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quinta-feira, junho 14, 2012

Fecho da Maternidade Alfredo da Costa





Deus me perdoe mas não tenho pena nenhuma do fecho da Alfredo da Costa...é menos um abortório que está aberto...
Seja como lisboeta, seja como membro da Assembleia Municipal de Lisboa, sou sensível à argumentação histórica e emocional, iconográfica e simbólica, no que a esta questão diz respeito, mas o que está a acontecer é mais uma consequência inevitável da vertigem suicidária que está implicada no aborto legal: há sobre-capacidade de partos na região de Lisboa e Vale do Tejo (faltam cerca de 10 mil partos) e na mesma circunscrição realizam-se, por ano, 12 mil abortos (cerca de 4 mil se não estou em erro na Alfredo da Costa)...cá se fazem, cá se pagam...
O problema é que algumas das figuras de referência da mesma Maternidade coincidem também com os maiores protagonistas das campanhas do Sim (Ana Campos, Maria José Alves da APF, etc.) e por isso é previsivel vão espalhar o mal por mais aldeias...


quinta-feira, abril 19, 2012

Os Partos nas Maternidades de Lisboa

"Maternidades de Lisboa podiam fazer 28 mil partos mas fazem 21 mil" intitula o Publico de ontem. Não admira...lê-se aqui o relatório da Direcção Geral de Saúde sobre o aborto em Portugal com os números de 2010 (ir ao separador publicações e escolher:
"Relatório dos Registos das Interrupções de Gravidez ao abrigo da Lei nº 16/2007 de 17 de Abril
Dados referentes ao período de Janeiro a Dezembro de 2010") e verifica-se que nesse ano (ainda não há números de 2011 mas devem ser "bonitos" para a DGS os estar a segurar...), sem a habitual correcção (os números de Março sobre o ano anterior são sempre revistos em alta em Julho seguinte, por causa do fecho de estatisticas) houve na região de Lisboa e Vale do Tejo 10.729 abortos dos quais 10.468 por opção da mulher...
E na famigerada Maternidade Alfredo da Costa (e a propósito do assunto: será que no "desmentido" dos números do Ministro, a Maternidade teve a lata de juntar ao número de partos, o número de abortos, e por isso os dois números não coincidem...!?) os abortos foram 1629, dos quais 1476 por iniciativa da mulher...é o resultado da actividade de "profissionais" como a Ana Campos, figura de proa do movimento abortista...
Conclusão: não fizessem abortos e já não tinham problemas de excesso de capacidade...!

sexta-feira, dezembro 09, 2011

Cesarianas sem justificação clinica devem ser pagas a um preço inferior

Com a autoridade de quem teve quatro filhos por cesariana (a minha mulher...;-) sempre me pareceu que havia alguma coisa de errado no elevadissimo recurso a cesarianas nos partos nos últimos anos. Errado porque casos como o da minha mulher de "ir a jogo" várias vezes nessas condições são muito raros (e assim muito provavelmente a uma cesariana segue-se por receios diversos o "fecho da loja" com todas as consequências para uma familia que fica privada de crescer e para uma sociedade que definha por falta de crianças) e porque suspeito que o recurso ás cesarianas não é ditado (como o foi com a minha mulher) por razões médicas (impossibilidade de saída do feto por outro modo) mas de comodidade das puérperas ou dos médicos (as cesarianas de forma geral, novamente a minha mulher foi pelo menos duas vezes, que eu me lembre, uma excepção, têm sempre lugar em datas e horas convenientes para estes...), medo do risco que um parto natural sempre implica, etc.
Bem sei me sujeito a uma critica dura das mulheres ("já te dou a comodidade"...;-) e dos médicos que alegarão o fazem na melhor das práticas médicas, mas lá que tenho esta suspeita, tenho...
Na medida da reflexão acima parece-me de saudar as tentativas (por via económica) de atacar o fenómeno, mas ao mesmo tempo suscita-me uma perplexidade (que sempre se aplica na área da Saúde): então e se num hospital a percentagem é a que a mãe natureza dita, se atingidos os limites percentuais dos objectivos de redução, faz-se parto natural, mesmo que este não seja aconselhável? Esquisito de facto...!