Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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sexta-feira, abril 13, 2012
União Lusófona: uma proposta inovadora
O Sol da passada sexta-feira traz um artigo muito interessante de um Miguel P. Lopes do ISCSP em que é proposta uma União Lusófona, à imagem da União Europeia, e constituída pelos actuais PALOP's. Muito interessante...(seria uma comunidade de 250 milhões de pessoas...).
Fui procurar o artigo na net e não o encontrei mas em contrapartida dei com a mesma proposta feita pelo Senhor D. Duarte no último jantar do 1º de Dezembro. Está aqui.
Enfim, ideias politicas inovadoras não faltam, graças a Deus!
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terça-feira, dezembro 20, 2011
As declarações de Passos Coelho e os Professores
As declarações de Passos Coelho em que este recordava ao universo de professores, a quem este ano e nos próximos o Estado português não poderá proporcionar trabalho, a existência de um vasto mercado dos milhões de falantes de Português, como uma hipótese de trabalho, suscitou um coro de indignação que não tem qualquer razão de ser.
Primeiro porque a pista é realista e boa. Existe de facto um mercado grande para esses professores e essa é uma alternativa real que inclusivamente lhes pode vir a trazer uma compensação bem maior do que a que resultaria de um emprego menor em indesejada localização e sem qualquer perspectiva de melhoria.
Depois porque estas declarações fizeram soltar o socialista que se esconde na alma portuguesa (consequência de anos de deseducação iniciados no paternalismo do Estado Novo e prosseguida no Portugal democrático) mesmo quando disfarçado de "preocupado social" e de acordo com o qual o Estado, a própria sociedade Portuguesa, tem obrigação de proporcionar a cada um o emprego que este deseja e do qual se crê credor em função e exclusivo resultado das suas escolhas pessoais e de formação. Ora, esse direito não existe! Cada um, com os limites próprios e das suas circunstâncias, é responsável pelas suas escolhas e pelas consequências destas. Isto é, pessoas houve que decidiram ser professores e fizeram a formação respectiva, o que implica aceitar as consequências: se a vida for propicia será essa a sua profissão e meio de sustento, se tal não acontecer terão de encontrar saídas noutros horizontes geográficos ou noutros campos de actividade. E isso será cada vez mais assim.
A única coisa que faltou nas declarações de Passos Coelho foi indicar qual a causa deste desemprego dos professores: é que não há alunos, não nascem crianças! O homem perdoa, a demografia, não...E sabe Deus como tantos desses Professores não são responsáveis em termos de mentalidade comum por esse clima cultural e humano em que a natalidade foi posta de parte, a maternidade menorizada, a família indicada como um modelo ultrapassado, o amor humano reduzido à sexualidade, etc...
Primeiro porque a pista é realista e boa. Existe de facto um mercado grande para esses professores e essa é uma alternativa real que inclusivamente lhes pode vir a trazer uma compensação bem maior do que a que resultaria de um emprego menor em indesejada localização e sem qualquer perspectiva de melhoria.
Depois porque estas declarações fizeram soltar o socialista que se esconde na alma portuguesa (consequência de anos de deseducação iniciados no paternalismo do Estado Novo e prosseguida no Portugal democrático) mesmo quando disfarçado de "preocupado social" e de acordo com o qual o Estado, a própria sociedade Portuguesa, tem obrigação de proporcionar a cada um o emprego que este deseja e do qual se crê credor em função e exclusivo resultado das suas escolhas pessoais e de formação. Ora, esse direito não existe! Cada um, com os limites próprios e das suas circunstâncias, é responsável pelas suas escolhas e pelas consequências destas. Isto é, pessoas houve que decidiram ser professores e fizeram a formação respectiva, o que implica aceitar as consequências: se a vida for propicia será essa a sua profissão e meio de sustento, se tal não acontecer terão de encontrar saídas noutros horizontes geográficos ou noutros campos de actividade. E isso será cada vez mais assim.
A única coisa que faltou nas declarações de Passos Coelho foi indicar qual a causa deste desemprego dos professores: é que não há alunos, não nascem crianças! O homem perdoa, a demografia, não...E sabe Deus como tantos desses Professores não são responsáveis em termos de mentalidade comum por esse clima cultural e humano em que a natalidade foi posta de parte, a maternidade menorizada, a família indicada como um modelo ultrapassado, o amor humano reduzido à sexualidade, etc...
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