Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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quarta-feira, agosto 29, 2012
Rick Santorum: grande discurso!!
É o discurso Mais Vida Mais Família da Convenção Republicana...;-) Que discursão!
Clarissimo na defesa da Vida e da Família, liberdades económica, religiosa e de educação, subsidiariedade. Tudo o que era preciso ser dito e é preciso ser feito. Nos Estados Unidos e em Portugal...
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terça-feira, abril 24, 2012
Eleições americanas: a imposição dos media
Agora que com Santorum fora de jogo nada parece poder evitar que Mitt Romney seja o candidato dos republicanos às presidenciais americanas, os media procuram estabelecer (melhor se diria impor) as regras do debate e o que pode ou não ser defendido por este candidato em campanha...
Sem perceber que o que gera os fenómenos que depois não percebem (como e sem comparação possivel mas apenas para exemplificar o que aconteceu com Marine Le Pen em França) é precisamente que os eleitores estão fartos da conversa enrolada dos "moderados de serviço" e cada vez mais decididos a arriscar (algumas vezes, sobretudo na Europa, infelizmente, é verdade) nos candidatos que "partem a louça toda".
Isto é, a autenticidade e a energia política estão a dar frutos e quem se quiser afastar destas arrisca-se a ficar como os tolos a meio da ponte perdendo o seu espaço natural e não ganhando nada fora deste (domesticamente veja-se o caso de Cavaco que sem ganhar votos à esquerda, perdeu 500 mil à sua direita, com predominio nos conselhos onde o Não no último referendo do aborto havia ganho...).
Concluindo: o que poderá eventualmente fazer Romney vencer é quanto mais republicano este for. Porque para assegurar os valores democratas Obama chega e sobra...!
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domingo, abril 15, 2012
Presidenciais USA: mais uma prova de como os media estão tão fora...
Quem leia a imprensa portuguesa no que se refere às primárias republicanas é levado a pensar que Rick Santorum é mais ou menos o equivalente a José Pinto Coelho (do PNR) e Mitt Romney um politico que nos temas fracturantes está mais ou menos alinhado na mediana entre Paulo Portas (actual...) e Pedro Passos Coelho...! A origem da confusão parece-me estar em que o sistema intelectual de esquerda português não é estúpido (isto é, ainda que confusamente, adverte o perigo do momento em que o centro-direita português se verá confrontado com o mesmo conflito de identidade). Ora, quando isso coexiste com uma profunda ignorância jornalistica está reunido o caldo favorável à confusão acima identificada.
Mas na verdade, nada mais longe da realidade...a existir comparação (e pedindo perdão pela incompletude a ambos) a de Rick Santorum poderia ser com qualquer um dos protagonistas do chamado "voto católico" e a de Mitt Romney (no que às questões fracturantes respeita) com Manuel Monteiro (do PND) ou Paulo Portas (nos seus melhores dias...).
A prova do acima referido está aqui no site de Romney, já que quando a Rick Santorum, não é necessária demonstração tal a "peste" que o mesmo é para a classe jornalistica (onde como uma vez ouvi a um ex-director de um diário "se o universo eleitoral português se reduzisse aos portadores de carteira de jornalista, o Bloco de Esquerda tinha maioria absoluta"...;-)
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terça-feira, março 27, 2012
USA: pode um Católico candidatar-se a Presidente?
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Can a Faithful Catholic Run for President?
BY Matthew Archbold
| Posted 2/15/12 at 9:30 PM
It’s come to light that Santorum, in a number of interviews, has said he agrees with the Church and that contraception is “harmful to women.”
Insert gasp here. In fact the comments were so gasp worthy that it took months for people to realize how offended they were.
In October, Santorum said in an interview:
One of the things I will talk about that no President has talked about before is I think the dangers of contraception in this country, the whole sexual libertine idea. Many in the Christian faith have said, “Well, that’s okay. Contraception’s okay.”As Santorum made abundantly clear in the interview he’s not talking about outlawing contraceptives. He’s talking about his personal beliefs.
It’s not okay because it’s a license to do things in the sexual realm that is counter to how things are supposed to be.
The Washington Post’s Jennifer Rubin has called these comments “mind numbing” and says it’ll kill Santorum’s election chances.
Matt Lewis of The Daily Caller wrote that Santorum can believe whatever he wants but if he wants to win he shouldn’t talk about contraception.
Santorum, it seems, finds it almost dishonorable to parry a question about core values. His candidacy isn’t just about winning, it’s also about sending a message to America. He now has a forum and a microphone — with great power comes great responsibility! — and wouldn’t it would be wrong to pass up this opportunity to teach…or proselytize?In short, it’s O.K. to be a Catholic presidential candidate as long as you’re quiet about it.
Lewis may be right in that it may not be smart politics but I think part of the reason Santorum is surging is that he is who he says he is. Santorum is not the talking points and teleprompter kind of candidate. He’s the anti-Obama.
But never mind the politics of it for a moment.
Santorum’s position is worth talking about. There are a number of issues that presidential candidates do talk about including fatherlessness, abortion, and the skyrocketing rate of STD’s among young girls that are considered worthy of discussion. But I’d love to know how does one talk seriously about those issues without discussing the contraceptive mentality? To avoid discussing how the contraceptive mentality contributes to those three major problems shows a lack of seriousness in discussing those issues.
Matt Lewis says simply that the American people don’t want their politicians talking about contraception. What?! It’s all the Democrat party ever talks about. In the Democratic playbook there’s one solution to all the ills facing America today. Global warming? Contraception. Poverty? Contraception. Abortion? Contraception? The debt? Contraception.
