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domingo, janeiro 04, 2015

D. Manuel Clemente: temos de novo um Cardeal Patriarca em Lisboa!



A notícia do dia é, bem entendido, que o senhor D. Manuel Clemente, Patriarca de Lisboa, vai ser feito Cardeal pelo Papa Francisco. Na Igreja, bem vivida, os cargos e honrarias servem só para uma coisa: que a Glória de Cristo se veja e cada homem, nosso irmão, possa encontrar Jesus. É esta forma de estar, acompanhada de uma comovente proximidade e amizade, que temos visto no Patriarca de Lisboa, e que constitui o principal motivo da nossa alegria com este facto.

Parabéns senhor D. Manuel! Que Deus que a mais esta missão o chamou, o guarde e proteja, e continue a contar connosco, com a nossa companhia e oração.

(mais informação sobre este assunto na RR, aqui)



terça-feira, julho 09, 2013

A crise política, os Bispos e os aplausos a políticos nos Jerónimos



Reuniu hoje em Fátima o Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa. Sobre a crise política a notícia abaixo retirada da Ecclesia dá conta do pensamento dos Bispos portugueses.

Sobre a questão dos aplausos (a Cavaco Silva e Passos Coelho) ouvidos nos Jerónimos no Domingo passado e em outra notícia sobre a reunião acima, na mesma Ecclesia, diz-se:

"No final do encontro, o secretário do organismo, padre Manuel Morujão, rejeitou as críticas ao patriarca por causa das palmas com que foram recebidos vários responsáveis políticos, este domingo, dentro do Mosteiro dos Jerónimos.
"As pessoas, foram de um templo ou dentro de um templo, são livres. Mal estaria que o mestre de cerimónias organizasse palmas ou vaias", observou.
Segundo o sacerdote, estas foram situações que “aconteceram espontaneamente” e partiram de pessoas que se manifestaram “respeitosamente”.
“O povo quis exprimir-se. Temos de deixar que ele se exprima, de uma maneira respeitosa”, precisou o responsável, para quem "o respeito da liberdade das pessoas não deve ser condicionado"."

  

Igreja/Portugal: Bispos pedem soluções para «sobressaltos» políticos

Conselho Permanente da Conferência Episcopal sublinhou «urgência» em responder às necessidades da população

Presidencia.pt |
Fátima, Santarém, 09 jul 2013 (Ecclesia) – O porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) pediu hoje em Fátima que os líderes políticos encontrem soluções para os “sobressaltos” do país, em “consonância” com "as aspirações e dificuldades" do povo e com “urgência”.
“Todas as crises são de grande preocupação para a Igreja, porque estas oscilações, estas ondas no mar da vida social e política, criam sempre pobres”, disse o padre Manuel Morujão aos jornalistas, no final da reunião do Conselho Permanente da CEP.
O sacerdote jesuíta aludiu aos “sobressaltos na política e na sociedade portuguesa", numa referência indireta às recentes demissões e indefinições na formação do Governo, sublinhando que é preciso "saber responder a estes sobressaltos com soluções positivas, o mais possível consensuais".
“O que nós pedimos é a procura séria do bem comum, ninguém fica bem na fotografia quando o povo português fica pior”, alertou, pedindo que a população fique “bem, olimpicamente bem”.
O secretário da CEP deixou votos de que “funcionem” os órgãos de soberania “eleitos democraticamente” em Portugal para encontrar "soluções justas, apropriadas para cada caso".
O sacerdote elogiou os portugueses como “um povo realista” que "não espera varinhas mágicas que tragam soluções ótimas para todos, já" e tem consciência de que a situação em Portugal e na Europa “é complexa”.
Para o responsável, esse realismo também tem de levar a “não adiar, para não deixar correr as coisas”.
“Que isto seja apenas o degrau para subirmos mais alto na qualidade do serviço a prestar”, apelou.
O padre Manuel Morujão citou o Papa Francisco, que na segunda-feira, durante a visita à ilha italiana de Lampedusa, avisou para uma “globalização da indiferença”, pedindo, pelo contrário, a “globalização da solidariedade”.
O responsável aludiu ainda ao bem comum como um “princípio irrenunciável da Doutrina Social da Igreja”.
“Pensemos em primeiríssimo e olímpico lugar no bem comum de toda a nação, isto é , do povo português, e só depois no meu partido, o meu grupo social, a classe que eu possa defender - talvez com toda a justiça-, ver que isso tem de ser sempre secundarizado”, precisou.
Segundo porta-voz da CEP, o organismo olhou para os problemas do país no sentido de procurar “respostas aos questionamentos do povo português”.
“Nós esperamos de quem está a governar-nos que seja modelo que estimule todos também a procurar soluções”, acrescentou.
O Conselho Permanente da CEP esteve reunido em Fátima para o primeiro encontro após a eleição de um novo presidente e vice-presidente para o organismo, respetivamente D. Manuel Clemente (patriarca de Lisboa) e D. António Marto (bispo de Leiria-Fátima).
Os bispos anunciaram que o seu Observatório Social vai começar a trabalhar em duas dioceses, “para ter informação atualizada do que existe e das necessidades experimentadas”, de forma a dar uma resposta “quanto possível capaz” às “muitas e prementes” urgências sentidas na sociedade.
O organismo vai ser orientado pelos polos de Braga e Porto da Universidade Católica Portuguesa.
O Conselho Permanente é um órgão delegado da assembleia dos bispos católicos em Portugal, com funções de preparar os seus trabalhos e dar seguimento às suas resoluções, reunindo ordinariamente todos os meses.
OC

