Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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domingo, maio 06, 2012
Mulheres que não querem filhos...um dó...!
No Público de hoje, em tom laudatório, aborda-se a questão das mulheres que não querem ter filhos. O estilo é de "mais um tabu que se deita abaixo"...no fim da leitura fica só um grande dó...
Claro que tem estas mulheres todo o direito de não ter filhos (até pelo seu programa de vida e o que transmitiriam aos filhos, o melhor mesmo é que não os tenham...;-) e desde que não usem o aborto para o efeito, pouco me importa. Mas confesso impressiona-me muito não apenas o deitarem fora toda a potencialidade inscrita na própria humanidade e também, no fundo, não acreditarem seja possível um contexto amoroso durável que torna essa aventura possível, como também o sózinhas como uns cães que muito previsivelmente irão estar no fim das suas vidas...um dó!
Digo-o porque conforme os meus pais vão envelhecendo (e somos apenas dois irmãos) e nos seus 80's os "problemas" se vão multiplicando vou-em progressivamente dando conta como é uma graça que eles se deram a de ter filhos, que agora podemos (não fazendo mais do que a nossa obrigação em gratidão e retribuição do amor que nos deram ao longo da vida) ajudá-los e cuidá-los. E que triste, pouco prático e mesmo infeliz seria o quadro se esta dimensão familiar (que envolve também os nossos filhos) não existisse...
É que essas mulheres, muitas delas estupendas e não cito quais da reportagem não vá a minha mulher ler este post...;-) para já parecem não precisar de nada. Mas isso não vai durar sempre e por muitas plásticas que façam um dia o cabelo embraquece mesmo, as articulações já não dão para tanta fogosidade e mesmo o poder e dominio profissionais passam porque outras melhores e mais interessantes as substituirão. A não ser tenham a sorte de se cruzar com outro solitário disposto a juntar os trapinhos, que "sistema de suporte de vida" terão? Bom, sejamos optimistas, talvez o das nossas famílias grandes sempre abertas a mais um abraço e onde aquela "tia" original acaba por compor o ramalhete...lol!
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segunda-feira, abril 23, 2012
Que experiência de família terão...?
Impressionou-me muito no editorial do Público de hoje a parte intitulada "A emergência das famílias?" em que reflectindo sobre a actual crise se progonostica um regresso (por perda de capacidade financeira de quem neste momento vive independentemente para pagar as prestações da casa) de muita gente a casa dos pais e por isso ao modelo de habitação conjunta de várias gerações.
Ou seja provavelmente uma coisa boa (sou testemunha disso no meu contexto familiar). Posição do editorialista do Público: "Há nesta nova tendência um potencial de conflitualidade que em pouco ajudará os portugueses a enfrentarem a crise ou a serem mais felizes"...!!!! Como dizem os ingleses: "I beg your pardon...!?"
Não só esta posição é incompreensivel já que num âmbito familiar mais alargado há inegáveis poupanças e facilitações da vida (nomeadamente no cuidado dos filhos e também dos idosos) como a dúvida que fica é "que experiência de família faz quem assim escreve...?". A não ser que o que esteja na origem da rejeição do facto seja um egoísmo que parece ter tomado todos (e a que nenhum de nós é imune...mea culpa!) e que se expressa no horror manifestado acima às inevitáveis responsabilidade e contemporização que implicam viver num agregado mais vasto...!? Um egoísmo tão forte que faz preferir a solidão...! Espantoso!
Ou seja provavelmente uma coisa boa (sou testemunha disso no meu contexto familiar). Posição do editorialista do Público: "Há nesta nova tendência um potencial de conflitualidade que em pouco ajudará os portugueses a enfrentarem a crise ou a serem mais felizes"...!!!! Como dizem os ingleses: "I beg your pardon...!?"
Não só esta posição é incompreensivel já que num âmbito familiar mais alargado há inegáveis poupanças e facilitações da vida (nomeadamente no cuidado dos filhos e também dos idosos) como a dúvida que fica é "que experiência de família faz quem assim escreve...?". A não ser que o que esteja na origem da rejeição do facto seja um egoísmo que parece ter tomado todos (e a que nenhum de nós é imune...mea culpa!) e que se expressa no horror manifestado acima às inevitáveis responsabilidade e contemporização que implicam viver num agregado mais vasto...!? Um egoísmo tão forte que faz preferir a solidão...! Espantoso!
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