What’s really meant is that you’re not allowed to discuss the negative consequences of a high percentage of the female population ingesting carcinogens and feeling able to jump into bed with men they don’t trust or love.
Santorum said he thinks birth control is harmful to women. Notice nobody’s taking on the issue itself. They want him silenced. It’s off limits. Anti-women.
This is a manufactured controversy that details the roadmap of how Santorum’s opponents intend to destroy his candidacy.
By saying as Jennifer Rubin did that Santorum’s statement “undermines Santorum’s electability” is to say that being faithfully Catholic is a disqualifier from public office. And it may be she’s right. It may be a disqualifier nowadays. Maybe you have to be a Sebelius Catholic or a Pelosi Catholic nowadays to succeed. But then, isn’t that a discussion worth having as well? Or are we not allowed to discuss that either?
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quarta-feira, março 21, 2012
USA: Rick Santorum no Washington Post
No Catholic World News saiu uma nota em que se faz referência ao artigo que sobre Rick Santorum saiu no Washington Post. A Nota é esta abaixo, mas é impressionante o pânico dos media liberais (no sentido americano da expressão, nós aqui na Europa, diriamos "da esquerda") com um político católico assumido...
Santorum believes in sin, Post profile alerts readers
March 20, 2012
Continuing to call attention to the religious beliefs of Republican presidential candidate Rick Santorum, the Washington Post carries a confused article that quotes from a speech Santorum gave 3 years ago at Ave Maria University, and speaks at length about the candidate’s ties with Opus Dei. Santorum is not a member of Opus Dei, nor is Ave Maria University affiliated with the movement. The Post story also mentions that Santorum’s parish is regarded as conservative, apparently because the pastor preaches about sin. The Post story suggests that it is remarkable that Santorum, too, believes in the existence of sin.
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segunda-feira, março 19, 2012
Primárias Republicanas nos Estados Unidos: ponto de situação
Directamente copiado da 1ª página do Toshiba/MSN:
Mitt Romney lidera primárias republicanas em Porto Rico
Mitt Romney lidera primárias republicanas em Porto
Rico
San Juan, 18 mar (Lusa) - O ex-governador de Massachusetts,
Mitt Romney, lidera os resultados das primárias do Partido Republicano dos
Estados Unidos em Porto Rico.
Segundo dados do centro de escrutínio, contados que estão 17
por cento dos votos, Romney alcançou 82,99 por cento, contra 2,55 por cento do
ex-presidente da Câmara dos Representantes, Newt Gingrich, e 1,83 por cento do
congressista texano Ron Paul.
Porto Rico é um Estado livre associado dos Estados Unidos da
América, que nomeia 23 delegados, mas três deles são "super delegados" que já
estão designados antecipadamente e podem votar em quem decidirem.
A confirmarem-se estes resultados, Romney ficaria com os 20
delegados que estão hoje em jogo, já que a norma estabelece que se um candidato
acumula mais de 50 por cento dos votos, toma todos os delegados.
Segundo contas oficiais das Primárias do Partido Republicano,
dos 1.040 delegados eleitos até 16 de março, Romney conta com o apoio de 416,
Rick Santorum com 170, Gingrich com 133 e Paul com 26.
NL.
Lusa/Fim.
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terça-feira, março 06, 2012
Super Terça-feira: o catolicismo de Rick Santorum
No próprio dia da Super Terça-feira (hoje), um dia importante no qual em muitos estados se desenrolam as primárias do Partido Republicano para escolha do candidato do partido a Presidente dos Estados Unidos (pode-se ver mais sobre o dia de hoje aqui) ajuda a perceber quem é Rick Santorum este artigo que o Blog Logos acaba de publicar:
Segunda-feira, 5 de Março de 2012
Santorum intensificó su fe gracias a su suegro y le hizo una promesa al hijo que perdió al nacer
In Religión
en Libertad
Salvo un repunte sorpresa de
Newt Gingrich el próximo martes, a Barack Obama
le disputarán en noviembre la presidencia de los Estados Unidos o
Mitt Romney o Rick Santorum. Éste ya cuenta
con protección del Servicio Secreto en cuanto aspirante con posibilidades, y
está saliendo victorioso de los intensivos escrutinios a que la prensa somete a
los candidatos durante el largo proceso de primarias e incluso
después.
The New York Times, no precisamente favorable a Santorum, le dedica este fin de semana un reportaje centrado en su profunda religiosidad católica, quizá el aspecto más irritante para el establishment cultural progresista norteamericano, junto con su determinación de atacar Irán si es preciso para defender la seguridad del país.
El reportaje revela que, según confesó el mismo Santorum en algún off the record el año pasado, él era un "católico de nombre" hasta que conoció a su mujer y pensaron en casarse. Fue en 1988, y Karen era enfermera neonatal. Según el diario, la hoy esposa de Rick venía de una relación con un médico abortista y ella misma era partidaria del aborto.
Cara a cara con el suegro
The New York Times, no precisamente favorable a Santorum, le dedica este fin de semana un reportaje centrado en su profunda religiosidad católica, quizá el aspecto más irritante para el establishment cultural progresista norteamericano, junto con su determinación de atacar Irán si es preciso para defender la seguridad del país.
El reportaje revela que, según confesó el mismo Santorum en algún off the record el año pasado, él era un "católico de nombre" hasta que conoció a su mujer y pensaron en casarse. Fue en 1988, y Karen era enfermera neonatal. Según el diario, la hoy esposa de Rick venía de una relación con un médico abortista y ella misma era partidaria del aborto.
Cara a cara con el suegro
Pero algo la hizo cambiar, y de
hecho cuando empezó a salir con aquel joven aspirante a político (tenía 30 años)
que llegaría al Senado en 1991, le urgió a visitar a su futuro suegro.
