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sábado, outubro 19, 2013

Miss Mundo: sou provida e pelo casamento




Ás vezes há umas assim "fora do baralho" mas também por isso com uma possibilidade de testemunho grande e para o qual não lhes falta coragem. É o caso da mais recente Miss Mundo, Megan Young de seu nome, filipina de origem, que fez as declarações que reproduzo abaixo e que, em versão portuguesa, retirei deste Blog brasileiro de música católica:

Miss Mundo 2013: Sou pró vida e relações sexuais são para o casal

Megan Young. Foto: Rede Touch Média
 
Megan Young. Foto: Rede Touch Média
 
Megan Lynn Young, jovem filipina-estadounidense de 23 anos que se coroou como Miss Mundo 2013 o 28 de setembro em Bali (Indonésia), deixou clara durante sua participação no certâmen sua postura pró-vida e a favor do casal.

Numa entrevista com o canal ANC, Megan assegurou que “sou pró-vida, e se isso significa matar a alguém que já está aí –disse, assinalando a seu corpo-, estou na contramão disso, por suposto”.

“Estou contra o aborto”, remarcou.

Megan também foi clara para assinalar sua rejeição às relações sexuais pré-matrimoniais, pois “o sexo é para o casal, é o que crio”, ao mesmo tempo em que revelou que “estou na contramão do órcio”.

Para a jovem Miss Mundo, “se te casas com alguém, essa deve ser a pessoa com a que estarás para sempre, através da doença e a saúde, através do bem e do mal”.

A entrevistadora, surpresa, perguntou-lhe como era possível para uma mulher “tão formosa como tu” negar-se às relações sexuais pré-matrimoniais, ao que Megan lhe respondeu que simplesmente “dizes não”.

“Se tratam de pressionar-te, retiras-te, porque essa pessoa não te valoriza, não valoriza tanto a relação”, indicou.

Para a Miss Mundo 2013, antes Miss Filipinas, “se o garoto está disposto a sacrificar isso, significa muito”."
 
Ah miúda valente! Deus continue a dar-lhe um coração com tanta ou mais beleza do que aquela pela qual ganhou o concurso de Miss Mundo...!


Mais sobre o assunto na Tempi, aqui, onde sobretudo vale a pena ler os comentários dos mais sérios, aos mais bem-humorados...;-)





segunda-feira, novembro 24, 2008

O Casal Gay mais Feliz do Mundo-queixa na ERCS

Reclamação para a Entidade Reguladora da Comunicação Social

Reclamação feita por:
Miguel Nuno de Saldanha Melo e Alvim
...
Identificação do Orgão de Comunicação Social
Televisão/Canal: SIC RADICAL

Descrição da Queixa
Data da Publicação ou emissão: Pelo menos a 29.10.2008
Título do Programa: «Rick & Steve, O Casal Gay Mais Feliz Do Mundo»
Valor em causa: Dignidade_de_Pessoas, Publicos_Sensiveis, Outros,

Queixa: A série «Rick & Steve, O Casal Gay Mais Feliz Do Mundo», emitida pelo canal SIC Radical, passou na televisão cerca das 21:00 do dia 29.10.2008. Como afirmado no próprio comunicado do gabinete de comunicação do referido canal do cabo, a série, recorre à técnica de animação stopmotion, ou seja, a bonecos animados. Os personagens são todos de explícita inclinação homossexual, homens ou mulheres. A linguagem é marcadamente livre, e por vezes mesmo obscena ou pornográfica. O enredo é linearmente de pura encenação, que chega a ser violenta, da sedução e conquista homossexual em vista de relações íntimas, que se desvelam explicitamente como precárias e inseguras. Sucede que sou Pai de 4 filhos menores com idades entre os 5 e os 15 anos, que sou Advogado e que sou cidadão Português. Confesso que fico siderado com a possibilidade de ser confrontado com este tipo de programa e proposta explícita, às horas referidas, quando nem todas as crianças/adolescentes estão recolhidos e a dormir nos seus quartos. Como Pai e cidadão, num quadro geral de repúdio do sexo pelo sexo, do sexo inseguro e da pedofilia, reputo este programa inadmissível. E como técnico do direito, até e sobretudo pela utilização de bonecos animados, entendo mesmo a colocação deste programa, como algo que se pode configurar como um atentado criminoso contra a autodeterminação sexual, inclusive na vertente do abuso sexual de crianças (CP – 171.º/3 e 4), previsto e punido com pena de prisão.

Um post de Pedro Afonso: Censura Científica na Imprensa Portuguesa?

Censura Científica na Imprensa Portuguesa?

Pedro Afonso
In http://oinimputavel.blogspot.com/

Um estudo recentemente publicado no BMC Public Health, englobando 1341 jovens de ambos os sexos frequentadores de locais de diversão nocturna, com idades entre os 18 e os 35 anos, realizado em nove cidades europeias (entre as quais se encontra Lisboa), revela que o álcool e drogas como a cocaína, o ecstasy e a cannabis, estão as ser usadas como facilitadores e intensificadores da actividade sexual.

Apesar de ter lido a notícia num jornal português, resolvi aceder ao artigo original, lendo-o na íntegra. Qual é o meu espanto quando verifico que um dos resultados deste trabalho não é referido em nenhuma notícia (pelo menos que tivesse conseguido aceder) publicada em português. Censura?
Senão, veja-se o exemplo da notícia publicada no Expresso sobre o referido estudo:
«Uma das conclusões que salta à vista é a de que os consumidores de alguns tipos de droga são também mais promíscuos. Quem, por exemplo, snifa regularmente uma linha de cocaína tem maior probabilidade de ter tido mais de cinco parceiros sexuais no último ano. E, por associação, de ter praticado sexo desprotegido».

Mas, para além da cocaína, o artigo original acrescenta que os participantes que eram homossexuais ou bissexuais eram mais promíscuos sexualmente; ou seja, tinham 4 a 5 vezes mais probabilidade de terem 5 ou mais parceiros nos 12 últimos meses.
Agora veja-se a parte omitida do artigo original:

«Of these, regular cocaine use and being gay/ bisexual were the strongest predictors of multiple sexual partners. Gay/bisexual participants were four times more likely to have had five or more partners in the previous 12 months, and at similar increased odds of exchanging sex for drugs, compared with heterosexuals».

Independentemente da posição ideológica que se tenha sobre a homossexualidade, a ciência não deve ser instrumentalizada, nem escamoteada para se ser politicamente correcto. Por outras palavras, a ciência não é homofóbica. É de lamentar que em pleno século XXI se adoptem atitudes como esta numa imprensa que se pretende livre, rigorosa e sem preconceitos.