Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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domingo, fevereiro 08, 2015
A pretensão totalitária da igualdade (e da ideologia) de género
(esta fotografia foi tirada daqui)
A notícia de que o Governo chamou as empresas cotadas na Bolsa para as ameaçar (suave e disfarçadamente, já se sabe...) no caso não escolham mais gestoras em cargos de chefia é completamente incompreensível. Trata-se não só de uma intolerável ingerência da autoridade pública nos domínios do privado como está em clamoroso contra-ciclo com uma pretensa neutralidade da esfera pública no comportamento da economia privada. Denota além disso uma pretensão totalitária que a bem dizer só pode surpreender quem não esteja a par dos perigos da ditadura do politicamente correcto e em especial da ideologia do género.
Razões acrescidas pois para reler esta Nota da Conferência Episcopal Portuguesa sobre o assunto e esta entrevista de Diogo Costa Gonçalves ao mesmo propósito. Na verdade trata-se de um assunto que preocupa a Igreja católica e até levou o Papa Francisco a falar de colonização ideológica e desta forma (declarações originais aqui e aqui):
"Colonização ideológica
O Papa aproveitou ainda a conversa com os jornalistas para elaborar sobre um termo que usou durante a sua visita às Filipinas, em que criticou a "colonização ideológica".
"Sobre a colonização ideológica, dou apenas um exemplo que eu próprio vi: há 20 anos, em 1995, uma ministra da Educação pediu um empréstimo considerável, para construir escolas para os pobres. Deram-lhe o empréstimo, na condição de, nessas escolas, haver um livro para as crianças, muito bem preparado didacticamente, onde se ensinava a teoria do género. Isto é a colonização ideológica!"
"Entram num povo com uma ideia e colonizam o povo com uma ideia que muda, ou pretende mudar, uma mentalidade ou uma estrutura", critica o Papa, salientando que isto acontece sobretudo em países que precisam de auxílio financeiro ou humanitário. "Durante o sínodo, os bispos africanos lamentavam-se disto."
A atitude actual, diz Francisco, não é nova: "O mesmo já fizeram as ditaduras do século passado.""
Mas em Portugal é este o centro-direita que temos...colonizado ideologicamente pela esquerda...
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quarta-feira, janeiro 21, 2015
O Papa e a procriação: uma belíssima ocasião de testemunho!
(esta fotografia, do Papa a falar com os jornalistas depois da sua viagem ás Filipinas foi retirada daqui)
As declarações do Papa sobre a questão da procriação dos católicos (na íntegra: "Algumas pessoas pensam... e desculpem-me as palavras, que para ser bons católicos temos de ser como coelhos. Não. Paternidade responsável. Isto é evidente") que se podem ver e ouvir aqui no site da RR têm sido uma belíssima ocasião de testemunho da alegria da experiência que os católicos (idealmente...) fazem e do entendimento vivencial da doutrina da Igreja Católica nestes temas,
Isso se conclui vendo o que hoje saiu no Público (muito completa, isenta e plural) e no i. Vamos ver agora como tratarão as declarações do Papa de hoje (reproduzidas na RR) em que este renova o elogio das famílias numerosas...
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terça-feira, janeiro 20, 2015
O Papa Francisco, a Família, os filhos e a paternidade responsável
Anda para aí um sururu a propósito de declarações ontem do Papa Francisco. Há pouco e a um jornalista expliquei que tenho por princípio que não comento declarações do Papa ou de Bispos e Padres. Não é por mau feitio, mas porque declarações de Papa, Bispos e Padres, não são para eu comentar. São para as escutar e procurar perceber qual o desafio que colocam para a minha vida e para a minha conversão. Tenho-me dado bem com este sistema e isso reforça a minha Fé naquilo que a palavra quer dizer: o reconhecimento de uma Presença boa para mim e para a minha vida. Na minha circunstância essa Presença revela-se viva na Igreja Católica à qual pertenço, conduzida pelo Papa e pelos Bispos, abençoada com tantos santos e bons sacerdotes e comunidades de fiéis. Acresce que da minha experiência o que a Igreja recomenda é para mim origem de uma vida mais completa e feliz, onde tudo sabe melhor, apesar dos meus pecados e limites: a mulher, os filhos, a família, o trabalho, os amigos, etc.
Dito isto e porque, não desfazendo (como se diz nos filmes portugueses antigos...;-), a ignorância da comunicação social sobre o que a Igreja diz é muita, não fica desadequado recordar a Carta dos Direitos da Família (do tempo de João Paulo II) e em especial esta parte:
ARTIGO 3
Os esposos têm o direito inalienável de constituir uma família e de determinar o intervalo entre os nascimentos e o número de filhos que desejam, levando em consideração os deveres para consigo mesmos, para com os filhos que já têm, para com a família e a sociedade, numa justa hierarquia de valores e de acordo com a ordem moral objectiva que exclui o recurso à contracepção, à esterilização e ao aborto.
a) As actividades dos poderes públicos ou das organizações privadas, que tratam de limitar de algum modo a liberdade dos esposos nas suas decisões relativas aos filhos, constituem uma grave ofensa à dignidade humana e à justiça;
b) Nas relações internacionais, a ajuda económica concedida para o desenvolvimento dos povos não deve ser condicionada pela aceitação de programas de contracepção, esterilização ou aborto;
c) A família tem direito à ajuda da sociedade no que se refere ao nascimento ou à educação dos filhos. Os casais que têm uma família numerosa têm direito a uma ajuda adequada e não devem sofrer discriminações.
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domingo, janeiro 04, 2015
D. Manuel Clemente: temos de novo um Cardeal Patriarca em Lisboa!
A notícia do dia é, bem entendido, que o senhor D. Manuel Clemente, Patriarca de Lisboa, vai ser feito Cardeal pelo Papa Francisco. Na Igreja, bem vivida, os cargos e honrarias servem só para uma coisa: que a Glória de Cristo se veja e cada homem, nosso irmão, possa encontrar Jesus. É esta forma de estar, acompanhada de uma comovente proximidade e amizade, que temos visto no Patriarca de Lisboa, e que constitui o principal motivo da nossa alegria com este facto.
Parabéns senhor D. Manuel! Que Deus que a mais esta missão o chamou, o guarde e proteja, e continue a contar connosco, com a nossa companhia e oração.
(mais informação sobre este assunto na RR, aqui)
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sábado, julho 26, 2014
MERIAM IBRAHIM ISHAS: Graças a Deus!
Sobre o encontro do Papa com Meriam Ibrahim Ishas ver aqui a notícia no site da Rádio Renascença.
LIBERDADE PARA MERIAM
IBRAHIM ISHAS. Uma luta com final feliz!
LIBERDADE PARA MERIAM IBRAHIM
ISHAS.
Uma luta com final feliz!
Ela vai morar nos EUA com toda a
família.
Nesta quinta-feira ela chegou para uma rápida
visita de passagem na Itália, antes de prosseguir para seu destino final.
Sudanesa cristã que enfrentou
sentença de morte chega à Itália. A família vai ficar em Roma por alguns
dias antes de ir para os Estados Unidos. Riccardo De Luca / AP
A Alta corte do Sudão cancelou sua sentença de
morte, em junho, mas ela foi, então, impedida de sair do país por parte das
autoridades que questionaram a validade dos seus documentos de viagem. Ibrahim
chegou à Itália com o marido Daniel Wani, que é um cidadão de ambos Estados
Unidos e no Sudão do Sul, seu filho de 18 meses de idade e um recém-nascido 27
de maio. Meriam Ibrahim, que foi condenada à morte no Sudão por se recusar a
negar sua fé cristã, chegou quinta-feira na Itália a caminho dos Estados
Unidos.
