Mostrar mensagens com a etiqueta familia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta familia. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, julho 17, 2014

Ainda as propostas para a Natalidade: PSD e CDS

Começo com as declarações do Marco António Costa e fica já aqui o link para o estudo do CDS-PP, coordenado por Assunção Cristas: Natalidade-O desafio português

Declaração à imprensa do Vice-Presidente Coordenador da Comissão Política Nacional do PSD, Marco António Costa

17 de Julho de 2014


Na sequência da iniciativa do Presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, no último Congresso do Partido, uma comissão independente presidida pelo Prof. Joaquim Azevedo, elaborou um relatório para promoção de uma política de natalidade para Portugal.

Neste relatório, apresentado há dias na cidade do Porto, a Comissão assume “que o objecto do seu trabalho era o de propor uma política, ou seja, um conjunto articulado e coerente de medidas de política, envolvendo a sociedade portuguesa”.

Reconhecendo que “há suficientes diagnósticos sobre o problema e estão em curso estudos muito completos sobre algumas vertentes importantes da problemática … seria com base neles que se deveria erguer essa política pública”.

No seu entender, “a equipa deveria ser multidisciplinar, pois só uma abordagem multidisciplinar é capaz de ir de encontro à complexidade do problema da Promoção da Natalidade” e ainda “que o trabalho a realizar tinha de ser muito claro e objectivo” e sustentado “no conhecimento específico das políticas públicas para as áreas da solidariedade social, da família, da saúde, da fiscalidade e do trabalho”.

Para este relatório, a Comissão considerou “importante desenvolver um trabalho de auscultação de vários atores e instituições sociais, ao longo do país, apesar de ser um trabalho que seria desenvolvido no quadro da iniciativa do PSD…”.

Constata-se pelo conteúdo do relatório e pelas presenças na sessão em que foi apresentado, que o mesmo é de interesse transversal à sociedade portuguesa e que hoje já conta com uma acção naturalmente atenta da administração central e igualmente empenhada por parte das organizações da economia social e da administração local.

O Relatório será agora, por iniciativa do PSD, alvo de discussão pública com partidos políticos e parceiros sociais, a quem solicitaremos reuniões para o efeito.
Ao PSD interessa construir uma estratégia nacional que agregue o maior consenso político em torno desta questão estrutural, quer em Portugal quer no plano da União Europeia.

A Comissão apresentou um conjunto alargado e diversificado de propostas que, pelo seu conteúdo, só serão viáveis se implementadas com “um compromisso de longa duração” (5 legislaturas – pg.14), o que obriga à construção do mais amplo consenso na sociedade portuguesa entre os seus diferentes agentes.

Assim, não podemos deixar de sinalizar com especial preocupação a tomada de posição do Secretário-Geral do Partido Socialista que, antes de conhecer em concreto o relatório, não se coibiu de o criticar e ainda atacar injustamente o Governo em funções e esta iniciativa inédita do PSD.

Aliás, sublinhamos, que quer o PS quer a CGTP foram ouvidos no âmbito do trabalho da Comissão (Pg. 22 do relatório), contributos que esta agradece e que nós também, em nome do PSD, queremos reiterar tal agradecimento pela atitude cooperativa do PS com a Comissão a propósito do tema da natalidade, o que contrasta com a posição agora assumida pelo seu Secretário-Geral.

Por estes factos, apelamos a que o PS, pela disputa interna da sua liderança, não contagie negativamente a discussão em volta da natalidade, tema que deve ser poupado a polémicas estéreis.

Queremos ainda realçar o empenhamento do PSD na contribuição para um debate público construtivo e consensualizador em volta de temas estruturantes para o País.
Por fim, o PSD, no último trimestre deste ano, apresentará sobre outros temas trabalhos similares que possam contribuir para uma discussão mais estruturada e ampla na sociedade portuguesa, com vista à construção de entendimentos de médio prazo em volta dos mesmos.


