Para mim, nesta matéria dos descontos do Pingo Doce, há um mistério que não tenho visto abordado nos artigos sobre o assunto: com descontos de 50% acho impossivel eles não percam dinheiro (e muito!)...mas ao mesmo tempo seguindo aquela máxima (falsa, basta pensar em toda a acção caritativa) "ninguém dá nada a ninguém" não acredito a Jerónimo Martins monte uma operação que signifique uma perda, sobretudo na actual conjuntura...
A minha mulher (filha de farmacêutica reformada, antiga proprietária de uma Farmácia) explica-me que o segredo está nas quantidades...isto é, os fornecedores não só oferecem descontos extraordinários em grandes encomendas, como, para despachar stocks e produtos a desclassificar, ou quase fora de prazo, oferecem pelo preço de 100 unidades, mais 200 ou 300, em que não cobram o valor respectivo...? E aqui foi o Pingo Doce buscar a margem que perde nos descontos...?
Será assim? Alguém me sabe explicar como se monta uma operação destas? É que se a publicidade é de facto esmagadora e no dia de ontem o Continente e outros, não devem ter tido senão uma meia dúzia de clientes, isso não explica tudo...
Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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quarta-feira, maio 02, 2012
Os descontos do Pingo Doce: um mistério...?
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sábado, outubro 23, 2010
Trabalhar ao Domingo...?
Quando tomei conhecimento da autorização da abertura de hipermercados ao Domingo senti um grande incómodo mas ocupado com tantas outras coisas não pude avançar no assunto.
As declarações de D. Jorge Ortiga reproduzidas pela Ecclesia dão-me porém ocasião de malgrado o meu apego pela liberdade (da sociedade, das pessoas, de mercado, religiosa, de educação, etc.) deixar registado o meu desconforto com esta medida e a sensação profunda de que algo se altera de forma irreversivel se o Domingo se transformar num dia igual a todos os outros...
As declarações de D. Jorge Ortiga reproduzidas pela Ecclesia dão-me porém ocasião de malgrado o meu apego pela liberdade (da sociedade, das pessoas, de mercado, religiosa, de educação, etc.) deixar registado o meu desconforto com esta medida e a sensação profunda de que algo se altera de forma irreversivel se o Domingo se transformar num dia igual a todos os outros...
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