Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
Mostrar mensagens com a etiqueta defesa da Vida. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta defesa da Vida. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, fevereiro 02, 2015
Da conspiração para não se falar de algumas coisas
Anda aí na berra um filme ou documentário intitulado Cowspiracy. O Público refere-se-lhe hoje. Ao que parece tem produzido "legiões" de vegetarianos. Basicamente o filme descreve as consequências ambientais do consumo de carne e procura mostrar uma certa conspiração de silêncio em torno do assunto. O trailer do filme está aqui.
Não vi nem gostei (como dizia um Padre meu amigo, no caso sobre um filme que passava no cinema...;-) mas não me admira. Analogamente já me tinham dito que nunca mais come salsichas, quem tenha estado numa fábrica das mesmas...
Mas aquilo que me espanta é este domínio do politicamente correcto que glorifica e faz circular o Cowspiracy mas oculta o Blood Money: um impressionante documentário sobre a indústria do aborto.
Mas decididamente o que parece estar na moda são os animalistas e não os defensores da Vida Humana...
Etiquetas:
Aborto,
animalistas,
Blood Money,
conspiração,
Cowspiracy,
defesa da Vida,
indústria do aborto,
interrupção voluntária da gravidez,
politicamente correcto
quinta-feira, setembro 18, 2014
Referendo na Escócia
Com a liberdade quanto ao resultado de que o que acontecer é sempre o que é melhor, o referendo de hoje é uma possibilidade de pôr em causa o rumo da União Europeia, a leveza e presunção dos nossos políticos europeístas e também o domínio das elites bem-pensantes, dos moderados de serviço e das certezas do fim da história...
Já do ponto de vista do Reino Unido (da sua tradição política e histórica) não estou tão certo possa ser positivo e nessa medida entendo a argumentação do Não...
Aguardemos pois. E entretanto aqui ficam estes dois vídeos com que em todas as latitudes e circunstâncias se identificam os povos combatentes, as posições decididas, os descamisados do centro-direita,o povo pro-Vida:
Já do ponto de vista do Reino Unido (da sua tradição política e histórica) não estou tão certo possa ser positivo e nessa medida entendo a argumentação do Não...
Aguardemos pois. E entretanto aqui ficam estes dois vídeos com que em todas as latitudes e circunstâncias se identificam os povos combatentes, as posições decididas, os descamisados do centro-direita,o povo pro-Vida:
Etiquetas:
"moderados" de serviço,
Braveheart,
centro-direita,
defesa da Vida,
descamisados ideológicos,
Escócia,
independência,
referendo Escócia,
Reino Unido,
união europeia,
William Wallace
quinta-feira, abril 10, 2014
Viktor Orbán e a Hungria: mais um sinal de esperança
Já adivinhando a fúria da esquerda bem pensante e politicamente correcta, a vitória de Viktor Orbán
na Hungria é um sinal de esperança para o seu próprio país, para a União Europeia e para o povo da Família e da Vida. Equívocos haverá, temperamentos diferentes existirão, coisas mal-sucedidas acontecerão, e todos os limites humanos se poderão revelar, mas que o que aconteceu foi importante, isso foi, e muita coisa boa se pode e deve esperar, também. E disso fala a notícia publicada hoje no Infovitae:
Hungría:
el partido provida y profamilia de Viktor Orbán revalida la mayoría de dos
tercios en el Parlamento
In InfoCatólica
In InfoCatólica
«Todas las dudas se desvanecieron: ganamos», manifestó el primer ministro en una primera reacción, y agregó que la victoria de hoy fue «contundente».
A favor de las raíces cristianas
Viktor Orban participó en las últimas Jornadas Católicos y Vida Pública de la ACdP (Asociación Católica de Propagandistas) celebradas el año pasado en Bilbao, donde aseguró que los países mejoran cuando la legislación tiene en cuenta y hace explícitas las raíces cristianas de las naciones en las que son elegidos: «La política tiene que basarse en valores cristianos»
El presidente húngaro ha llevado a cabo una legislación capaz de hacer frente a la todopoderosa legislación comunitaria en temas de vida y de familia. Ha hecho posible que el Parlamento y administración de Hungría puedan ser autónomas y legislar, hacer políticas independientes al servicio de sus ciudadanos. En este sentido, afirmó que «Europa se ha olvidado de Dios y se avergüenza de sus raíces cristianas y, con visión secular agresiva, supranacional y relativista propugna una sociedad sin Dios. Los tecnócratas de la Unión se han olvidado de la familia, patria y justicia, que son los auténticos valores».
Noticias relacionadas
Hungría ratifica su compromiso con la defensa de la familia natural y el derecho a la vida desde la concepción
«Una Europa regida por los valores cristianos se regeneraría», afirma el primer ministro húngaro, Viktor Orban
La Unión Europea contra Hungría por su campaña pro-Vida
Etiquetas:
Aborto,
catolicos e política,
defesa da Vida,
direitos da família,
Europa,
Hungria,
liberdade,
união europeia,
Viktor Orbán
segunda-feira, março 24, 2014
Querida Futura Mãe/21 de Março: Dia mundial do síndrome de Down
Que video extraordinário!
Dedicado a todos quantos amparam e defendem estas crianças, aos seus pais, aos meus amigos com filhos assim, a todos os defensores da Vida da concepção à morte natural.
Etiquetas:
amor,
Amor de Deus,
Beleza,
beleza da vida,
defesa da Vida,
deficiência,
dignidade humana,
humanidade,
síndrome de down,
trissomia 21
sexta-feira, março 21, 2014
Na morte do Fernando Ribeiro e Castro: mais um reforço no Céu
Etiquetas:
APFN,
defesa da Vida,
Famílias Numerosas,
Fernando Ribeiro e Castro,
morte de Fernando Castro,
movimentos cívicos,
politica de família,
referendos
quarta-feira, janeiro 22, 2014
Marcha pela Vida de Washington e Papa Francisco
Dou-me conta que faz oito anos que estive na Marcha pela Vida em Washington. Uma experiência impressionante da vitalidade, convicção e determinação, das movimentações pela vida dos Estados Unidos. Fiquei então convencido que todos os anos o deveríamos fazer em Lisboa, como já aconteceu em 2007 e nos dois últimos anos (aqui chamamos-lhe Caminhada pela Vida).
O facto ter-me-ia passado ao lado não fora esta notícia da Ecclesia que reproduzo abaixo que, em resumo, fala de um Tweet do Papa Francisco de apoio á Marcha pela Vida deste ano (site oficial aqui):
Aborto: Papa associa-se a marcha pela vida em Washington
Francisco pede respeito pelos «mais vulneráveis»
Cidade do Vaticano, 22 jan 2014 (Ecclesia) – O Papa Francisco manifestou hoje o seu apoio à 41ª ‘Marcha pela Vida’ que reúne dezenas de milhares de pessoas em Washington, numa iniciativa da Igreja Católica e outras organizações nos Estados Unidos da América.
“Uno-me à 'Marcha pela Vida' em Washington com as minhas orações. Que Deus nos ajude a respeitar todas as vidas, em particular as mais vulneráveis", escreveu na conta ‘@Pontifex’, da rede social Twitter.
A iniciativa acontece anualmente no dia da sentença com a qual o Supremo Tribunal dos EUA legalizou o aborto.
Numa vigília de oração, o cardeal Sean O’Malley, secretário-geral do comité pró-vida da Conferência Episcopal dos Estados Unidos da América, afirmou que o movimento pró-vida defende bebés e mães.
“A nossa sociedade relega o aborto para uma questão de escolha pessoal, muitas vezes negando mesmo o reconhecimento da dignidade humana das crianças não nascidas", lamentou.
