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sábado, março 09, 2013

Greve na TAP: a caminho do crash...




Lê-se hoje no Público que a "paralisação anunciada para 21, 22 e 23 de Março está a causar o cancelamento de cinco mil reservas por dia." E que a "Companhia transporta 25 a 30 mil passageiros diários nesta época do ano"...
É completamente incompreensível esta greve! Aliás como todas as outras das empresas de transportes…será que não percebem que quantas mais greves fizerem, mais prejuízos dão ás respectivas empresas e por isso com mais probabilidade levarão as mesmas à falência e por isso os seus postos de trabalho serão destruídos?

Como é possível que quem tem a graça de ter um emprego (ou um trabalho, porque são coisas diferentes…) insulte assim quem está desempregado? Se estão tão insatisfeitos com a vida que levam, os salários que ganham, as regalias de que usufruem, dêem a possibilidade a outros de gozarem essa situação que pelos vistos para os grevistas não chega, como nunca chegou nada e nada lhes chegará…
Concluindo: a TAP (os seus trabalhadores que fazem estas greves) se tem os braços abertos é para depois fechá-los sobre os clientes e estrafegá-los…e enquanto o fizerem (estiverem a maltratar os seus clientes) não vão poder conduzir a própria empresa de aviação que assim irá direitinha (qual avião desgovernado) ao crash…!

Nota: eu percebo que é muito e muito desagradável perder regalias (tem-me acontecido e continua a acontecer, infelizmente) mas o problema é que não há guito…não há mesmo…acabou-se…foi bom enquanto durou, mas foi-se…

quarta-feira, novembro 14, 2012

Greve geral 2012: não há guito!



Que haja pessoas, adultos e jovens, que de dêem ao trabalho de se mobilizar, comprometer e empenhar, numa Greve Geral, é do ponto de vista humano e até político uma coisa boa. Enriquece uma comunidade que haja dentro dela pessoas e instituições, dispostas a bater-se pelo bem comum, independentemente do juízo que se possa depois fazer sobre a respectiva razoabilidade, utilidade ou bondade. Deste ponto de vista, nada a objectar a esta Greve Geral e não fora o prejuízo (menos um dia de produção, menos uns milhões de euros no PIB) que venham muitas, quase se podia desejar...

Já quanto ao conteúdo reivindicativo da Greve Geral a minha resposta é apenas esta: NÃO HÁ GUITO! SE CALHAR NUNCA HOUVE, MAS AGORA NÃO HÁ MESMO! FOI-SE...! POUCO IMPORTA PARA O CASO SE NOS ROUBARAM, SE FOI MAL GASTO OU SE OS ESTRANGEIROS QUE NOS EMPRESTAM SÃO MAUS...NÃO HÁ GUITO! É UM FACTO QUE NENHUMA GREVE GERAL DO MUNDO PODE REMENDAR!

Nas próximas eleições, cada um, conforme o seu juízo e preferências, castigue quem é responsável por não haver guito...e, não esquecendo o sofrimento e aflição de muitos, haverá mais coisas para decidir, nesse dia, que apenas a questão do guito...

Nota: só para o caso...num dicionário de lingua portuguesa online encontrei a definição de guito: aqui.

Encontrei este site que também usa a expressão guito. E num Blog (aqui referenciado na minha lista de recomendações) este post do Vasco Mina.

quarta-feira, julho 11, 2012

Greve dos Médicos: deste já não há mais...!




Não tenho especial simpatia pelo Ministro da Saúde que me parece muito engonhado e temeroso apesar das inegáveis e muitas qualidades profissionais que tem (para mal dos nossos pecados de contribuintes, tem de se reconhecer que pôs a máquina dos impostos a funcionar como nenhum outro, antes ou depois de si...:-) mas no caso da greve dos médicos estou com ele no sentido que me parece (a cautela a escrever é porque nunca se sabe se se vai parar às mãos de nenhum...lol!) há classes profissionais que ainda não perceberam que a "festa" acabou e que vamos ter de nos habituar a viver uns furos bem abaixo da qualidade de vida que até hoje todos gozámos...
Daí a inclusão do video acima de saudosa memória porque como na cena a partir dos 7 minutos: "Deste já não há mais!"...Deste leia-se "tipo de vida, direitos adquiridos, conforto e paz, expectativas de que vai ser sempre a crescer"...etc.

quarta-feira, dezembro 28, 2011

As greves na CP

É impressionante constatar como existe em Portugal um país a pelo menos duas velocidades: a dos que estão em 2011 na actual situação politica e económica e os que ainda estão em 1974, em pleno PREC...
E o mais surpreendente é que esta última parte do país além de concentrado em sectores especificos (como os dos transportes) representa, de acordo com os resultados das últimas eleições, e se excluirmos o PS (o que é duvidoso, seja o caso...), 16% do eleitorado (que vota)...!
Vem isto a propósito das greves na CP em que tanto quanto percebi a razão da contestação (do conflito) é a existência de 200 processos disciplinares a maquinistas e outros funcionários que na última greve geral desrespeitaram os serviços minimos que tinham ficado estabelecidos...que queriam? Que não se cumpra a lei em plena impunidade?
Como muito bem disse o porta-voz da admninistração da CP esta não está disposta a abdicar do exercicio do poder disciplinar que a lei lhe confere e ao qual está aliás legalmente obrigado. Sem contar já com o que estas greves significam de perda de receita e por isso até de tesouraria para satisfazer os salários dos trabalhadores. É muito dificil perceber isto?
Só mesmo para quem ainda vive nos anos setenta...mas, meus senhores, a "festa" (viver acima dos próprios meios, reivindicar sem limites, ter tudo e não dar nada, etc.) acabou. Quantas vezes será preciso dizê-lo?