Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã.
O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
Se este folheto oficial angolano de prevenção da SIDA fosse editado pelo Ministério da Saúde português dava um escândalo e uma chinfrineira sem descrição...por isso é mais fácil dar 3 milhões de preservativos às ONG's...
Descobri hoje no Público (notícia que reproduzo abaixo) que 20 ONG's em Portugal distribuem 3 milhões de preservativos todos os anos que lhes são gratuitamente disponibilizados pelo Estado. Dá 150 mil preservativos por ONG ou uma distribuição de 8.219 por dia, 342 por hora, 6 por segundo...é obra! Viva o Estado Social...!
(nota não dispicienda: de acordo com a insuspeita Food and Drugs Administration, um organismo oficial dos Estados Unidos da América, "Correct and consistent use of condoms can reduce the risk of sexual
transmission of HIV (the virus that causes AIDS). We also believe that condoms,
when used consistently and correctly, can reduce the risk of other STDs that are
transmitted by genital secretions (such as semen or vaginal fluids), and these
include gonorrhea, chlamydia, and trichomoniasis.". Tradução do can reduce: pode reduzir...nem vale a pena traduzir o resto: se correctamente utilizados, etc....)
Alerta é das associações de luta contra o VIH/sida. Coordenador nacional reconhece atraso mas garante que problema está em vias de ser resolvido.
O stock de preservativos distribuídos gratuitamente à população está em ruptura iminente PÚBLICO
O Fórum Nacional da Sociedade Civil para o VIH/sida, que representa mais de 20 organizações não governamentais de luta contra aquela doença, questionou esta quinta-feira a Direcção-Geral da Saúde sobre a ruptura iminente dos stocks de preservativos que são distribuídos gratuitamente à população.
De acordo com aquele fórum, que integra associações como o colectivo Panteras Rosa e o Grupo Português de Activistas Sobre Tratamentos de VIH/sida, no armazém da Coordenação Nacional para a Infecção VIH existem apenas mil preservativos em stock. É quase nada, considerando que aquele organismo distribuía uma média de três milhões de preservativos gratuitos por ano e, segundo o Fórum, várias associações receberam respostas negativas ao pedido de novos preservativos para distribuição.
Ao PÚBLICO, o coordenador nacional para o VIH, António Diniz, confirmou que “houve uma redução acentuada dos stocks”, mas que o concurso público para a aquisição de mais preservativos “está em fase muito adiantada”.
“Houve efectivamente um atraso, por razões administrativas, do concurso de aquisição de preservativos, mas contamos poder voltar a disponibilizar preservativos para a comunidade dentro de muito pouco tempo”, declarou.
Troca de seringas preocupa
O programa de troca gratuita de seringas nas farmácias é outra das preocupações das organizações, porque o contrato entre o Ministério da Saúde e a Associação Nacional de Farmácias (ANF), termina no próximo dia 27, tendo sido já denunciado pela ANF por causa das dívidas do Estado às farmácias, “sem que esteja estabelecido qualquer mecanismo alternativo que assegure a continuação deste instrumento de prevenção do VIH/sida”.
Confrontado com esta situação, António Diniz assevera que o programa de troca de seringas “vai-se manter” e que “terá de ser estabelecido um novo contrato com a ANF ou com outra estrutura qualquer”.
O coordenador nacional do VIH/sida admite que, dada a proximidade do fim do contrato actual, poderá haver um hiato temporal no tocante à troca de seringas, mas promete que irá fazer “todos os possíveis para que esse hiato não seja prolongado”.
António Diniz aproveita também para esvaziar outra das preocupações dos activistas — o “desmantelamento progressivo” dos Centros de Rastreio Anónimo do VIH — e garantir que, pelo contrário, a ideia é alargar o diagnóstico precoce a outras estruturas.
As verbas para a Coordenação Nacional para a Infecção VIH deverão, de acordo com o mesmo responsável, manter-se próximo dos valores dos anos anteriores, atendendo ao despacho governamental de 31 de Outubro passado que prevê “a atribuição ao programa de sete ou oito por cento das verbas dos jogos sociais”.
