Noticia hoje o Público a extinção, como partido político, do MEP. As razões estão aqui.
Impressionou-me na tentativa a qualidade e inovação da mesma (intervenção política muito centrada nos aspectos sociais, materiais produzidos, iniciativas e presença digitais, etc.), a originalidade de algumas ideias e a frescura de alguns posicionamentos como o de candidatar Laurinda Alves ao Parlamento Europeu, mas também:
a) Como beneficiando ao principio de boa imprensa, depressa esta os pôs de parte (não os levando ao colo como aconteceu em seu tempo com o BE e como muito bem observou uma vez José Miguel Júdice) e
b) A reacção dos eleitores, sempre a queixar-se "dos mesmos", mas que depois não acolhem estas novas propostas como aconteceu com o PPV ou com um outro de que, peço desculpa, já não me lembro do nome...
Ou seja: mesmo uma coisa bem pensada, não conseguiu romper este sistema partidário que se encontra completamente petrificado. Por quanto tempo?
Com a liberdade de quem não esteve no MEP nem votou nele, ficam os parabéns a quem o levou por diante e a certeza de que quem o fez, mais tarde ou mais cedo, dará cartas, neste âmbito ou em outros, e com isso beneficiará o país e o sistema democrático.
Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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segunda-feira, janeiro 30, 2012
A extinção do MEP
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segunda-feira, junho 06, 2011
Eleições 2011: um balanço rápido
José Sócrates foi-se embora, terminou um pesadelo de seis anos. As feridas estão lá mas pelo menos estancou a hemorragia, mas vai levar um tempão a cicicatrizar e muito mais a deixar de se ver a cicatriz.
O centro-direita tem uma maioria absoluta (embora duvide tenha o Presidente que Sá Carneiro sonhou...;-), a AD voltou.
Os pequenos partidos da área social e politica da militância católica (por injusto que isso seja em relação ao esforço feito e ao mérito da coragem) não conseguiram furar o cerco dos grandes e está provado, para quem não o viu até hoje, que não é por ai o caminho (a esse propósito muito razoável a conclusão de Rui Marques).
Agora está tudo por fazer e por isso: ao trabalho!
Nota: como ouvi a um responsável do PP há uns tempos "vamos tomar conta do comboio, mas este está à desfilada, em direcção que por ora não é possível inverter, a tripulação é do adversário e só reduzir a velocidade já vai dar um trabalhão"...
O centro-direita tem uma maioria absoluta (embora duvide tenha o Presidente que Sá Carneiro sonhou...;-), a AD voltou.
Os pequenos partidos da área social e politica da militância católica (por injusto que isso seja em relação ao esforço feito e ao mérito da coragem) não conseguiram furar o cerco dos grandes e está provado, para quem não o viu até hoje, que não é por ai o caminho (a esse propósito muito razoável a conclusão de Rui Marques).
Agora está tudo por fazer e por isso: ao trabalho!
Nota: como ouvi a um responsável do PP há uns tempos "vamos tomar conta do comboio, mas este está à desfilada, em direcção que por ora não é possível inverter, a tripulação é do adversário e só reduzir a velocidade já vai dar um trabalhão"...
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