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sexta-feira, janeiro 02, 2015

Causas fracturantes, António Costa e o centro-direita




A entrevista hoje da nova presidente da ILGA no Público mostra bem uma das grandes consequências que teria uma vitória de António Costa nas próximas eleições: todos os pontos da agenda gay se realizariam e como tristemente se sabe, não haveria ponto de retorno com uma posterior maioria do centro-direita...

Isso foi aliás um dos pontos mais claros no meu debate com a Isabel Moreira na TVI sobre adopção gay.

Resta agora saber se a futura coligação do centro-direita está disposta a levar estes temas tão a sério como o lobby gay e todos os seus aliados...estes próximos meses serão assim decisivos para o Povo da Família que constitui o núcleo duro dos votantes da coligação. A seguir...

sexta-feira, março 14, 2014

Depois do chumbo da co-adopção é chegado o tempo do referendo da adopção



CHUMBO DA CO-ADOPÇÃO É UM DESAFIO AO PARLAMENTO: ESTÁ ABERTO O CAMINHO AO REFERENDO À ADOPÇÃO POR UNIÕES DO MESMO SEXO

O chumbo do projecto-lei da Co-adopção na Assembleia da República foi uma vitória da Democracia, da família e sobretudo das crianças portuguesas mais carenciadas.
Decidiram os deputados não ter legitimidade para legislar sobre um tema que tinha uma agenda oculta: com a desculpa de se discutir a co-adopção, tentaram alguns deputados do Partido Socialista fazer aprovar a adopção de crianças por pessoas do mesmo sexo. Sem consultar e ouvir o povo português.
Ficou claro no acórdão do Tribunal Constitucional que a co-adopção e adopção por uniões do mesmo sexo radicam na mesma questão. Por isso o chumbo do projecto-lei hoje põe fim à falsa questão da co-adopção mas abre a porta ao debate sobre adopção por pessoas do mesmo sexo.
Nessa medida queremos reafirmar hoje que o povo português tem o direito a pronunciar-se com o seu voto sobre qualquer alteração legal que viole o direito das nossas crianças a um pai e a uma mãe.
Neste dia em que o nosso parlamento reafirmou o valor da democracia, voltamos a defender a necessidade de um referendo sobre a parentalidade por pessoas do mesmo sexo. Com a mesma convicção que animou o Manifesto Pró-referendo da co-adopção e da adopção gay, que esta semana foi conhecido, vimos hoje desafiar o parlamento a ouvir o povo português sobre tão relevante matéria que interpela o país e o futuro da nossa sociedade. 