Kenneth Garver era pediatra en Pittsburgh, especialista en
genética y padre de una familia numerosa formada en una profunda fe
católica.
"Nos sentamos uno en frente del otro en torno a su mesa, y estuvimos toda la tarde hablando del aborto. Quedé absolutamente convencido de que tanto desde el punto de vista de la ciencia como desde el punto de vista de la fe, no había más que una postura posible", explicó Santorum en octubre a un grupo provida.
Según el diario neoyorquino, ése fue el momento en el que Santorum y su mujer intensificaron su vivencia religiosa, traducida a lo largo de toda esta campaña en unos posicionamientos inequívocos en torno al aborto, los anticonceptivos, el "matrimonio" entre personas del mismo sexo, la libertad de educación de las familias o la separación entre Iglesia y Estado. Lo cual le ha granjeado votos, pero también se los ha quitado. Rick ha preferido en cualquier caso decir lo que piensa y presentarse ante sus electores tal como es.
Cartas a Gabriel... y una promesa
"Nos sentamos uno en frente del otro en torno a su mesa, y estuvimos toda la tarde hablando del aborto. Quedé absolutamente convencido de que tanto desde el punto de vista de la ciencia como desde el punto de vista de la fe, no había más que una postura posible", explicó Santorum en octubre a un grupo provida.
Según el diario neoyorquino, ése fue el momento en el que Santorum y su mujer intensificaron su vivencia religiosa, traducida a lo largo de toda esta campaña en unos posicionamientos inequívocos en torno al aborto, los anticonceptivos, el "matrimonio" entre personas del mismo sexo, la libertad de educación de las familias o la separación entre Iglesia y Estado. Lo cual le ha granjeado votos, pero también se los ha quitado. Rick ha preferido en cualquier caso decir lo que piensa y presentarse ante sus electores tal como es.
Cartas a Gabriel... y una promesa
En buena medida, eso se debe a
la promesa que le hizo a su hijo Gabriel, que murió a las pocas horas de nacer
tras un embarazo al que le sugirieron en más de una ocasión poner término,
porque los problemas del feto se detectaron desde la vigésima semana. Pero los
Santorum creyeron siempre que Dios tenía un plan para la corta vida de
unas horas que sabían tendría el bebé.
Dice un amigo suyo desde hace veinte años, Frank Schoeneman, que, al fallecer el pequeño, Santorum hizo el voto de llevar una vida de la que Gabriel pudiese sentirse orgulloso. Y eso incluye no esconderse ni tener respetos humanos en la profesión de su fe. En 1998 escribió un libro, Cartas a Gabriel, volcando su alma en recuerdo de la tragedia vivida.
Schoeneman añade que Rick no es un new-born (renacido) que vio la luz de golpe: "Ha habido una evolución. Siempre fue católico y siempre fue un hombre de fe, pero no con este nivel de fe", subraya.
Encontrar a Dios en la política
Dice un amigo suyo desde hace veinte años, Frank Schoeneman, que, al fallecer el pequeño, Santorum hizo el voto de llevar una vida de la que Gabriel pudiese sentirse orgulloso. Y eso incluye no esconderse ni tener respetos humanos en la profesión de su fe. En 1998 escribió un libro, Cartas a Gabriel, volcando su alma en recuerdo de la tragedia vivida.
Schoeneman añade que Rick no es un new-born (renacido) que vio la luz de golpe: "Ha habido una evolución. Siempre fue católico y siempre fue un hombre de fe, pero no con este nivel de fe", subraya.
Encontrar a Dios en la política
Curiosamente, el otro momento
decisivo en esa evolución fue su llegada al Senado. Allí conoció a un senador de
Oklahoma, Don Nickles, quien le animó a asistir con otros
senadores a unas reuniones de estudio de la Biblia.
Finalmente, Karen y él encontraron el lugar idóneo para intensificar su fe en la parroquia de Santa Catalina de Siena, en el norte de Virginia, a donde se habían trasladado a vivir: "El párroco era extraordinario y nos llenó del Espíritu Santo", confesó el aspirante a la Casa Blanca.
El cual tiene muy claro que Dios es el centro de su vida, y muy clara cuál es su actitud ante Jesucristo: "Ante sus ojos soy totalmente inútil. No puedo hacer nada por Él. Sólo amarle".
Finalmente, Karen y él encontraron el lugar idóneo para intensificar su fe en la parroquia de Santa Catalina de Siena, en el norte de Virginia, a donde se habían trasladado a vivir: "El párroco era extraordinario y nos llenó del Espíritu Santo", confesó el aspirante a la Casa Blanca.
El cual tiene muy claro que Dios es el centro de su vida, y muy clara cuál es su actitud ante Jesucristo: "Ante sus ojos soy totalmente inútil. No puedo hacer nada por Él. Sólo amarle".
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segunda-feira, fevereiro 27, 2012
Primárias Republicanas: amanhã no Michigan
Continuam ao rubro as Primárias republicanas nos USA. Nos jornais de fim-de-semana li um extenso artigo sobre a situação no centro-direita em Portugal e as próximas presidenciais em que o único que se refere a que seria bom tal coisa (primárias) também existissem entre nós (antes de se definir quem será o candidato do centro-direita) é, claro, Pedro Santana Lopes. Subscrevo inteiramente.
Entretanto nos Estados Unidos:
Rick Santorum defende religião na praça pública
Inserido em 27-02-2012 12:57
“Não acredito numa América onde a separação entre Igreja e Estado é absoluta”, disse republicano.