Um dos maiores negociadores Lapo
Pistelli, um diplomata italiano que acompanhou a família do Sudão,
disse que a Itália foi capaz de alavancar a negociação usando os seus laços
dentro da região, e "nós tivemos a
paciência para falar a todos de uma forma amigável. Isso valeu a pena no
final." THE ASSOCIATED PRESS; Quinta-feira, 24 de
julho, 2014, 08:20; NY -Daily News.
ROMA - A mulher Sudanesa que foi condenada à morte
no Sudão por se recusar a negar sua fé cristã chegou quinta-feira na Itália, em
sua rota para morar nos Estados Unidos, juntamente com sua família, incluindo
uma criança nascida na prisão.
O Premier italiano Matteo Renzi recebeu Meriam
Ibrahim no aeroporto Ciampino de Roma, chamando-o de "um dia de
celebração." Meriam Ibrahim e sua família são esperados
para passar alguns dias em Roma antes de ir para os Estados Unidos, onde seu
marido um sudanês já vivia, e tem cidadania americana. O Vaticano confirmou que
Ibrahim vai se reunir com o papa, mas se recusou a oferecer detalhes
adicionais.
No início quinta-feira, Ibrahim desembarca com
os filhos após o desembarque no aeroporto militar de Ciampino, nos arredores de
Roma. Ibrahim, cujo pai era muçulmano, mas cuja mãe era uma cristã ortodoxa da
Etiópia, foi condenado à morte por acusações de apostasia.
Ela se casou com seu marido, um cristão, em uma
cerimônia na igreja em 2011. Como em muitos países muçulmanos, as mulheres
muçulmanas no Sudão são proibidas de se casar com não-muçulmanos, embora os
homens muçulmanos possam se casar com mulheres fora da sua fé. A sentença foi
condenada pelos Estados Unidos, as Nações Unidas e a Anistia Internacional,
entre outros, e tanto nos Estados Unidos e na Itália - um forte opositor a pena
de morte, com longos laços com a região do Corno de África - trabalhou para conseguir
sua libertação.
Ibrahim com seu bebe Maya, acompanhada pelo vice-italiano
Miinister Exterior Lapo Pistelli, segurando seu filho Martin.
NY - Daily News e outras fontes
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terça-feira, julho 15, 2014
Padres pedófilos: quem dá os números ao Papa?
No La Stampa saiu este artigo que reproduzo abaixo.
"14/07/2014
Quem é que dá os números ao Papa?
Marco
Tosatti
É difícil escrever sobre um objecto
vago e com contornos difusos como é uma entrevista desmentida, ou melhor,
desmentida em parte mas não no sentido global, como a que resultou da conversa
entre Eugenio Scalfari e o Papa.
Mas há um ponto da conversa que
merece atenção, porque levanta questões de grande peso. É o dos abusos.
Os padres que os cometeram serão
mesmo 2% do total (ou seja mais de 8.000)?
Os números que se conhecem até hoje
dizem o contrário.
MARCO
TOSATTI
É
difícil escrever sobre um objecto vago e com contornos difusos como é uma
entrevista desmentida, ou melhor, desmentida em parte mas não no sentido
global, como a que resultou da conversa entre Eugenio Scalfari e o Papa. Mas há
um ponto da conversa que merece atenção, porque levanta questões de grande
peso. É o dos abusos.
A
certa altura, na sua reconstrução, Scalfari escreve, partindo da sua pergunta:
Um fenómeno muito espalhado?
"Muitos dos colaboradores que lutam a meu lado
asseguram-me com dados credíveis que a pedofilia dentro da Igreja se situa ao
nível dos dois por cento. Este dado deveria tranquilizar-me mas devo dizer-lhe
que de facto não me tranquiliza. Acho antes que é gravíssimo. Dois por cento
dos pedófilos são sacerdotes e até bispos e cardeais. E outros, ainda mais
numerosos, sabem mas calam, punem mas sem dizer o motivo. Considero que este
estado de coisas é insustentável e é minha intenção enfrentá-lo com a
severidade que requer.
A
frase acaba assim, sem as aspas a fechar.
Mas
é o valor de 2% relatado por Scalfari que gera grande perplexidade.
E
temos que perguntar:
a) se o Papa realmente o disse;
b) quem é que lhe fez o cálculo;
c) se Scalfari o relatou fielmente.
Os
padres no mundo são perto de 410 mil. Dois por cento quer dizer mais de 8 mil.
Um dado que diverge com todos os dados conhecidos até hoje.
A
UCCR (Unione di Cristiani Cattolici Razionali) pergunta num artigo recente:
"Mas quantos são os padres implicados na pedofilia?
O
Vaticano revelou os números oficiais perante a 52ª Comissão da ONU contra a
tortura: entre 2004 e 2013 um total de 884 membros do clero foram reduzidos ao
estado laical no âmbito do escândalo da pedofilia.
Outras
medidas disciplinares foram aplicadas a 2.572 sacerdotes (em muitos casos por
serem de idade avançada ou doentes).
Portanto,
estes são os números sobre os quais se pode trabalhar.
Se somamos 884 com 2.572, no total temos 3.456 sacerdotes
católicos pedófilos em dez anos.
Os padres católicos no mundo, segundo o departamento de
estatística do Vaticano, são cerca de 410 mil, uma média aproximada entre os
405 mil do ano 2000 e os 413 mil do ano 2010, números próximos das médias dos anos
60 e 70.
O cálculo é fácil: os 4 mil padres pedófilos correspondem a
0,8% dos padres católicos no activo nos últimos 10 anos.
Certamente, um só caso de abuso já é demasiado, porém
podemos verificar que não se trata de percentagens elevadas, mais, são
decididamente moderadas em relação aos números que atingem pais, colegas,
professores, treinadores e familiares em geral (a maior parte casados, portanto
não celibatários)."
O
professor Davide Cito, da Universidade Pontifícia da Santa Cruz, que trabalha
neste campo com as instituições da Santa Sé fala de 400 casos que anualmente
chegam a Roma para serem avaliados.
E
sublinha que em 90% dos casos trata-se de vítimas masculinas adolescentes, dos
16 aos 18 anos; ou seja não são casos de pedofilia, mas de efebofilia, ligada
ao fenómeno da homossexualidade.
Pode
perguntar-se por que razão o Papa não faz esta diferença tão importante.
Mais:
em 2010 o "grande inquisidor" vaticano, agora bispo em Malta, Charles
J. Scicluna, colaborador de Bento XVI na grande batalha lançada por aquele papa
contra o fenómeno dos abusos de todo o tipo, dizia:
"Nos últimos nove anos (2001-2010) fizemos a avaliação
das acusações relativas a 3 mil casos de sacerdotes diocesanos e religiosos que
se referem a delitos cometidos nos últimos 50 anos. Podemos dizer que em geral
60% destes casos são sobretudo actos de efebofilia, ou seja devidos à atracção
sexual por adolescentes do mesmo sexo, 30% são relações heterossexuais e 10%
são actos de verdadeira e própria pedofilia, isto é determinados por uma
atracção sexual por menores impúberes. Os casos de padres acusados de pedofilia
verdadeira e própria são, assim, cerca de 300 em nove anos. Trata-se sempre de
demasiados casos – obviamente – mas temos de reconhecer que o fenómeno não é
tão generalizado como se faz crer".