Lisboa, 14 de Março de 2014

Um Manifesto pelo Referendo da Co-Adopção e da Adopção por uniões do mesmo sexo

MANIFESTO PRÓ-REFERENDO DA CO-ADOPÇÃO E DA ADOPÇÃO POR UNIÕES DO MESMO SEXO

No dia 17 de Maio de 2013 foi aprovado na Assembleia da República o Projecto-Lei nº 278/XII que consagra a possibilidade de co-adopção por cônjuge ou unido de facto do mesmo sexo. À inesperada aprovação desta proposta seguiu-se a discussão da mesma na especialidade. Durante as audições públicas na Iº Comissão a grande maioria dos especialistas ouvidos manifestou-se contra este projecto.
Considerando que o debate sobre este projecto-lei foi inexistente (na sociedade civil e nos programas dos Partidos) e tendo em conta o parecer dos especialistas ouvidos na Assembleia da República, decidiu o grupo parlamentar do Partido Social Democrata aprovar uma proposta de referendo sobre este tema.
As alterações propostas por este diploma modificam profundamente a posição do Estado em relação à família. Até hoje o Direito da Família tinha por fim conceder enquadramento e protecção legal à família, procurando assegurar os direitos desta como um todo e os direitos de cada um dos seus membros, especialmente os das crianças.
Com esta alteração a família perderia a sua autonomia pois o Estado estaria a instituir-se a si mesmo como fonte das relações familiares. A família deixaria de ser uma realidade própria, independente do Estado, anterior ao Estado, para passar a ser aquilo que o Legislador entendesse, ficando refém da doutrina ideológica daqueles que, a cada momento, governassem.
Uma tal inversão das relações entre Estado e família não pode ser feita sem um profundo debate público e sem um alargado consenso social.
Na verdade, este projecto apresentado por alguns deputados do Partido Socialista não estava previsto no seu programa eleitoral. Também não existiu nenhuma referência a este assunto nos programas eleitorais do PSD, do CDS/PP, da CDU e do BE. De facto esta matéria esteve ausente na campanha eleitoral para as eleições legislativas de 2011.
Acresce que, o Tribunal Constitucional no seu Acórdão de 19 de Fevereiro de 2014 (Acórdão n.º176/2014) vem reconhecer que a matéria é referendável, que o tempo é oportuno, que existe controvérsia legal que o fundamente, que co-adopção e adopção não são conceitos isolados, que o que está em causa é saber se a uma criança pode ser dada a parentalidade de duas mulheres ou dois homens.
Por isso consideramos que os deputados eleitos para esta legislatura não têm legitimidade para aprovar este projecto-lei. Uma decisão de tão grande alcance não pode ser tomada sem que o Povo, de quem os deputados são representantes, tenha a possibilidade de demonstrar nas urnas a sua vontade sobre esta matéria.
Se os proponentes desta lei não estão dispostos a discutir este projecto em campanha eleitoral, devidamente integrado num programa eleitoral, então o Povo tem o direito de exercer a sua soberania através de um Referendo.
Temos consciência da gravíssima crise que o país atravessa e sabemos que a realização de um Referendo comporta custos elevados. Mas este é o preço a pagar pelo desrespeito pelo processo democrático que os deputados que aprovaram este projecto-lei demonstraram. Aprovar esta lei sem ouvir o Povo é violar uma conquista de Abril: a Democracia baseada na Soberania Popular exercida através do voto livre. E por isso referendar este projecto é a melhor maneira de dignificar os 40 anos da Democracia em Portugal.

Lisboa, 4 de Março de 2014


A. Lourenço Martins/Afonso Cunha Duarte/Alfonso Fungairinho Bringas/Alice Maria Meyer-Pantin Cordovil/Ana de Seabra Menano Figueiredo Sanches/Ana Filipa Mestre Dias/Andre Pina Almeida/António Godinho Mónica/Antonio Pinheiro Torres/Artur Mesquita Guimarães/Carlos Alberto Apolo Lopes/Carlos Jorge Moreira Antunes/Carlos Manuel Ramos Leitão/Catarina Matos Correia de Nicolau Campos/César Bessa Monteiro, jr./Clemente Cardoso Pinto/Daniel Serrão/Diogo Pacheco de Amorim/Diogo Tovar/Duarte Brito Goes/Fernando Adão da Fonseca/Fernando Almeida/Fernando Maymone Martins/Fernando Soares Loja/Filipa Durães Conceição Rocha Mendes/Gonçalo Maleitas Correia/Graça Passanha/Inês Avelar dos Santos/Inês Quadros Fonseca/Joana Maria Brito Fontes/João de Paiva Boléo Tomé/João Luís César das Neves/João Manuel Pontes dos Santos/João Miguel Alexandre da Fonseca/João Miguel Aires de Campos/João Paulo Camilo Malta/José António Veloso/José Lobo Moutinho/José Maria Seabra Duque/Júlia Margarida Ramos Marçal/Lúcia Mittermayer Saraiva/Luis Manuel de Almeida e Castro/Luís Alves da Costa/Luis Vieira Duque/Luís Villas-Boas/Madalena Maymone Martins/Manuel Braga da Cruz/Manuel Faria Blanc/Margarida Pereira da Silva/Maria do Carmo Perestrello Diniz/Maria do Rosário Lupi Bello/Maria Francisca Vasconcelos e Sousa/Maria Isabel Rosa Renaud/Maria Isabel Vilaça Pessanha Moreira/Maria Isilda Pegado/Maria José Vilaça/Maria Luísa Osório de Castro/Maria Manuela dos Santos Alves/Maria Paula Padrel de Oliveira/Mariana Piteira Santos/Matilde Sousa Franco/Michel Renaud/Miguel Brito Correia/Miguel Nuno Reis Cunha/Nuno Álvares de Sá Potes Cordovil/Nuno Gonçalves Morgado/Nuno Magalhães Guedes/Patrícia Moraes Sarmento/Paula Pimentel/Paulo Adragão/Pedro António Vaz Cardoso/Pedro Vassalo/Pedro Vaz Patto/Ricardo Saldanha/Rosa Maria do Carmo Joaquim dos Santos/Rui Gonçalves/Simão Pedro Patrício Empis/Sofia Alegria Barahona de Lemos/Sofia Costa Guedes/Sofia Garrett/Teresa Tovar/Teresa margarida Aires de Campos/Tiago Caires Teixeira/Vasco Mina

segunda-feira, março 10, 2014

Co-Adopção: quem tem medo do referendo?

