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segunda-feira, julho 30, 2012

Passos Coelho e as eleições


As declarações de Passos Coelho sobre as eleições e o interesse nacional vieram provar que neste país quem nunca se envergonha é a estupidez. No caso a estupidez de alguns comentadores, políticos e outras aves raras que rasgaram as suas vestes com as declarações do nosso primeiro-ministro (como tão bem o explica quer Vasco Pulido Valente, acima no Público, quer Luis Marques Mendes, hoje no Correio da Manhã). O que vale, já agora, suspeito, sob minha responsabilidade, é que felizmente Pedro Passos Coelho se estará saudavelmente a lixar para essa mesma estupidez dos seus detractores...;-)

Também sobre o mesmo assunto o meu amigo José Limon Cavaco escreveu esta nota que me autorizou a colocar neste Blog:

DA DESONESTIDADE INTELECTUAL DO DR. ZORRINHO

Vasco Graça Moura na sua crónica de ontem “O cardeal e o dr. Zorrinho” trata a interpretação que o dr. Zorrinho fez das suas palavras como fruto de iliteracia. Mas não era iliteracia, era bem pior, era desonestidade intelectual.

A desonestidade intelectual está para a opinião como a mentira está para o facto. Passo a detalhar. A mentira corresponde a uma declaração voluntariamente contrária à percepção que o declarante teve de certos factos, isso fazendo porque tem um benefício nos efeitos práticos dessa falsa declaração.

A desonestidade intelectual, por seu turno, corresponde à expressão de uma opinião contrária àquilo que o opinante sabe ser correcto, isso fazendo porque tem igualmente um benefício nas repercussões dessa opinião voluntariamente errada.

Ora, ontem o dr. Zorrinho incorreu novamente em desonestidade intelectual quando, comentando as palavras de Passos Coelho, disse que “quem se está a lixar para as eleições também se está a lixar para os eleitores”. O dr. Zorrinho sabe perfeitamente que o que Passos Coelho estava a sugerir era que tomaria medidas impopulares para o bem geral do portugueses, mesmo que isso significasse o seu sacrifício nas próximas eleições. Até um lobotomizado, ao ouvir essas palavras, e mesmo que duvidando da sua sinceridade, bateria desajeitadas palminhas de gáudio pela sua compreensão… 

No entanto, apesar de saber que estava errado mas porque rudemente pretendia suscitar uma qualquer revolta demagógica contra Passos Coelho, o dr. Zorrinho conferiu às palavras deste o sentido absurdo de que o que este queria era a todo o custo fazer mal aos eleitores, não lhe interessando o que estes pensavam sobre isso. Esta interpretação afronta até os remanescentes neurónios do triste lobotomizado.      

A mentira é o cancro da linguagem, mas a desonestidade intelectual é o cancro da liberdade de expressão. 

sábado, junho 16, 2012

E na Natalidade...não se pensa? II




Hoje na última página do Público Vasco Pulido Valente a propósito da situação do ensino superior em Portugal (e a proliferação de cursos) conta no seu artigo (a que se refere este blog) que o actual Ministro da Educação terá mandado encerrar alguns cursos, entre os quais os de educadoras de infância e de professoras do ensino básico.
Não me deterei aqui (até por falta de informação suficiente) sobre a estranheza que me causa que a existência de cursos seja decidida por despacho ministerial e não por decisão das famílias que os procuram, ou não...
O que me interessa no caso é chamar a atenção para as consequências práticas da actual falta de natalidade no nosso país. No caso, o desemprego de quem ensinaria nessas faculdades e a falta de perspectiva para essas profissões, devido à pura e simples inexistência de crianças a nascer...
No mesmo sentido (deste alerta) apareceu e bem a Associação Portuguesa de Famílias Numerosas a comentar a recomendação da OCDE para o aumento da idade da reforma. Diz a APFN no seu comunicado (por palavras minhas aqui no post): "a questão não está aí, mas na falta de crianças e por isso de contribuintes para o sistema". Bem observado!

domingo, novembro 27, 2011

Euro-cépticos: a homenagem devida!