Então
é caso para perguntar: se Scalfari – coisa que falta demonstrar – recordou a
resposta com rigor, quem é que dá os números ao Papa?"
Termino este post com um grande, comovido e grato, abraço a todos os Padres com quem me cruzei na minha vida. Grato pelas Missas, pela Comunhão, pela amizade, pelas Confissões, por todos os sacramentos, pela companhia, por tudo. Obrigado pelas vossas vidas e sacerdócio!
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quinta-feira, abril 24, 2014
Papa Francisco: aborto e liberdade de educação
VATICAN
CITY, April 11, 2014 (LifeSiteNews.com)
– Human life is “sacred and inviolable” and “every civil law is based on the
recognition of the first and most fundamental right, the right to life,” Pope
Francis told an Italian pro-life organization today.
The pope thanked the Movimento per la Vita,
one of Italy’s leading political pro-life groups, for their work, urging them to
continue “with courage and love” for life “in all its phases.”
“It is therefore necessary to reiterate the
strongest opposition to any direct attack on life, especially innocent and
defenseless, and her unborn child in the womb is the innocent par excellence,”
the pope told the gathering of politicians and pro-life activists at the
Vatican today.
“If you look at life as something that is
consumed,” the pope said, “it will also be something that sooner or later you
can throw away, with abortion to begin with.”
Human life, however, is “a gift from God” and
if it is accepted as such, “then you have before you a valuable and intangible
asset, to be protected by all means and not to be discarded.”
In a different tack from previous popes, Pope
Francis took the opportunity to link the pro-life message of the Church to his
critique of the global economy, a major theme of this pontificate. “This
economy kills. It considers the human being in himself as a commodity; a
commodity that you can use and then throw away.” He added, quoting his own
recent document Evangelii
Gaudium, “We started
the culture of ‘waste’ that, indeed, is promoted” through abortion in which
“even life is discarded.”
One of the “most serious risks” of the modern
world, he said, “is the divorce between economics and morality.” In a world
offering “a market equipped with every technological innovation, elementary
ethical standards of human nature more and more neglected.”
In his brief address, Pope Francis quoted the
document Gaudium et Spes of the Second Vatican Council, that
says, “Life once conceived, must be protected with the utmost care; abortion
and infanticide are abominable crimes.” He encouraged pro-life workers to fight
for life “with a style of closeness” to women so that “every woman feels
regarded as a person, heard, accepted, accompanied.”
In a speech on
Friday to the
International Catholic Child Bureau (BICE), the pope also spoke of the need to
reaffirm the rights of parents to decide “the moral and religious education of
their children” and reject all forms of “educational experimentation with
children and young people.”
Every child, he said, has the right to grow up
in a family “with a father and a mother” capable of creating “a suitable
environment for the child’s development and emotional maturity.” The Pope also
warned against the effort to push a “dictatorship of one form of thinking” on
children comparing these to the “horrors of the manipulation of education that
we experienced in the great genocidal dictatorships of the twentieth century.”
These totalitarian impulses, he said, “have
not disappeared; they have retained a current relevance under various guises
and proposals.”
The pope’s comments on Friday follow a push from
parliamentarians and parents’ rights
groups against the
recent wave of incursions of “gender ideology” into Italy’s schools. A group of
MPs has introduced a bill into Parliament to reinforce the constitutional
protection of parent’s right to guide the “ethical” content of their children’s
education, even in state-funded schools.
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quarta-feira, janeiro 22, 2014
Marcha pela Vida de Washington e Papa Francisco
Dou-me conta que faz oito anos que estive na Marcha pela Vida em Washington. Uma experiência impressionante da vitalidade, convicção e determinação, das movimentações pela vida dos Estados Unidos. Fiquei então convencido que todos os anos o deveríamos fazer em Lisboa, como já aconteceu em 2007 e nos dois últimos anos (aqui chamamos-lhe Caminhada pela Vida).
O facto ter-me-ia passado ao lado não fora esta notícia da Ecclesia que reproduzo abaixo que, em resumo, fala de um Tweet do Papa Francisco de apoio á Marcha pela Vida deste ano (site oficial aqui):
Aborto: Papa associa-se a marcha pela vida em Washington
Francisco pede respeito pelos «mais vulneráveis»
Cidade do Vaticano, 22 jan 2014 (Ecclesia) – O Papa Francisco manifestou hoje o seu apoio à 41ª ‘Marcha pela Vida’ que reúne dezenas de milhares de pessoas em Washington, numa iniciativa da Igreja Católica e outras organizações nos Estados Unidos da América.
“Uno-me à 'Marcha pela Vida' em Washington com as minhas orações. Que Deus nos ajude a respeitar todas as vidas, em particular as mais vulneráveis", escreveu na conta ‘@Pontifex’, da rede social Twitter.
A iniciativa acontece anualmente no dia da sentença com a qual o Supremo Tribunal dos EUA legalizou o aborto.
Numa vigília de oração, o cardeal Sean O’Malley, secretário-geral do comité pró-vida da Conferência Episcopal dos Estados Unidos da América, afirmou que o movimento pró-vida defende bebés e mães.
“A nossa sociedade relega o aborto para uma questão de escolha pessoal, muitas vezes negando mesmo o reconhecimento da dignidade humana das crianças não nascidas", lamentou.
A vigília e a marcha são os acontecimentos mais importantes da segunda edição da ‘Novena de oração e penitência’, que por estes dias envolve todas as dioceses dos EUA.
OC
“Uno-me à 'Marcha pela Vida' em Washington com as minhas orações. Que Deus nos ajude a respeitar todas as vidas, em particular as mais vulneráveis", escreveu na conta ‘@Pontifex’, da rede social Twitter.
A iniciativa acontece anualmente no dia da sentença com a qual o Supremo Tribunal dos EUA legalizou o aborto.
Numa vigília de oração, o cardeal Sean O’Malley, secretário-geral do comité pró-vida da Conferência Episcopal dos Estados Unidos da América, afirmou que o movimento pró-vida defende bebés e mães.
“A nossa sociedade relega o aborto para uma questão de escolha pessoal, muitas vezes negando mesmo o reconhecimento da dignidade humana das crianças não nascidas", lamentou.
A vigília e a marcha são os acontecimentos mais importantes da segunda edição da ‘Novena de oração e penitência’, que por estes dias envolve todas as dioceses dos EUA.
OC
Internacional | Agência Ecclesia | 2014-01-22 | 16:32:19 | 1115 Caracteres | Papa Francisco
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segunda-feira, dezembro 23, 2013
Visita de Natal (esta entre Papas)
Pode-se ver mais aqui. Que ternura e que beleza a unidade na Igreja Católica!
Uma coisa que os nossos adversários ou simples outros, muitos de fora e alguns da casa, tem tanta dificuldade em entender, levar a sério e, idealmente, estimar....
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A lição do papa Francisco sobre o sentido do Natal (por Julián Carrón)
Com os meus votos de um Santo Natal e Boas Entradas a todos os meus leitores e amigos aqui deixo o texto da carta em epígrafe do Padre Julián Carrón (sucessor de D. Giussani na condução do movimento Comunhão e Libertação) que saiu no jornal la Repubblica.