António Diniz reconhece que, “do ponto de vista social e económico, estão reunidas as condições para que possa haver algum recrudescimento dos factores que levam ao aumento da frequência das infecções”. E lembra que, por isso mesmo, “não faz qualquer sentido falar do fim da distribuição gratuita de preservativos, da troca de seringas ou do desaparecimento dos centros de diagnóstico precoce”.
No Diário de Notícias hoje titula uma notícia: "Ainda há universitários que ignoram doenças sexuais". Depois no desenvolvimento percebe-se que afinal não é bem assim, mas o que conta é o título. O ponto de partida é um inquérito da inevitável APF do qual muito prudentemente não são dadas informações: amostra, validade dos resultados, margem de erro, etc. Tudo muito cientifico como é sempre nas propostas dessa associação...Remédio para o assunto? Mais Educação Sexual...Está certo. Como no alcoolismo: o remédio está em dar mais bebida, não é...? Já não há pachorra!
Mais surpreendente é a afirmação de Miguel Oliveira e Silva (também sempre ele...perguntar a este lado é que não, vá-se lá correr o risco de haver quem não alinhe na salmodia...) de que a SIDA se está a propagar mais nos heterosexuais...o que é contra toda a evidência...mas enfim, um lapso qualquer um tem...
Creio já o ter referido neste Blog mas a noticia hoje no Diário Notícias (fiz uma pesquisa e os resultados estão aqui) veio mais uma vez alertar para que "Aumenta o número de infectados nos homossexuais". Por força do politicamente correcto e por receio do lobby gay os media, o associativismo civico do tema e instâncias oficiais, esforçaram-se ao longo dos últimos anos por jurar a pés juntos que não, que a infecção da Sida não tinha nada a ver com homossexualidade, que quem corria grandes riscos era a população heterosexual, que os toxicodependentes só estavam em risco se não obedecessem à ditadura da redução de danos, etc. Resultado: a infecção cresce impante na comunidade (como hoje em dia se diz) homossexual e a situação não promete melhor. Veja-se este artigo.
O que mais espanta não é que isto aconteça (era fatal...) mas que demorem tanto tempo a perceber...veja-se por todas, esta noticia de 2009 no Diário de Notícias (e se há jornal insuspeito é este...;-)
No fundo, no fundo, em nome da ideologia, assim se matam os amigos...
A anunciada supressão da comparticipação na pílula (que de facto não impede o acesso à mesma já que continuará a ser distribuida gratuitamente nos centros de saúde) veio provocar um escândalo e muita confusão.
O escândalo é sobretudo ideológico e há que ter paciência. Já a confusão propositada é a da relação (inexistente ou quanto muito em sentido inverso) entre as práticas da contracepção e a do aborto. Ora, quanto a esta última (confusão) é necessário ter muito claro que não há evidência empirica de que a generalização da contracepção faça diminuir as taxas de aborto e antes pelo contrário em países de grande consumo de contracepção o drama do aborto é em termos quantitativos muito impressivo.
Mas entretanto parece que a industria da contracepção (como as do aborto ou os lobbies que trabalham na área do HIV-SIDA) é muito forte e já apareceu um desmentido do Ministério da Saúde...se de facto a medida não for para a frente é muito mau sinal quanto à fortaleza e independência do Governo em relação a estes e outros interesses...
De qualquer das formas esta polémica fez-me pensar o seguinte: se a gravidez não é uma doença porque é distribuida gratuitamente a pílula...!? Então porque acontece isso com a pílula e não com, por exemplo, os remédios para a diabetes, ou o cancro, ou etc...!?
Alguém me explica? Por mim só vejo ideologia nisto tudo...