Rick Santorum, um dos políticos que disputa a nomeação republicana para a presidência dos Estados Unidos, defendeu ontem a importância de dar espaço na praça pública às religiões e às pessoas com fé.
O senador, que é católico praticante, lamentou que as universidades, por exemplo, já não sejam locais neutros para as pessoas com fé e que a praça pública se tem tornado crescentemente hostil para com a religião.
“Que país é este que diz que apenas pessoas sem fé podem vir falar na praça pública? Essa ideia dá-me vómitos”, afirmou.
Santorum, que é neste momento um dos dois candidatos, juntamente com Mitt Romney, com maiores probabilidades de ganhar a nomeação, chegou mesmo a afirmar: “Eu não acredito numa América em que a separação entre Igreja e Estado é absoluta”.
Noutra entrevista Santorum afirmou que “a ideia de que a igreja não pode ter qualquer influência ou envolvimento no governo do Estado é absolutamente antitética aos objectivos e a visão do nosso país”.
A religião tem sido sempre um factor importante nas candidaturas presidenciais nos Estados Unidos, particularmente no campo republicano. Rick Santorum tem liderado as sondagens entre cristãos conservadores, incluindo os evangélicos que parecem ter ultrapassado uma histórica desconfiança da Igreja Católica depois de algumas décadas a trabalhar lado a lado com ela por causas comuns.
Santorum pode ainda beneficiar da desconfiança que muitos eleitores nutrem pela religião mórmon de Mitt Romney, que não é considerada cristã pela maioria das confissões.
O senador, que é católico praticante, lamentou que as universidades, por exemplo, já não sejam locais neutros para as pessoas com fé e que a praça pública se tem tornado crescentemente hostil para com a religião.
“Que país é este que diz que apenas pessoas sem fé podem vir falar na praça pública? Essa ideia dá-me vómitos”, afirmou.
Santorum, que é neste momento um dos dois candidatos, juntamente com Mitt Romney, com maiores probabilidades de ganhar a nomeação, chegou mesmo a afirmar: “Eu não acredito numa América em que a separação entre Igreja e Estado é absoluta”.
Noutra entrevista Santorum afirmou que “a ideia de que a igreja não pode ter qualquer influência ou envolvimento no governo do Estado é absolutamente antitética aos objectivos e a visão do nosso país”.
A religião tem sido sempre um factor importante nas candidaturas presidenciais nos Estados Unidos, particularmente no campo republicano. Rick Santorum tem liderado as sondagens entre cristãos conservadores, incluindo os evangélicos que parecem ter ultrapassado uma histórica desconfiança da Igreja Católica depois de algumas décadas a trabalhar lado a lado com ela por causas comuns.
Santorum pode ainda beneficiar da desconfiança que muitos eleitores nutrem pela religião mórmon de Mitt Romney, que não é considerada cristã pela maioria das confissões.
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segunda-feira, fevereiro 13, 2012
Obama recua na questão da contracepção (titula o DN)
A questão na verdade é que Obama recuou (e ainda bem) na questão de obrigar as entidades religiosas, nas suas iniciativas civis, a providenciar obrigatoriamente aos seus funcionários, a cobertura de "saúde reprodutiva" (aborto, contracepção, etc.), nos respectivos seguros...Mas numa de "xico esperto" como se pode concluir deste artigo...e por isso a luta continua!
A um ano das eleições e a ver fugir-lhe o eleitorado católico foi, do ponto de vista dele, o melhor que fez. Do nosso ponto de vista (da Igreja Católica e de todas as outras confissões religiosas que de imediato se solidarizaram com aquela), da liberdade religiosa, também (foi o melhor que ele fez...;-) Mas a ofensa continua e por isso a luta também...
A notícia no DN é esta:
Obama deu hoje uma conferência de imprensa para anunciar as novas regras para a comparticipação da contracepção
Fotografia © Larry Downing/ Reuters
O presidente dos Estados Unidos apresentou uma nova proposta para a comparticipação de contracetivos pelos planos de saúde das empresas, de modo a chegar a acordo com os líderes religiosos católicos que se tinham manifestado ativamente contra o primeiro plano apresentado pelo presidente.
De acordo com as novas regras, as empresas geridas por instituições religiosas (como, por exemplo, universidades e hospitais) e que têm planos de saúde para os empregados não serão obrigadas a incluir nesses benefícios o pagamento de um contracetivo.
Em contrapartida, essa responsabilidade deverá ser assegurada pelas seguradoras, que terão de providenciar, gratuitamente, o acesso dos seus segurados à contracepção, explicou o presidente Obama em conferência de imprensa.
"Assim, as organizações religiosas não terão que pagar diretamente por estes serviços", explicou Obama. "Cada mulher deverá tomar ela própria as decisões que dizem respeito à sua saúde", disse, reafirmando que "as mulheres devem ter acesso aos métodos contracetivos gratuitamente, independentemente do lugar onde trabalhem."
Este era um dos mais polémicos items do plano de saúde aprovado por Obama em 2010 e que deverá estar plenamente em vigor até 2014. Os líderes religiosos católicos manifestaram imediatamente a sua discordância e a polémica tomou logo grandes dimensões, uma vez que os EUA vivem neste momento em período de campanha eleitoral. Se as instituições religiosas fossem obrigadas a incluir a contraceção nos seus planos de saúde, isto seria visto como um atentado à liberdade religiosas, defendeu o partido Republicano.
"Não se trata de um problema só de contracepção, é um problema de liberdade económica, de liberdade de expressão e de liberdade religiosa. Trata-se do governo controlar as vossas vidas", declarou Rick Santorum, um dos candidatos à nomeação republicana. "Isto tem de parar."