Co-adopção: quem tem medo do referendo?

ANTÓNIO PINHEIRO TORRES  Público, 10/03/2014
Na política, como na vida, o medo é sempre mau conselheiro.
Por circunstâncias da minha vida tornei-me uma testemunha privilegiada da experiência democrática dos referendos. Integrei a liderança de um dos lados em dois deles (aborto em 1998 e 2007) e fui director de campanha de duas Iniciativas Populares de Referendo (2006 e 2010). Pude assim assistir e participar na fantástica libertação de energias cívicas que todas essas ocasiões proporcionaram.
Independentemente do lado que cada um então integrou, o debate intenso e apaixonado, a mobilização de uma inteira sociedade, as realidades associativas que estes suscitaram, o conhecimento aprofundado dos temas subjacentes, foram frutos constantes dessas experiências. Constato porém que apesar disso no corrente debate sobre a realização de um referendo sobre a co-adopção e a adopção gay, o instituto mete medo a muitos.
Mete medo, primeiro que tudo, a quem no fundo lhe deu causa quando abusando do mandato parlamentar, porque sem programa que o autorizasse, decidiu impor a sua vontade (minoritária no próprio partido) invocando uma consciência que o eleitorado não sufragou. Na verdade e em Portugal vota-se numa lista de candidatos e não, como em outros países e sistemas, em candidatos escolhidos pelo método da preferência, e onde, aí sim, os candidatos dão a conhecer a sua consciência e os eleitores a sufragam ou não com o seu voto.
Mete medo a todos aqueles para quem o referendo só é adequado se servir os próprios propósitos: exige-se quando não se gostou do resultado do anterior, nega-se quando se tem maioria no parlamento (ou se sonha ou deseja com muita força tê-la). Os mesmos que se agitam contra o referendo da co-adopção e da adopção gay são aqueles que em 2006 o recusaram na procriação artificial (pedido por 82 mil cidadãos) e em 2010 o recusaram no casamento gay (pedido por 92 mil cidadãos). Como já o tinham recusado em 2001 para a despenalização do consumo da droga (65 mil cidadãos) e berrarão contra o mesmo em qualquer tema da sua agenda de experimentação social.
Mete medo também a quem prefere prosseguir objectivos em terreno propício (os media, os corredores do parlamento, os esconsos das instituições governamentais) a vir a campo, de cara descoberta, terçando razões, esgrimindo argumentos, testemunhando a sua experiência, indo ao encontro das pessoas reais que habitam as nossas aldeias, vilas e cidades, e humildemente submetendo-se ao juízo que estas venham a fazer sobre a questão em disputa. Ou seja, têm medo, todos aqueles que independentemente da sua orientação, posicionamento e pertenças, estão tão convencidos da sua superioridade moral e politicamente correcta, que consultar o povo é uma maçada insuportável.
Mete medo, porque acontecendo o debate, existe a possibilidade de que aí se torne claro que com a co-adopção não se visa mais do que dar cobertura legal a duas práticas que uma lei do tempo do Partido Socialista proíbe: a inseminação artificial e as barrigas de aluguer. Ou dar cobertura legal a adopções individuais obtidas em fraude á lei (que interdita estas, por uma lei do tempo do Partido Socialista, quando por uniões do mesmo sexo). Ou, pior, com o debate, fique bem demonstrado que não existe qualquer problema com o cuidado ou a tutela legal das crianças que vivem integradas nessas uniões, mesmo na circunstância mais dramática da morte, como quem tem a prática dos tribunais e do direito dos menores e da família, bem sabe e testemunha.
Mete medo, por fim, o facto de se poderem realizar dois debates num só (que se trata de um só tema dizem-no os próprios proponentes do projecto no seu preâmbulo). E, mete medo no debate da adopção gay se possa tornar evidente como estando uma criança numa instituição para ser adoptada e existindo um casal (um homem e uma mulher) para a adoptar não há dúvida nenhuma (porque a psicologia assim o diz e, o bom senso o torna evidente) que não faz qualquer sentido entregar essa criança a uma união do mesmo sexo. Não porque estas sejam incapazes de cuidar de uma criança mas porque não se justifica oferecer a uma criança abandonada, senão o melhor e o ideal. E porque se sabe que não faltam casais (homem e mulher) dispostos a acolhê-las.
Mas na política, como na vida, o medo é sempre mau conselheiro. E quando se aproximam os 40 anos do 25 de Abril não vejo melhor forma de celebrá-lo na sua vertente de liberdade política do que realizando este referendo em que o medo do debate de uns não se sobreponha à vontade livre e maioritária que todos poderemos ser chamados a exprimir.
Dirigente de movimento cívicos desde 1997

