Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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quinta-feira, julho 12, 2012
E as que abortam na Clínica dos Arcos: quem as indemniza?
Quem as indemniza da perda dos filhos, da perda da própria vida? Quem as indemniza da violência a que foram sujeitas quando os companheiros ou as famílias as arrastam para lá? Quem as indemniza do remorso e da tristeza que as acompanhará por toda a vida? Quem as indemniza da solidão que experimentarão no fim de vida e da pobreza a que uma família mais pequena pode estar sujeita? Quem as indemniza da perda do que hoje se chamam as competências pessoais, afectivas e de relacionamento?
(para perceber melhor e verificar a verdade e dramatismo real destas perguntas incluindo testemunhos, veja-se o site das Mãos Erguidas)
Vem a pergunta a propósito desta notícia que vi no Público mas depois encontrei no Diário Digital: "Política do filho único: chinesa obrigada a abortar aos sete meses indemnizada". Incrível...!
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terça-feira, fevereiro 02, 2010
A violência do activismo gay
Estou impressionado com o nível de confronto civil que brota da discussão à volta do casamento gay. E sobretudo com uma coisa nunca vista em batalhas civilizacionais anteriores (tipo as do aborto ou da procriação artificial ou a do divórcio): ir aos sites dos outros colocar comentários de altissima e ofensiva ordinarice (tem sucedido em algumas das nossas petições e nos locais do Facebook), convocar acções e manifestações para a mesma altura e local dos outros (ao que parece estão a convocar uma paralela à nossa na Av. da Liberdade), insultos a esmo nos comentários na net (embora aí haja às vezes algum vernáculo de oponentes ao casamento que é completamente evitável, mas que ao contrário do outro lado parte de espontâneos e não das nossas fileiras enquadradas e organizadas...).
Ou seja, uma violência que não sei de onde lhes vêm ou se faz parte deles, uma raiva sem paralelo e também muito cobarde que entristece e sobretudo prejudica todos, porque não deixa cada um dar as suas razões.
Realmente a tolerância de uns, passa sempre pela exclusão de alguém, mas aqui deste lado não há Fernanda Câncio que se interesse pelo assunto...
Ou seja, uma violência que não sei de onde lhes vêm ou se faz parte deles, uma raiva sem paralelo e também muito cobarde que entristece e sobretudo prejudica todos, porque não deixa cada um dar as suas razões.
Realmente a tolerância de uns, passa sempre pela exclusão de alguém, mas aqui deste lado não há Fernanda Câncio que se interesse pelo assunto...
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