23 de dezembro de 2013
Pág. 43
A carta
A lição do papa Francisco sobre o sentido do Natal
Julián Carrón
Caro Diretor,
Considerando a urgência quotidiana da vida, que é comum a todos e parece anular qualquer esperança, o Natal terá ainda alguma palavra a dizer? É somente uma recordação que inspira bons sentimentos ou é a notícia de um fato capaz de incidir na vida real?
«A razão da nossa esperança é a seguinte: Deus está ao nosso lado. Contudo, existe algo ainda mais surpreendente. A presença de Deus no meio da humanidade não se concretizou num mundo ideal, idílico, mas neste mundo real. Ele quis habitar na nossa história como ela é, com todo o peso dos seus limites e dos seus dramas, para nos elevar da poeira das nossas misérias, das nossas dificuldades, dos nossos pecados» (Francisco, Audiência Geral, 18 de Dezembro de 2013). Para me preparar para o grande acontecimento do Natal, durante estes dias tenho repetido a mim mesmo muitas vezes estas palavras do Santo Padre.
O Mistério gosta de desafiar-nos constantemente «neste mundo real», sem hesitar nas coisas que faz! Para isso Deus escolhe aquelas circunstâncias que melhor podem revelar aos nossos olhos quem Ele é e a extraordinária novidade que pode originar no mundo. E isso deveria alegrar cada um de nós, porque significa que então não existe situação, momento da vida, ou história, que possa impedir Deus de gerar uma coisa nova. E como nos desafia?
Enquanto espera o Natal, a Igreja relê os grandes episódios da vida do povo de Israel e nos mostra como Deus intervém na história. Por exemplo, apresentando-nos duas pessoas estéreis, incapazes de conceber: uma mulher de Soreá e Isabel (que virão a ser as mães de Sansão, defensor do povo judaico, e de João Batista, precursor de Cristo; cf. Juízes 13,2-7.24-25a e Lucas 1,5-25), duas mulheres que não conseguem "arrumar" de algum modo as coisas, nenhuma genialidade que possuam pode torná-las mães. É impossível, é uma coisa impossível aos homens. É desta maneira que o Senhor nos quer fazer entender que a Ele tudo é possível e, por consequência, que é possível não se desesperar, que ninguém pode dizer-se abandonado, esquecido ou condenado à própria situação, vendo nesta uma justificativa para não esperar mais. Não há nada impossível para Alguém que realiza coisas como estas: fazer com que duas mulheres estéreis se tornem mães. A imprevisível maternidade delas representa o maior desafio para a razão e para a liberdade de cada um. Não existe situação, não existe relação e convivência humana que não possam mudar. E se alguém, pensando na sua história, já se resignou, hoje novamente o Senhor desafia a sua falta de esperança.
«A tua súplica foi atendida», diz o anjo a Zacarias, «Tua esposa Isabel te dará um filho, ao qual porás o nome de João». O Evangelho define isto como «boa nova», porque nós não estamos condenados ao ceticismo nem somos aniquilados pelo fracasso de todos os nossos esforços. E não há apenas a promessa, há também o seu cumprimento, porque depois vai realmente ter o filho! Estes episódios, para quem conserva ao menos um fio de ternura por si mesmo, anunciam que é possível mudar, porque a Deus tudo é possível; para Ele basta encontrar em nós a disponibilidade de coração.
Se nós deixarmos entrar esta força de Deus, a nossa vida, como a de Zacarias, vai se encher de alegria: «Terás alegria e júbilo». Que não é somente para nós; também nos é dada para os outros: «Muitos irão se regozijar pelo seu nascimento». E esta alegria demonstra quem é Deus, quem é que está em ação no meio de nós. João «será cheio do Espírito Santo» e começará a mudar o que toca.
É deste modo que a liturgia da Igreja nos introduz à contemplação de uma outra mulher, desta vez virgem, de nome Maria, à qual aconteceu algo não menos misterioso que às duas mulheres estéreis: o acontecimento da Encarnação por obra do Espírito Santo, que Maria simplesmente consentiu dizendo sim. Com o Natal o Senhor nos traz este feliz anúncio. Acolhê-lo depende de cada um de nós, da nossa disponibilidade simples para nos deixarmos surpreender por Ele, que com a Sua iniciativa nos alcança constantemente aqui e agora, «neste mundo real».
Se o pedirmos e passarmos a estar disponíveis para aquilo que o Senhor está prestes a fazer no meio de nós com o Natal, muitos à nossa volta se alegrarão pelo "nosso" renascimento. Só esta novidade poderá convencer cada homem da credibilidade do anúncio cristão que chegou até ele. Basta pensar em quantos homens de todas as culturas hoje se alegram, a ponto de se sentirem mais provocados do que nunca, com a existência de alguém como o Papa Francisco, em quem o Mistério encontrou essa disponibilidade de coração.
O autor é Presidente da Fraternidade de Comunhão e Libertação (aqui em baixo com o Papa Francisco)
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terça-feira, dezembro 17, 2013
Parabéns Santo Padre!
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quarta-feira, novembro 27, 2013
A Exortação Apostólica do Papa Francisco "A Alegria do Evangelho"
Acabou de sair a Exortação Apostólica "Evangelii Gaudium" (A Alegria do Evangelho) que pode ser encontrada no site do Vaticano em diversas possibilidades de leitura (do seu texto). A este propósito é indispensável ler o que a Renascença vai publicando sobre o assunto. Destaco este trecho das declarações de D. António Vitalino, Bispo de Beja:
Segundo D. António Vitalino muitos dos desafios lançados por Francisco se dirigem não só à Igreja, mas também aos políticos: “É uma interpelação muito forte aos políticos, aos governos, para que não tomem só medidas a partir dos interesses do capital, mas tomem medidas a partir da dignidade da pessoa humana, do bem comum, da família, e claro que aqui, mesmo nos nossos orçamentos, não podemos pôr de parte que em primeiro lugar tem de estar a dignidade da pessoa, o bem comum, a família, e não os interesses de alguns”, considera.
Só hoje vou começar a lê-la mas desde já reproduzo o que de outros amigos empenhados na Defesa da Vida, já recebi:
"213
Entre estes seres frágeis, de que a Igreja quer cuidar com predileção, estão
também os nascituros, os mais inermes e inocentes de todos, a quem hoje se quer
negar a dignidade humana para poder fazer deles o que apetece, tirando-lhes a
vida e promovendo legislações para que ninguém o possa impedir. Muitas vezes,
para ridiculizar jocosamente a defesa que a Igreja faz da vida dos nascituros,
procura-se apresentar a sua posição como ideológica, obscurantista e
conservadora; e no entanto esta defesa da vida nascente está intimamente
ligada à defesa de qualquer direito humano. Supõe a convicção de que um ser
humano é sempre sagrado e inviolável, em qualquer situação e em cada etapa do
seu desenvolvimento. É fim em si mesmo, e nunca um meio para resolver outras
dificuldades. Se cai esta convicção, não restam fundamentos sólidos e
permanentes para a defesa dos direitos humanos, que ficariam sempre sujeitos às
conveniências contingentes dos poderosos de turno. Por si só a razão é
suficiente para se reconhecer o valor inviolável de qualquer vida humana, mas,
se a olhamos também a partir da fé, «toda a violação da dignidade pessoal do
ser humano clama por vingança junto de Deus e torna-se ofensa ao Criador do
homem».