A um ano das eleições e a ver fugir-lhe o eleitorado católico foi, do ponto de vista dele, o melhor que fez. Do nosso ponto de vista (da Igreja Católica e de todas as outras confissões religiosas que de imediato se solidarizaram com aquela), da liberdade religiosa, também (foi o melhor que ele fez...;-) Mas a ofensa continua e por isso a luta também...
A notícia no DN é esta:
Obama deu hoje uma conferência de imprensa para anunciar as novas regras para a comparticipação da contracepção
Fotografia © Larry Downing/ Reuters
O presidente dos Estados Unidos apresentou uma nova proposta para a comparticipação de contracetivos pelos planos de saúde das empresas, de modo a chegar a acordo com os líderes religiosos católicos que se tinham manifestado ativamente contra o primeiro plano apresentado pelo presidente.
De acordo com as novas regras, as empresas geridas por instituições religiosas (como, por exemplo, universidades e hospitais) e que têm planos de saúde para os empregados não serão obrigadas a incluir nesses benefícios o pagamento de um contracetivo.
Em contrapartida, essa responsabilidade deverá ser assegurada pelas seguradoras, que terão de providenciar, gratuitamente, o acesso dos seus segurados à contracepção, explicou o presidente Obama em conferência de imprensa.
"Assim, as organizações religiosas não terão que pagar diretamente por estes serviços", explicou Obama. "Cada mulher deverá tomar ela própria as decisões que dizem respeito à sua saúde", disse, reafirmando que "as mulheres devem ter acesso aos métodos contracetivos gratuitamente, independentemente do lugar onde trabalhem."
Este era um dos mais polémicos items do plano de saúde aprovado por Obama em 2010 e que deverá estar plenamente em vigor até 2014. Os líderes religiosos católicos manifestaram imediatamente a sua discordância e a polémica tomou logo grandes dimensões, uma vez que os EUA vivem neste momento em período de campanha eleitoral. Se as instituições religiosas fossem obrigadas a incluir a contraceção nos seus planos de saúde, isto seria visto como um atentado à liberdade religiosas, defendeu o partido Republicano.
"Não se trata de um problema só de contracepção, é um problema de liberdade económica, de liberdade de expressão e de liberdade religiosa. Trata-se do governo controlar as vossas vidas", declarou Rick Santorum, um dos candidatos à nomeação republicana. "Isto tem de parar."
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quarta-feira, fevereiro 08, 2012
USA: e se o povo estiver farto de votar "ao centro"...?
As vitórias de Santorum ontem vieram tornar cadente a pergunta: e se o eleitor republicano, primeiro, e o americano em geral, depois, estiver farto de votar "ao centro"...? E se "o centro" decidir que quer votar "à direita"? Com quem vão então ralhar os comentadores, os inevitáveis "moderados" e os indignados com esta coisa chata do povo poder escolher livremente...? ;-)
Para além de que é uma fábula a moderação e centrismo de Obama...a começar no aborto e a terminar nas medidas violadoras da liberdade religiosa que o seu governo agora decidiu...se aquilo é moderação, vou ali e já venho...
Ou seja, depois de ontem justifica-se este tipico título brasileiro (Santorum esquenta presidenciais...;-) onde fui buscar este vídeo:
Para além de que é uma fábula a moderação e centrismo de Obama...a começar no aborto e a terminar nas medidas violadoras da liberdade religiosa que o seu governo agora decidiu...se aquilo é moderação, vou ali e já venho...
Ou seja, depois de ontem justifica-se este tipico título brasileiro (Santorum esquenta presidenciais...;-) onde fui buscar este vídeo:
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sexta-feira, janeiro 20, 2012
Eleições americanas: a desistência de Rick Perry e a rectificação resultados no Iowa
Seja pela desistência de Rick Perry, seja pela rectificação dos resultados das Primárias no Iowa, em que afinal quem ganhou foi Rick Santorum, vale a pena reler este artigo que saiu no Il Sussidiário (PRIMARIE USA/ Santorum e la strategia di Obama per dividere i cattolici) bem como este (US ELECTIONS/ Romney's Electability vs. Santorum's Authenticity)
É de facto apaixonante seguir estas eleições agora reduzidas à escolha entre Romney, Santorum e Newt Gingrich (entretanto apoiado por Sarah Palin, bem como por Rick Perry). Mas hoje em face da revisão dos resultados no Iowa quem está mesmo de parabéns é Rick Santorum. Fica aqui a fotografia do homem:
É de facto apaixonante seguir estas eleições agora reduzidas à escolha entre Romney, Santorum e Newt Gingrich (entretanto apoiado por Sarah Palin, bem como por Rick Perry). Mas hoje em face da revisão dos resultados no Iowa quem está mesmo de parabéns é Rick Santorum. Fica aqui a fotografia do homem:
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quarta-feira, janeiro 11, 2012
Exit Polls: Tea Party Supporters Went for Romney
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domingo, janeiro 08, 2012
Alarme sobre a Hungria: a cristianofobia pois então
No Il Sussidiário aparece esta entrevista com um deputado italiano que me vem confirmar a suspeita com que estava, ou seja, se por trás de todo este alarme em torno da Hungria, do seu Governo e da sua Constituição, não está de facto o preconceito anti-cristão (no caso católico) e esta forma de tolerância que passa sempre pela exclusão de alguém (no caso de 60% do eleitorado hungaro que apoia o partido democrata-cristão no poder) dos lobbies abortista, gay e laicista, os três principais pilares da cristianofobia (a fobia do cristianismo) que cresce na Europa Ocidental.