quarta-feira, janeiro 22, 2014

De regresso ao Blog um mês depois: em cheio na Co-Adopção e de acordo com Sócrates...

Na Ecclesia saíram estas minhas declarações (reproduzo-as abaixo).
Correspondem ao que eu disse salvo no início quanto à legitimidade da AR em convocar um referendo. E a referência à lei da adopção deve-se entender como à da adopção gay bem entendido.
Claro que o parlamento tem toda a legitimidade para ter aprovado a proposta de referendo (questão diferente sendo a qualificação política e de oportunidade da dita...) e a única pena é que na história constitucional e parlamentar portuguesa só os convoque por iniciativa dos senhores deputados (fui director de campanha de duas Iniciativas Populares de Referendo [ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e à procriação medicamente assistida] que excederam bem o mínimo de 75 mil assinaturas e que no parlamento foram liminarmente rejeitadas...).
Para o que não existia legitimidade era para o parlamento ter votado o projecto de lei da co-adopção. Daí o meu total acordo com estas declarações de Sócrates na legislatura anterior e quando era primeiro-ministro...(para vê-las é preciso fechar a caixa de publicidade que aparece [neste momento ao Big Brother...])









Adoção: Lei a referendar é «inútil»

António Maria Pinheiro Torres explica que o sistema jurídico português já engloba as questões da adoção e coadoção





D.R. |
Lisboa, 17 jan 2014 (Ecclesia) – O advogado António Maria Pinheiro Torres, disse hoje em declarações à Agência ECCLESIA que a lei da adoção e coadoção é “inútil” e que o parlamento “não estava mandatado para decidir a existência de um referendo sobre a matéria”.
“Esta lei da coadoção é uma lei inútil porque o sistema jurídico português já tem as respostas para a questão que se põe no que diz respeito ao cuidar das crianças e ao mesmo tempo é um engano porque se pretende estabelecer a filiação a crianças que foram concebidas através de formas de procriação artificial que são proibidas pela lei portuguesa, quer seja pela inseminação artificial ou pela barriga de aluguer”, explica o advogado.
Por outro lado esta lei iria “premiar as pessoas que recorreram às adoções individuais fazendo parte duma relação com outra pessoa do mesmo sexo”, acrescenta.
A proposta da JSD foi aprovada com 103 votos favoráveis da bancada parlamentar, 92 votos contra e 26 abstenções.
 Esta decisão deixa dúvidas quanto à sua viabilidade dado que “a Assembleia da República não se encontrava mandatada para decidir sobre esta matéria da adoção e coadoção uma vez que esta não fazia parte do programa dos partidos e não tinha sido sujeita a sufrágio”, diz o advogado António Maria Pinheiro Torres.
Ainda assim e tendo em conta que o referendo foi aprovado esta manhã na Assembleia da República, “caso se confirme o referendo vai ser uma oportunidade de debate e de ouvir a opinião dos portugueses sobre um tema que é estruturante sobre como se estabelece a filiação de uma criança”, salienta o advogado e membro da Federação Portuguesa pela Vida.
“Não tem nada a ver com o cuidar das crianças porque em relação às pessoas do mesmo sexo que tem crianças a seu cargo a lei portuguesa tem sabido responder com os devidos instrumentos legais e portanto nem é isso que está em causa neste possível referendo”, explica o advogado.
A ser de imediato aprovada na Assembleia da República a lei da adoção e coadoção de crianças por pessoas do mesmo sexo seria “antidemocrática porque não foi sujeita ao sufrágio de todos os portugueses” e sendo assim na opinião de António Maria Pinheiro Torres o referendo ir para a frente vai dar possibilidade “a um debate e a um esclarecimento importante” sobre a matéria em discussão.
Membro da Federação Portuguesa pela Vida, António Maria Pinheiro Torres garante, em declarações feitas hoje à Agência ECCLESIA, que a organização vai estar na luta pelo “Não” caso o referendo se realize, estando garantida “uma mobilização que além dos católicos, vai certamente envolver pessoas de outras confissões religiosas e mesmo sem confissão religiosa mas que percebem o que é o melhor interesse das crianças”.
A resolução da Juventude Social Democrata foi aprovada hoje, após o debate quinzenal com o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e propõe um referendo com duas perguntas sobre adoção e coadoção por casais do mesmo sexo: "Concorda que o cônjuge ou unido de facto do mesmo sexo possa adotar o filho do seu cônjuge ou unido de facto?” e “Concorda com a adoção por casais, casados ou unidos de facto, do mesmo sexo?".
Após a aprovação no parlamento, a convocação do referendo tem de passar pela fiscalização preventiva obrigatória do Tribunal Constitucional e, em última instância, depende ainda da decisão do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.
MD

