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sexta-feira, janeiro 30, 2015

Ainda Sócrates, as escutas e Paula Teixeira da Cruz




No meu post de ontem não fui suficientemente preciso a dizer o que me afasta de Sócrates reduzindo-o apenas às questões de civilização. Na verdade o meu antagonismo com o mesmo é mais profundo do que isso já que considero responsável pelo pior período governativo dos últimos anos e que precipitou o país no triste estado em que o encontrou a actual maioria e obrigou a um esforço hercúleo de reconstrução, reforma e mudança. Fica registado e não apenas para os amigos que estranharam eu não o ter referido.

E por falar de rectificações ou aprimoramentos deixo aqui também registado o meu gáudio com a noticia abaixo hoje saída no jornal Sol sobre Paula Teixeira da Cruz e as escutas. Ressalvando porém que não vi no texto mais que uma manifestação de apreensão. Na verdade suspeito não só as escutas ilegais nascem das legais, como o próprio âmbito destas está a ultrapassar todos os limites do razoável...

Quando disse que fala ao telefone “como se fosse para um gravador”, Paula Teixeira da Cruz queria “chamar a atenção para um flagelo que é conhecido, o das escutas ilegais”. Ao SOL, a ministra justifica assim uma frase que deu polémica nos jornais sobre um assunto que é recorrente nos corredores do poder. Entre deputados e ministros, são muitos os que acreditam estarem a ser escutados.
Há quem evite temas sensíveis ao telefone e há quem abra a janela do gabinete para o ruído dificultar a escuta
Uma semana depois da entrevista ao Expresso, a ministra da Justiça explica ao SOL que é impossível assegurar a 100% a privacidade das comunicações, “dado o avanço de meios tecnológicos e a sua utilização criminosa”. Mas garante que “este é um combate que as sociedades actuais terão de travar”.
Para já, Teixeira da Cruz diz que “há o combate que é feito pelos órgãos de polícia criminais competentes e pelo titular da acção penal”, mas admite que os meios disponíveis ao alcance de quem quer ouvir as conversas alheias fazem com que esteja longe de ser possível detectar todas as escutas ilegais.
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sexta-feira, abril 04, 2014

De partida para fim-de-semana: a Dívida portuguesa e Sarah Palin no Tonight Show

Recomendo a leitura do editorial de José António Saraiva no Sol de hoje. Chama-se "O Manifesto e os 'caloteiros'". O juízo parece-me acertado e só tenho uma coisa a acrescentar: alguém já se deu conta de que uma boa parte (a maior creio...?) da dívida portuguesa está nos bancos portugueses, ou seja, na mão dos aforradores portugueses, isto é, nas mãos de cada um de nós...? E que sendo esse dinheiro, essa poupança, nossa, um corte na dívida, significa na realidade, um corte no nosso património...?
(isto dito e por dever de amizade e admiração com a devida vénia a António Bagão Félix cujo serviço do bem comum e altíssima categoria intelectual e moral qualquer ilação negativa não deve recair sobre a sua pessoa e que me desculpem os leitores mas a amizade sempre me obrigará à ressalva...;-)

Mas como estamos de partida para fim-de-semana nada como iniciar desde já o descanso e divertir um pouco com esta pequena parte do Tonight Show com Sarah Palin e um lamento por nos faltarem em Portugal no centro-direita muitas personalidades assim: descontraídas, convictas, certas, descomplexadas e ainda por cima, bem bonitas...!