Nacional | Agência Ecclesia | 2013-07-09 | 15:07:24 | 3283 Caracteres | Conferência Episcopal Portuguesa



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segunda-feira, julho 08, 2013

Manuel Clemente: Homília ontem nos Jerónimos e aplauso a políticos



Enquanto se espera a publicação do texto na íntegra da Homília ontem aqui fica a notícia como saiu na Ecclesia (de onde retirei também a fotografia acima) com alguns sublinhados meus a negrito.

Uma pequena nota sobre os aplausos a Cavaco Silva e Passos Coelho: na minha opinião expressam a consciência que o país inteiro teve da importância dos dias da crise política e também a gratidão àqueles políticos que souberam estar á altura das circunstâncias e pela sua atitude proporcionaram se tivesse alcançado um desfecho harmonioso dos dias difíceis que vivemos. Além de que revelaram também a consciência e maturidade do povo católico a quem a causa pública interessa e na qual estão dispostos a jogar um papel ao qual tem direito e o farão para o bem de todos.

Recordou-me por fim aqueles mesmos aplausos que no Meeting de Rimini costumam receber todos os políticos que lá vão falar (este ano e como muitas vezes antes os seus antecessores, o próprio primeiro-ministro italiano, Letta). E assim explicados pelo Giorgio Vitadini, presidente da Fundação para a Subsidiariedade: "nós aplaudimos os políticos que cá vêm porque apreciamos, estimamos, a tentativa humana de quem está na política, de servir o bem comum, com o sacrifício que isso implica. E esse afeto é anterior ao próprio juízo que depois possamos fazer sobre as políticas concretas que esses políticos protagonizam".