quarta-feira, julho 16, 2014

Natalidade e Fernando Ribeiro e Castro




Há dias em que a terra toca o Céu e vice-versa...
Lendo os jornais de hoje e as notícias sobre natalidade e as propostas entregues pela Comissão, presidida por Joaquim de Azevedo, é impossível não lembrar o Fernando Ribeiro e Castro, sem cuja luta persistente ao longo dos anos, neste tema e no da Família, não teria acontecido o clima cultural no qual estas propostas surgem, suscitadas pela dramática realidade demográfica que hoje vivemos, nem também o próprio conteúdo das mesmas (ideias, âmbito, conceitos).
Caro Fernando: cá estamos e com a tua companhia vamos fazendo caminho. Obrigado pela tua vida e ajuda!


quinta-feira, janeiro 31, 2013

O caso da esterilização forçada de uma mãe




(retirado através com pesquisa família numerosa do Google Images daqui)

O artigo no Público de hoje da autoria de Paula Torres de Carvalho (que passa totalmete ao lado da questão da liberdade religiosa que aqui também está em causa) intitulado "Pais incompetentes e direitos das crianças" vem, apesar da posição eugénica tomada, por o dedo na ferida central do debate em curso sobre a estirilização sugerida e/ou forçada de uma mãe guineense a quem foram retirados sete filhos pela Segurança Social. Isto é: o Estado tem ou não, e em nome de que responsabilidade ou ideal, o direito a decidir se e quantos filhos, uma família, os pais, a natureza em lhe o consentindo, querem ter, ou não?

A resposta para mim é clara: uma família, os pais, tem o direito, a natureza em lhe o consentindo, de ter quantos filhos bem entendam e a função do Estado é subsidiária em relação a estas opções de vida, cabendo-lhe não impedir as pessoas desse facto. Tudo o resto é uma intolerável agressão aos direitos das famílias e por isso à liberdade de todos.

Nota: a ressalva "em a natureza lhe o consentindo" surge para evitar que se entenda um direito genérico a ter filhos, porque não só uma pessoa não pode ser objecto de um direito, como não há um abastracto direito a ter um filho que possa opor-se seja a que entidade for...isto é, ou a natureza o propicia ou não e esse realismo é importante para não deixar espaço a todas as engenharias sociais e médicas com que hoje em dia se procura responder a esse "direito". sendo mais específico há um direito a ter os filhos que bem se entende, mas não o "direito a um filho"...

Ainda sobre este assunto é muito útil ver esta reportagem que passou na semana passada na RTP bem como ouvir esta entrevista de Fernando Ribeiro e Castro, presidente da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas.

quinta-feira, janeiro 03, 2013

Os Bispos e a defesa da Vida e da Família



Neste momento em que se encontra praticamente concluída a recolha de assinaturas da Petição Defender o Futuro (só faltam 217 para que a Petição seja entregue na Assembleia da República e tendo reunido o número minimo de subscrições seja obrigatoriamente apreciada no parlamento e discutida em plenário) a discussão das leis fracturantes do tempo de José Sócrates regressa à agenda política e com ela a posssibilidade de uma reapreciação desses diplomas conduzir à respectiva revisão ou revogação (uma vez que contra os mesmos na altura votaram os grupos parlamentares da actual maioria).

Num contexto diferente (o da educação na Fé dos crentes e do contributo para o diálogo civil em Portugal) na última semana vem-se sucedendo intervenções lúcidas e corajosas dos nossos Bispos na defesa da Vida e da Família, na linha aliás das constantes intervenções nesse sentido do Papa Bento XVI.

A do Patriarca de Lisboa está aqui.


A de D. Manuel Felício (Bispo da Guarda) está aqui.


E a de D. Manuel Clemente (Bispo do Porto) está aqui.




domingo, outubro 07, 2012

Obama ou como o casamento é verdade...

Bem entendido que nutro o maior dos desejos que os Obamas regressem a casa já neste mês de Novembro e o visionamento do vídeo abaixo não me fez esquecer nem o apoio que os Obamas têm dado ao aborto e ao casamento gay, nem o ataque sem precedentes à liberdade religiosa que se vive hoje em dia nos Estados Unidos, nem tantas outras coisas sucedidas (ou sobretudo não sucedidas) que demonstraram a inconsistência do homem.