Vale pois a pena ler esta entrevista de Luca Volonté, deputado da UDC:
Esteri
UNGHERIA/ Volontè (Ppe): dietro l’ostilità dell'Europa per Orbán c’è un pregiudizio anticristiano
INT.
Luca Volontè
venerdì 6 gennaio 2012
Il caso Ungheria è sulle pagine dei maggiori quotidiani negli ultimi giorni. L'Unione europea ha infatti incaricato una speciale commissione di indagare se nel Paese centroeuropeo sia in gioco la libertà, se si viva in clima di democrazia o di dittatura. Accuse assai gravi, rincarate nelle ultime ore da un'esplicita richiesta fatta dagli esponenti dei partiti socialista e liberale al Parlamento europeo: applicare l'articolo 7 della Costituzione europea che prevede sanzioni politiche per "violazione di democrazia e libertà". L'Ungheria, dal 2010, da quando cioè è in carica come capo del governo Viktor Orbán che guida una maggioranza di coalizione cristiano democratica, è al centro delle polemiche. Un anno fa infatti ci fu grande discussione per una riforma della Costituzione ungherese definita anti democratica, e anche allora una commissione del Parlamento europeo si incaricò di seguire la situazione. Orbán, peraltro, è già stato primo ministro ungherese dal 1998 al 2002. IlSussidiario.net ha chiesto a Luca Volontè, esponente al Parlamento europeo dell'Udc, di spiegare che cosa stia realmente accadendo nel Paese. "Quello che stiamo leggendo sui giornali in questi giorni" dice Volontè "a proposito dell'Ungheria ricalca esattamente quello che si è scritto a proposito del candidato del Partito repubblicano Rick Santorum". Spiega Volontè: "In entrambi i casi si presentano delle persone o dei partiti come ultra conservatori e paladini della destra più retrograda solo perché si ispirano alle radici cristiane o in alcuni casi si dichiarano cattolici". Questo, aggiunge, è assolutamente inaccettabile: "Presentare cioè i fatti a partire da un pregiudizio sulla fede religiosa della persona è un modo di agire che applica un punto di vista che fa perdere la definizione dell'oggetto che stiamo osservando".
Onorevole Volontè, le accuse mosse al governo ungherese sono gravi. Lei ritiene che abbiano un fondamento?
Ritengo che la Commissione europea abbia fatto le sue valutazioni per giungere a dichiararsi preoccupata di quello che succede in Ungheria. Non conosco nel merito le leggi che questa commissione vuole indagare, ma ritengo di poter dire che non esista nessun elemento per dire che la democrazia sia finita e che l'Ungheria stia andando verso una dittatura o una nuova forma di autoritarismo.
Non è la prima volta che il governo di Viktor Orbán è al centro delle polemiche.
Infatti, e quanto sta succedendo in questi giorni mi ricorda quanto successo circa un anno fa. Quello che si legge sui nostri giornali e non solo è una esatta replica di quanto già scritto in merito alla discussione sulla costituzione ungherese. Ripeto: la commissione avrà fatto le sue valutazioni per spingersi a intervenire, ma dobbiamo aspettare che si vengano a sapere le valutazioni in merito. E' già successo e sempre in Ungheria: un'altra commissione europea aveva posto alcuni problemi fondamentali sulla Costituzione ungherese e poi nel mese di giugno si è capito che tutte le riforme chieste dalla commissione a partire dalla legge sui mass media erano state inserite senza alcun problema dalla maggioranza che governa il Paese.
Socialisti e liberali europei hanno chiesto di applicare l'articolo 7 della Costituzione europea che prevede sanzioni politiche come la sospensione del diritto di voto in Consiglio europeo.
Questa richiesta è la conferma di un pregiudizio francamente incredibile. Ogni volta che si parla di Ungheria a livello europeo i socialisti e i liberali europei prima ancora di conoscere il merito del problema e se davvero esiste un problema, chiedono sanzioni e boicottaggi o espulsione dell'Ungheria come già chiedevano un anno fa nel contesto europeo per via del problema della Costituzione.
Dunque lei ritiene che si tratti di una operazione a tavolino per screditare l'attuale governo?
Prendiamo atto che c'è una preoccupazione a livello europeo, ma cerchiamo di capire qual è il merito delle leggi cardinali che non convincono la commissione europea rispetto agli standard europei. Nello stesso tempo io personalmente guardo con grande serenità a quello che accade in Ungheria, conosco molto bene sia il leader del partito Fidesz che quello del partito democristiano e so quanto credano negli standard dei diritti umani e dei valori europei.
Tra l'altro Orbán ha già governato senza che ci fossero stati problemi, dal 1998 al 2002.
Infatti. Ma le faccio un esempio. Da quando in Ungheria è tornata la democrazia per lunghi anni hanno governato socialisti e liberali e dall'inizio degli anni Novanta si è aperta con loro la procedura di riforma costituzionale, per cambiare una costituzione ancora legata al periodo marxista. Se Orbán dunque ha un merito è quello di aver fatto partire questa riforma e di averla messa in atto.
Si insiste sul fatto che la riforma elettorale non sia garante di democrazia.
Come le ho detto, conosco personalmente questi politici, che guidano una coalizione che ha più del 60% della maggioranza e so che applicano il loro impegno in modo democratico. La riforma elettorale ungherese è stata pensata a partire da legislazioni presenti nel contesto europee. E' una riforma elettorale che dà più rappresentanza agli enti locali e dovrebbe dunque essere interessante anche per un Paese come il nostro che guarda da vent'anni a una forma di federalismo. Come dicevo in precedenza, stiamo assistendo alla solita polemica facile da parte di socialisti e liberali che parte da un pregiudizio fondamentale.