Nacional | Agência Ecclesia | 2014-01-17 | 17:12:39 | 3373 Caracteres |



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quinta-feira, maio 23, 2013

Co-Adopção: dêem as voltas que derem...





Nenhuma ideologia ou personalismo individualista pode jamais cancelar do espírito humano a certeza de que PAIS são duas pessoas de sexo diferente.


quarta-feira, janeiro 16, 2013

Gay, francesa e contra o casamento e a adopção




A notícia vi-a primeiro na Tempi (a entrevista que reproduzo abaixo). Depois encontrei aqui também em português, mas não tão completa. Impressiona a naturalidade, equílibrio e razoabilidade da posição. E a denúncia de quanta intolerância praticam os lobbies militantemente LGBT...

«Sono gay, francese e contro le lobby. Non voglio né matrimonio né l’adozione. E ora provate a dire che sono omofobo»


gennaio 11, 2013Leone Grotti
 

Intervista a Nathalie de Williencourt, portavoce di Homovox: «Rappresentiamo la maggioranza dei francesi omosessuali ma non ci ascoltano. Non vogliamo il matrimonio, perché non siamo come le coppie eterosessuali, che possono fare figli».

Sono francesi, sono omosessuali, «la maggioranza degli omosessuali», e non vogliono né il matrimonio né l’adozione per le coppie gay, soprattutto non vogliono essere trattati allo stesso modo delle coppie eterosessuali «perché siamo diversi: non vogliamo uguaglianza, ma giustizia». Parliamo dei cittadini francesi gay rappresentati da Homovox, che non chiede il “matrimonio per tutti” – nome del progetto di legge di François Hollande che legalizzerà il matrimonio gay e l’adozione per le coppie omosessuali – ma “la parola per tutti!”. «In Francia ci censurano, si ascoltano sempre le lobby LGBT, parlano sempre loro nei media, ma la maggior parte degli omosessuali sono amareggiati dal fatto che questa lobby parli a loro nome, perché non abbiamo votato per loro e non ci rappresenta», spiega a tempi.it Nathalie de Williencourt, portavoce di Homovox. Ecco perché l’associazione parteciperà domenica alla grande “Manifestazione per tutti”, che vedrà sfilare dai cattolici agli ebrei ai musulmani ai socialisti ai radicali agli omosessuali contro il progetto di legge di Hollande, che comincerà ad essere discusso all’Assemblea nazionale il 29 gennaio.

Chi rappresenta Homovox in Francia?