Mas a graça que encontrei neste vídeo, certamente cozinhado pelos seus campaigners, justifica que aqui o coloque. Porque é tão engraçado verificar como apesar de todas as nossas diferenças, entre todos nós, os humanos, há uma unidade no género humano, uma comunhão de experiências, uma identidade essencial do coração humano, uma universalidade nos sentimentos, uma comum vivência da instituição familiar, que, melhor que todos os discursos, mostra como só podemos ter uma idêntica e comum origem e como de facto deveremos ter sido feitos "á imagem e semelhança" de Alguém...!

No caso são os 20 anos de casados. Quem de nós que teve a sorte e a graça de os alcançar (cá em casa vamos nos 26 anos...) não se identifica com esta história, assim contada neste vídeo...? ;-)



quarta-feira, setembro 26, 2012

Natalidade: comunicado APFN sobre Congresso "Presente no Futuro" da FFMS


QUE PORTUGAL EM 2030?

Comunicado da APFN


A APFN saúda a iniciativa “Presente no Futuro” da Fundação Francisco Manuel dos Santos, totalmente em linha com os alertas que temos vindo a fazer há anos para o gravíssimo problema demográfico Português, que irá comprometer seriamente o seu futuro.

Em particular, realça a frase chave proferida por António Barreto, presidente da Fundação:  “As decisões que hoje tomarmos moldam o país em 2013”.

A APFN tem vindo a alertar a sociedade para o agravamento das políticas anti-natalistas, nomeadamente, fazendo recair medidas de austeridade desproporcionadas sobre as famílias com filhos a cargo. Esta situação, que se agravou ao longo dos últimos anos, teve como consequência directa, mínimos absolutos no número de nascimentos.

Infelizmente, não tem havido qualquer sinal de vontade do governo em inverter a situação, pelo que saudamos pessoas e organizações que olham para o futuro com vontade de promover alterações agora. 

Daí, a pergunta: que Portugal quer o governo em 2030?

Se pretender um Portugal agonizante, cada vez mais envelhecido e com menos de 10 milhões de habitantes, incapaz de recuperar economicamente, continue com o que tem vindo a fazer!

Se, pelo contrário, deseja um Portugal com um crescente número de jovens, dinâmico, com empresas modernas e dinâmicas que possam viabilizar o país, deverá, rapidamente, deixar de pressionar negativamente os casais com filhos, designadamente considerando a dimensão da família nas suas políticas fiscais e sociais!

Associação Portuguesa de Famílias Numerosas

Lisboa, 16 de Setembro de 2012 

 
Sobre a APFN – Associação Portuguesa de FamíliasNumerosas

sexta-feira, julho 27, 2012

E na Família...não se pensa? I




Não percebi bem o ponto a que quer chegar Paula Torres de Carvalho com o seu artigo hoje no Público intitulado "Avós no papel de pais" mas é pelo menos justa a observação de que estes, os avós, vem substituindo progressivamente os pais, no cuidado dos seus netos, sobretudo nos primeiros anos de vida.

Por um lado isso é positivo não apenas para os filhos/netos (que assim tem quem cuide deles e lhes é próximo) como para os avós que muitas vezes numa fase da vida em que muitos parecem viver sem horizontes, esses cuidados os vem encher de alegria e de utilidade os seus dias. Além disso o facto representa uma considerável poupança para os seus filhos-pais e esta é mais uma confirmação de que a Família é a primeira e fundamental rede social, de convivência e amparo. Em alguns casos é até essa "utilidade" que faz perdurem os laços entre filhos (pais) e pais (avós)...

Por outro não se pode deixar de "chorar" o facto de as crianças nos seus primeiros e vitais anos de vida estarem privados da convivência, afecto e companhia, dos pais, e em especial da mãe. Quanto a isto não há volta a dar: é muito duvidoso em face dos resultados sociais e individuais das últimas gerações criadas sem essa possibilidade magnífica de amor e educação, que a ausência da mãe do lar familiar seja um valor acrescentado para toda a sociedade e para cada família em particular...

Nota: não se defende aqui que "mulher para casa e já" mas esta sociedade moderna que na sua engrenagem infernal, cultural, social e económica, impede que as mães que o desejariam, estejam em casa, é uma sociedade que já começou a sofrer os efeitos dessa ausência (desagregação familiar, crescimento "torto" das novas gerações, intranquilidade social, etc.) mas ainda não percebeu ou, pior, não quer dar o nome, ao que está na origem desses problemas...

segunda-feira, julho 09, 2012

Um filho vale um!