Patriarca de Lisboa quer Igreja acolhedora

D. Manuel Clemente recordou as consequências socioculturais do evangelho para os dias de hoje

Arlindo Homen/AE | D. Manuel Clemente, patriarca de Lisboa
Lisboa, 07 jul (Ecclesia) - D. Manuel Clemente pediu hoje às comunidades cristãs que acolham todas as pessoas e recordou as consequências socioculturais do Evangelho, nomeadamente a dignidade da pessoa humana desde a “conceção à morte natural”.
Na homilia da missa de entrada solene no Patriarcado de Lisboa, hoje no Mosteiro dos Jerónimos, D. Manuel Clemente pediu que na diocese se constituam “comunidades de acolhimento e missão”.
“E que importante é e será, que nas nossas comunidades todos possam encontrar um “sim” à pessoa que são, mesmo quando não devamos conceder o que imediatamente peçam”, disse o patriarca de Lisboa.
Sem adiantar “detalhes programáticos”, D. Manuel Clemente disse que “a Igreja de Lisboa seguirá as indicações” saídas do Sínodo dos Bispos sobre a nova evangelização e as propostas da Conferência Episcopal Portuguesa, na Nota Pastoral de 11 de abril último sobre a “renovação da Pastoral da Igreja em Portugal”
D. Manuel Clemente referiu-se depois às “consequências socioculturais do Evangelho”, tanto na “concretização comunitária” como na sua “aplicação pastoral”, sugerindo a inclusão dos princípios da doutrina social da Igreja “nos percursos da nova evangelização” e na “formação dos cristãos que se empenhem em servir a convivência humana na vida social e política”.
“Com a difusão do cristianismo e a sua feliz coincidência com as aspirações de tantas sabedorias e credos, foram pouco a pouco germinando sementes de vida, civilização e cultura de que não podemos abdicar”, disse D. Manuel Clemente.
Para o patriarca de Lisboa, é necessário defender “a dignidade da pessoa humana, na variedade enriquecida de raças e povos e sempre protegida e promovida da conceção à morte natural de cada um” para que não se coloque “em risco” a “humanidade”.
O bispo de Lisboa defendeu “a verdade familiar, na complentaridade homem-mulher, na geração e educação dos filhos e na entreajuda entre mais novos e mais velhos” e a “distinção entre “Deus e César, que abriu caminho à laicidade positiva das instituições políticas e à liberdade religiosa dos cidadãos”.
A entrada na diocese de Lisboa acontece um dia depois de D. Manuel Clemente ter tomado posse como 17º patriarca, este sábado, na Sé da diocesana, sucedendo a D. José Policarpo, que apresentou o pedido de renúncia por limite de idade.
PR

Nacional | Agência Ecclesia | 2013-07-07 | 17:40:52 | 2321 Caracteres | Diocese de Lisboa



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domingo, julho 07, 2013

O acordo da Coligação e D. Manuel Clemente



Dois acontecimentos felizes num fim-de-semana só: a entrada de D. Manuel Clemente como Patriarca de Lisboa e o novo acordo da Coligação de Governo (aqui no site do CDS-PP). De natureza e importância diferentes, claro, mas dos quais muito se espera nas distintas ordens.

Sobre a actual crise política o novo Patriarca de Lisboa disse isto (basicamente uma recusa de eleições antecipadas e o apelo a que as soluções surgissem dos partidos na actual Assembleia da República). Mas importante mesmo neste momento é ler o que disse ontem na Sé, a entrevista que deu á Renascença e esta á Ecclesia.



Já quanto ao acordo de Coligação é de saudar o entendimento alcançado e estão de parabéns Passos Coelho e Paulo Portas (de semblante cansado, coitado...!). Parece-me são bases sólidas e as notícias sobre a nova estrutura de Governo confortantes quanto ao futuro da acção política da actual maioria. Tem o acordo limites e repercute a actual crise identitária do centro-direita? Sim. Mas como sempre desde a posse deste Governo, as insuficiências do mesmo não legitimam que se destrone o mesmo, mas sim que se o ajude, suprindo as suas deficiências, dando-lhe o sopro de alma que lhe falta aqui ou ali.

Uma nota final: não sei se é verdade que Antonio Pires de Lima será o futuro Ministro da Economia. Mas se for verdade antecipo a cumplicidade, a história de amizade que o une a Paulo Portas e neles os dois se revendo toda uma geração de antigos alunos de jesuítas. Engraçadas as voltas da história, o entrecruzar do governo dos povos e das amizades humanas...!

sexta-feira, março 29, 2013

Páscoa: o Papa Francisco e a Homília do Bispo do Porto





Neste tempo de oração próxima e espera ansiosa da Ressurreição impressionou-me ler este trecho da Homília ontem do Senhor D. Manuel Clemente na Sé do Porto:

Como disse o Papa Francisco, dirijamo-nos aos pobres, numa Igreja pobre e para os pobres. Sucessor de Pedro, repetiu a seu modo o que o apóstolo respondeu ao mendigo de Jerusalém: «Não tenho ouro nem prata, mas o que tenho, isto te dou: Em nome de Jesus Cristo Nazareno, levanta-te e anda!» (Act 3, 6).