A vigília e a marcha são os acontecimentos mais importantes da segunda edição da ‘Novena de oração e penitência’, que por estes dias envolve todas as dioceses dos EUA.
OC
“Uno-me à 'Marcha pela Vida' em Washington com as minhas orações. Que Deus nos ajude a respeitar todas as vidas, em particular as mais vulneráveis", escreveu na conta ‘@Pontifex’, da rede social Twitter.
A iniciativa acontece anualmente no dia da sentença com a qual o Supremo Tribunal dos EUA legalizou o aborto.
Numa vigília de oração, o cardeal Sean O’Malley, secretário-geral do comité pró-vida da Conferência Episcopal dos Estados Unidos da América, afirmou que o movimento pró-vida defende bebés e mães.
“A nossa sociedade relega o aborto para uma questão de escolha pessoal, muitas vezes negando mesmo o reconhecimento da dignidade humana das crianças não nascidas", lamentou.
A vigília e a marcha são os acontecimentos mais importantes da segunda edição da ‘Novena de oração e penitência’, que por estes dias envolve todas as dioceses dos EUA.
OC
Internacional | Agência Ecclesia | 2014-01-22 | 16:32:19 | 1115 Caracteres | Papa Francisco
© 2009 Agência Ecclesia. Todos os direitos reservados - agencia@ecclesia.PT
Etiquetas:
aborto nos Estados Unidos,
agência Ecclesia,
Caminhada pela Vida,
defesa da Vida,
March for Life Washington,
Papa Francisco,
Washington
segunda-feira, dezembro 16, 2013
"Pai por acaso", ou como não existe "material biológico" isolado de uma humanidade
Na sexta-feira passada fui ver este filme. Foi uma dessas escolhas ao acaso mas que se revelou feliz.
Porque através do tema (533 pessoas geradas por procriação artificial procuravam o dador de esperma utilizado nos respectivos processos) aquilo que resulta evidente é que ao contrário do que disse uma vez o Vale de Almeida num debate no Prós e Contras sobre co-adopção, não existe essa coisa de "simples" material biológico sem que uma humanidade esteja envolvida. E quem diz uma humanidade, diz uma pessoa concreta, diz um pai (no caso da doação de esperma) ou uma mãe (no caso de doação de um óvulo). E as razões são simples:
- a vida de uma pessoa gera-se no momento em que o espermatozoide se funde com o óvulo e nesse momento se constitui uma célula que leva já uma identidade genética única, produto da fusão das anteriores e
- toda a vida, toda a filiação, grita por uma paternidade e uma maternidade
- a família corresponde ao ambiente natural de desenvolvimento e salvo raras excepções é um desejo profundo do coração humano
O filme, não sendo uma fita de promoção pró-vida ou pró-família (isto é concebido e produzido militantemente nesse sentido) acaba por o demonstrar em alguns diálogos, atitudes e expressões. Que tornam por isso o filme objecto deste post e de uma recomendação (acompanhada do aviso que a classificação para maiores de 12 anos é claramente desadequada, não porque se veja o que não se deve, mas porque os diálogos são adultos e os miúdos que vimos na sala se chatearam que nem uns perus...;-)
Mais informação útil sobre a procriação artificial pode ser encontrada aqui (site da campanha pró-referendo em que participei em 2006) e aqui (uma alternativa natural de procriação medicamente assistida que vem tendo êxito até em casais que anteriormente recorreram aos métodos artificiais)
Etiquetas:
cinema,
co-adopção,
defesa da Vida,
família,
humanidade,
inseminação artificial,
material biológico,
Naprotecnologia,
Pai por acaso,
PMA,
procriação artificial,
Vale e Almeida
quarta-feira, novembro 27, 2013
A Exortação Apostólica do Papa Francisco "A Alegria do Evangelho"
Acabou de sair a Exortação Apostólica "Evangelii Gaudium" (A Alegria do Evangelho) que pode ser encontrada no site do Vaticano em diversas possibilidades de leitura (do seu texto). A este propósito é indispensável ler o que a Renascença vai publicando sobre o assunto. Destaco este trecho das declarações de D. António Vitalino, Bispo de Beja:
Segundo D. António Vitalino muitos dos desafios lançados por Francisco se dirigem não só à Igreja, mas também aos políticos: “É uma interpelação muito forte aos políticos, aos governos, para que não tomem só medidas a partir dos interesses do capital, mas tomem medidas a partir da dignidade da pessoa humana, do bem comum, da família, e claro que aqui, mesmo nos nossos orçamentos, não podemos pôr de parte que em primeiro lugar tem de estar a dignidade da pessoa, o bem comum, a família, e não os interesses de alguns”, considera.
Só hoje vou começar a lê-la mas desde já reproduzo o que de outros amigos empenhados na Defesa da Vida, já recebi:
"213
Entre estes seres frágeis, de que a Igreja quer cuidar com predileção, estão
também os nascituros, os mais inermes e inocentes de todos, a quem hoje se quer
negar a dignidade humana para poder fazer deles o que apetece, tirando-lhes a
vida e promovendo legislações para que ninguém o possa impedir. Muitas vezes,
para ridiculizar jocosamente a defesa que a Igreja faz da vida dos nascituros,
procura-se apresentar a sua posição como ideológica, obscurantista e
conservadora; e no entanto esta defesa da vida nascente está intimamente
ligada à defesa de qualquer direito humano. Supõe a convicção de que um ser
humano é sempre sagrado e inviolável, em qualquer situação e em cada etapa do
seu desenvolvimento. É fim em si mesmo, e nunca um meio para resolver outras
dificuldades. Se cai esta convicção, não restam fundamentos sólidos e
permanentes para a defesa dos direitos humanos, que ficariam sempre sujeitos às
conveniências contingentes dos poderosos de turno. Por si só a razão é
suficiente para se reconhecer o valor inviolável de qualquer vida humana, mas,
se a olhamos também a partir da fé, «toda a violação da dignidade pessoal do
ser humano clama por vingança junto de Deus e torna-se ofensa ao Criador do
homem».
214. E precisamente porque é uma questão que mexe com a coerência interna da nossa mensagem sobre o valor da pessoa humana, não se deve esperar que a Igreja altere a sua posição sobre esta questão. A propósito, quero ser completamente honesto. Este não é um assunto sujeito a supostas reformas ou «modernizações». Não é opção progressista pretender resolver os problemas, eliminando uma vida humana. Mas é verdade também que temos feito pouco para acompanhar adequadamente as mulheres que estão em situações muito duras, nas quais o aborto lhes aparece como uma solução rápida para as suas profundas angústias, particularmente quando a vida que cresce nelas surgiu como resultado duma violência ou num contexto de extrema pobreza. Quem pode deixar de compreender estas situações de tamanho sofrimento?"
214. E precisamente porque é uma questão que mexe com a coerência interna da nossa mensagem sobre o valor da pessoa humana, não se deve esperar que a Igreja altere a sua posição sobre esta questão. A propósito, quero ser completamente honesto. Este não é um assunto sujeito a supostas reformas ou «modernizações». Não é opção progressista pretender resolver os problemas, eliminando uma vida humana. Mas é verdade também que temos feito pouco para acompanhar adequadamente as mulheres que estão em situações muito duras, nas quais o aborto lhes aparece como uma solução rápida para as suas profundas angústias, particularmente quando a vida que cresce nelas surgiu como resultado duma violência ou num contexto de extrema pobreza. Quem pode deixar de compreender estas situações de tamanho sofrimento?"