Quale?
C'è una maggioranza ampia in Ungheria, una maggioranza che ha avuto l'ardire di concludere una riforma costituzionale aperta da vent'anni e che per di più ha avuto l'ardire di inserire riferimenti nella costituzione stessa ai valori cristiani della nazione ungherese e citato la famiglia come fondata sul matrimonio. Ecco il pregiudizio di fondo dentro i quali vengono trovati singoli spunti che possono alimentare una polemica.
Non si tiene poi conto che l'Ungheria ha un passato storico assai complesso, contraddistinto da una delle più sanguinose repressioni, quella sovietica, della storia europea.
Certamente: una delle questioni ancora aperte in Ungheria - ma anche altri Paesi dell'est - è l'assoluta mancanza di presa di coscienza di cosa accaduto in Europa occidentale, con evidenti coperture culturali date ai regimi imposti dai sovietici e al comunismo. E ciò emerge anche in questa polemica contro la colazione cristiano democratica ungherese.
Un pregiudizio che distorce i fatti, in definitiva.
La pregiudiziale contro l'Ungheria fa parte di un certo approccio culturale italiano di sinistra ampiamente usato da moltissimi organi di stampa italiani. Guardiamo come è stato definito il candidato Usa repubblicano Santorum, che conosco peraltro personalmente: un ultra conservatore paladino della destra più ottusa. Poi leggendo fra le righe o ai servizi della tv si capisce che questa accusa è esattamente quella mossa al partito di Orbán, ultra conservatori e retrogradi solo perché si ispirano alle radici cristiane o in alcuni casi sono cattolici. Ciò è assolutamente inaccettabile. La libertà di parola è concessa a tutti, ma presentare i fatti a partire da un pregiudizio sulla fede religiosa delle persone fa perdere la definizione dell'oggetto che stiamo osservando.
© Riproduzione riservata.
Vale pois a pena ler esta entrevista de Luca Volonté, deputado da UDC:
Esteri
UNGHERIA/ Volontè (Ppe): dietro l’ostilità dell'Europa per Orbán c’è un pregiudizio anticristiano
INT.
Luca Volontè
venerdì 6 gennaio 2012
Il caso Ungheria è sulle pagine dei maggiori quotidiani negli ultimi giorni. L'Unione europea ha infatti incaricato una speciale commissione di indagare se nel Paese centroeuropeo sia in gioco la libertà, se si viva in clima di democrazia o di dittatura. Accuse assai gravi, rincarate nelle ultime ore da un'esplicita richiesta fatta dagli esponenti dei partiti socialista e liberale al Parlamento europeo: applicare l'articolo 7 della Costituzione europea che prevede sanzioni politiche per "violazione di democrazia e libertà". L'Ungheria, dal 2010, da quando cioè è in carica come capo del governo Viktor Orbán che guida una maggioranza di coalizione cristiano democratica, è al centro delle polemiche. Un anno fa infatti ci fu grande discussione per una riforma della Costituzione ungherese definita anti democratica, e anche allora una commissione del Parlamento europeo si incaricò di seguire la situazione. Orbán, peraltro, è già stato primo ministro ungherese dal 1998 al 2002. IlSussidiario.net ha chiesto a Luca Volontè, esponente al Parlamento europeo dell'Udc, di spiegare che cosa stia realmente accadendo nel Paese. "Quello che stiamo leggendo sui giornali in questi giorni" dice Volontè "a proposito dell'Ungheria ricalca esattamente quello che si è scritto a proposito del candidato del Partito repubblicano Rick Santorum". Spiega Volontè: "In entrambi i casi si presentano delle persone o dei partiti come ultra conservatori e paladini della destra più retrograda solo perché si ispirano alle radici cristiane o in alcuni casi si dichiarano cattolici". Questo, aggiunge, è assolutamente inaccettabile: "Presentare cioè i fatti a partire da un pregiudizio sulla fede religiosa della persona è un modo di agire che applica un punto di vista che fa perdere la definizione dell'oggetto che stiamo osservando".
Onorevole Volontè, le accuse mosse al governo ungherese sono gravi. Lei ritiene che abbiano un fondamento?
Ritengo che la Commissione europea abbia fatto le sue valutazioni per giungere a dichiararsi preoccupata di quello che succede in Ungheria. Non conosco nel merito le leggi che questa commissione vuole indagare, ma ritengo di poter dire che non esista nessun elemento per dire che la democrazia sia finita e che l'Ungheria stia andando verso una dittatura o una nuova forma di autoritarismo.
Non è la prima volta che il governo di Viktor Orbán è al centro delle polemiche.
Infatti, e quanto sta succedendo in questi giorni mi ricorda quanto successo circa un anno fa. Quello che si legge sui nostri giornali e non solo è una esatta replica di quanto già scritto in merito alla discussione sulla costituzione ungherese. Ripeto: la commissione avrà fatto le sue valutazioni per spingersi a intervenire, ma dobbiamo aspettare che si vengano a sapere le valutazioni in merito. E' già successo e sempre in Ungheria: un'altra commissione europea aveva posto alcuni problemi fondamentali sulla Costituzione ungherese e poi nel mese di giugno si è capito che tutte le riforme chieste dalla commissione a partire dalla legge sui mass media erano state inserite senza alcun problema dalla maggioranza che governa il Paese.
Socialisti e liberali europei hanno chiesto di applicare l'articolo 7 della Costituzione europea che prevede sanzioni politiche come la sospensione del diritto di voto in Consiglio europeo.