Que defendo eu sobre este assunto? Que:
- não há razão e é objectivamente injusto (por ofensa do principio da igualdade) que a pílula seja distribuida gratuitamente
- que sempre que receitada como um medicamento (isto é, por razões médicas) deve ser comparticipada
- que a medida a ir para a frente pode ser uma oportunidade de ouro para as mulheres portuguesas conhecerem outros métodos de regulação da fertilidade que não são prejudiciais à sua saúde e ao contrário do que a douta ignorância da mentalidade comum afirma tem uma taxa de sucesso superior à da contracepção quimica
Mais informações sobre esse método aqui.
Muito bem o Blog O Inimputável recorda que os homossexuais têm 20 vezes mais probabilidade de contrair o HIV e que quem o diz não é nenhuma organização "papista" mas a própria OMS.
Interessa recordá-lo pela polémica que houve com o presidente do Instituto do Sangue e porque é bom, em termos de saúde pública, se saiba tudo, sem preconceitos ideológicos.
Depois e como sempre à liberdade de cada um de escolher o seu caminho, mas para isso há uma condição prévia: a pessoa estar devidamente informada das consequências possíveis da sua acção...
Anda para aí uma chinfrineira com as declarações de um Arcebispo belga sobre a questão da SIDA num livro de entrevistas a dois jornalistas. Por cá foi o Público que agarrou a noticia que depois de lida se percebe não justifica os impropérios de que o Arcebispo foi seguidamente vitima.
Na verdade o que o Arcebispo de Bruxelas se limitou a dizer já eu o disse há muito tempo neste mesmo blog em post que já não consigo localizar por ao tempo não existir o sistema de etiquetas. Isto é que a suposição de que a SIDA surja como uma reacção do corpo da humanidade, vista como um todo, ao mau uso que do mesmo é feito a partir de determinadas práticas sexuais é inteiramente razoável.
Só uma manifesta má vontade extrai daqui que quer eu quer o Arcebispo André-Mutien Léonard achemos justo ou adequado (e isso sim, de facto é insultuoso da parte de quem de tal nos acusa), que alguém por uma determinada forma de vida adquira uma doença como a SIDA (ou qualquer outra) ou ignoremos que uma vez a doença existente esta não atinja também pessoas estranhas a essas práticas ou que nem sequer em contacto estiveram com quem o tenha feito uma vez ou habitualmente.
É mesmo ignorar o ânimo de um cristão (cujo primeiro mandamento é o de amar o próximo sem outra consideração se não a que resulta de estar em face de um filho de Deus e por isso um irmão) e até que, como o reconhecem todos os organismos internacionais, o maior prestador mundial de serviços de cuidado e assistência aos doentes de SIDA é a Igreja Católica...!
O emprego da palavra justiça tem pois este contexto que exemplifico: cortei-me com uma faca, a ferida daí resultante faz-lhe justiça (o resultado corresponde ao acto que a originou). Analogicamente admitindo que o corpo da humanidade, aqui pensada como um todo, a sua fisicidade, não esteja concebido, preparado, se coadune bem, com determinados actos (como, por exemplo a homossexualidade nas suas diversas manifestações), a doença daí resultante, no caso a SIDA, faz-lhe justiça, isto é corresponde o resultado ao acto. O que repito tratando-se de um juizo geral não se pode transpor para um juizo individual sendo que a plavra juizo aqui empregue não é no sentido de julgamento de tribunal mas de ajuizar da razão.
(quanto muito pode-se fazer a nivel individual um juizo de probabilidade como se dizia no inicio da doença e agora se está a verificar outra vez depois de um esforço titânico e ideológico de tentar separar as duas realidades)
Assim, podem disparar e de preferência façam-no sobre mim e não sobre o Arcebispo ;-)
Na semana passada fui contactado pelo Sol para me pronunciar a propósito de todas as questões acima referidas. Pedi perguntas por escrito e eis as respostas que dei:
- O que pensa das declarações feitas pelo bispo de Viseu, na sequência da vista do Papa Bento XVI a África?