214. E precisamente porque é uma questão que mexe com a coerência interna da nossa mensagem sobre o valor da pessoa humana, não se deve esperar que a Igreja altere a sua posição sobre esta questão. A propósito, quero ser completamente honesto. Este não é um assunto sujeito a supostas reformas ou «modernizações». Não é opção progressista pretender resolver os problemas, eliminando uma vida humana. Mas é verdade também que temos feito pouco para acompanhar adequadamente as mulheres que estão em situações muito duras, nas quais o aborto lhes aparece como uma solução rápida para as suas profundas angústias, particularmente quando a vida que cresce nelas surgiu como resultado duma violência ou num contexto de extrema pobreza. Quem pode deixar de compreender estas situações de tamanho sofrimento?"
214. E precisamente porque é uma questão que mexe com a coerência interna da nossa mensagem sobre o valor da pessoa humana, não se deve esperar que a Igreja altere a sua posição sobre esta questão. A propósito, quero ser completamente honesto. Este não é um assunto sujeito a supostas reformas ou «modernizações». Não é opção progressista pretender resolver os problemas, eliminando uma vida humana. Mas é verdade também que temos feito pouco para acompanhar adequadamente as mulheres que estão em situações muito duras, nas quais o aborto lhes aparece como uma solução rápida para as suas profundas angústias, particularmente quando a vida que cresce nelas surgiu como resultado duma violência ou num contexto de extrema pobreza. Quem pode deixar de compreender estas situações de tamanho sofrimento?"
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sexta-feira, setembro 20, 2013
Sobre a entrevista do Papa: excelente artigo do George Weigel
Com a devida vénia ao Blog Logos de onde o retirei:
On Pope Francis's interview: The Christ-Centered Pope - by George Weigel
In EPPC
Perhaps the most revealing detail in Pope Francis’s lengthy interview, conducted by the Italian Jesuit Antonio Spadaro and published yesterday in English translation in the Jesuit journal America, is the pontiff’s reflection on one of his favorite Roman walks, prior to his election:
When I had to come to to Rome, I always stayed in [the neighborhood of the] Via della Scrofa. From there I often visited the Church of St. Louis of France, and I went there to contemplate the painting of “The Calling of St. Matthew” by Caravaggio. That finger of Jesus, pointing at Matthew. That’s me. I feel like him. Like Matthew. . . . This is me, a sinner on whom the Lord has turned his gaze.
The Calling of St. Matthew is an extraordinary painting in many ways, including Caravaggio’s signature use of light and darkness to heighten the spiritual tension of a scene. In this case, though, the chiaroscuro setting is further intensified by a profoundly theological artistic device: The finger of Jesus, pointing at Matthew, seems deliberately to invoke the finger of God as rendered by Michelangelo on the Sistine Chapel ceiling. Thus Caravaggio, in depicting the summons of the tax collector, unites creation and redemption, God the Father and the incarnate Son, personal call and apostolic mission.
That is who Jorge Mario Bergoglio is: a radically converted Christian disciple who has felt the mercy of God in his own life and who describes himself, without intending any dramatic effect, as “a sinner whom the Lord has looked upon.” Having heard the call to conversion and responded to it, Bergoglio wants to facilitate others’ hearing of that call, which never ceases to come from God through Christ and the Church.
And that, Bergoglio insists, is what the Church is for: The Church is for evangelization and conversion. Those who have found the new pope’s criticism of a “self-referential Church” puzzling, and those who will find something shockingly new in his critical comments, in his recent interview, about a Church reduced “to a nest protecting our mediocrity,” haven’t been paying sufficient attention. Six years ago, when the Catholic bishops of Latin America and the Caribbean met at the Brazilian shrine of Aparecida to consider the future, the archbishop of Buenos Aires, Bergoglio, was one of the principal intellectual architects of the bishops’ call to put evangelization at the center of Catholic life, and to put Jesus Christ at the center of evangelization. The Latin American Church, long used to being “kept,” once by legal establishment and then by cultural tradition, had to rediscover missionary zeal by rediscovering the Lord Jesus Christ. And so the Latin American bishops, led by Bergoglio, made in their final report a dramatic proposal that amounted to a stinging challenge to decades, if not centuries, of ecclesiastical complacency:
The Church is called to a deep and profound rethinking of its mission. . . . It cannot retreat in response to those who see only confusion, dangers, and threats. . . . What is required is confirming, renewing, and revitalizing the newness of the Gospel . . . out of a personal and community encounter with Jesus Christ that raises up disciples and missionaries. . . .
A Catholic faith reduced to mere baggage, to a collection of rules and prohibitions, to fragmented devotional practices, to selective and partial adherence to the truths of faith, to occasional participation in some sacraments, to the repetition of doctrinal principles, to bland or nervous moralizing, that does not convert the life of the baptized would not withstand the trials of time. . . . We must all start again from Christ, recognizing [with Pope Benedict XVI] that “being Christian is . . . the encounter with an event, a person, which gives life a new horizon and a decisive direction.”
The 21st-century proclamation of Christ must take place in a deeply wounded and not infrequently hostile world. In another revealing personal note, Francis spoke of his fondness for Marc Chagall’s White Crucifixion, one of the most striking religious paintings of the 20th century. Chagall’s Jesus is unmistakably Jewish, the traditional blue and white tallis or prayer-shawl replacing the loincloth on the Crucified One. But Chagall’s Christ is also a very contemporary figure, for around the Cross swirl the death-dealing political madnesses and hatreds of the 20th century. And so the pope’s regard for Chagall’s work is of a piece with his description of the Catholic Church of the 21st century as a kind of field hospital on a battlefield strewn with the human wreckage caused by false ideas of the human person and false claims of what makes for happiness. Thus Francis in his interview on the nature of the Church:
I see clearly that the thing the Church needs most today is the ability to heal wounds and to warm the hearts of the faithful; it needs nearness, proximity. I see the Church as a field hospital after battle. It is useless to ask a seriously injured person if he has high cholesterol and about the level of his blood sugars! You have to heal his wounds. Then we can talk about everything else. Heal the wounds, heal the wounds.
And how are the wounds of late-modern and postmodern humanity to be healed? Through an encounter with Jesus Christ, the Son of the living God. “The most important thing, “ Francis insisted in his interview, “is the first proclamation: Jesus Christ has saved you.” The Church of the 21st century must offer Jesus Christ as the answer to the question that is every human life (as John Paul II liked to put it). The moral law is important, and there should be no doubt that Francis believes and professes all that the Catholic Church believes and professes to be true about the moral life, the life that leads to happiness and beatitude. But he also understands that men and women are far more likely to embrace those moral truths — about the inalienable right to life from conception until natural death; about human sexuality and how it should be lived — when they have first embraced Jesus Christ as Lord. That, it seems to me, is what the pope was saying when he told Antonio Spadaro that “proclamation in a missionary style focuses on the essentials, on the necessary things.” These are what make “the heart burn: as it did for the disciples at Emmaus. . . . The proposal of the Gospel must be more simple, profound, radiant. It is from this proposition that the moral consequences then flow.”
Francis underscores that “the teaching of the Church is clear” on issues like abortion, euthanasia, the nature of marriage, and chastity and that he is “a son of the Church” who accepts those teachings as true. But he also knows that “when we speak about these issues, we have to talk about them in a context.” That “context” is Jesus Christ and his revelation of the truth about the human person. For as the Second Vatican Council taught inGaudium et Spes, its Pastoral Constitution on the Church in the Modern World, “It is only in the mystery of the Word made flesh that the mystery of man truly comes clear. For Adam, the first man, was the type of him who was to come. Christ the Lord, Christ the new Adam, in the very revelation of the mystery of the Father and of his love, fully reveals man to himself and brings to light his most high calling.”