Não me parece haja melhor definição do actual Papa que esta: um homem que é simples porque tudo o que tem para propor é o que vive: Cristo.



quinta-feira, janeiro 03, 2013

Os Bispos e a defesa da Vida e da Família



Neste momento em que se encontra praticamente concluída a recolha de assinaturas da Petição Defender o Futuro (só faltam 217 para que a Petição seja entregue na Assembleia da República e tendo reunido o número minimo de subscrições seja obrigatoriamente apreciada no parlamento e discutida em plenário) a discussão das leis fracturantes do tempo de José Sócrates regressa à agenda política e com ela a posssibilidade de uma reapreciação desses diplomas conduzir à respectiva revisão ou revogação (uma vez que contra os mesmos na altura votaram os grupos parlamentares da actual maioria).

Num contexto diferente (o da educação na Fé dos crentes e do contributo para o diálogo civil em Portugal) na última semana vem-se sucedendo intervenções lúcidas e corajosas dos nossos Bispos na defesa da Vida e da Família, na linha aliás das constantes intervenções nesse sentido do Papa Bento XVI.

A do Patriarca de Lisboa está aqui.


A de D. Manuel Felício (Bispo da Guarda) está aqui.


E a de D. Manuel Clemente (Bispo do Porto) está aqui.




domingo, março 29, 2009

Palavras sábias de António Barreto na apresentação livro D. Manuel Clemente

Estão sublinhadas na noticia abaixo da Ecclesia:

Textos de D. Manuel Clemente são exemplo de «tolerância e abertura ao diálogo»

António Barreto apresentou o livro «Um só propósito – Homilias e Escritos Pastorais em tempos de Nova Evangelização» de D. Manuel Clemente
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Foi lançado na passada Quarta-feira o livro “Um só propósito – Homilias e Escritos Pastorais em tempos de Nova Evangelização”, textos do magistério episcopal de D. Manuel Clemente que, nesse dia, completou dois anos à frente da diocese do Porto.

A apresentação esteve a cargo de António Barreto, sociólogo, que apontou a publicação como um exemplo salutar de diálogo, “de quem quer dialogar e debater”.

Afirmou o sociólogo que, tradicionalmente, as homilias, referentes ao actual, são efémeras. “A maior parte das homilias de cada sacerdote e da maioria dos sacerdotes nunca vê a forma impressa, nunca têm uma segunda vida de leitura e meditação”.

D. Manuel Clemente “fala para todos, espera debate e diálogo, assume as suas responsabilidades pelo que pensa e diz, sujeita-se ao contraditório e sente que é seu dever ocupar-se da vida dos homens e das mulheres na Terra e em sociedade”.

A publicação dos textos do Bispo do Porto indicam “uma maneira diferente de exercer as suas funções. Quem publica, quer ser lido. Quem lê, reflecte e pensa. Quem pensa, verifica o pensamento dos outros, dos autores. Quem comenta, acrescenta qualquer coisa”, aponta António Barreto sublinhando a abertura “ao julgamento dos leitores, à exposição e escrutínio”.

“Não se satisfaz com a palavra catedrática, não pretende que acreditem apenas na autoridade do magistério”, aponta.

O livro com a publicação das homilias e escritos do Bispo do Porto que serve todos os públicos. Para os crentes, “pode ser uma recordação, uma sugestão para voltar à matéria”. Para os não crentes, reconhece António Barreto, “é a possibilidade de entrar em conversa, em diálogo”.

“Um sacerdote que publica as suas homilias quer falar com os outros, os que não pertencem ou não comparecem à congregação, os que não são do rebanho ou os que não são religiosos. É um sinal de vontade de diálogo. E um sinal de predisposição para a tolerância”.

