Começou desastrado o processo de eleição (como estão as coisas é mais de nomeação do que outra coisa como bem o referiu hoje o Professor Jorge Miranda...) dos novos juizes do Tribunal Constitucional...
Primeiro que tudo dois maçons, dois, como nas Touradas, e do GOL ainda por cima. Depois um dos candidatos parece estar envolvido numa embrulhada no Ministério da Justiça (o do PS) e o outro (daí o bom senso), indicado pelo PSD, acaba de retirar a candidatura (provavelmente será mais correcto dizer que a sua candidatura foi retirada...).
Mas continuamos com um problema de sensibilidade: o da sub-representação dos católicos nas instituições políticas e no Tribunal Constitucional...cirurgicamente se afasta estes (representativos de uma esmagadora maioria da população que assim se o declara embora como se veja pela prática, com alguma inconsequência...) não vá haver quem olhe para o que a Constituição de facto diz e sem ligar à filiação partidária ou ao partido proponente da lei em exame, se lembre de decidir independentemente...
Para mim é desde há muito claro: acabe-se com este Tribunal e remetam-se as suas funções para uma secção do Supremo Tribunal de Justiça. Foi de credenciada gente que o ouvi e estou cada vez mais convencido da solução.
Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
Mostrar mensagens com a etiqueta Grande Oriente Lusitano. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Grande Oriente Lusitano. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, abril 20, 2012
Tribunal Constitucional: sensibilidade e bom senso
Etiquetas:
católicos e política,
Conde Rodrigues,
GOL,
Grande Oriente Lusitano,
Jorge Miranda,
Ministério da Justiça,
psd e maçonaria,
Saragoça da Matta,
Supremo Tribunal de Justiça,
tribunal constitucional
sábado, fevereiro 18, 2012
Maçonaria: se calhar foi mesmo só branqueamento...?
As declarações que reproduzo abaixo de Fernando Lima, grão-mestre do Grande Oriente Lusitano (a facção hard da agremiação), vem dar razão áquela "teoria da conspiração" que foi ventilada em alguns meios, aquando da polémica pública suscitada pela loja Mozart...ou seja, aquilo que parecia ter sido um "rombo" na imagem da Maçonaria, contribuiu isso sim para um seu "branqueamento" e neste contexto comunicações como a reproduzida em notícia da Agência Lusa. Até atingir aquele ponto em que ser dirigente partidário e maçon se torna um facto corrente e até, no limite, imprescindivel e/ou recomendável...
"Muitos dos melhores em Portugal são maçons" - Fernando Lima
"Muitos dos melhores em Portugal são maçons" - Fernando Lima
Famalicão, 18 fev (Lusa) - O grão-mestre do Grande Oriente Lusitano, Fernando Lima, afirmou na sexta-feira que ainda há um grande preconceito em Portugal em relação à maçonaria, mas lembrou que "muitos dos melhores no país foram ou são maçons".
"Há uma recusa em entender, dizer ou aceitar que muitos dos melhores em Portugal foram ou são maçons e que as maçãs podres são a exceção", referiu Fernando Lima.
Deu como exemplo o Serviço Nacional de Saúde e "as principais leis" do país, que foram criados por maçons, "mas estes, como são muito humildes, não andam com bandeiras a apregoar o que fizeram".
Reconheceu que a maçonaria ainda é olhada "como algo pateticamente obsoleto e promotor de conspiração ou interesses inconfessáveis", mas sublinhou que é "a mais antiga instituição democrática do mundo".
Etiquetas:
branqueamento,
Fernando Lima,
filhos da Viúva,
Grande Oriente Lusitano,
grão-mestre,
lusa,
maçon,
Maçonaria,
Serviço Nacional de Saúde
domingo, janeiro 08, 2012
A Maçonaria e o PSD segundo Pacheco Pereira
Recomendo não se perca o post (de facto um artigo que saiu no Público) "Encontros Imediatos de Terceiro Grau com as Maçonarias" que está aqui.
Só para abrir o apetite e também constatar a liberdade com que Pacheco Pereira escreve:
"Depois os tempos foram mudando e apareceram outras maçonarias, a Grande Loja Regular de Portugal, e a sua cisão, a Grande Loja Legal de Portugal. O recrutamento clássico para a Maçonaria começou então a sair do republicanismo clássico, onde, como diria o PCP, a "lei da vida" ia abatendo os mações dessa obediência, e os restos do "reviralho", sobrevivendo no PS de Almeida Santos e outros, começavam a dar lugar a uma nova geração de pedreiros-livres do PSD e do CDS. Nessa área política, os mações eram até então muito poucos, e também ligados ao Grande Oriente Lusitano. Eram vistos com desconfiança e a sua pertença era mantida em grande segredo num partido hostil. Depois, através principalmente das "jotas", foram alargando a sua influência até aos dias de hoje, em que as lojas maçónicas, em particular ligadas à Grande Loja Legal de Portugal, são a instituição parapolítica com mais influência no PSD. Os sectores mais conservadores do partido, ligados à Igreja e nalguns casos à Opus Dei, perderam influência e os militantes de base, de um modo geral "antimaçónicos" primários, como antes se era "anticomunista primário", descobrem agora a dimensão do takover maçónico no PSD. E não gostam, mesmo que o aparelho dominante, fortemente ligado à maçonaria em distritais como o Porto e Lisboa, tenha tendência para tornar o assunto tabu."
Só para abrir o apetite e também constatar a liberdade com que Pacheco Pereira escreve:
"Depois os tempos foram mudando e apareceram outras maçonarias, a Grande Loja Regular de Portugal, e a sua cisão, a Grande Loja Legal de Portugal. O recrutamento clássico para a Maçonaria começou então a sair do republicanismo clássico, onde, como diria o PCP, a "lei da vida" ia abatendo os mações dessa obediência, e os restos do "reviralho", sobrevivendo no PS de Almeida Santos e outros, começavam a dar lugar a uma nova geração de pedreiros-livres do PSD e do CDS. Nessa área política, os mações eram até então muito poucos, e também ligados ao Grande Oriente Lusitano. Eram vistos com desconfiança e a sua pertença era mantida em grande segredo num partido hostil. Depois, através principalmente das "jotas", foram alargando a sua influência até aos dias de hoje, em que as lojas maçónicas, em particular ligadas à Grande Loja Legal de Portugal, são a instituição parapolítica com mais influência no PSD. Os sectores mais conservadores do partido, ligados à Igreja e nalguns casos à Opus Dei, perderam influência e os militantes de base, de um modo geral "antimaçónicos" primários, como antes se era "anticomunista primário", descobrem agora a dimensão do takover maçónico no PSD. E não gostam, mesmo que o aparelho dominante, fortemente ligado à maçonaria em distritais como o Porto e Lisboa, tenha tendência para tornar o assunto tabu."
Etiquetas:
Grande Loja Legal de Portugal,
Grande Loja Regular de Portugal,
Grande Oriente Lusitano,
Maçonaria,
pacheco pereira,
PPD-PSD,
PSD
Subscrever:
Mensagens (Atom)