Etiquetas:
A Alegria do Evangelho,
Aborto,
Bispo de Beja,
D. António Vitalino,
defesa da Vida,
Evangelii Gaudium,
Exortação Apostólica,
Igreja católica,
Papa Francisco,
Rádio Renascença,
Vaticano
sexta-feira, outubro 11, 2013
Na morte de D. Antonio Marcelino
Morreu o Senhor D. Antonio Marcelino. Já muitos se pronunciaram sobre ele, desde Pedro Santana Lopes (aqui) a muitos outros como se pode verificar na Ecclesia. Dele recordo sobretudo:
- o empenho na luta pela liberdade de educação não apenas em termos teóricos mas na rua com todas as movimentações cívicas que nos últimos anos afirmaram publicamente a urgência desta mãe de todas as reformas de que Portugal necessita
- a afirmação num encontro há muitos anos atrás de que "a maioria dos casamentos celebrados na Igreja são nulos"
- o apoio que sempre expressou ás iniciativas dos leigos no campo político, em particular na defesa da Vida e da Família e, por fim
- o "sem papas na língua" como abordava a questão da maçonaria e o posicionamento dos católicos em face a esta (veja-se aqui neste Blog)
Que o Senhor a Quem tanto e tão bem serviu, o acolha na Sua Misericórdia, e que em comunhão com Este nos continue a acompanhar, servos inúteis que somos, mas sempre em caminho para a mesma Glória a que estamos todos destinados!
Etiquetas:
Bispos,
católicos e maçonaria,
católicos e política,
D. Antonio Marcelino,
defesa da Vida,
família,
Igreja católica,
liberdade de educação,
Maçonaria,
nulidade do casamento,
Pedro Santana Lopes
sábado, outubro 05, 2013
Caminhada pela Vida Lisboa 2013: imagens que valem mil palavras
Do que foi esta grande jornada pela Vida e pela Família melhor do que palavras falam as imagens acima. E também as que a TVI 24 publicou ou as que o Pedro Aguiar Pinto colocou no Blog Povo. Ou então o filme que a Renascença pôs online.
Etiquetas:
Caminhada pela Vida,
defesa da Vida,
família,
Federação Portuguesa pela Vida,
Lisboa,
One of Us,
Petição Europeia,
Um de Nós,
Vida
sexta-feira, setembro 20, 2013
Sobre a entrevista do Papa: excelente artigo do George Weigel
Com a devida vénia ao Blog Logos de onde o retirei:
On Pope Francis's interview: The Christ-Centered Pope - by George Weigel
In EPPC
Perhaps the most revealing detail in Pope Francis’s lengthy interview, conducted by the Italian Jesuit Antonio Spadaro and published yesterday in English translation in the Jesuit journal America, is the pontiff’s reflection on one of his favorite Roman walks, prior to his election:
When I had to come to to Rome, I always stayed in [the neighborhood of the] Via della Scrofa. From there I often visited the Church of St. Louis of France, and I went there to contemplate the painting of “The Calling of St. Matthew” by Caravaggio. That finger of Jesus, pointing at Matthew. That’s me. I feel like him. Like Matthew. . . . This is me, a sinner on whom the Lord has turned his gaze.
The Calling of St. Matthew is an extraordinary painting in many ways, including Caravaggio’s signature use of light and darkness to heighten the spiritual tension of a scene. In this case, though, the chiaroscuro setting is further intensified by a profoundly theological artistic device: The finger of Jesus, pointing at Matthew, seems deliberately to invoke the finger of God as rendered by Michelangelo on the Sistine Chapel ceiling. Thus Caravaggio, in depicting the summons of the tax collector, unites creation and redemption, God the Father and the incarnate Son, personal call and apostolic mission.
That is who Jorge Mario Bergoglio is: a radically converted Christian disciple who has felt the mercy of God in his own life and who describes himself, without intending any dramatic effect, as “a sinner whom the Lord has looked upon.” Having heard the call to conversion and responded to it, Bergoglio wants to facilitate others’ hearing of that call, which never ceases to come from God through Christ and the Church.
And that, Bergoglio insists, is what the Church is for: The Church is for evangelization and conversion. Those who have found the new pope’s criticism of a “self-referential Church” puzzling, and those who will find something shockingly new in his critical comments, in his recent interview, about a Church reduced “to a nest protecting our mediocrity,” haven’t been paying sufficient attention. Six years ago, when the Catholic bishops of Latin America and the Caribbean met at the Brazilian shrine of Aparecida to consider the future, the archbishop of Buenos Aires, Bergoglio, was one of the principal intellectual architects of the bishops’ call to put evangelization at the center of Catholic life, and to put Jesus Christ at the center of evangelization. The Latin American Church, long used to being “kept,” once by legal establishment and then by cultural tradition, had to rediscover missionary zeal by rediscovering the Lord Jesus Christ. And so the Latin American bishops, led by Bergoglio, made in their final report a dramatic proposal that amounted to a stinging challenge to decades, if not centuries, of ecclesiastical complacency:
The Church is called to a deep and profound rethinking of its mission. . . . It cannot retreat in response to those who see only confusion, dangers, and threats. . . . What is required is confirming, renewing, and revitalizing the newness of the Gospel . . . out of a personal and community encounter with Jesus Christ that raises up disciples and missionaries. . . .
A Catholic faith reduced to mere baggage, to a collection of rules and prohibitions, to fragmented devotional practices, to selective and partial adherence to the truths of faith, to occasional participation in some sacraments, to the repetition of doctrinal principles, to bland or nervous moralizing, that does not convert the life of the baptized would not withstand the trials of time. . . . We must all start again from Christ, recognizing [with Pope Benedict XVI] that “being Christian is . . . the encounter with an event, a person, which gives life a new horizon and a decisive direction.”
The 21st-century proclamation of Christ must take place in a deeply wounded and not infrequently hostile world. In another revealing personal note, Francis spoke of his fondness for Marc Chagall’s White Crucifixion, one of the most striking religious paintings of the 20th century. Chagall’s Jesus is unmistakably Jewish, the traditional blue and white tallis or prayer-shawl replacing the loincloth on the Crucified One. But Chagall’s Christ is also a very contemporary figure, for around the Cross swirl the death-dealing political madnesses and hatreds of the 20th century. And so the pope’s regard for Chagall’s work is of a piece with his description of the Catholic Church of the 21st century as a kind of field hospital on a battlefield strewn with the human wreckage caused by false ideas of the human person and false claims of what makes for happiness. Thus Francis in his interview on the nature of the Church:
I see clearly that the thing the Church needs most today is the ability to heal wounds and to warm the hearts of the faithful; it needs nearness, proximity. I see the Church as a field hospital after battle. It is useless to ask a seriously injured person if he has high cholesterol and about the level of his blood sugars! You have to heal his wounds. Then we can talk about everything else. Heal the wounds, heal the wounds.
And how are the wounds of late-modern and postmodern humanity to be healed? Through an encounter with Jesus Christ, the Son of the living God. “The most important thing, “ Francis insisted in his interview, “is the first proclamation: Jesus Christ has saved you.” The Church of the 21st century must offer Jesus Christ as the answer to the question that is every human life (as John Paul II liked to put it). The moral law is important, and there should be no doubt that Francis believes and professes all that the Catholic Church believes and professes to be true about the moral life, the life that leads to happiness and beatitude. But he also understands that men and women are far more likely to embrace those moral truths — about the inalienable right to life from conception until natural death; about human sexuality and how it should be lived — when they have first embraced Jesus Christ as Lord. That, it seems to me, is what the pope was saying when he told Antonio Spadaro that “proclamation in a missionary style focuses on the essentials, on the necessary things.” These are what make “the heart burn: as it did for the disciples at Emmaus. . . . The proposal of the Gospel must be more simple, profound, radiant. It is from this proposition that the moral consequences then flow.”