Lendo o artigo de ontem do Vasco Pulido Valente (o euro) no Público de ontem, destaco o final:
"E, por ironia, os partidários do euro querem agora as garantias que não pediram na hora própria: a união fiscal e a união política. As várias manobras para transformar o BCE num sucedâneo do Banco de Inglaterra ou da Reserva Federal americana, a absurda insistência na criação de eurobonds que nos salvem da dívida e habilidades do mesmo género, só mostram, e mostram bem, a intransigência da Alemanha, que já rejeitou para sempre as fantasias da UE e sabe que a única maneira de acabar com a crise do euro é acabar com o euro, idealmente com tranquilidade e disciplina. Portugal escusa de protestar em nome de uma "solidariedade" que nunca valeu nada. Por muito que nos custe, e vai custar, a única saída está em preparar com cuidado o nosso inevitável regresso ao escudo."
Impossivel não prestar as devidas homenagens a Manuel Monteiro, João Ferreira do Amaral e, no seu tempo de O Independente, Paulo Portas. E Paulo Teixeira Pinto no Pensar Portugal.

sexta-feira, outubro 21, 2011

Cavaco: a crise e Vasco Pulido Valente

As recentes observações de Cavaco sobre algumas medidas do Orçamento de Estado (mesmo se são legitimas as dúvidas sobre algumas destas e se não há outros lados por onde mexer) e o juizo implacável que Vasco Pulido Valente faz hoje no Público sobre como chegámos a este ponto sem que nos anos do seu mandato o Presidente tenha feito o que deveria para que isso não acontecesse, tornam irresistivel recordar como estavam certos aqueles que antes das últimas presidenciais diziam que merecia a pena o centro-direita ter um outro candidato...mas, de facto, nada é mais inútil do que, aparentemente, ter razão antes de tempo...

quarta-feira, setembro 03, 2008

O centro da oposição ao PS somos nós! :-)

Na entrada de férias, 2 de Agosto, a minha amiga Isilda Pegado, presidente da Federação Portuguesa pela Vida, publicou o artigo abaixo que além de fechar com chave de ouro um ano de combates, acaba por provar factualmente como a oposição ao Governo e ao PS tem o seu centro nevrálgico nos movimentos civis a favor da Vida e da Família, porque é aí, nas questões de civilização, que mais lhes dói encontrar resistência e alternativa...