Thus Pope Francis, the pastor who is urging a new pastoral style on his fellow bishops and fellow priests, insists that every time the Church says “no,” it does so on the basis of a higher and more compelling “yes”: yes to the dignity and value of every human life, which the Church affirms because it has embraced Jesus as Lord and proclaims him to a world increasingly tempted to measure human beings by their utility rather than their dignity.
Francis’s radical Christocentricity — his insistence that everything in the Church begins with Jesus Christ and must lead men and women to Jesus Christ — also sheds light on his statement that there is a hierarchy of truths in Catholicism or, as he put it, that “the dogmatic and moral teachings of the Church are not all equivalent.” That does not mean, of course, that some of those those teachings are not really, well, true; but it does mean that some truths help us make sense of other truths. The Second Vatican Council reclaimed this notion of a “hierarchy of truths” in Unitatis Redintegratio, its Decree on Ecumenism, and it’s an important idea, the pope understands, for the Church’s evangelical mission.
If you don’t believe in Jesus Christ as Lord — if you’ve never heard the Gospel — then you aren’t going to be very interested in what the Catholic Church has to say in Jesus’s name about what makes for human happiness and what makes for decadence and unhappiness; indeed, you’re quite likely to be hostile to what the Church says about how we ought to live. By redirecting the Church’s attention and pastoral action to the Church’s most basic responsibility — the proclamation of the Gospel and the invitation to friendship with Jesus Christ — Pope Francis is underscoring that a very badly disoriented 21st century will be more likely to pay attention to evangelists than to scolds: “We need to proclaim the Gospel on every street corner, preaching the good news of the kingdom and healing, even with our preaching, every kind of disease and wound. . . . The proclamation of the saving love of God comes before moral and religious imperatives.” The Church says “yes” before the Church says “no,” and there isn’t any “no” the Church pronounces that isn’t ultimately a reflection of the Church’s “yes” to Jesus Christ, to the Gospel, and to what Christ and the Gospel affirm about human dignity.
It’s going to take some time for both the Church and the world to grow accustomed to an evangelical papacy with distinctive priorities. Those who imagine the Catholic Church as an essentially political agency in which “policy” can change the way it changes when a new governor moves into an American statehouse will continue — as they did within minutes of the release of the America interview — to misrepresent Pope Francis as an advocate of doctrinal and moral change, of the sort that would be approved by the editorial board of the New York Times. This is nonsense. Perhaps more urgently, it is a distraction.
Jorge Mario Bergoglio is determined to redirect the Church’s attention, and the world’s attention, to Jesus Christ. In this, his papacy will be in continuity with those of John Paul II and Benedict XVI. Pope Francis is going to be radically Christ-centered in his own way, though, and some may find that way jarring. Those willing to take him in full, however, rather than excising 17 words from a 12,000-word interview, will find the context in which those 17 words make classic Catholic sense. “We cannot insist only on issues related to abortion, gay marriage, and the use of contraceptive methods,” the pope told his interviewer. Why? Because it is by insisting on conversion to Jesus Christ, on lifelong deepening of the believer’s friendship with him, and on the Church’s ministry as an instrument of the divine mercy that the Church will help others make sense of its teaching on those matters — with which the New York Times, not the Catholic Church, is obsessed — and will begin to transform a deeply wounded culture.
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O Papa Francisco e o aborto: "Papa diz que defesa da vida “é uma verdadeira prioridade do magistério”"
Também sobre este encontro, vale a pena ler isto.
Papa diz que defesa da vida “é uma verdadeira prioridade do magistério”
Inserido em 20-09-2013 12:20
Francisco considera que o paradoxo dos tempos modernos é que as pessoas estão a reivindicar novos direitos, mas ninguém salvaguarda o mais importante de todos: o direito à vida.
O Papa referiu-se esta sexta-feira em termos muito claros ao drama do aborto e ao direito à vida, deixando muito claro que a protecção da vida é “uma verdadeira prioridade do magistério, particularmente no caso da vida indefesa, isto é, os deficientes, os doentes, os nascituros, as crianças, os idosos".
Numa audiência uma delegação de médicos católicos, Francisco foi mais longe e disse que as crianças que são “condenadas ao aborto” têm “o rosto do Senhor”, tal como os idosos cujo direito à vida não é respeitado.
Falou ainda da maternidade como “missão fundamental da mulher”, em todo o mundo, lamentando que seja nos países mais ricos que “muitas vezes a maternidade não é adequadamente considerada e promovida”.
As suas palavras surgem no dia seguinte à publicação de uma entrevista a um conjunto de revistas jesuítas, na qual afirmou que a Igreja não pode falar apenas de temas como o aborto, casamento homossexual ou contracepção.
Na audiência, o Papa sublinhou a importância do direito à vida, que não é matéria de fé, mas de ciência. "Radica na razão. Nenhuma vida é mais sagrada, mais importante que outra”, afirmou Francisco.
A mensagem é particularmente importante numa altura em que tudo aparenta ter um preço. “As coisas têm preço, podem ser vendidas, mas não as pessoas, elas não têm preço”.
O paradoxo dos tempos modernos, considera o Papa, é que as pessoas estão a reivindicar novos direitos, mas ninguém salvaguarda o mais importante de todos: o direito à vida.
[Notícia actualizada às 12h37]
Numa audiência uma delegação de médicos católicos, Francisco foi mais longe e disse que as crianças que são “condenadas ao aborto” têm “o rosto do Senhor”, tal como os idosos cujo direito à vida não é respeitado.
Falou ainda da maternidade como “missão fundamental da mulher”, em todo o mundo, lamentando que seja nos países mais ricos que “muitas vezes a maternidade não é adequadamente considerada e promovida”.
As suas palavras surgem no dia seguinte à publicação de uma entrevista a um conjunto de revistas jesuítas, na qual afirmou que a Igreja não pode falar apenas de temas como o aborto, casamento homossexual ou contracepção.
Na audiência, o Papa sublinhou a importância do direito à vida, que não é matéria de fé, mas de ciência. "Radica na razão. Nenhuma vida é mais sagrada, mais importante que outra”, afirmou Francisco.
A mensagem é particularmente importante numa altura em que tudo aparenta ter um preço. “As coisas têm preço, podem ser vendidas, mas não as pessoas, elas não têm preço”.
O paradoxo dos tempos modernos, considera o Papa, é que as pessoas estão a reivindicar novos direitos, mas ninguém salvaguarda o mais importante de todos: o direito à vida.
[Notícia actualizada às 12h37]
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Ainda a entrevista do Papa Francisco
A entrevista do Papa Francisco ás revistas dos Jesuítas já está em português.
Sobre isso vale também a pena ler: o que se publicou hoje na Aciprensa e pela alegria que dá ver um jornal diário a retomar palavras essenciais do anúncio cristão (como, por exemplo “Deus está presente na vida de todas as pessoas, mesmo se essa vida tiver sido destruída por maus hábitos, por drogas ou seja o que for”) a notícia sobre a entrevista que saiu no Público, aqui. Apesar do erro de citação da entrevista...o Público "transcreve": "Sabemos qual é a opinião da Igreja e eu sou um filho da Igreja, mas não é preciso continuar a falar disto"...mas na entrevista está: "(...) mas não é necessário falar disso continuamente»."...enfim...! ;-)
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A entrevista do Papa Francisco
Estou de partida para um fim-de-semana fora e por isso sem tempo para grandes desenvolvimentos, mas o Papa Francisco deu uma entrevista belíssima à Civiltá Católica que também aparece publicada no Avvenire, jornal da Conferência Episcopal Italiana. Vale muito a pena ler.