Francis underscores that “the teaching of the Church is clear” on issues like abortion, euthanasia, the nature of marriage, and chastity and that he is “a son of the Church” who accepts those teachings as true. But he also knows that “when we speak about these issues, we have to talk about them in a context.” That “context” is Jesus Christ and his revelation of the truth about the human person. For as the Second Vatican Council taught inGaudium et Spes, its Pastoral Constitution on the Church in the Modern World, “It is only in the mystery of the Word made flesh that the mystery of man truly comes clear. For Adam, the first man, was the type of him who was to come. Christ the Lord, Christ the new Adam, in the very revelation of the mystery of the Father and of his love, fully reveals man to himself and brings to light his most high calling.”
Thus Pope Francis, the pastor who is urging a new pastoral style on his fellow bishops and fellow priests, insists that every time the Church says “no,” it does so on the basis of a higher and more compelling “yes”: yes to the dignity and value of every human life, which the Church affirms because it has embraced Jesus as Lord and proclaims him to a world increasingly tempted to measure human beings by their utility rather than their dignity.
Francis’s radical Christocentricity — his insistence that everything in the Church begins with Jesus Christ and must lead men and women to Jesus Christ — also sheds light on his statement that there is a hierarchy of truths in Catholicism or, as he put it, that “the dogmatic and moral teachings of the Church are not all equivalent.” That does not mean, of course, that some of those those teachings are not really, well, true; but it does mean that some truths help us make sense of other truths. The Second Vatican Council reclaimed this notion of a “hierarchy of truths” in Unitatis Redintegratio, its Decree on Ecumenism, and it’s an important idea, the pope understands, for the Church’s evangelical mission.
If you don’t believe in Jesus Christ as Lord — if you’ve never heard the Gospel — then you aren’t going to be very interested in what the Catholic Church has to say in Jesus’s name about what makes for human happiness and what makes for decadence and unhappiness; indeed, you’re quite likely to be hostile to what the Church says about how we ought to live. By redirecting the Church’s attention and pastoral action to the Church’s most basic responsibility — the proclamation of the Gospel and the invitation to friendship with Jesus Christ — Pope Francis is underscoring that a very badly disoriented 21st century will be more likely to pay attention to evangelists than to scolds: “We need to proclaim the Gospel on every street corner, preaching the good news of the kingdom and healing, even with our preaching, every kind of disease and wound. . . . The proclamation of the saving love of God comes before moral and religious imperatives.” The Church says “yes” before the Church says “no,” and there isn’t any “no” the Church pronounces that isn’t ultimately a reflection of the Church’s “yes” to Jesus Christ, to the Gospel, and to what Christ and the Gospel affirm about human dignity.
It’s going to take some time for both the Church and the world to grow accustomed to an evangelical papacy with distinctive priorities. Those who imagine the Catholic Church as an essentially political agency in which “policy” can change the way it changes when a new governor moves into an American statehouse will continue — as they did within minutes of the release of the America interview — to misrepresent Pope Francis as an advocate of doctrinal and moral change, of the sort that would be approved by the editorial board of the New York Times. This is nonsense. Perhaps more urgently, it is a distraction.
Jorge Mario Bergoglio is determined to redirect the Church’s attention, and the world’s attention, to Jesus Christ. In this, his papacy will be in continuity with those of John Paul II and Benedict XVI. Pope Francis is going to be radically Christ-centered in his own way, though, and some may find that way jarring. Those willing to take him in full, however, rather than excising 17 words from a 12,000-word interview, will find the context in which those 17 words make classic Catholic sense. “We cannot insist only on issues related to abortion, gay marriage, and the use of contraceptive methods,” the pope told his interviewer. Why? Because it is by insisting on conversion to Jesus Christ, on lifelong deepening of the believer’s friendship with him, and on the Church’s ministry as an instrument of the divine mercy that the Church will help others make sense of its teaching on those matters — with which the New York Times, not the Catholic Church, is obsessed — and will begin to transform a deeply wounded culture.
Etiquetas: Aborto, Contracepção, George Weigel, Homossexualidade, Igreja, jesus cristo, Papa Francisco I
Etiquetas:
Aborto,
defesa da Vida,
Deus,
entrevista Papa Francisco,
George Weigel,
Igreja católica,
Magistério,
Médicos Católicos,
Papa Francisco,
temas fracturantes
O Papa Francisco e o aborto: "Papa diz que defesa da vida “é uma verdadeira prioridade do magistério”"
Também sobre este encontro, vale a pena ler isto.
Papa diz que defesa da vida “é uma verdadeira prioridade do magistério”
Inserido em 20-09-2013 12:20
Francisco considera que o paradoxo dos tempos modernos é que as pessoas estão a reivindicar novos direitos, mas ninguém salvaguarda o mais importante de todos: o direito à vida.
O Papa referiu-se esta sexta-feira em termos muito claros ao drama do aborto e ao direito à vida, deixando muito claro que a protecção da vida é “uma verdadeira prioridade do magistério, particularmente no caso da vida indefesa, isto é, os deficientes, os doentes, os nascituros, as crianças, os idosos".
Numa audiência uma delegação de médicos católicos, Francisco foi mais longe e disse que as crianças que são “condenadas ao aborto” têm “o rosto do Senhor”, tal como os idosos cujo direito à vida não é respeitado.
Falou ainda da maternidade como “missão fundamental da mulher”, em todo o mundo, lamentando que seja nos países mais ricos que “muitas vezes a maternidade não é adequadamente considerada e promovida”.
As suas palavras surgem no dia seguinte à publicação de uma entrevista a um conjunto de revistas jesuítas, na qual afirmou que a Igreja não pode falar apenas de temas como o aborto, casamento homossexual ou contracepção.
Na audiência, o Papa sublinhou a importância do direito à vida, que não é matéria de fé, mas de ciência. "Radica na razão. Nenhuma vida é mais sagrada, mais importante que outra”, afirmou Francisco.
A mensagem é particularmente importante numa altura em que tudo aparenta ter um preço. “As coisas têm preço, podem ser vendidas, mas não as pessoas, elas não têm preço”.
O paradoxo dos tempos modernos, considera o Papa, é que as pessoas estão a reivindicar novos direitos, mas ninguém salvaguarda o mais importante de todos: o direito à vida.
[Notícia actualizada às 12h37]
Numa audiência uma delegação de médicos católicos, Francisco foi mais longe e disse que as crianças que são “condenadas ao aborto” têm “o rosto do Senhor”, tal como os idosos cujo direito à vida não é respeitado.
Falou ainda da maternidade como “missão fundamental da mulher”, em todo o mundo, lamentando que seja nos países mais ricos que “muitas vezes a maternidade não é adequadamente considerada e promovida”.
As suas palavras surgem no dia seguinte à publicação de uma entrevista a um conjunto de revistas jesuítas, na qual afirmou que a Igreja não pode falar apenas de temas como o aborto, casamento homossexual ou contracepção.
Na audiência, o Papa sublinhou a importância do direito à vida, que não é matéria de fé, mas de ciência. "Radica na razão. Nenhuma vida é mais sagrada, mais importante que outra”, afirmou Francisco.
A mensagem é particularmente importante numa altura em que tudo aparenta ter um preço. “As coisas têm preço, podem ser vendidas, mas não as pessoas, elas não têm preço”.
O paradoxo dos tempos modernos, considera o Papa, é que as pessoas estão a reivindicar novos direitos, mas ninguém salvaguarda o mais importante de todos: o direito à vida.
[Notícia actualizada às 12h37]
Etiquetas:
Aborto,
defesa da Vida,
Deus,
entrevista Papa Francisco,
Igreja católica,
Magistério,
Médicos Católicos,
Papa Francisco,
temas fracturantes
Ainda a entrevista do Papa Francisco
A entrevista do Papa Francisco ás revistas dos Jesuítas já está em português.