Questa richiesta è la conferma di un pregiudizio francamente incredibile. Ogni volta che si parla di Ungheria a livello europeo i socialisti e i liberali europei prima ancora di conoscere il merito del problema e se davvero esiste un problema, chiedono sanzioni e boicottaggi o espulsione dell'Ungheria come già chiedevano un anno fa nel contesto europeo per via del problema della Costituzione.
Dunque lei ritiene che si tratti di una operazione a tavolino per screditare l'attuale governo?
Prendiamo atto che c'è una preoccupazione a livello europeo, ma cerchiamo di capire qual è il merito delle leggi cardinali che non convincono la commissione europea rispetto agli standard europei. Nello stesso tempo io personalmente guardo con grande serenità a quello che accade in Ungheria, conosco molto bene sia il leader del partito Fidesz che quello del partito democristiano e so quanto credano negli standard dei diritti umani e dei valori europei.
Tra l'altro Orbán ha già governato senza che ci fossero stati problemi, dal 1998 al 2002.
Infatti. Ma le faccio un esempio. Da quando in Ungheria è tornata la democrazia per lunghi anni hanno governato socialisti e liberali e dall'inizio degli anni Novanta si è aperta con loro la procedura di riforma costituzionale, per cambiare una costituzione ancora legata al periodo marxista. Se Orbán dunque ha un merito è quello di aver fatto partire questa riforma e di averla messa in atto.
Si insiste sul fatto che la riforma elettorale non sia garante di democrazia.
Come le ho detto, conosco personalmente questi politici, che guidano una coalizione che ha più del 60% della maggioranza e so che applicano il loro impegno in modo democratico. La riforma elettorale ungherese è stata pensata a partire da legislazioni presenti nel contesto europee. E' una riforma elettorale che dà più rappresentanza agli enti locali e dovrebbe dunque essere interessante anche per un Paese come il nostro che guarda da vent'anni a una forma di federalismo. Come dicevo in precedenza, stiamo assistendo alla solita polemica facile da parte di socialisti e liberali che parte da un pregiudizio fondamentale.
Quale?
C'è una maggioranza ampia in Ungheria, una maggioranza che ha avuto l'ardire di concludere una riforma costituzionale aperta da vent'anni e che per di più ha avuto l'ardire di inserire riferimenti nella costituzione stessa ai valori cristiani della nazione ungherese e citato la famiglia come fondata sul matrimonio. Ecco il pregiudizio di fondo dentro i quali vengono trovati singoli spunti che possono alimentare una polemica.
Non si tiene poi conto che l'Ungheria ha un passato storico assai complesso, contraddistinto da una delle più sanguinose repressioni, quella sovietica, della storia europea.
Certamente: una delle questioni ancora aperte in Ungheria - ma anche altri Paesi dell'est - è l'assoluta mancanza di presa di coscienza di cosa accaduto in Europa occidentale, con evidenti coperture culturali date ai regimi imposti dai sovietici e al comunismo. E ciò emerge anche in questa polemica contro la colazione cristiano democratica ungherese.
Un pregiudizio che distorce i fatti, in definitiva.
La pregiudiziale contro l'Ungheria fa parte di un certo approccio culturale italiano di sinistra ampiamente usato da moltissimi organi di stampa italiani. Guardiamo come è stato definito il candidato Usa repubblicano Santorum, che conosco peraltro personalmente: un ultra conservatore paladino della destra più ottusa. Poi leggendo fra le righe o ai servizi della tv si capisce che questa accusa è esattamente quella mossa al partito di Orbán, ultra conservatori e retrogradi solo perché si ispirano alle radici cristiane o in alcuni casi sono cattolici. Ciò è assolutamente inaccettabile. La libertà di parola è concessa a tutti, ma presentare i fatti a partire da un pregiudizio sulla fede religiosa delle persone fa perdere la definizione dell'oggetto che stiamo osservando.
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Newsmax: entrevista com Mike Huckabee
Conforme email recebido da Newsmax (uma revista de enquadramento Tea Party):
"In an exclusive interview with Newsmax.TV, former Arkansas governor and 2008 presidential candidate Mike Huckabee says Rick Santorum “can make it all the way” to gain the GOP nomination for president. Huckabee also says Rick Perry will not make a comeback in South Carolina, and warns that President Barack Obama will wage a “vicious campaign” for re-election — but that the GOP’s “best weapon against Obama is Obama.”
A notícia e o vídeo estão aqui.
"In an exclusive interview with Newsmax.TV, former Arkansas governor and 2008 presidential candidate Mike Huckabee says Rick Santorum “can make it all the way” to gain the GOP nomination for president. Huckabee also says Rick Perry will not make a comeback in South Carolina, and warns that President Barack Obama will wage a “vicious campaign” for re-election — but that the GOP’s “best weapon against Obama is Obama.”
A notícia e o vídeo estão aqui.
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sexta-feira, janeiro 06, 2012
Eleições USA: a desistência de Michele Bachmann
No EUA 2012 é retomada a renúncia de Michele Bachmann na corrida à designação como candidata a presidente dos EUA pelo Partido Republicano. E bem sublinhada a possível vantagem que isso representa para Rick Santorum junto da ala conservadora do partido (Tea Party).
Mas omisso o post numa questão: e se vier ela a ser a número dois da candidatura junto com Mitt Romney...? ;-)
Em homenagem pelo caminho percorrido (e retomando outros meus posts sobre ela) aqui fica a fotografia de Michele Bachmann:
Mas omisso o post numa questão: e se vier ela a ser a número dois da candidatura junto com Mitt Romney...? ;-)
Em homenagem pelo caminho percorrido (e retomando outros meus posts sobre ela) aqui fica a fotografia de Michele Bachmann:
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