No âmbito dessa entrevista fala também do assunto do anúncio cristão e da relação deste com as chamadas questões fracturantes (aborto, casamento gay, etc.). Basicamente e nos termos da entrevista, reafirmando como não podia deixar de ser a sua filiação na Igreja, o que o Papa alerta é para a redução contemporânea do cristianismo a um moralismo, do anúncio cristão a uma proposta moral, que, isso não diz mas acrescento eu, é não apenas uma tentação eclesial como o resultado da pressão da mentalidade contemporânea que procurando ocultar o que a Igreja é, ou percebendo a resistência que encontra no facto cristão, tenta reduzi-la a isso.
Além disso e na mesma parte da entrevista e em termos muito bonitos o Papa fala da Misericórdia, da liberdade humana e do amor de Deus a cada um, independentemente da sua circunstância particular, da relação dos sacerdotes com as pessoas que lhe estão confiadas, da confissão e do pecado. A projecção que estas suas intervenções têm, a força do anúncio que faz, são de facto a confirmação daquilo que a propósito do seu pontificado, diz Bento XVI, ou seja, que se sente confortado em verificar a justeza da sua renúncia, a intervenção de Deus na Sua Igreja. Que bom é que finalmente a voz da Igreja seja escutada sem a oposição imediata de um preconceito pessoal ou institucional!
Tudo o resto, por parte da mentalidade dominante, dos seus meios de comunicação, é pó, tentativa de semear a confusão e sobretudo medo de se confrontar pessoalmente com a verdade do anúncio que temos para fazer ao mundo: Deus existe, ama-nos, e faz-se encontrar na pessoa física, real e viva, de Jesus, hoje, na Sua Igreja. Ou seja, com o mesmo anúncio que uma vez recebido por cada um, faz com que naquelas questões concretas, a nossa posição de cristãos seja a da valorização da Família, de defesa da Vida humana da concepção até á morte natural, de defesa do embrião humano (veja-se aqui o que disse o Papa Francisco num dos Angelus [e no qual anuncia também o dia da Evangelium Vitae no qual estiveram presentes portugueses dos movimentos cívicos a favor da Família e da Vida]), da afirmação que a família se baseia no casamento entre homem e mulher, etc.
Parto pois contente para o fim-de-semana! ;-)
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domingo, setembro 08, 2013
Síria: e se as armas químicas tivessem sido despoletadas, por engano, pelos rebeldes?
Tratar-se ia então, a situação actual, de um claro absurdo e daqui a uns anos arriscamo-nos a descobrir, que, como com as armas de destruição maciça, no Iraque, tudo se trata de um horrível e atroz engano...
A notícia retirei-a daqui. Trata-se da revista Tempi que a todos os títulos recomendo.
In Siria, a Ghouta, sono esplose armi chimiche ma secondo ribelli locali non è stato il dittatore Bashar al-Assad ad utilizzarle ma i ribelli stessi, per errore. La notizia è contenuta in un reportage pubblicato lo scorso 29 agosto su Mint Press News, che non è stato ripreso dai quotidiani italiani, firmato da Dale Gavlak (che dalla Giordania collabora da anni con Associated Press) e Yahya Ababneh, che ha condotto interviste e ricerche sul campo in Siria. Interviste che hanno dell’incredibile (e suscitano qualche sospetto) dal momento che le dichiarazioni dei ribelli contenute vanno contro il loro stesso interesse, scagionando di fatto Assad.
«UN QUADRO MOLTO DIVERSO». «Da numerose interviste con dottori, residenti di Ghouta, ribelli e le loro famiglie, emerge un quadro molto diverso» rispetto a quello prospettato da Barack Obama, Regno Unito e Francia, secondo cui Assad avrebbe ucciso con un attacco a base di armi chimiche il 21 agosto tra le 355 e le 1700 persone a Ghouta, un sobborgo della capitale Damasco. Il reportage cita l’intervista a Abu Abdel-Moneim, padre di un combattente ribelle: «Mio figlio è venuto da me due settimane fa chiedendomi se sapevo che armi fossero quelle che gli avevano chiesto di trasportare», armi«con una struttura a forma di tubo» e altre simili a «grandi bombole di gas».
ARMI CHIMICHE USATE DAI RIBELLI. Abdel-Moneim rivela che suo figlio insieme ad altri 12 ribelli è morto per i gas chimici in un tunnel dove erano soliti stoccare le armi che un militante dell’Arabia Saudita, che guida una fazione ribelle, portava da Riyad. Un’altra combattente ribelle, soprannominata solo “K” per non farsi identificare, afferma: «[I sauditi] non ci avevano detto che cos’erano queste armi o come usarle. Non sapevamo fossero armi chimiche, non potevamo neanche immaginarlo». Secondo un altro ribelle di Ghouta, “J”, «queste armi hanno subito destato la nostra curiosità. Sfortunatamente, alcuni dei combattenti le hanno maneggiate con leggerezza e le hanno fatte esplodere».
RUOLO DELL’ARABIA SAUDITA. Secondo i reporter, dunque, delle armi chimiche sono effettivamente esplose in Siria ma non per mano del regime di Assad, bensì per mano dei ribelli, che le hanno ottenute dall’Arabia Saudita. «Oltre una dozzina di ribelli intervistati ci ha detto di essere stipendiato dal governo saudita», continua l’articolo.
«CHI HA USATO LE ARMI?». Dopo una disamina attenta del coinvolgimento a fianco dei ribelli dell’Arabia Saudita nel conflitto siriano, l’articolo riprende, condividendola, anche una considerazione di Peter Oborne per il Daily Telegraph: «Gli unici che hanno tratto benefici dalle atrocità sono stati i ribelli, che stavano perdendo la guerra e che ora hanno l’America e la Gran Bretagna pronte a intervenire al loro fianco. Mentre sembrano esserci pochi dubbi che le armi chimiche siano state usate, non è ancora certo chi le abbia usate. È importante ricordare che Assad è già stato accusato in precedenza di aver usato gas velenoso contro i civili. Ma allora, Carla del Ponte, commissario delle Nazioni Unite in Siria, ha concluso che i ribelli, non Assad, erano probabilmente responsabili».
Firma l’appello contro l’intervento armato in Siria
@LeoneGrotti
Leggi di Più: Siria, ribelli: «Abbiamo fatto esplodere noi armi chimiche» | Tempi.it
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A notícia retirei-a daqui. Trata-se da revista Tempi que a todos os títulos recomendo.
Siria, ribelli: «Abbiamo fatto esplodere noi per sbaglio le armi chimiche». Il reportage che nessuno cita
settembre 3, 2013 Leone Grotti
Un clamoroso reportage da Ghouta, dove si sarebbe verificato l’attacco chimico, di Mint Press News raccoglie le testimonianze dei ribelli: «Le armi venivano dall’Arabia Saudita»
«UN QUADRO MOLTO DIVERSO». «Da numerose interviste con dottori, residenti di Ghouta, ribelli e le loro famiglie, emerge un quadro molto diverso» rispetto a quello prospettato da Barack Obama, Regno Unito e Francia, secondo cui Assad avrebbe ucciso con un attacco a base di armi chimiche il 21 agosto tra le 355 e le 1700 persone a Ghouta, un sobborgo della capitale Damasco. Il reportage cita l’intervista a Abu Abdel-Moneim, padre di un combattente ribelle: «Mio figlio è venuto da me due settimane fa chiedendomi se sapevo che armi fossero quelle che gli avevano chiesto di trasportare», armi«con una struttura a forma di tubo» e altre simili a «grandi bombole di gas».