Sobre isso vale também a pena ler: o que se publicou hoje na Aciprensa e pela alegria que dá ver um jornal diário a retomar palavras essenciais do anúncio cristão (como, por exemplo “Deus está presente na vida de todas as pessoas, mesmo se essa vida tiver sido destruída por maus hábitos, por drogas ou seja o que for”) a notícia sobre a entrevista que saiu no Público, aqui. Apesar do erro de citação da entrevista...o Público "transcreve": "Sabemos qual é a opinião da Igreja e eu sou um filho da Igreja, mas não é preciso continuar a falar disto"...mas na entrevista está: "(...) mas não é necessário falar disso continuamente»."...enfim...! ;-)
Etiquetas:
Amor de Deus,
anúncio cristão,
Bento XVI,
casamento gay,
defesa da Vida,
entrevista Papa Francisco,
família,
Igreja católica,
Jesus,
moralismo,
Papa Francisco,
questões fracturantes
A entrevista do Papa Francisco
Estou de partida para um fim-de-semana fora e por isso sem tempo para grandes desenvolvimentos, mas o Papa Francisco deu uma entrevista belíssima à Civiltá Católica que também aparece publicada no Avvenire, jornal da Conferência Episcopal Italiana. Vale muito a pena ler.
No âmbito dessa entrevista fala também do assunto do anúncio cristão e da relação deste com as chamadas questões fracturantes (aborto, casamento gay, etc.). Basicamente e nos termos da entrevista, reafirmando como não podia deixar de ser a sua filiação na Igreja, o que o Papa alerta é para a redução contemporânea do cristianismo a um moralismo, do anúncio cristão a uma proposta moral, que, isso não diz mas acrescento eu, é não apenas uma tentação eclesial como o resultado da pressão da mentalidade contemporânea que procurando ocultar o que a Igreja é, ou percebendo a resistência que encontra no facto cristão, tenta reduzi-la a isso.
Além disso e na mesma parte da entrevista e em termos muito bonitos o Papa fala da Misericórdia, da liberdade humana e do amor de Deus a cada um, independentemente da sua circunstância particular, da relação dos sacerdotes com as pessoas que lhe estão confiadas, da confissão e do pecado. A projecção que estas suas intervenções têm, a força do anúncio que faz, são de facto a confirmação daquilo que a propósito do seu pontificado, diz Bento XVI, ou seja, que se sente confortado em verificar a justeza da sua renúncia, a intervenção de Deus na Sua Igreja. Que bom é que finalmente a voz da Igreja seja escutada sem a oposição imediata de um preconceito pessoal ou institucional!
Tudo o resto, por parte da mentalidade dominante, dos seus meios de comunicação, é pó, tentativa de semear a confusão e sobretudo medo de se confrontar pessoalmente com a verdade do anúncio que temos para fazer ao mundo: Deus existe, ama-nos, e faz-se encontrar na pessoa física, real e viva, de Jesus, hoje, na Sua Igreja. Ou seja, com o mesmo anúncio que uma vez recebido por cada um, faz com que naquelas questões concretas, a nossa posição de cristãos seja a da valorização da Família, de defesa da Vida humana da concepção até á morte natural, de defesa do embrião humano (veja-se aqui o que disse o Papa Francisco num dos Angelus [e no qual anuncia também o dia da Evangelium Vitae no qual estiveram presentes portugueses dos movimentos cívicos a favor da Família e da Vida]), da afirmação que a família se baseia no casamento entre homem e mulher, etc.
Parto pois contente para o fim-de-semana! ;-)
Etiquetas:
Amor de Deus,
anúncio cristão,
Bento XVI,
casamento gay,
defesa da Vida,
entrevista Papa Francisco,
família,
Igreja católica,
Jesus,
moralismo,
Papa Francisco,
questões fracturantes
segunda-feira, setembro 16, 2013
O Mordomo: é longa a estrada para a liberdade e o respeito da dignidade humana...!
Fui ver este filme na sexta-feira passada. Se o filme é curioso pela sua vertente de mostrar a Casa Branca vista do lado do serviço que implica, o seu valor maior e grande tema é a luta prolongada, corajosa, heroica, sofrida, da população afro-americana pela sua liberdade, o reconhecimento da sua dignidade e o direito á igualdade com a população branca. Em frente dos nossos olhos desfilam datas dos anos cinquenta e sessenta (!) e não se acredita que ainda então fosse tal a brutalidade, a desigualdade, a opressão, a humilhação (desde o não ser atendido por igual numa loja, a não se poder sentar no mesmo autocarro escolar ou andar nas mesmas escolas, ser agredido quando se reivindicava a liberdade ou tratado abaixo de cão por iguais em idade, profissão ou condição). Impressionante!
Além disso há outros pontos relevantes no filme e na história: dos movimentos civis, da passagem de alguns do pacifismo á violência (com os Panteras Negras), os diferentes presidentes americanos e como reagiam á questão racial (e não é que quem mais passos deu no bom sentido foi um que era católico, John Kennedy, e outro republicano e conservador, sim, Ronald Reagan*...? Bem feito para todos esses historiadores esquerdistas incapazes de reconhecer grandeza moral e política no outro lado das suas convicções!) e por fim um tema completamente humano, verdadeiro, doloroso mas passível de redenção, qual seja o da relação atribulada de um pai com um filho. Grande filme!
Pensando em tudo isto e em quão é longa e sofrida a estrada para a liberdade e o respeito da dignidade humana no fim do filme não pude deixar de pensar no empenho de alguns na defesa da Vida humana desde a concepção até á morte natural. Como hoje defrontamos por vezes a mesma hostilidade ou a mesma incompreensão, mas também ao mesmo tempo vivemos a mesma convicção e crença na humanidade que tiveram aqueles lutadores pelos direitos cívicos. E em relação ás crianças mortas pelo aborto ou os velhinhos e os doentes massacrados pela eutanásia também o nosso grito é o mesmo: porque não reconheces a sua humanidade...!?
Duas notas finais: o filme tem música do Rodrigo Leão (ver aqui) e pode-se ler sobre o Mordomo real: Eugene Allen.
* Apesar das críticas de que o Público se fez eco.
Etiquetas:
Aborto,
América,
Casa Branca,
defesa da Vida,
descriminação racial,
Estados Unidos,
Eugene Allen,
Eutanásia,
humanidade,
igualdade,
negros,
O Mordomo,
raças,
Rodrigo Leão
quinta-feira, setembro 12, 2013
Mais uma vez da desnecessidade do uso de células embrionárias humanas
A notícia do Público de hoje, que reproduzo aqui em baixo vem uma vez mais confirmar que a via da utilização das chamadas células adultas é um caminho mais promissor do que aquele da utilização de células embrionárias, para o fim da reprogramação de células estaminais, pluripotentes. Quanto tempo a cegueira ideológica vai imperar sobre a evidência científica é a grande questão. Daí também a importância de iniciativas como a da Petição Europeia Um de Nós para impor aos órgãos decisores da União Europeia o respeito pelo embrião humano e o fim das experiências científicas que implicam a destruição de seres humanos na sua fase embrionária...
Senão, vejam:
Técnica poderá servir para a regeneração de tecidos.
Senão, vejam:
Cientistas reprogramam pela primeira vez células estaminais em ratinhos
Por Nicolau Ferreira
Técnica poderá servir para a regeneração de tecidos.
