Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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domingo, maio 06, 2012
Blog Jugular: se não falarmos no assunto pode ser que ninguém note...
É engraçado ver como no Jugular a melhor reacção ás más notícias (que a aplicação da Lei do Aborto é um desastre e que ao contrário dos objectivos utópicos do Sim o aborto em Portugal não é nem raro, nem legal, nem seguro) é a destes macacos.
Não ouvimos nada, não vimos nada, não dizemos nada...pode ser que assim a coisa passe desapercebida...estão muito enganados...! De facto já não há coragem política como havia dantes...:-(
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quarta-feira, dezembro 03, 2008
Espanha: número de abortos aumenta 10%

E agora senhores e senhoras do Sim?
(com uma completamente verdadeira declaração de que preferia 1000 vezes não ter razão...!)
(com uma completamente verdadeira declaração de que vendo a imagem acima, nos perguntamos sobre que tem esta gente na cabeça...!!??)El número de abortos aumenta un 10% en 2007
Efe. Madrid.- 02/12/2008
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El número de interrupciones voluntarias de embarazo en 2007 se ha situado en 112.138, lo que supone un aumento de alrededor de un 10 por ciento sobre el año último (10.546 abortos más).
Según el informe anual publicado en la web del Ministerio de Sanidad, la mayor parte de los abortos se practicaron entre las ocho semanas o menos de gestación (70.468) y entre las nueve y doce semanas (28.380). Casi 7.000 interrupciones se produjeron entre las semanas 13 y 16 de gestación, 4.123 entre las 17 y 20 semanas, y en un total de 2.164 casos la mujer estaba embarazada de 21 ó más semanas.
Efe. Madrid.- 02/12/2008
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El número de interrupciones voluntarias de embarazo en 2007 se ha situado en 112.138, lo que supone un aumento de alrededor de un 10 por ciento sobre el año último (10.546 abortos más).
Según el informe anual publicado en la web del Ministerio de Sanidad, la mayor parte de los abortos se practicaron entre las ocho semanas o menos de gestación (70.468) y entre las nueve y doce semanas (28.380). Casi 7.000 interrupciones se produjeron entre las semanas 13 y 16 de gestación, 4.123 entre las 17 y 20 semanas, y en un total de 2.164 casos la mujer estaba embarazada de 21 ó más semanas.
El principal motivo de interrupción del embarazo ha sido el riesgo para la salud materna (108.690), seguido del riesgo fetal (3.265), y la violación fue la causa en diez interrupciones.
En 2007, la tasa de abortos entre mujeres de 15 a 44 años se ha situado en 11,49 por mil, prácticamente el doble que hace una década: seis por cada mil en 1998 (en términos absolutos 53.847 abortos).
Las comunidades autónomas con tasa más alta son, por este orden, Madrid (16), Baleares (14,9), Murcia (14,8) y Cataluña (14,3).
El informe refleja asimismo que la mayor parte de las interrupciones de embarazo se practicaron en clínicas privadas, 97.969 intervenciones del total de 112.138 practicadas durante el pasado año. Casi el 70 por ciento de las mujeres que optaron por esta intervención eran solteras. Además la mayoría eran asalariadas (70.563), algo más de 14.000 estaban desempleadas, 15.000 eran estudiantes y más de 11.000 eran amas de casa.Por grupos de edad, las tasas más elevadas por mil mujeres se concentran entre quienes tienen entre 19 y 24 años (20,6 por mil); entre 25 y 29 (15,5); entre 30 y 34 años (11,7), y entre 35 y 39 años (7,6).
Por otro lado, la mayoría de las mujeres que adoptaron esta decisión en 2007 lo hicieron por primera vez -el 67,7 por ciento- y un 22,9 por ciento era su segundo aborto.
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quarta-feira, fevereiro 13, 2008
Notas sobre números aborto e consentimento informado
1. Números oficiais da Direcção Geral de Saúde entregues em mão pela mesma ao grupo dos Juntos pela Vida no decurso de uma reunião na passada Sexta. Notas: a apreciação da DGS sobre os números é positiva porque comparam os 6 mil abortos legais de 6 meses com as expectativas que tinham seja em quantidade seja em quem o iria fazer (descobriram agora que os números estavam inflacionados pela propaganda do SIM e surpresa! que só ½ % são de adolescentes…)
Outras: 1/3 dos abortos é no privado e enquanto no público predomina o medicamentoso, no privado impera (90 e tal %) o cirúrgico (mais rendoso…).
2. Resultado prático da reunião da Associação Juntos pela Vida com a DGS: tornou-se patente ao país e eles não conseguiram responder nem mais tarde na TSF que o consentimento informado proposto às mulheres que vão abortar se baseia em literatura cientifica velha de 10 a 20 anos e que posteriormente já foram editados à volta de 500 estudos sobre os riscos para a saúde física e psíquica da mulher do aborto legal (não apenas do ilegal ao qual não me refiro aqui)! Mais informações sobre isto: no You Tube, o histórico em http://www.lisbonmedicalconference.net/PT/contacto.htm e, sobretudo, no site das Mulheres em Acção.
Outras: 1/3 dos abortos é no privado e enquanto no público predomina o medicamentoso, no privado impera (90 e tal %) o cirúrgico (mais rendoso…).
2. Resultado prático da reunião da Associação Juntos pela Vida com a DGS: tornou-se patente ao país e eles não conseguiram responder nem mais tarde na TSF que o consentimento informado proposto às mulheres que vão abortar se baseia em literatura cientifica velha de 10 a 20 anos e que posteriormente já foram editados à volta de 500 estudos sobre os riscos para a saúde física e psíquica da mulher do aborto legal (não apenas do ilegal ao qual não me refiro aqui)! Mais informações sobre isto: no You Tube, o histórico em http://www.lisbonmedicalconference.net/PT/contacto.htm e, sobretudo, no site das Mulheres em Acção.
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