Homovox è un collettivo di cittadini francesi che porta la voce degli omosessuali francesi che si oppongono al progetto di legge Taubira. Sul nostro sito Homovox.com si possono trovare le testimonianze delle persone omosessuali che spiegano perché si oppongono al progetto di legge.
Perché avete firmato l’appello della “manifestazione per tutti”?In Francia si ascoltano sempre le lobby LGBT, parlano sempre loro nei media, ma molti omosessuali non fanno parte di questo movimento. La maggior parte degli omosessuali sono amareggiati dal fatto che questa lobby parli a loro nome, perché non abbiamo votato per loro. Noi vogliamo dare la parola alla maggioranza degli omosessuali in Francia e sosteniamo la “Manifestazione per tutti” perché noi gay non vogliamo il matrimonio.
Perché?
Perché la coppia omosessuale è diversa da quella eterosessuale. Ed è diversa per un semplice dettaglio: non può dare origine alla vita, per cui ha bisogno di una forma di unione specifica che non sia il matrimonio. Ha bisogno di un’altra cosa perché la realtà delle coppie omosessuali è diversa da quella delle coppie eterosessuali.
Nel vostro comunicato accusate la comunità LGBT di essersi autoproclamata portavoce della comunità omosessuale.È proprio così. Le comunità LGBT sono composte molto spesso da persone omosessuali che sono state rigettate dalla famiglia, sono venute a Parigi e hanno trovato ospitalità nella comunità Lgbt, sorta nel quartiere del Marais. Queste persone hanno una ferita in rapporto alla loro omosessualità: poiché non la accettano, rivendicano di essere come gli eterosessuali. Il nostro movimento rivendica invece che gli omosessuali siano trattati diversamente dagli eterosessuali, perché siamo differenti. Non possiamo chiedere l’uguaglianza per situazioni che sono differenti. Non è l’uguaglianza ad essere importante, ma la giustizia. C’è un’uguaglianza giusta e un’uguaglianza ingiusta.
E per quanto riguarda l’adozione di bambini da parte di coppie gay?È importante capire che in Francia nella legge non ci sono distinzioni tra il matrimonio e l’adozione: tutte le coppie sposate hanno il diritto di adottare. Quando si propone il matrimonio per gli omosessuali, esso comprende automaticamente l’adozione. Non c’è divisione come in altri paesi europei. Noi crediamo che i bambini abbiano il diritto ad avere un padre e una madre, possibilmente biologici, che possibilmente si amino. Un figlio nasce dal frutto dell’amore di suo padre e di sua madre e ha il diritto di conoscerli. Se le coppie omosessuali adottano dei bambini che sono già privati dei loro genitori biologici, allora li si priva di un padre e di una madre una seconda volta. Questa legge in Francia è stata fatta nel dopoguerra, quando c’erano molti bambini da adottare e si voleva dare loro dei genitori. L’adozione però non è un diritto degli adulti, serve a donare dei genitori ai bambini che non ne hanno, ma oggi non è più così.
Cioè?
Le coppie che fanno domanda attendono anni prima di potere adottare un bambino, perché non ce ne sono più. Inoltre molti paesi del mondo non concederanno più adozioni alla Francia se questa legge sarà approvata, dal momento che paesi come la Cina e altri in Asia hanno procedure nelle quali chiedono che le coppie omosessuali siano escluse. Tutto ciò significa rendere l’adozione per le coppie uomo-donna ancora più difficile.
Chi espone gli stessi vostri argomenti, di solito, viene chiamato omofobo.
È da due mesi che in Francia sono usciti allo scoperto gli oppositori al “matrimonio per tutti”. Prima chi si opponeva al matrimonio gay veniva subito chiamato omofobo da quasi tutti i grandi media ed era impossibile opporsi senza essere immediatamente tacciati di omofobia. Io e i miei amici omosessuali, che non possiamo certo essere accusati di omofobia, chiediamo che ci sia un dibattito per permettere le unioni omosessuali, ma creando un’istituzione diversa dal matrimonio.
Ad esempio?
Che ci sia un allargamento dei Pacs, che si rifletta sui Pacs. Ma noi non vogliamo il matrimonio, che è riservato all’uomo e alla donna in quanto possono procreare. È così da secoli.
Che cosa chiedete quindi al presidente Hollande?Noi domandiamo gli Stati generali del matrimonio, cioè domandiamo un dialogo fra François Hollande e il popolo. Perché il presidente aveva promesso che non avrebbe fatto passare una legge con la forza se il popolo francese non fosse stato d’accordo. Ha detto che voleva dialogare col popolo francese. Speriamo che aprirà il dialogo con degli Stati generali sul matrimonio e con un referendum per interrogare tutti i cittadini su questo argomento.
Hollande ha una grande maggioranza all’Assemblea nazionale. Secondo voi la manifestazione può andare a buon fine, la legge potrebbe non passare?Dipenderà dalla mobilitazione della manifestazione di domenica e del modo in cui il governo ascolterà il popolo francese. La risposta dipende da François Hollande e domenica il popolo francese si rivolgerà a lui, non contro di lui ma per chiedergli di avere tutti insieme il tempo per riflettere su cosa sia meglio per la società francese perché le persone possano vivere in pace.
In che modo?
La pace si costruisce dentro la famiglia e per avere pace nella famiglia bisogna donare ai bambini il quadro più naturale e che più infonde sicurezza per crescere e diventare grandi. Cioè la composizione classica uomo-donna.