A investigação das células estaminais pluripotentes induzidas acaba de dar mais um passo. Uma equipa de cientistas reprogramou células adultas que se tornaram pluripotentes, ou seja, com a capacidade de gerar todo o tipo de células do corpo. Mas, em vez de conduzir esta reprogramação in vitro, como é costume, fê-lo pela primeira vez directamente nos ratinhos. O conjunto de experiências foi ontem publicado num artigo da revista Nature. A longo prazo, a equipa espera que esta novidade permita o desenvolvimento de um método eficaz para a utilização de células estaminais pluripotentes induzidas na regeneração de tecidos ou no tratamento de doenças.
O ponto de partida desta experiência situa-se em 2006, quando Shinya Yamanaka conseguiu produzir pela primeira vez células estaminais pluripotentes induzidas. Para isso, o cientista retirou fibroblastos de um ratinho e colocou-os numa cultura in vitro. De seguida, introduziu quatro genes nas células. Quando estes genes foram activados, começou a tocar uma nova canção no piano genético das células. Esta canção obrigou-as a tornarem-se cada vez menos especializadas na sua forma e função e a transformarem-se assim em células estaminais pluripotentes.
No fundo, os fibroblastos foram reprogramados para um estado mais precoce e passaram a ter a forma e as propriedades das células que fazem parte das primeiras fases do embrião. Estas células são pluripotentes, têm o potencial de se diferenciar em todos os tipos de células que compõem os tecidos - não só os fibroblastos, mas também as células do fígado, do coração ou da pele, entre outras.
Agora, a equipa de Manuel Serrano, do Centro Nacional Espanhol de Investigação do Cancro, aplicou a mesma técnica aos próprios ratinhos. Os cientistas serviram-se dos mesmos quatro genes, que são factores de transcrição naturalmente activos durante a primeira fase do desenvolvimento do embrião e regulam os outros genes das células.
Através da engenharia genética, os cientistas conseguiram criar linhagens de ratinhos com uma "cassete" desses quatro genes que ficou incluída no ADN de todas as células dos roedores. Esta "cassete" tem um truque: só é tocada - ou seja, os quatro genes só se tornam activos - quando os ratinhos tomam uma substância chamada doxiciclina.
A equipa deu a estes ratinhos uma dose controlada de doxiciclina e verificou que os ratinhos começaram a produzir teratomas em vários tecidos diferentes: no pâncreas, no intestino, no estômago ou nos rins. Um teratoma é um tumor que se pode desenvolver no ovário, a partir de células não diferenciadas, e que gera uma massa onde se encontram tecidos diferentes e até pêlos ou dentes.
Nos ratinhos, os teratomas indicaram à equipa o sucesso da doxiciclina: os quatro genes foram activados em células de vários tecidos e estas transformaram-se em células estaminais pluripotentes induzidas que, depois, multiplicaram-se, formando os teratomas. "Esta mudança no desenvolvimento nunca tinha sido observada na natureza", diz em comunicado María Abad, uma das autoras do artigo.
A equipa descobriu ainda que estas células tinham uma maior capacidade de diferenciação do que as células estaminais pluripotentes induzidas in vitro. Quando um espermatozóide fecunda o óvulo, o ovo - a nova célula formada - não vai dar só uma nova pessoa, nos mamíferos vai também originar a placenta e outras estruturas que suportam o desenvolvimento destes animais no útero. As células estaminais pluripotentes induzidas in vitro só são capazes de se diferenciar nos tecidos dos animais, já as novas células originaram estruturas parecidas com embriões que tinham alguns destes tecidos de suporte. A causa desta capacidade superior de diferenciação é desconhecida.
Agora, a equipa quer testar se estas novas células podem gerar tecidos in vitro. Numa conferência de imprensa da Nature, Manuel Serrano especula ainda a aplicação desta técnica na medicina regenerativa, através da reprogramação local de células no órgão que se quer tratar. "Temos de descobrir quais as condições insuficientes para uma reprogramação total [evitando o desenvolvimento de teratomas], mas suficientes para a regeneração." É um esforço para os próximos anos.
O ponto de partida desta experiência situa-se em 2006, quando Shinya Yamanaka conseguiu produzir pela primeira vez células estaminais pluripotentes induzidas. Para isso, o cientista retirou fibroblastos de um ratinho e colocou-os numa cultura in vitro. De seguida, introduziu quatro genes nas células. Quando estes genes foram activados, começou a tocar uma nova canção no piano genético das células. Esta canção obrigou-as a tornarem-se cada vez menos especializadas na sua forma e função e a transformarem-se assim em células estaminais pluripotentes.
No fundo, os fibroblastos foram reprogramados para um estado mais precoce e passaram a ter a forma e as propriedades das células que fazem parte das primeiras fases do embrião. Estas células são pluripotentes, têm o potencial de se diferenciar em todos os tipos de células que compõem os tecidos - não só os fibroblastos, mas também as células do fígado, do coração ou da pele, entre outras.
Agora, a equipa de Manuel Serrano, do Centro Nacional Espanhol de Investigação do Cancro, aplicou a mesma técnica aos próprios ratinhos. Os cientistas serviram-se dos mesmos quatro genes, que são factores de transcrição naturalmente activos durante a primeira fase do desenvolvimento do embrião e regulam os outros genes das células.
Através da engenharia genética, os cientistas conseguiram criar linhagens de ratinhos com uma "cassete" desses quatro genes que ficou incluída no ADN de todas as células dos roedores. Esta "cassete" tem um truque: só é tocada - ou seja, os quatro genes só se tornam activos - quando os ratinhos tomam uma substância chamada doxiciclina.
A equipa deu a estes ratinhos uma dose controlada de doxiciclina e verificou que os ratinhos começaram a produzir teratomas em vários tecidos diferentes: no pâncreas, no intestino, no estômago ou nos rins. Um teratoma é um tumor que se pode desenvolver no ovário, a partir de células não diferenciadas, e que gera uma massa onde se encontram tecidos diferentes e até pêlos ou dentes.
Nos ratinhos, os teratomas indicaram à equipa o sucesso da doxiciclina: os quatro genes foram activados em células de vários tecidos e estas transformaram-se em células estaminais pluripotentes induzidas que, depois, multiplicaram-se, formando os teratomas. "Esta mudança no desenvolvimento nunca tinha sido observada na natureza", diz em comunicado María Abad, uma das autoras do artigo.
A equipa descobriu ainda que estas células tinham uma maior capacidade de diferenciação do que as células estaminais pluripotentes induzidas in vitro. Quando um espermatozóide fecunda o óvulo, o ovo - a nova célula formada - não vai dar só uma nova pessoa, nos mamíferos vai também originar a placenta e outras estruturas que suportam o desenvolvimento destes animais no útero. As células estaminais pluripotentes induzidas in vitro só são capazes de se diferenciar nos tecidos dos animais, já as novas células originaram estruturas parecidas com embriões que tinham alguns destes tecidos de suporte. A causa desta capacidade superior de diferenciação é desconhecida.
Agora, a equipa quer testar se estas novas células podem gerar tecidos in vitro. Numa conferência de imprensa da Nature, Manuel Serrano especula ainda a aplicação desta técnica na medicina regenerativa, através da reprogramação local de células no órgão que se quer tratar. "Temos de descobrir quais as condições insuficientes para uma reprogramação total [evitando o desenvolvimento de teratomas], mas suficientes para a regeneração." É um esforço para os próximos anos.
Etiquetas:
células adultas,
células estaminais,
defesa da Vida,
dignidade humana,
embrião humano,
investigação científica,
Nature,
natureza,
regeneração de tecidos,
Um de Nós,
união europeia
sexta-feira, setembro 06, 2013
Extraordinário!: Papa convence mulher a não abortar e oferece-se para ser padrinho
Papa convence mulher a não abortar e oferece-se para ser padrinho
Inserido em 06-09-2013 10:21
Anna Romano escreveu ao Papa quando soube que estava grávida, mas nunca esperou o telefonema que a convenceu a deixar avançar a gravidez.