O sociólogo considera que sendo consensual a ideia de separação da Igreja e do Estado e da não intervenção da Igreja em questões puramente partidárias. Nesse sentido, é de opinião que “a Igreja deve intervir publicamente em tudo o que à condição humana diz respeito”. Se assim for, afirma, “a Igreja exige para si a liberdade que reconhece aos outros. Os cidadãos ficam a ganhar com isso”.

“É absurdo pensar que a Igreja apenas se ocupa de religião. Qualquer que seja o seu Deus ou a sua concepção da vida eterna, é sempre na Terra, em sociedade, na República, na cidade, que os homens vivem as suas vidas. É na cidade que as Igrejas vivem ao lado dos homens”, sendo um erro pensar que a Igreja se limita aos sacerdotes ou à hierarquia. “A Igreja é composta por todos os crentes, os fiéis, a congregação ou a comunidade”.

António Barreto aponta ainda que nos tempos actuais “faltam palavras de contenção e serenidade”.

“A doutrina cristã e a sua tradição moral estão bem colocados para contribuir. Numa altura em que a ganância, a desumanidade, a exploração da boa fé de outros e a venalidade se transformaram quase em valores universais, precisamos de vozes serenas e de contenção, de correcção moral de paixões destruidoras do respeito de uns pelos outros”.


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Intervenções do Bispo do Porto passam a livro
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Nacional | Agência Ecclesia| 27/03/2009 | 12:02 | 3323 Caracteres

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quarta-feira, fevereiro 25, 2009

Uma Santa Quaresma!

Chegou a Quaresma: um tempo de conversão.
Para quê? Para sermos mais santos, isto é, mais felizes.
Vale a pena ver a mensagem do Senhor D. Manuel Clemente: aqui.

quarta-feira, novembro 28, 2007

Bispo do Porto defende presença pública dos crucifixos

Bispo do Porto defende presença pública dos crucifixos
O Bispo do Porto defendeu a presença dos crucifixos "em qualquer espaço adequado, mesmo que público", numa atitude de "cidadania justamente partilhada com crentes e não crentes".
Na homilia da solenidade de Cristo Rei, que a Igreja celebrou no passado Domingo, D. Manuel Clemente sublinhou que "gostamos de ver a Cruz por a reconhecermos como altíssimo sinal de tantas vidas abnegadas ao serviço do próximo".
"No nosso caso português ela, a Cruz de Cristo, foi até o mais alto símbolo do que fizemos de melhor, na descoberta do mundo e na construção duma humanidade comum", acrescentou.
O Bispo admitiu "eventuais contrafacções que se tenham verificado da nossa parte", mas indicou que "foi exactamente o regresso à Cruz e aos sentimentos de Cristo que constantemente nos corrigiu e mais longe nos transportou e transporta, como cidadania amável e solidariedade universal".
Numa mensagem particularmente dirigida aos leigos do Porto, D. Manuel Clemente pediu uma maior colaboração na vida "interna" da Igreja, "para sustentar as comunidades paroquiais, que têm poucos presbíteros e diáconos ao seu serviço".
Esta, disse, é "uma situação que se poderá agravar nos próximos anos, apesar da muita abnegação pastoral de que o nosso clero dá bastas provas".
"Havemos de promover ainda mais e formar persistentemente muitos de vós para os ministérios e serviços que a Igreja vos pode e deve conferir, dentro do que as normas canónicas e pastorais contemplam", indicou ao laicado da Diocese.
D. Manuel Clemente recordou algumas indicações deixadas pelo Papa, durante a recente visita Ad limina dos Bispos portugueses, pedindo avanços "numa corresponsabilidade cada vez maior, ao serviço da comunidade cristã e da sua missão no mundo".
"A urgência da nova evangelização impele-nos a aumentarmos a projecção missionária das nossas comunidades, para levar a cada sector específico da sociedade e da cultura a verdade, a beleza e a bondade divinas que refulgem em Cristo", indicou.
Nacional Octávio Carmo 27/11/2007 16:30 1998 Caracteres 70 Diocese do Porto