dos últimos quarenta anos? Não será altura de assumir a fadiga do regime e confiar num candidato com uma agenda reformista e activa, capaz de mobilizar a reforma político-institucional a partir da presidência? Se não nos deixarmos embalar, Guterres não será imbatível."

E por falar em presidenciais é de saudar o artigo de Joaquim Jorge do Clube dos Pensadores que ontem apareceu no Público e que desenvolve o mote: "Se PSL é assim tão fraco e cheio de defeitos qual o problema de concorrer?". Uma pergunta justa e um apelo à liberdade, de que tanto carece o centro-direita.

terça-feira, fevereiro 19, 2013

Miguel Relvas e Grândola Vila Morena




Vi hoje de manhã algumas imagens sobre o encontro de ontem, do Clube dos Pensadores com Miguel Relvas, no Porto. A reportagem daquele clube e encontro está aqui.

Parece-me que Relvas esteve bem a enfrentar uma parte da audiência, claramente hostil, que depois de entoar o Grândola, Vila Morena, se dividiu entre o insulto (uma atitude muito pouco inteligente) e as perguntas acutilantes mesmo se às vezes na fronteira entre a provocação e a ofensa. A tudo isso Miguel Relvas reagiu bem, juntando-se ao coro, ou respondendo taco a taco.

Devo confessar que sempre me deu um gozo particular enfrentar audiências hostis porque dá a possibilidade de lhes dizer aquilo que em circunstâncias normais não estariam dispostos a ouvir, desfazer alguns mitos, entrar em contacto com sectores que em circunstâncias normais não aconteceria tal e desmontar os argumentos mais básicos. No fim, muitas vezes, se acaba rodeado de respeito e simpatia. E, também é verdade que o desabafo é um direito constitucional...;-)

Concluindo: deste episódio o Ministro saiu-se bem e a má-criação pura e simples saiu-se mal, deixando má imagem de uma contestação que é natural exista e que tem de ter também democraticamente o seu espaço. E em 2015 quem quiser pôr este Governo na rua terá a sua oportunidade. Até lá, vão (a oposição) ter que se acomodar...