Acabei de aderir à campanha Um filho vale Um, uma iniciativa com pés e cabeça que já fazia falta e à qual desejo os maiores sucessos!
A ver se o Governo acorda já não porque há mais vida do que o défice mas porque sem que um filho valha um não há défice que se vença, austeridade que chegue ou crise que possa ser vencida...!

sexta-feira, março 23, 2012

Congresso do PSD: pela Família e pela Vida!



Este fim-de-semana em Lisboa realiza-se o XXXIV Congresso do PSD (estando quase a passar passar 38 anos sobre o 25 de Abril isso significa uma média de um por ano, o que creio deve ser o record nos partidos políticos portugueses...?) sob o lema (inspirador e inspirado!) de "Um Partido de Causas".

Desde há uns anos (desde 2005 para ser mais exacto) que estou com outros amigos empenhado em construir no interior do partido um espaço de gente identificada com a chamada agenda Mais Vida Mais Família: Liberdade de Educação e Religiosa, Subsidiariedade, defesa da Vida e promoção da Família). Tem sido um caminho esforçado e lento, mas muito compensador e com frutos concretos e visiveis, sobretudo nos últimos anos. Não é o único caminho de promoção de aquela agenda (há outros partidos em que se pode fazer e fora dos partidos também) mas é o meu caminho.

Também ao mesmo tempo este mesmo partido (a designação por mim utilizada por PPD/PSD denotando já uma escolha, amizades, tendência Santanista e concepçãodo partido e política...;-) é o lugar em que procuro servir o bem comum em termos mais genéricos e por isso estou, eleito pelo partido, na Assembleia Municipal de Lisboa, onde presido também por designação do meu grupo municipal (cuja direcção agora integro), presidente da Comissão de Intervenção Social e Promoção da Igualdade de Oportunidades.

Uma vez mais serei delegado (pela Secção de Lisboa) e lá estarei o tempo todo (o programa está aqui e é possivel através daqui segui-lo em directo e online). Tenciono votar nesta proposta de alteração dos estatutos (promovida pelo Paulo Ribeiro e um grupo de delegados com quem tenho estado junto no partido e em Lisboa) e nesta Moção do António Proa.

Na primeira (intitulada "Valorização das estruturas municipais (secções e núcleos) e dinamização da participação dos militantes") porque o conteúdo corresponde ao título e trata-se do que me parece mais importante: proporcionar que no partido haja mais democracia, participação das bases e de quem se interessar e quiser intervir politicamente, evitando o aparelho "coma" todas as estruturas e funções. Na segunda porque também o título diz tudo ("Pela afirmação de uma política de promoção da Família. Pelo futuro de Portugal") e trata-se, se não estou em errro, da primeira vez que é apresentada a Congresso uma Moção exclusivamente dedicada ao tema.

Enfim, com o sacrificio implícito (deitar tarde, acordar cedo, perder a ocasião de descansar e recarregar as baterias), tratar-se-á certamente (estar no Congresso) de testemunhar a todo o partido e ao país (tenciono tentar fazer uma intervenção a esse propósito na linha da Petição Defender o Futuro) que na raiz da crise em que estamos está também aquela mentalidade que deu origem, amparou e deu vencimento, à série absurda de leis fracturantes que tivemos nos últimos seis anos. Ou seja de contribuir a meu modo para que o PPD/PSD seja um partido de causas!

domingo, março 11, 2012

Ainda o dia internacional da mulher: belíssima mensagem da APFN!

DIA DA MULHER
08.MARÇO.2012
Mensagem

Ao longo desta semana, e sobretudo neste dia, os meios de comunicação, “opinion-makers”e governantes, num discurso politicamente correcto, procurarão evocar  a Mulher nas suas múltiplas facetas, conquistas e méritos.