Leggi di Più: Francia, gay: «Noi siamo contro il matrimonio omosessuale» | Tempi.it
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segunda-feira, junho 25, 2012

Parentalidade Homosexual não é igual à do Casamento Heterosexual

Apanhei esta referência aqui. Parece-me lógico constatá-lo apesar do escândalo que provoca afirmar coisas destas. Porque infelizmente confunde-se a apreciação objectiva de um assunto com a convivência subjectiva com o mesmo, o juízo que se faz de maior ou menor adequação com um julgamento das pessoas concretas em causa, o estudo científico com a polémica política. É o problema do preconceito ideológico e da intolerância do politicamente correcto...

A notícia sobre o assunto é esta:

Study Shows Homosexual Parenting Not Equal to Heterosexual Marriage
WASHINGTON, DC, June 15 (C-FAM) A groundbreaking study reveals that adult children of homosexual and lesbian parents experience far greater negative social, economic and emotional outcomes than children raised within intact biological families.
The quality of University of Texas professor Mark Regnerus’ study highlights the deficiencies of previous studies that homosexual advocates have relied on to grant same-sex couples a right to marry and adopt children.

"The empirical claim that no notable differences exist must go," said Regnerus in his study published in Social Science Research.

Regnerus’ comprehensive study examines nearly 3,000 adult children from eight different family structures and evaluates them within 40 social and emotional categories. The results reveal that children who remain with intact biological families were better educated, experienced greater mental and physical health, less drug experimentation, less criminal activity and reported overall higher levels of happiness.

The greatest negative outcomes were found among children of lesbian mothers. This contradicts defective studies popularized by the media claiming children fare as well, or better, with lesbian mothers. Regnerus’ study showed negative outcomes for these adult children in 25 of 40 categories including far higher rates of sexual assault (23% of children with lesbian mothers were touched sexually by a parent or adult, in contrast to 2% raised by married parents), poorer physical health, increased depression, increased marijuana use and higher unemployment (69% of children from lesbian households were on welfare, compared to 17% of those with married parents).

Regnerus’ study debunks an often-cited 2005 American Psychological Association (APA) brief that concluded, “[n]ot a single study has found children of lesbian or gay parents to be disadvantaged in any significant respect relative to children of heterosexual parents."

In contrast to Regnerus, previous studies compared children of homosexual parents to children of stepfamilies and single parents. Regnerus also relies solely on information directly from adult children rather than opinions from their parents.

A second new study confirms the studies touted by the APA are unreliable. Loren Marks, an associate professor at Louisiana State University, found the APA’s studies had limited data and focused on gender roles and sexual identities. They neglected to examine the children’s education outcomes, employment, risk of substance abuse, criminal behavior or suicide.

The discredited APA-endorsed studies have been used in attempts to impact international legal decisions.

Amicus briefs submitted in E.B. v. France in the European Court of Human Rights defended adoption rights for same sex couples citing APA studies with claims that no objective scientific evidence exists to justify “different treatment of same sex couples who wish to adopt because (to the knowledge of FIDH, ILGA-Europe, BAAF and APGL) all reputable scientific studies have shown that the children of lesbian and gay parents are no more likely to suffer from emotional or other problems than the children of heterosexual parents.”

In the case of Karen Atala and Daughters v. Chile in the Inter-American Court of Human Rights (IACHR), an amicus brief defending lesbian parents who lost custody of their children noted that the American Academy of Pediatrics “recognizes that a considerable body of professional literature provides evidence that children with parents who are homosexual can have the same advantages and the same expectations for health, adjustment, and development as can children whose parents are heterosexual.”

sexta-feira, fevereiro 24, 2012

As Primárias no PSD e o "terror" de serem os militantes a escolher...