Que a excitação mediática à volta de um parte ínfima das mesmas deixa as pessoas na ignorância sobre o facto do Bispo de Viseu ter escrito uma Nota na qual manifesta a sua unidade com o Santo Padre, em que subscreve o que o Papa disse no decorrer de um voo em resposta a um jornalista, e lamenta que uma obsessão contemporânea tenha ocultado a importância, coragem e profundidade de tudo o que Bento XVI disse nesta viagem a África.
- Concorda com a nota pastoral de D. Idílio?
Apesar do escândalo que esta resposta possa suscitar, para nós católicos, as Notas Pastorais não são para concordar ou discordar…Os Bispos são os sucessores dos Apóstolos e o que dizem são sempre um convite à nossa inteligência e ao nosso coração para com maior alegria aderirmos ao que aconteceu nas nossas vidas: o encontro com Cristo, presente na Sua Igreja.
- Em que sentido estas declarações colidem ou não com as declarações do Papa Bento XVI fez em África em relação à problemática da SIDA e do uso do preservativo?
Resposta prejudicada pela acima à primeira pergunta.
- Tem conhecimento se nas missas de domingo este assunto tem sido abordado?
Na minha Paróquia (Nossa Senhora do Carmo no Lumiar) foi e muito bem. Onde não foi espero que o seja. As Missas são também uma ocasião de educação dos católicos e a unidade com o Santo Padre e a adesão à doutrina da Igreja são dois “instrumentos” úteis para viver melhor a alegria grande que encontrámos na nossa vida.
1.Da minha afilhada Isabel Lima Pedro, Doutorada em Biologia, recebi este comentário num email:
As directivas internacionais (revistas em 2004 na revista médica Lancet) indicam claramente que a única via é a mudança radical de comportamento, promovendo a abstinência nos mais novos e a fidelidade mútua nos adultos. A promoção do preservativo deve ser feita somente nas populações que mantêm comportamentos de risco e com o intuito de reduzir o risco e não acabar com ele, pois quanto maior a promiscuidade menor a eficácia. Termino com os seguintes números (www.unav.es/departamento/preventiva/infeccsexual) no Ruanda há 47% de católicos e 5% de HIV/SIDA, no Burundi há 66% de católicos e 6% de HIV/SIDA, na Suazilândia 5,5% de católicos e 38,8% HIV/SIDA e no Zimbabue 7,8% de católicos e 24,6% de HIV/SIDA.
2. Vale a pena ler as declarações do director do AIDS Prevention Project at the Harvard Center aqui.
É impressionante darmo-nos conta do poder de confusão dos media e da hostilidade ao Papa e à Igreja que saltam à (aparente) menor oportunidade! Ainda por cima como dizia o meu Pároco (o Cónego Álvaro Bizarro da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo no Lumiar) na sua homilia de hoje: "o que o Papa propõe é algum mal ou um bem?". Leiam esta carta que ontem saiu no Público:
Carta de Amparo Gironés do Porto hoje (Sábado, 21 de Março de 2009) na secção Cartas ao Director do Público
Visita de Bento XVI aos Camarões
Gostava de manifestar a minha perplexidade perante os ecos nos meios de comunicação, e não só, da famosa “condenação do preservativo” proferida por Bento XVI. Não sei se a maior parte dos jornalistas terá tido o incómodo de ir ler directamente as tais condenações. Dá a impressão que bastantes não. Por exemplo, a última página do Público do dia 18 de Março diz: “Por que não a opção pelo silêncio num tema tão sensível?”