Falar-se-á da Mulher e o Poder, ou da Mulher e a Política, ou  Economia; aplaudir-se-ão nomes destacados na Ciência, na Literatura, nas Artes, no Espectáculo, no Desporto, na Comunicação, etc. e voltar-se-á a falar de quotas para que a Mulher possa atingir o topo das empresas e lugares de chefia. Alguém recordará também, as grandes vítimas da violência doméstica e o seu número crescente, em parte relacionado com a crise em que estamos mergulhados. E outros ainda, se lembrarão por certo, de mencionar novas “conquistas” por alcançar, que em boa hora, algum resto de sensatez impediu que fossem recentemente aprovadas pela maioria dos nossos parlamentares…

A APFN gostaria também de celebrar esta data, recordando porém, aquela que tende a ser a mais esquecida nos nossos dias, apesar do seu inequívoco lugar na nossa sociedade:
aquela Mulher que sendo mãe de família numerosa, ou não, continua a ser exemplo na defesa de um projecto de família assente no modelo que a História reconhece como o “primeiro grupo humano organizado como unidade-base da sociedade”.

Num tempo em que a par de desentendimentos, divórcios e separações crescentes, e de um verdadeiro Inverno demográfico, proliferam novas formas de convivência, mais permissivas, mais frágeis, instáveis e flutuantes, será no mínimo, justo e oportuno, que alguém se lembre de saudar e felicitar estas mulheres, na sua maioria anónimas, que acreditam e vivem a natural complementaridade mulher-homem. Heroicamente, contra tudo e contra todos, elas defendem nas suas boas práticas quotidianas, a coesão, a justa partilha de funções, tarefas, direitos e deveres, bem como a estabilidade dos laços familiares, a confiança e fidelidade mútuas, e a ternura.

Lisboa, 8 de Março de 2012


Rua José Calheiros, 15  
1400-229 Lisboa  
Tel: 217 552 603 - 919 259 666 - 917 219 197
Fax: 217 552 604  




segunda-feira, fevereiro 13, 2012

Tempo de admiti-lo: a Igreja esteve sempre certa no controle de nascimentos

É o titulo de um artigo saido no insuspeito Business Insider. Que está aqui e que transcrevo abaixo desta ilustração:


Time To Admit It: The Church Has Always Been Right On Birth Control
Michael Brendan Dougherty and Pascal-Emmanuel Gobry|Feb. 8, 2012, 4:39 PM|116,995|352

Sergio Dionisio/Getty

Painting the Catholic Church as "out of touch" is like shooting fish in a barrel, what with the funny hats and gilded churches. And nothing makes it easier than the Church's stance against contraception.

Many people, (including our editor) are wondering why the Catholic Church doesn't just ditch this requirement. They note that most Catholics ignore it, and that most everyone else finds it divisive, or "out-dated." C'mon! It's the 21st century, they say! Don't they SEE that it's STUPID, they scream.

Here's the thing, though: the Catholic Church is the world's biggest and oldest organization. It has buried all of the greatest empires known to man, from the Romans to the Soviets. It has establishments literally all over the world, touching every area of human endeavor. It's given us some of the world's greatest thinkers, from Saint Augustine on down to René Girard. When it does things, it usually has a good reason. Everyone has a right to disagree, but it's not that they're a bunch of crazy old white dudes who are stuck in the Middle Ages.

So, what's going on?

The Church teaches that love, marriage, sex, and procreation are all things that belong together. That's it. But it's pretty important. And though the Church has been teaching this for 2,000 years, it's probably never been as salient as today.

Today's injunctions against birth control were re-affirmed in a 1968 document by Pope Paul VI called Humanae Vitae. He warned of four results if the widespread use of contraceptives was accepted:
1. General lowering of moral standards
2. A rise in infidelity, and illegitimacy
3. The reduction of women to objects used to satisfy men.
4. Government coercion in reproductive matters.

Does that sound familiar?

Because it sure sounds like what's been happening for the past 40 years.
As George Akerloff wrote in Slate over a decade ago,
By making the birth of the child the physical choice of the mother, the sexual revolution has made marriage and child support a social choice of the father.

Instead of two parents being responsible for the children they conceive, an expectation that was held up by social norms and by the law, we now take it for granted that neither parent is necessarily responsible for their children. Men are now considered to be fulfilling their duties merely by paying court-ordered child-support. That's a pretty dramatic lowering of standards for "fatherhood."