ARMI CHIMICHE USATE DAI RIBELLI. Abdel-Moneim rivela che suo figlio insieme ad altri 12 ribelli è morto per i gas chimici in un tunnel dove erano soliti stoccare le armi che un militante dell’Arabia Saudita, che guida una fazione ribelle, portava da Riyad. Un’altra combattente ribelle, soprannominata solo “K” per non farsi identificare, afferma: «[I sauditi] non ci avevano detto che cos’erano queste armi o come usarle. Non sapevamo fossero armi chimiche, non potevamo neanche immaginarlo». Secondo un altro ribelle di Ghouta, “J”, «queste armi hanno subito destato la nostra curiosità. Sfortunatamente, alcuni dei combattenti le hanno maneggiate con leggerezza e le hanno fatte esplodere».
RUOLO DELL’ARABIA SAUDITA. Secondo i reporter, dunque, delle armi chimiche sono effettivamente esplose in Siria ma non per mano del regime di Assad, bensì per mano dei ribelli, che le hanno ottenute dall’Arabia Saudita. «Oltre una dozzina di ribelli intervistati ci ha detto di essere stipendiato dal governo saudita», continua l’articolo.
«CHI HA USATO LE ARMI?». Dopo una disamina attenta del coinvolgimento a fianco dei ribelli dell’Arabia Saudita nel conflitto siriano, l’articolo riprende, condividendola, anche una considerazione di Peter Oborne per il Daily Telegraph: «Gli unici che hanno tratto benefici dalle atrocità sono stati i ribelli, che stavano perdendo la guerra e che ora hanno l’America e la Gran Bretagna pronte a intervenire al loro fianco. Mentre sembrano esserci pochi dubbi che le armi chimiche siano state usate, non è ancora certo chi le abbia usate. È importante ricordare che Assad è già stato accusato in precedenza di aver usato gas velenoso contro i civili. Ma allora, Carla del Ponte, commissario delle Nazioni Unite in Siria, ha concluso che i ribelli, non Assad, erano probabilmente responsabili».
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sexta-feira, setembro 06, 2013
Extraordinário!: Papa convence mulher a não abortar e oferece-se para ser padrinho
Papa convence mulher a não abortar e oferece-se para ser padrinho
Inserido em 06-09-2013 10:21
Anna Romano escreveu ao Papa quando soube que estava grávida, mas nunca esperou o telefonema que a convenceu a deixar avançar a gravidez.
Foi o desespero que levou Anna Romano a escrever ao Papa Francisco. A mulher, italiana, encontrava-se grávida do seu amante, um homem casado, e este já lhe tinha deixado claro que não iria ajudar a criar o bebé, tentando convencê-la a abortar.
Sob pressão, Anna escreveu ao Papa, mais por desabafo do que por outra razão, e foi com grande surpresa que recebeu um telefonema de Francisco.
“Fiquei estupefacta ao telefone. Ouvi-o a falar. Tinha lido a minha carta. Assegurou-me que o bebé é um dom de Deus, um sinal da providência. Disse-me que nunca estaria sozinha”, conta Romano ao jornal italiano “Il Messagero”.
Após alguns minutos de conversa, a futura mãe encontrava-se novamente cheia de esperança e decidida a levar a gravidez até ao fim. “Ele encheu-me o coração de alegria quando me disse que eu era corajosa e forte pelo meu filho”, recorda.
As palavras do Papa foram ainda tranquilizadoras noutro sentido. Anna disse a Francisco que gostaria de baptizar o filho, mas "tinha medo que não fosse possível", por ser "mãe solteira e divorciada". O Papa não só explicou que seria possível baptizá-lo, como se ofereceu para ser ele próprio o padrinho. “Estou convencido que não terá dificuldade em encontrar um pai espiritual, mas, se não conseguir, estou sempre disponível”, disse Francisco.
Compreensivelmente, Anna Romano já fez saber que, se a criança for rapaz, chamar-se-á Francisco.
Desde a sua eleição, o Papa já pegou várias vezes no telefone para falar pessoalmente com pessoas que sabia estarem a passar dificuldades. Um caso envolveu um rapaz cujo irmão tinha sido morto e, mais recentemente, uma mulher argentina vítima de violação.
Sob pressão, Anna escreveu ao Papa, mais por desabafo do que por outra razão, e foi com grande surpresa que recebeu um telefonema de Francisco.
“Fiquei estupefacta ao telefone. Ouvi-o a falar. Tinha lido a minha carta. Assegurou-me que o bebé é um dom de Deus, um sinal da providência. Disse-me que nunca estaria sozinha”, conta Romano ao jornal italiano “Il Messagero”.
Após alguns minutos de conversa, a futura mãe encontrava-se novamente cheia de esperança e decidida a levar a gravidez até ao fim. “Ele encheu-me o coração de alegria quando me disse que eu era corajosa e forte pelo meu filho”, recorda.
As palavras do Papa foram ainda tranquilizadoras noutro sentido. Anna disse a Francisco que gostaria de baptizar o filho, mas "tinha medo que não fosse possível", por ser "mãe solteira e divorciada". O Papa não só explicou que seria possível baptizá-lo, como se ofereceu para ser ele próprio o padrinho. “Estou convencido que não terá dificuldade em encontrar um pai espiritual, mas, se não conseguir, estou sempre disponível”, disse Francisco.
Compreensivelmente, Anna Romano já fez saber que, se a criança for rapaz, chamar-se-á Francisco.
Desde a sua eleição, o Papa já pegou várias vezes no telefone para falar pessoalmente com pessoas que sabia estarem a passar dificuldades. Um caso envolveu um rapaz cujo irmão tinha sido morto e, mais recentemente, uma mulher argentina vítima de violação.
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terça-feira, setembro 03, 2013
Acolhamos o convite do Papa e sustentemos o seu grito: nunca mais a guerra!
Carrón (CL): «Acolhamos o convite do Papa e sustentemos o seu grito: nunca mais a guerra!»
Gabinete de Imprensa de Comunhão e Libertação02/09/2013
Acolhendo o dramático apelo de papa Francisco pela paz na Síria, padre Julián Carrón, presidente da Fraternidade de CL, declarou:«O Papa apela à exigência de paz que se esconde no coração de cada homem para dirigir um dramático apelo pela paz na Síria, e ao mesmo tempo oferece um critério para abordar o conflito: não é nunca o uso da violência que leva à paz, mas o encontro e a negociação. Só se poderá alcançar uma solução pacífica se todos olharmos o outro não como um inimigo a eliminar, mas como um irmão: “Não é a cultura do confronto, a cultura do conflito que constrói a convivência nos povos e entre os povos, mas sim esta: a cultura do encontro, a cultura do diálogo; este é o único caminho para a paz”. Acolhamos este premente convite do Papa e apoiemos o seu grito − “Nunca mais a guerra! Um Apelo que nasce do íntimo de mim mesmo!” −, unindo-nos à sua oração com a oferta dos nossos dias, enquanto esperamos participar com todos os nossos irmãos e os homens de boa vontade no grande dia de jejum e oração convocado para sábado 7 de setembro em Roma, aderindo às iniciativas das dioceses no mundo».
Gabinete de imprensa de CL
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