Foi o desespero que levou Anna Romano a escrever ao Papa Francisco. A mulher, italiana, encontrava-se grávida do seu amante, um homem casado, e este já lhe tinha deixado claro que não iria ajudar a criar o bebé, tentando convencê-la a abortar.
Sob pressão, Anna escreveu ao Papa, mais por desabafo do que por outra razão, e foi com grande surpresa que recebeu um telefonema de Francisco.
“Fiquei estupefacta ao telefone. Ouvi-o a falar. Tinha lido a minha carta. Assegurou-me que o bebé é um dom de Deus, um sinal da providência. Disse-me que nunca estaria sozinha”, conta Romano ao jornal italiano “Il Messagero”.
Após alguns minutos de conversa, a futura mãe encontrava-se novamente cheia de esperança e decidida a levar a gravidez até ao fim. “Ele encheu-me o coração de alegria quando me disse que eu era corajosa e forte pelo meu filho”, recorda.
As palavras do Papa foram ainda tranquilizadoras noutro sentido. Anna disse a Francisco que gostaria de baptizar o filho, mas "tinha medo que não fosse possível", por ser "mãe solteira e divorciada". O Papa não só explicou que seria possível baptizá-lo, como se ofereceu para ser ele próprio o padrinho. “Estou convencido que não terá dificuldade em encontrar um pai espiritual, mas, se não conseguir, estou sempre disponível”, disse Francisco.
Compreensivelmente, Anna Romano já fez saber que, se a criança for rapaz, chamar-se-á Francisco.
Desde a sua eleição, o Papa já pegou várias vezes no telefone para falar pessoalmente com pessoas que sabia estarem a passar dificuldades. Um caso envolveu um rapaz cujo irmão tinha sido morto e, mais recentemente, uma mulher argentina vítima de violação.
Sob pressão, Anna escreveu ao Papa, mais por desabafo do que por outra razão, e foi com grande surpresa que recebeu um telefonema de Francisco.
“Fiquei estupefacta ao telefone. Ouvi-o a falar. Tinha lido a minha carta. Assegurou-me que o bebé é um dom de Deus, um sinal da providência. Disse-me que nunca estaria sozinha”, conta Romano ao jornal italiano “Il Messagero”.
Após alguns minutos de conversa, a futura mãe encontrava-se novamente cheia de esperança e decidida a levar a gravidez até ao fim. “Ele encheu-me o coração de alegria quando me disse que eu era corajosa e forte pelo meu filho”, recorda.
As palavras do Papa foram ainda tranquilizadoras noutro sentido. Anna disse a Francisco que gostaria de baptizar o filho, mas "tinha medo que não fosse possível", por ser "mãe solteira e divorciada". O Papa não só explicou que seria possível baptizá-lo, como se ofereceu para ser ele próprio o padrinho. “Estou convencido que não terá dificuldade em encontrar um pai espiritual, mas, se não conseguir, estou sempre disponível”, disse Francisco.
Compreensivelmente, Anna Romano já fez saber que, se a criança for rapaz, chamar-se-á Francisco.
Desde a sua eleição, o Papa já pegou várias vezes no telefone para falar pessoalmente com pessoas que sabia estarem a passar dificuldades. Um caso envolveu um rapaz cujo irmão tinha sido morto e, mais recentemente, uma mulher argentina vítima de violação.
Etiquetas:
Aborto,
Amor de Deus,
Baptismo,
caridade,
defesa da Vida,
Igreja católica,
Jesus,
Papa Francisco
segunda-feira, julho 08, 2013
Manuel Clemente: Homília ontem nos Jerónimos e aplauso a políticos
Enquanto se espera a publicação do texto na íntegra da Homília ontem aqui fica a notícia como saiu na Ecclesia (de onde retirei também a fotografia acima) com alguns sublinhados meus a negrito.
Uma pequena nota sobre os aplausos a Cavaco Silva e Passos Coelho: na minha opinião expressam a consciência que o país inteiro teve da importância dos dias da crise política e também a gratidão àqueles políticos que souberam estar á altura das circunstâncias e pela sua atitude proporcionaram se tivesse alcançado um desfecho harmonioso dos dias difíceis que vivemos. Além de que revelaram também a consciência e maturidade do povo católico a quem a causa pública interessa e na qual estão dispostos a jogar um papel ao qual tem direito e o farão para o bem de todos.
Recordou-me por fim aqueles mesmos aplausos que no Meeting de Rimini costumam receber todos os políticos que lá vão falar (este ano e como muitas vezes antes os seus antecessores, o próprio primeiro-ministro italiano, Letta). E assim explicados pelo Giorgio Vitadini, presidente da Fundação para a Subsidiariedade: "nós aplaudimos os políticos que cá vêm porque apreciamos, estimamos, a tentativa humana de quem está na política, de servir o bem comum, com o sacrifício que isso implica. E esse afeto é anterior ao próprio juízo que depois possamos fazer sobre as políticas concretas que esses políticos protagonizam".
Patriarca de Lisboa quer Igreja acolhedora
D. Manuel Clemente recordou as consequências socioculturais do evangelho para os dias de hoje
Arlindo Homen/AE | D. Manuel Clemente, patriarca de Lisboa
Lisboa, 07 jul (Ecclesia) - D. Manuel Clemente pediu hoje às comunidades cristãs que acolham todas as pessoas e recordou as consequências socioculturais do Evangelho, nomeadamente a dignidade da pessoa humana desde a “conceção à morte natural”.
Na homilia da missa de entrada solene no Patriarcado de Lisboa, hoje no Mosteiro dos Jerónimos, D. Manuel Clemente pediu que na diocese se constituam “comunidades de acolhimento e missão”.
“E que importante é e será, que nas nossas comunidades todos possam encontrar um “sim” à pessoa que são, mesmo quando não devamos conceder o que imediatamente peçam”, disse o patriarca de Lisboa.
Sem adiantar “detalhes programáticos”, D. Manuel Clemente disse que “a Igreja de Lisboa seguirá as indicações” saídas do Sínodo dos Bispos sobre a nova evangelização e as propostas da Conferência Episcopal Portuguesa, na Nota Pastoral de 11 de abril último sobre a “renovação da Pastoral da Igreja em Portugal”
D. Manuel Clemente referiu-se depois às “consequências socioculturais do Evangelho”, tanto na “concretização comunitária” como na sua “aplicação pastoral”, sugerindo a inclusão dos princípios da doutrina social da Igreja “nos percursos da nova evangelização” e na “formação dos cristãos que se empenhem em servir a convivência humana na vida social e política”.
“Com a difusão do cristianismo e a sua feliz coincidência com as aspirações de tantas sabedorias e credos, foram pouco a pouco germinando sementes de vida, civilização e cultura de que não podemos abdicar”, disse D. Manuel Clemente.
Para o patriarca de Lisboa, é necessário defender “a dignidade da pessoa humana, na variedade enriquecida de raças e povos e sempre protegida e promovida da conceção à morte natural de cada um” para que não se coloque “em risco” a “humanidade”.
O bispo de Lisboa defendeu “a verdade familiar, na complentaridade homem-mulher, na geração e educação dos filhos e na entreajuda entre mais novos e mais velhos” e a “distinção entre “Deus e César, que abriu caminho à laicidade positiva das instituições políticas e à liberdade religiosa dos cidadãos”.
A entrada na diocese de Lisboa acontece um dia depois de D. Manuel Clemente ter tomado posse como 17º patriarca, este sábado, na Sé da diocesana, sucedendo a D. José Policarpo, que apresentou o pedido de renúncia por limite de idade.