People.com
Today's moral lodestar
How else are we doing since this great sexual revolution? Kim Kardashian's marriage lasted 72 days. Illegitimacy: way up. In 1960, 5.3% of all births in America were to unmarried women. By 2010, it was 40.8% [PDF]. In 1960 married families made up almost three-quarters of all households; but by the census of 2010 they accounted for just 48 percent of them. Cohabitation has increased tenfold since 1960.

And if you don't think women are being reduced to objects to satisfy men, welcome to the internet, how long have you been here? Government coercion: just look to China (or America, where a government rule on contraception coverage is the reason why we're talking about this right now).
Is this all due to the Pill? Of course not. But the idea that widely-available contraception hasn't led to dramatic societal change, or that this change has been exclusively to the good, is a much sillier notion than anything the Catholic Church teaches.

So is the notion that it's just OBVIOUSLY SILLY to get your moral cues from a venerable faith (as opposed to what? Britney Spears?).

But let's turn to another aspect of this. The reason our editor thinks Catholics shouldn't be fruitful and multiply doesn't hold up, either. The world's population, he writes, is on an "unsustainable" growth path.
The Population Bureau of the Department of Economic and Social Affairs of the United Nations sees (PDF, h/t Pax Dickinson) the rate of population growth slowing over the next decades and stabilizing around 9 billion in 2050…and holding there until 2300. (And note that the UN, which promotes birth control and abortions around the world, isn't exactly in the be-fruitful-and-multiply camp.)

More broadly, the Malthusian view of population growth has been resilient despite having been proven wrong time and time again and causing lots of unnecessary human suffering. For example, China is headed for a demographic crunch and social dislocation due to its misguided one-child policy.
Human progress is people. Everything that makes life better, from democracy to the economy to the internet to penicillin was either discovered and built by people. More people means more progress. The inventor of the cure for cancer might be someone's fourth child that they decided not to have.
So, just to sum up:
• It's a good idea for people to be fruitful and multiply; and
• Regardless of how you feel about the Church's stance on birth control, it's proven pretty prophetic.

DON'T MISS: OBAMA'S WAR ON THE CATHOLIC CHURCH: An Explainer →
Please follow Politics on Twitter and Facebook.
Follow Michael Brendan Dougherty on Twitter.
Ask Michael A Question >
Tags: Catholicism, Henry Blodget, Sex, Family, Religion, Department of Health and Human Services | Get Alerts for these topics »

Read more: http://www.businessinsider.com/time-to-admit-it-the-church-has-always-been-right-on-birth-control-2012-2#ixzz1mHNaYABw

quarta-feira, janeiro 18, 2012

Protocolos ontem com o Sector Social: um passo de liberdade!

É de saudar a assinatura ontem de diversos Protocolos entre o Governo e o Sector Social. São passos importantes na Subsidiariedade (a entrega à exploração de equipamentos da Segurança Social), Liberdade de Escolha na Educação (possibilidade de optar entre os ATL's e as Actividades de Enriquecimento Curricular, uma tentativa do Partido Socialista de nacionalizar as crianças portuguesas e impor-lhes uma determinada educação, com a escola aberta quase 24 horas, e violando o direito das famílias a educar os seus filhos) e valorização da Família (na questão dos idosos e dos lares), etc.
Há mais informação e completa aqui, mas estão de parabéns a CNIS e as outras organizações do Terceiro Sector. E o Governo que assim mostra estimar de facto a liberdade e também por essa via reduz custos aumentando a oferta e por isso salvando o Estado Social.

sexta-feira, janeiro 21, 2011

Ordem de nascimento dos filhos

O texto abaixo também recebido de um amigo, tem alguns disparates, outros exageros e é caricatural, mas não sendo a coisa bem assim, não está longe da realidade...penso qualquer pai/mãe de familia numerosa lhe saboreará o sentido de humor...;-)

ORDEM DE NASCIMENTO DOS FILHOS
O 1º filho é de vidro...
O 2º é de borracha...
O 3º é de aço.

(...)