Noticia hoje o i que as Distritais do partido (PSD) terão reagido mal á proposta de Passos Coelho de que os candidatos nas autárquicas (e também em outros niveis, como os deputados, diz o Sol) sejam escolhidos em Primárias. É natural...nada mais teme a estrutura dirigente que essa coisa incomodativa de serem privados de escolher os "manteigueiros" e os amigos e se terem de subordinar a essa coisa incomodativa que é a vontade dos militantes. E, o que é mais engraçado, porquê? Dizem eles que isso seria o triunfo do caciquismo...ou seja da mesma força que os colocou nas posições de poder em que se encontram... Aguardo por isso com muita curiosidade a proposta de alteração dos estatutos que o presidente do partido levará amanhã ao Conselho Nacional...se corresponder ao que sei ser o seu profundo sentir democrático, cheira-me que as distritais vão ter mais motivos de preocupação...;-) Melhor do que isso apenas o momento em que Passos Coelho concretizar a sua proposta e promessa da realização de eleições para a Assembleia da República por voto de preferência (isto é a possibilidade de se dizer "voto neste partido e escolho da sua lista dos candidatos esta pessoa concreta"). Aí é que vai cair o Carmo e a Trindade... quando se descobrir que muitos dos candidatos escolhidos não tem qualquer povo que os suporte... Mas nesse dia também será o principio do fim de coisas como aquelas a que hoje assistiremos no parlamento: deputados do PSD e do PP que ao arrepio do sentir do seu eleitorado votarão hoje favoravelmente ou como Pilatos se absterão na votação dos projectos do BE e do PEV de adopção gay...

quinta-feira, fevereiro 23, 2012

Adopção gay: brincar aos papás e mamãs...

O título deste post é duro e percebo possa suscitar uma primeira reacção de despeito, mas decididamente prova-se com a iniciativa (tal como com a anterior do casamento) que aquilo que o lobby gay pretende não é uma não discriminação dos homossexuais (o que é justo e compreensível) mas a imposição à sociedade inteira de uma determinada orientação ou comportamento. E como explicava um amigo meu num parecer do movimento Mais Vida Mais Família uma discriminação "a contrario": a que resulta de se pretender estabelecer um regime especial para uma determinada categoria de pessoas que em nada se distinguem das outras (não é isso que dizem também?)... Na verdade seja homossexual ou heterosexual ou outra coisa qualquer um pai e uma mãe são-no de facto quando na natureza ou por intermédio desta ainda que artificialmente tal sucedeu. Tal como o exercício da afectividade por um homem ou uma mulher não depende de nenhuma lei (que não pode nem impô-lo nem proibi-lo), quer seja homossexual ou heterosexual ou outra coisa qualquer aqueles com quem tal aconteça. Tudo o resto é artificial, engenharia social e porque tendo por objecto uma criança "brincar aos papás e às mamãs"... (mas lá que gostava de estar agora com aquela personalidade de peso do PSD que na 9ª Legislatura achou um exagero a minha reacção à modificação na Constituição do artigo 13º, lá isso gostava...é o problema com os "moderados" e os "modernos" do centro-direita: nunca pagam, politicamente, estes disparates...)

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Debate no Prós e Contras sobre casamento pessoas mesmo sexo

Estive na segunda-feira no debate em referência. Pode ainda ser visto no respectivo site.
Conclusão: para o lado da Tolerância esta passa sempre pela exclusão de alguém...ao ponto da discordância política e juridica ser homofobia e nem quero pensar na pessoal...
Soluções: coragem em dizer a verdade, vontade de esclarecer todos, não hesitar em dar razões, lutar pela liberdade, mostrar a contradição e denunciar a demagogia e o choradinho.
Contem comigo e connosco para esse combate! ;-)

quinta-feira, novembro 15, 2007

Alemanha: uma agressão à Igreja católica

Polémica entre Igreja e «Verdes» na Alemanha

A acusação de "pregador do ódio", lançada pelo líder do Partido dos Verdes na Alemanha, Volker Beck contra o cardeal-arcebispo de Colónia, Joachim Meisner, desencadeou nova polémicas entre o partido ecologista e a Igreja Católica no país, que estuda até mesmo a possibilidade de uma acção legal contra os Verdes.
Numa entrevista publicada pelo semanário "Der Spiegel", Volker Beck chama o cardeal, textualmente, de "pregador do ódio", referindo-se a declarações feitas, precedentemente, pelo cardeal, nas quais, entre outras coisas, critica a legalização dos matrimónios homossexuais e a adopção de crianças por esse tipo de pares.
Um porta-voz da Arquidiocese de Colónia a anunciou neste Domingo, 28 de Outubro, que está a ser avaliada a possibilidade de uma acção legal contra Beck, como já foi feito no passado, quando um tribunal proibiu que um humorista político alemão usasse a mesma definição para se referir ao Cardeal Meisner.
Outros parlamentares "verdes" distanciaram-se das afirmações de Beck, qualificando-as de "desapropriadas e desproporcionais".
(Com Rádio Vaticano)
Internacional Agência Ecclesia 30/10/2007 10:35 1097 Caracteres 26 Europa