Leis emblemáticas na governação socialista

As reformas emblemáticas que José Sócrates escolheu para definir a sua governação estão longe de ser consensuais
O primeiro-ministro elegeu como "reformas" emblemáticas do seu consulado a lei da PMA (reprodução artificial e uso de embriões humanos), a lei do aborto e a lei do divórcio. Disse-o perante o Congresso da Juventude Socialista [que teve lugar no fim de Julho no Porto]. A simbologia destas leis, que o primeiro-ministro quis realçar, não se compara com as centenas de outras que a governação socialista tem feito nas áreas da economia, da justiça, do ambiente, etc. Por isso o primeiro-ministro tem razão quando as elege para definir a sua governação...Mas estas não são leis de consenso. Pelo contrário, trazem à ribalta os debates mais acesos da actualidade em todo o mundo. A protecção da vida humana desde a concepção, o eugenismo, o comércio e experimentação em embriões, o aborto e a protecção do casamento e da família estão na ordem-do-dia. Em Itália, a campanha eleitoral que levou ao poder Berlusconi começou com o tema do aborto; em Espanha, o PP de Rajoy proibiu que a campanha versasse sobre a família e a protecção da vida humana; e, nos EUA, o debate sobre estas matérias está agora a levantar-se entre os candidatos à Presidência.Em Portugal, as referidas leis (PMA, aborto, divórcio) não passaram sem contestação social. Face à matriz social do país e à radicalidade das soluções legislativas, muitos foram os que, na sociedade civil, as têm contestado. São leis fracturantes, que o actual primeiro-ministro pretende levar pela frente "custe o que custar". Seguir-se-á o casamento para os homossexuais... e a eutanásia...Quem ousou, nestes três anos, de forma sistemática e firme, levantar o escudo para que aquelas leis não fossem aprovadas?Quem, na lei da PMA, teve uma posição firme e sustentada que levou ao Parlamento a primeira Petição de Referendo, de iniciativa popular, na história da democracia portuguesa? Quem, por todo o país, fez debates, acções de rua e distribuiu informação para que esta não tivesse sido aprovada no silêncio do Parlamento? Quem continua a invocar a ilegitimidade de uma lei (PMA) que no Tribunal Constitucional aguarda a declaração de inconstitucionalidade?Quem, ao longo de mais de dez anos, travou a legalização do aborto, em cada investida feita? Quem, no referendo, apelou à organização dos 15 grupos cívicos que, por todo o país, fizeram uma campanha que remou contra todos os poderes instituídos? Quem pediu a universitários, advogados e magistrados que, num curtíssimo espaço de tempo, fizessem algum esclarecimento sobre a lei do divórcio? Quem levou ao Parlamento uma Petição Popular para fazer parar a tão injusta lei do divórcio? A lei ainda não está promulgada...Em bonitas e fundamentadas páginas de História do século XIX, Vasco Pulido Valente (em Ir para o Maneta) demonstra como foram vencidas as Invasões Francesas. Só com a revolta popular, que se organizou em muitos pontos do país, foi possível vencer o invasor e a destruição. Hoje, os movimentos cívicos, de forma sistemática, têm levantado os escudos para travar o avanço das "leis emblemáticas do consulado socialista".Os movimentos cívicos que, em Portugal, defendem a subsidiariedade, a liberdade de educação, a família, a vida e a liberdade religiosa estão a fazer uma estrada.Foi neles que o PS encontrou a sua oposição. É com eles que Portugal pode contar para uma sociedade mais humana, livre e democrática.
Presidente da Federação Portuguesa pela Vida

domingo, novembro 25, 2007

Viva a Liberdade! Dois artigos no Público de hoje

Recomendo vivamente os artigos hoje no Público de Vasco Pulido Valente e António Barreto. O primeiro uma explicação de como se perde a liberdade, o segundo uma denúncia da loucura, insanidade, disparate estapafurdio, da mentalidade e acção da ASAE, uma autêntica PIDE dos tempos modernos (pior em cegueira a ASAE do que a PIDE, bem entendido).
Diz Vasco Pulido Valente:
"Vivemos sobre um despotismo 'iluminado' que não aceita a irregularidade, a dissidência, o direito de cada um à sua própria vida e ao uso irrestrito da sua própria cabeça."
Fica no entanto um problema: como se pára a ASAE?
Nota para quem pensa que estou a exagerar: vão ao site da ASAE: http://www.asae.pt/ e vejam o que lá está (é o "Admirável Mundo Novo" do Aldous Huxley que ali se anuncia). Só para amostra: nota da ASAE sobre a utilização de CD's não originais em VIATURAS PARTICULARES!!!!!

domingo, novembro 18, 2007

Os papeis de Portas: muito bem o Vasco Pulido Valente!

"Sobre Paulo Portas caiu um novo "escândalo", o "escândalo dos papeis", que em parte alguma da "Europa" ou da América seria considerado um escândalo, mas que chega e sobra para provocar a patetice indígena e a nunca desmentida virtude do amável prof. Amaral" diz Vasco Pulido Valente no Público de hoje.
E muito bem!
Aliás pense-se só no que é a barragem mediática sobre Portas (submarinos, sobreiros, sondagens, etc.) e como este não estaria indefeso se não pudesse conservar consigo a documentação do que fez ou passou pelas suas mãos!
Esta gente realmente vive no outro mundo!