Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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quarta-feira, abril 23, 2014
Ressuscitou, Aleluia!
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domingo, março 31, 2013
Uma Santa Páscoa!
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sexta-feira, março 29, 2013
Páscoa: o Papa Francisco e a Homília do Bispo do Porto
Neste tempo de oração próxima e espera ansiosa da Ressurreição impressionou-me ler este trecho da Homília ontem do Senhor D. Manuel Clemente na Sé do Porto:
Como disse o Papa Francisco, dirijamo-nos aos pobres, numa Igreja pobre e para os pobres. Sucessor de Pedro, repetiu a seu modo o que o apóstolo respondeu ao mendigo de Jerusalém: «Não tenho ouro nem prata, mas o que tenho, isto te dou: Em nome de Jesus Cristo Nazareno, levanta-te e anda!» (Act 3, 6).
Não me parece haja melhor definição do actual Papa que esta: um homem que é simples porque tudo o que tem para propor é o que vive: Cristo.
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domingo, abril 08, 2012
Do Blog Povo: Cristo ressuscitou!
Na sua mensagem de hoje o meu amigo Pedro Aguiar Pinto, editor do Blog Povo, diz isto com que me identifico totalmente, na alegria de uma Páscoa celebrada a bem uns milhares de quilómetros daquele Norte onde hoje de manhã teria integrado a Visita Pascal:
"Depois do silêncio de sexta-feira e sábado santos, o repicar dos sinos logo de manhã, acordam um Portugal que ainda é essencialmente cristão. Tenho essa consciência na missa da manhã quando o povo maioritariamente idoso e habitualmente tristonho que enche a igreja da paróquia onde vou à missa quando venho ao Porto, canta com uma alegria que vem de dentro enquanto as campainhas que acompanharam os “compassos” entram ruidosas ao entoar do Glória pelo corredor central.
É mesmo neste momento que se sente vibrar a totalidade de significado que Cristo veio trazer à nossa existência. Perante o túmulo vazio de hoje e as manifestações do esplendor da presença de Cristo glorioso de que os próximos dias deste tempo pascal fazem memória o nosso coração enche-se de contentamento por ter o melhor dos chefes. "
Uma Santa Páscoa a todos!
"Depois do silêncio de sexta-feira e sábado santos, o repicar dos sinos logo de manhã, acordam um Portugal que ainda é essencialmente cristão. Tenho essa consciência na missa da manhã quando o povo maioritariamente idoso e habitualmente tristonho que enche a igreja da paróquia onde vou à missa quando venho ao Porto, canta com uma alegria que vem de dentro enquanto as campainhas que acompanharam os “compassos” entram ruidosas ao entoar do Glória pelo corredor central.
É mesmo neste momento que se sente vibrar a totalidade de significado que Cristo veio trazer à nossa existência. Perante o túmulo vazio de hoje e as manifestações do esplendor da presença de Cristo glorioso de que os próximos dias deste tempo pascal fazem memória o nosso coração enche-se de contentamento por ter o melhor dos chefes.
Uma Santa Páscoa a todos!
Ressurreição de
Cristo e as mulheres no túmulo
(1441)
Museo di San
Marco
Florença
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sábado, abril 10, 2010
Da importância de acreditar na Ressurreição
Se conclui por este artigo genial (como habitualmente) do João César das Neves:
Inconsciência
DESTAK | 07 | 04 | 2010 22.03H
João César das Neves | naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt
«Duzentos e cinquenta mil católicos não acreditam na vida eterna». No passado domingo, Domingo de Páscoa, o Diário de Notícias fez disto primeira página.
Segundo um estudo, 25% dos inquiridos não acreditam na ressurreição após a morte, 10% dos quais dizem ir à missa habitualmente. Cometendo um abuso estatístico comum, esses valores foram multiplicados pela população nacional para dar o título bombástico.
A confusão numérica é fácil de destrinçar. Não são 10% dos praticantes que não acreditam, mas 10% dos que não acreditam dizem ir à missa. Por outro lado, não se quis reparar que a esmagadora maioria dos portugueses (75%) acredita na ressurreição, a maior parte deles sem sequer praticar religião.
O mais curioso é não se terem notado as enormes consequências políticas e sociais da questão. Porque acreditar na ressurreição não é aspecto menor, mas decisivo na vida comunitária. Como disse há 1900 anos o primeiro filósofo cristão, S. Justino Mártir: «Se a morte terminasse na inconsciência, seria uma boa sorte para todos os malvados» (I Apologia, 18).
Acreditar que na morte acaba tudo, que não existe justiça certa e que o que se faz fica esquecido, tem enormes consequências na vida pessoal e social concreta. Pode-se ser bom assim, mas essa costuma ser a crença cómoda dos que seguem os seus caprichos.
Os terríveis abusos do nosso tempo, corrupção, falta de honra e crise de valores, que todos os quadrantes denunciam, têm certamente a ver com isto. Por cá as coisas só não são piores porque felizmente três quartos dos portugueses acreditam na ressurreição.
Inconsciência
DESTAK | 07 | 04 | 2010 22.03H
João César das Neves | naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt
«Duzentos e cinquenta mil católicos não acreditam na vida eterna». No passado domingo, Domingo de Páscoa, o Diário de Notícias fez disto primeira página.
Segundo um estudo, 25% dos inquiridos não acreditam na ressurreição após a morte, 10% dos quais dizem ir à missa habitualmente. Cometendo um abuso estatístico comum, esses valores foram multiplicados pela população nacional para dar o título bombástico.
A confusão numérica é fácil de destrinçar. Não são 10% dos praticantes que não acreditam, mas 10% dos que não acreditam dizem ir à missa. Por outro lado, não se quis reparar que a esmagadora maioria dos portugueses (75%) acredita na ressurreição, a maior parte deles sem sequer praticar religião.
O mais curioso é não se terem notado as enormes consequências políticas e sociais da questão. Porque acreditar na ressurreição não é aspecto menor, mas decisivo na vida comunitária. Como disse há 1900 anos o primeiro filósofo cristão, S. Justino Mártir: «Se a morte terminasse na inconsciência, seria uma boa sorte para todos os malvados» (I Apologia, 18).
Acreditar que na morte acaba tudo, que não existe justiça certa e que o que se faz fica esquecido, tem enormes consequências na vida pessoal e social concreta. Pode-se ser bom assim, mas essa costuma ser a crença cómoda dos que seguem os seus caprichos.
Os terríveis abusos do nosso tempo, corrupção, falta de honra e crise de valores, que todos os quadrantes denunciam, têm certamente a ver com isto. Por cá as coisas só não são piores porque felizmente três quartos dos portugueses acreditam na ressurreição.
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