. Fui ler todos os discursos do Papa nos Camarões: todos! Em nenhum deles fala do preservativo. Fala, sim, da dignidade da pessoa de uma maneira tão bela e realista como é característico dos seus discursos. De onde vem então a conversa sobre os preservativos? De uma sessão de perguntas postas por jornalistas de vários países durante a viagem de avião. E claro que, se um jornalista pergunta directamente sobre um tema, é de boa educação responder (fica claro que Bento XVI não tinha previsto em nenhum discurso abordar o tema dos preservativos dessa maneira. O objectivo da viagem a África foi, como ele disse ao chegar aos Camarões: “Vim aqui para apresentar a Instrumentum laboris para a Segunda Assembleia Especial, que terá lugar em Roma no próximo mês de Outubro”). A resposta que o Papa deu ao jornalista Philippe Visseyrias da France 2 foi a seguinte (peço desculpa por citar uma tradução em espanhol): “(…) no se puede solucionar este flagelo solo distribuyendo profilácticos: al contrario, existe el riesgo de aumentar el problema. La solución puede encontrar-se sólo en un doble empeño: el primero, una humanización de la sexualidad, es decir, une renovación espiritual y humano que traiga consigo una nueva forma de comportarse uno con el otro, y segundo, una verdadera amistad también y sobre todo hacia las personas que sufren, la disponibilidad incluso con sacrificios, con renuncias personales, a estar con los que sufren. Y estos son factores que ayudan y que traen progresos visibles. (…)” Aonde está a condenação? Essas palavras podem ser interpretadas como uma condenação? Muitos dos jornalistas que ainda hoje repetem os mesmos tópicos terão lido essas palavras? Mesmo o jornalista António Marujo, depois de várias criticas, no fim do artigo do mesmo dia 18 diz: “Bento XVI pode ter razão noutra coisa: o preservativo não é “a” solução do problema…”. Não é isso o único que o Papa diz nessa fatídica resposta? O próprio autor do artigo cita a directora do instituto angolano contra a sida, Dulcinea Serrano: “Comportamentos como a fidelidade e a abstinência também jogam um papel importante na redução das novas infecções”…Não se parece isto mais ao que o Papa disse? Será justo que a resposta a um entre vários jornalistas anule completamente os ensinamentos e o conteúdo de uma viagem inteira?
Amparo Gironés, Porto
Nota: ao lado desta carta encontra-se uma outra também muito boa do Padre Alfredo Dinis, director da Faculdade de Filosofia de Braga, que enviarei a quem ma pedir.
A propósito da publicação amanhã no Expresso do cartoon de António (que pode ser encontrado e comentado aqui) lembrei-me que escândalo e desenhos não fará António e publicará o Expresso quando e se vir uns folhetos que através da Mais Vida Mais Família enviei a toda a comuncação social portuguesa e que são da autoria do Ministério da Saúde de Angola… Sobre esse cartoon publiquei já o comentário que está na respectiva página 5 e que abaixo reproduzo:
Tenho muita pena que o Expresso se sinta obrigado a publicar um cartoon que vai ofender muitos dos seus leitores, tenho muita pena da amargura e preconceito do Antonio a quem convidava a ver o filme "Greater-defeating AIDS" (http://www.happening.pt.vu/) e a conhecer jovens portugueses católicos que estiveram em campanhas contra a SIDA na Nigéria (mas terá ele coragem para ouvir a diferença?), tenho muita pena de deixar de comprar este jornal cuja leitura aos Sábados tanto prazer me dava e convidar a fazer o mesmo aos 3 mil subscritores da lista electrónica Mais Vida Mais Família por mim editada, tenho muita pena que nem o jornal nem o António tenham tentado perceber o que disse o Papa nem tenha abertura de espírito para entrevistar pessoas sabedoras que explicariam porque é que o vírus da Sida é mais pequeno que um poro do preservativo, que a própria DFA dos Estados Unidos adverte que o mesmo tem 10% de falhas, que a própria OMS reconhece que as campanhas de prevenção não estão a ter efeito nenhum, etc., tenho muita pena que seja tão dificil de perceber que o Papa falando para todos não obriga ninguém a não ser aqueles que o amamos porque somos gratos ao amor que Deus nos tem e revela no Seu filho Jesus através da comunidade dos crentes. Tenho mesmo muita pena! Sobretudo amanhã quando for aos jornais!
Antonio Pinheiro Torres
Ex. deputado PSD 9ª legislatura
http://porcausadele.blogspot.com/
No You Tube sobre o filme encontrei isto: http://www.youtube.com/watch?v=rzECytxYqCY