Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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quinta-feira, agosto 08, 2013
Cheque-ensino: infelizmente, much ado about nothing...
(esta magnífica fotografia acima foi retirada de O Insurgente neste post)
Entre o acordar tarde e a mudança de rotinas com as férias, as tarefas dos múltiplos festejos e combinações deste alargado núcleo familiar, com quem passos as férias, mais a falta de pachorra para a política e até (pasme-se!) os noticiários na rádio (da televisão nem falo, pois há dias não vejo, reservando-se o aparelho para magníficos serões de cinema, até agora com predominância do Padrinho, o um e o dois já foram, hoje á noite é o três), as notícias estão a chegar aqui no Norte profundo, poucas, em ritmo lento e nem sempre facilmente enquadráveis.
Mas de facto ouvir a palavra cheque-ensino (sobre o que isso é ver este artigo aqui sobre o tema, datado de 2007) não podia ter deixado de me chamar a atenção, atenta a raridade com que o tema é abordado (e apesar do esforço em prol da liberdade de educação que tem sido realizado pelo Fórum do mesmo nome, organização em que de facto, passe a vaidade, muito me orgulho de ter participado na respectiva fundação). O mote foi dado por este artigo do Público de hoje. E o motivo da mesma terá sido a revisão em curso do Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo.
Procurei informar-me e infelizmente é "much ado about nothing"...(não no sentido da comédia de Shakespeare ou do filme [ver trailer abaixo], mas de muita confusão/barulho para nada...). Ou seja parecendo ignorar que desde sempre (desde que foi introduzido) o contrato simples existiu naquele estatuto (trata-se de um apoio ás famílias que têm os seus filhos no ensino particular e que é "dado" [melhor seria dizer, devolvido...] e calculado em função do rendimento) os tradicionais inimigos da liberdade (a camarilha de burocratas do Ministério da Educação, os sindicalistas que não estão nas escolas há 20 ou 30 anos, os professores cuja preocupação com os alunos e a escola pública, tão bem se revelou na greve que fizeram aos exames [antepondo os seus interesses particulares aos dos alunos que lhes foram confiados, á força, é verdade, dada a falta de alternativa, pelas famílias])* encerrado o episódio dos Swaps, sem mais terem com que se entreter, e porque tudo serve no tiro ao alvo ao Ministro da Educação, começaram a entrar em pânico...
* Desde já peço desculpa pela virulência da expressão, mas como tenho outros compromissos a seguir a isto, e não queria deixar de escrever sobre a questão, saiu-me assim à bruta, sendo que não me custa reconhecer que do ponto subjectivo possa haver nos adversários do cheque-ensino, mais boa intenção e sincera convicção, algumas vezes diria muito baseada no desconhecimento do que seja o cheque-ensino, dos malefícios desta proposta concreta e da liberdade de educação...veja-se um exemplo aqui.
Resumindo e concluindo: ainda não é desta, infelizmente que teremos (as famílias portuguesas) na prática a liberdade de escolha que a Constituição (sim, a actual...!) nos promete e a Declaração Universal dos Direitos do Homem proclama...
Mas entretanto e felizmente temos o cinema...! E já que estamos em férias e veio a propósito o Much Ado About Nothing porque não rever este filme (trailer abaixo)?
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quinta-feira, dezembro 06, 2012
O caso dos Colégios da GPS: do medo da liberdade de educação
No Domingo quando me preparava para um dos raros programas que vejo* (não tenho decididamente tempo para ver televisão o que não me deixa especialmente orgulhoso ou feliz mas pelo contrário decidido a quando me reformar [pelo andar da carruagem entre os 70 e os 80...] passar os dias inteiros a ver séries da Fox...;-) vi anunciado na TVI uma reportagem sobre um "escândalo" no ensino privado, a transmitir no dia seguinte.
E pensei logo: com a actual "ameaça" que paira sobre o ensino estatal (às vezes menos público que o do privado) está-se mesmo a ver o que se vai passar: vem cá para fora todas as eventuais asneiras que se façam no ensino particular, fazendo de conta que o ensino estatal é um mar de rosas e que portanto cruzes! que vem aí a liberdade de escolha para os pais, vejam só os bandidos que eles (os privados) são...
Não estive no país desde então e por isso perdi os jornais de ontem e os noticiários e não sei como lhes correu a manobra (aos inimigos da liberdade que, no caso, é uma coligação que abrange de filhos da Viúva a sindicalistas comunistas, de socialistas a psd's, entra pelo CDS dentro e não deixa fora sequer nem a extrema-direita nem a extrema-esquerda). Mas vi esta notícia hoje no Público. Do que li pareceu-me que nem sequer parra há, quanto mais uva...!
Posso estar enganado, claro, mas ainda que haja eventuais "malfeitorias" em escolas desse dito Grupo GPS (cujo site está aqui) isso não muda o essencial: ninguém melhor dos que os pais sabe o que quer para os seus filhos e isso sempre animados por lhes desejar o melhor. Deixem-nos pois escolher que com cada caso em concreto saberemos nós lidar...ou como dizia D. Giussani: "mandem-nos andar nus pelas ruas, mas não nos tirem a liberdade de educação"...!
* os raros programas que vejo, sempre em diferido, são o Top + e o Comentário de Marcelo Rebelo de Sousa...;-)
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