Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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domingo, julho 07, 2013
O acordo da Coligação e D. Manuel Clemente
Dois acontecimentos felizes num fim-de-semana só: a entrada de D. Manuel Clemente como Patriarca de Lisboa e o novo acordo da Coligação de Governo (aqui no site do CDS-PP). De natureza e importância diferentes, claro, mas dos quais muito se espera nas distintas ordens.
Sobre a actual crise política o novo Patriarca de Lisboa disse isto (basicamente uma recusa de eleições antecipadas e o apelo a que as soluções surgissem dos partidos na actual Assembleia da República). Mas importante mesmo neste momento é ler o que disse ontem na Sé, a entrevista que deu á Renascença e esta á Ecclesia.
Já quanto ao acordo de Coligação é de saudar o entendimento alcançado e estão de parabéns Passos Coelho e Paulo Portas (de semblante cansado, coitado...!). Parece-me são bases sólidas e as notícias sobre a nova estrutura de Governo confortantes quanto ao futuro da acção política da actual maioria. Tem o acordo limites e repercute a actual crise identitária do centro-direita? Sim. Mas como sempre desde a posse deste Governo, as insuficiências do mesmo não legitimam que se destrone o mesmo, mas sim que se o ajude, suprindo as suas deficiências, dando-lhe o sopro de alma que lhe falta aqui ou ali.
Uma nota final: não sei se é verdade que Antonio Pires de Lima será o futuro Ministro da Economia. Mas se for verdade antecipo a cumplicidade, a história de amizade que o une a Paulo Portas e neles os dois se revendo toda uma geração de antigos alunos de jesuítas. Engraçadas as voltas da história, o entrecruzar do governo dos povos e das amizades humanas...!
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quinta-feira, junho 16, 2011
O acordo de governação entre o PSD e o PP
Chama-se "Acordo político Maioria para a Mudança" e foi hoje assinado, há poucas horas, por Pedro Passos Coelho e Paulo Portas.
É um acordo muito completo, parece-me bom, e aguarde-se agora pelo documento seguinte (que servirá de base ao programa de Governo): "Acordo relativo às Bases Programáticas do Governo de Coligação", para ver em detalhe e nas diversas áreas da governação, quais as medidas a que estes dois partidos se propõem em concreto.
De qualquer das formas e em relação à "agenda" pela qual com muitos amigos me venho batendo ao longo destes anos (vida e família, liberdade de educação e religiosa, subsidiariedade) ficam anotadas as referências à:
- preocupação central com a pessoa humana e a sua dignidade
- reforma do sistema fiscal valorizando a familia
- importância da economia social e a intenção de pugnar pela máxima utilização da capacidade instalada nos sectores da educação, saúde e solidariedade
- progressiva liberdade de escolha na segurança social
- necessidade de um plano social de emergência
- garantia do Estado Social
- solidariedade no voto de propostas de referendo nacional
Como sempre em política seria desejável mais (nomeadamente uma referência à tradição religiosa do povo português e também à questão nuclear da liberdade de educação) mas como disse o Papa Bento XVI, então Cardeal Ratzinger, na Nota doutrinal sobre algumas questões relativas à participação e comportamento dos católicos na vida política, a "alternativa" na política ao diálogo e à negociação é a guerra civil...
Partamos pois do que está e do lado da sociedade civil batamo-nos por todas estas reformas (que decorrem da nossa agenda) tão necessárias para o futuro de Portugal.
É um acordo muito completo, parece-me bom, e aguarde-se agora pelo documento seguinte (que servirá de base ao programa de Governo): "Acordo relativo às Bases Programáticas do Governo de Coligação", para ver em detalhe e nas diversas áreas da governação, quais as medidas a que estes dois partidos se propõem em concreto.
De qualquer das formas e em relação à "agenda" pela qual com muitos amigos me venho batendo ao longo destes anos (vida e família, liberdade de educação e religiosa, subsidiariedade) ficam anotadas as referências à:
- preocupação central com a pessoa humana e a sua dignidade
- reforma do sistema fiscal valorizando a familia
- importância da economia social e a intenção de pugnar pela máxima utilização da capacidade instalada nos sectores da educação, saúde e solidariedade
- progressiva liberdade de escolha na segurança social
- necessidade de um plano social de emergência
- garantia do Estado Social
- solidariedade no voto de propostas de referendo nacional
Como sempre em política seria desejável mais (nomeadamente uma referência à tradição religiosa do povo português e também à questão nuclear da liberdade de educação) mas como disse o Papa Bento XVI, então Cardeal Ratzinger, na Nota doutrinal sobre algumas questões relativas à participação e comportamento dos católicos na vida política, a "alternativa" na política ao diálogo e à negociação é a guerra civil...
Partamos pois do que está e do lado da sociedade civil batamo-nos por todas estas reformas (que decorrem da nossa agenda) tão necessárias para o futuro de Portugal.
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