A ORDEM DE NASCIMENTO DAS CRIANÇAS
1º- Os irmãos mais velhos têm álbum de fotografias completo, relato
minucioso do dia que vieram ao mundo, fios de cabelo e dentes de leite
guardados.
2º - O segundo mal consegue achar fotografias do primeiro aniversário.
3º- Os terceiros, não fazem ideia das circunstâncias em que
chegaram à família

O que vestir
1º bebé - Você começa a usar roupas de grávidas assim que o exame
dá positivo.
2º bebé - Você usa as roupas normais o máximo que puder.
3º bebé - As roupas para grávidas são as suas roupas normais, porque já
deixou de ter um corpinho de sereia e passou a ter um de baleia.

Preparação para o nascimento
1º bebé - Você faz exercícios de respiração religiosamente.
2º bebé - Você não se preocupa com os exercícios de respiração -
afinal lembra-se que, na última vez, eles não funcionaram.
3º bebé - Você pede para tomar a peridural no 8º mês porque se lembra
que dói muito.

O guarda-roupas
1º bebé - Você lava as roupas que ganha para o bebé, arruma de
acordo com as cores e dobra delicadamente dentro da gaveta.
2º bebé - Você vê se as roupas estão limpas e só descarta aquelas
com manchas escuras.
3º bebé - Meninos podem usar rosa, não é? Afinal o seu marido é
liberal e tem certeza que o filho vai ser macho igual ao pai! (será
que vai mesmo?)

Preocupações
1º bebé - Ao menor resmungo do bebé, você corre para lhe pegar ao colo.
2º bebé - Você pega no bebé ao colo quando os gritos ameaçam
acordar o irmão mais velho..
3º bebé - Você ensina o mais velho a abanar o berço
ou manda o marido ir ao quarto da criança.

A chupeta
1º bebé - Se a chupeta cair ao chão, você guarda-a até que possa
chegar a casa e fervê-la.
2º bebé - Se a chupeta cair ao chão, você lava-a.
3º bebé - Se a chupeta cair ao chão, você passa-a na camisa, dá
uma lambidela, passa-a de novo na camisa, desta vez para dar secar e não pegar a doença dos sapinhos ao bebé, e dá-a novamente ao bebé, porque o
que não mata, engorda (vitamina B, de Bicho, off course!)

Muda de fraldas
1º bebé - Você troca as fraldas a cada hora, mesmo que elas estejam limpas.
2º bebé - Você troca as fraldas a cada duas ou três horas, se necessário.
3º bebé - Você tenta trocar a fralda somente quando as outras
crianças começam a reclamar do mau cheiro.

Banho
1º bebé - A água é filtrada e fervida e a temperatura medida por
termómetro.
2º bebé - A água é da torneira e a temperatura é fresquinha.
3º bebé - É enfiado directamente debaixo do chuveiro à temperatura
que vier, porque você, o seu marido e os seus pais foram criados assim, e
ninguém morreu de frio.

Actividades
1º bebé - Você leva o seu filho às aulas de musica para bebés, ao
teatro, à narração de histórias, à natação, ao judo, etc...
2º bebè - Você leva o seu filho à escola e vá lá...
3º bebé - Você leva o seu filho ao supermercado, à padaria, à
manicure, e o seu marido que trate de o levar à escola e ao campo
de futebol...

Saídas
1º bebé - A primeira vez que sai sem o seu filho, liga cinco vezes
para casa da sua mãe, para saber se ele está bem (a sua sogra não pode ficar com a criança porque na sua cabeça, ela nunca foi mãe).
2º bebé - Quando você está a abrir a porta para sair, lembra-se de
deixar o número de telefone à empregada.
3º bebé - Você manda a empregada ligar só se vir sangue.

Em casa
1º bebé - Você passa boa parte do dia só olhando para o bebé.
2º bebé - Você passa um tempo olhando para as crianças só para ter
certeza que o mais velho não está apertando, mordendo,
beliscando, batendo ou brincando ao superman com o bebé, amarrando um
saco de plástico do carrefour ao pescoço dele ou atirando-o de cima do sofá.
3º bebé - Você passa todo o tempo a esconder-se das crianças.

Engolir moedas
1º bebé - Quando o primeiro filho engole uma moeda, você corre para
o hospital e pede um raio-x.
2º bebé - Quando o segundo filho engole uma moeda, você fica a pau até ela sair.
3º bebé - Quando o terceiro filho engole uma moeda, você desconta
na mesada dele.