PR
Na homilia da missa de entrada solene no Patriarcado de Lisboa, hoje no Mosteiro dos Jerónimos, D. Manuel Clemente pediu que na diocese se constituam “comunidades de acolhimento e missão”.
“E que importante é e será, que nas nossas comunidades todos possam encontrar um “sim” à pessoa que são, mesmo quando não devamos conceder o que imediatamente peçam”, disse o patriarca de Lisboa.
Sem adiantar “detalhes programáticos”, D. Manuel Clemente disse que “a Igreja de Lisboa seguirá as indicações” saídas do Sínodo dos Bispos sobre a nova evangelização e as propostas da Conferência Episcopal Portuguesa, na Nota Pastoral de 11 de abril último sobre a “renovação da Pastoral da Igreja em Portugal”
D. Manuel Clemente referiu-se depois às “consequências socioculturais do Evangelho”, tanto na “concretização comunitária” como na sua “aplicação pastoral”, sugerindo a inclusão dos princípios da doutrina social da Igreja “nos percursos da nova evangelização” e na “formação dos cristãos que se empenhem em servir a convivência humana na vida social e política”.
“Com a difusão do cristianismo e a sua feliz coincidência com as aspirações de tantas sabedorias e credos, foram pouco a pouco germinando sementes de vida, civilização e cultura de que não podemos abdicar”, disse D. Manuel Clemente.
Para o patriarca de Lisboa, é necessário defender “a dignidade da pessoa humana, na variedade enriquecida de raças e povos e sempre protegida e promovida da conceção à morte natural de cada um” para que não se coloque “em risco” a “humanidade”.
O bispo de Lisboa defendeu “a verdade familiar, na complentaridade homem-mulher, na geração e educação dos filhos e na entreajuda entre mais novos e mais velhos” e a “distinção entre “Deus e César, que abriu caminho à laicidade positiva das instituições políticas e à liberdade religiosa dos cidadãos”.
A entrada na diocese de Lisboa acontece um dia depois de D. Manuel Clemente ter tomado posse como 17º patriarca, este sábado, na Sé da diocesana, sucedendo a D. José Policarpo, que apresentou o pedido de renúncia por limite de idade.
PR
Nacional | Agência Ecclesia | 2013-07-07 | 17:40:52 | 2321 Caracteres | Diocese de Lisboa
© 2009 Agência Ecclesia. Todos os direitos reservados - agencia@ecclesia.PT
Etiquetas:
aplausos a políticos,
Cavaco Silva,
D. Manuel Clemente,
defesa da Vida,
família,
Igreja e política,
meeting Rimini,
Missa Jerónimos,
passos coelho,
Patriarca de Lisboa,
posse patriarca
sábado, abril 13, 2013
Que coisa maravilhosa e mistério é o homem!
Bem sei há um factor sentimental e a música de fundo ajuda. Mas através de tudo isso passa a humanidade como ela é: grande, à imagem e semelhança Dele. Que este rapaz, a viver nas ruas desde os 5 anos, cante assim e pela razão que ele explica, tenha sobrevivido e conservado vivo um coração que deseja a beleza, é extraordinário. Como isso não pode resultar da simples carne, é porque vem da Alma, e esta Quem no-la deu foi Deus...vejam isto:
Percebe-se melhor agora qual é a imensa dignidade humana e porque é que uma dúvida plausivel sobre a qualidade de vida não pode justificar nunca que se disponha da mesma...?
Etiquetas:
Alma,
Beleza,
Coreia,
defesa da Vida,
Deus,
dignidade humana,
humanidade,
Jesus,
música,
qualidade de vida,
sem-abrigo,
Vida
sábado, março 30, 2013
Sábado Santo e Eutanásia
Em bom rigor como publicou hoje o Pedro Aguiar Pinto nós os cristãos devíamos viver este dia (o Sábado Santo) como que suspensos, tentando pôr-nos na pele da tristeza imensa em que estavam hoje os díscipulos de Jesus, em silêncio, sentados ao lado de Nossa Senhora, procurando fazer-lhe companhia na Sua imensa dor, a deitar contas à vida (ao desfazer da companhia humana em torno de Jesus), sem esperança no amanhã e só saudade do passado...mas não somos capazes...
Na verdade vivemos já na doce antecipação da visita amanhã ao túmulo que sabemos vamos encontrar vazio, estamos já na alegria da Vígilia de hoje e no contente fim das penitências quaresmais...Deus nos perdoe por este baixar de braços nos últimos metros, neste decair da tensão da espera, nesta falta de amor...!
E nos perdoe também de publicar esta gracinha sobre a Eutanásia, recebida em email de amigo, e a cujo humor não resisti...;-)
Texto da agência Deustsche Welle:
"Rolando na internet: A eutanásia aplicada aos jovens 'Esse texto é muito criativo, trata de um assunto preocupante, porém, com bom humor!' João-Francisco Rogowski
Ontem à noite, minha mãe e eu estávamos sentados na sala falando de coisas da vida.... e do tema da eutanásia (desligar as máquinas, morrer logo, sem sofrer, quando se está desenganado)....
Disse: - "Mamãe, nunca me deixe viver em estado vegetativo, dependendo de máquinas e líquidos de uma garrafa de hospital. Se me vir nesse estado, desligue logo os aparelhos que me mantêm artificialmente com vida. "PREFIRO MORRER".
Então, minha mãe se levantou, olhou para mim com cara de admiração e desligou :
a TV,
o DVD,
o CABO DE INTERNET,
o PC,
o MP3/4,
o PLAY-STATION 2,
o PSP,
a WIRELESS,
o TELEFONE FIXO,
ME TIROU
o CELULAR,
o IPOD,
o BLACKBERRY
e RETIROU DA GELADEIRA
toda as COCA-COLAS e as CERVEJAS!!!
(...) !!!
QUASE MORRI !!!"
Na verdade vivemos já na doce antecipação da visita amanhã ao túmulo que sabemos vamos encontrar vazio, estamos já na alegria da Vígilia de hoje e no contente fim das penitências quaresmais...Deus nos perdoe por este baixar de braços nos últimos metros, neste decair da tensão da espera, nesta falta de amor...!
E nos perdoe também de publicar esta gracinha sobre a Eutanásia, recebida em email de amigo, e a cujo humor não resisti...;-)
Texto da agência Deustsche Welle:
"Rolando na internet: A eutanásia aplicada aos jovens 'Esse texto é muito criativo, trata de um assunto preocupante, porém, com bom humor!' João-Francisco Rogowski
Ontem à noite, minha mãe e eu estávamos sentados na sala falando de coisas da vida.... e do tema da eutanásia (desligar as máquinas, morrer logo, sem sofrer, quando se está desenganado)....
Disse: - "Mamãe, nunca me deixe viver em estado vegetativo, dependendo de máquinas e líquidos de uma garrafa de hospital. Se me vir nesse estado, desligue logo os aparelhos que me mantêm artificialmente com vida. "PREFIRO MORRER".
Então, minha mãe se levantou, olhou para mim com cara de admiração e desligou :
a TV,
o DVD,
o CABO DE INTERNET,
o PC,
o MP3/4,
o PLAY-STATION 2,
o PSP,
a WIRELESS,
o TELEFONE FIXO,
ME TIROU
o CELULAR,
o IPOD,
o BLACKBERRY
e RETIROU DA GELADEIRA
toda as COCA-COLAS e as CERVEJAS!!!
(...) !!!
QUASE MORRI !!!"
Etiquetas:
defesa da Vida,
Eutanásia,
Jesus,
Nossa Senhora,
novas tecnologias,
Paixão de Cristo,
Páscoa,
Sábado Santo,
Semana Santa
Subscrever:
Mensagens (Atom)











