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terça-feira, dezembro 30, 2014

Presidenciais USA: Jeb Bush como expectável...!



A primeira vez que ouvi falar dele foi há uns três ou quatro anos atrás aquando de um National Prayer Breakfast em Washington. Falaram-me dele como uma promessa segura e prometedora. A sua biografia é boa. Aguardemos o que dirão os do Tea Party para um juízo mais informado...;-)

No Público de ontem saiu um artigo interessante prenunciando um duelo dele com a Hilary Clinton e focando esta coisa curiosa de parecer existir uma certa tendência dinástica na política americana. A seguir...

Mas uma coisa é certa: dá gozo antecipado adivinhar o que não dirá a esquerda se por acaso um terceiro Bush chegar à presidência dos Estados Unidos...lol!

quarta-feira, junho 11, 2014

Boas notícias: o Tea Party live and kicking!

Nuns tempos de centro-direita português anémico e timorato, incapaz de um juízo sobre o que se passou nas Europeias (os mesmos 1,8 milhões de votantes na esquerda toda e a coligação Aliança Portugal a perder 500 mil votos: 300 mil para a abstenção e 200 mil para Marinho Pinto, na lista do MPT), sabem bem notícias como estas e a confirmação da possibilidade de movimentações semelhantes de "descamisados ideológicos" e finalmente uma sacudidela no sistema partidário (e a propósito, um grande obrigado ao PS pela introdução de primárias!).

A notícia abaixo foi retirada aqui do diário digital "Observador":

primárias republicanas

Reviravolta nas primárias republicanas: Eric Cantor derrotado pelo candidato do Tea Party

Eric Cantor foi derrotado de forma inesperada nas eleições primárias do partido republicano. O vencedor foi o pouco conhecido Dave Brat, num golpe de vitória para os conservadores do Tea Party.

Líder da maioria na Câmara dos Representantes saiu derrotado das primáriasMark Wilson

Autor
O resultado apanhou de surpresa o Partido Republicano e as repercussões podem-se fazer sentir em Washington e no debate nacional sobre a imigração. Dave Brat focou-se muito no tema da imigração ao longo da campanha, acusando o adversário de ser muito suave nas políticas de imigração e de apoiar uma amnistia para os imigrantes ilegais.
De acordo com o New York Times, a campanha de Brat teve um financiamento de pouco mais de 200 mil dólares, muito aquém da máquina de Cantor, que desembolsou mais de um milhão de dólares na reta final, entre abril e maio, a par do apoio de associações que ajudaram na publicidade.
A participação eleitoral nas primárias republicanas foi bastante elevada: cerca de 65 mil pessoas foram às urnas, muito mais do que as 47 mil que votaram há dois anos, e que deram a Eric Cantor 79% dos votos.
“Adoro cada uma das pessoas deste planeta porque são todas filhas de Deus”, disse Brat a dada altura da campanha, usando o trunfo ultraconservador do Tea Party para se sobrepor a Cantor – que acusava de ser demasiado liberal. A “responsabilidade fiscal” foi outra das bandeiras de Brat para chegar à vitória.
Dave Brat foi assim o nome escolhido pelos republicanos para defrontar o democrata Jack Trammell, também professor na universidade Randolph-Macon, onde Brat leciona. O derrotado Cantor falou de “desilusão” e, acompanhado da mulher, reconheceu a queda. “Servir-vos como o congressista do 7º Distrito e ter o privilégio de ser o líder da maioria foi a maior honra da minha vida”, disse.

sexta-feira, fevereiro 28, 2014

Sarah Palin: imparável!


A notícia chegou-me pela lista electrónica de uma publicação periódica conservadora dos Estados Unidos. Não apenas sobre este Reality Show em que se pretende mostrar a vida ao ar livre na América mas também interessantes dados sobre as possibilidades de candidatura presidencial desta política americana com que muito simpatizo. Vale a pena ler:

Sarah Palin Returning to Reality TV With 'Amazing' Show

Wednesday, 26 Feb 2014 10:01 PM
By Sandy Fitzgerald
 

Sarah Palin is returning to reality television.
The former Alaska governor's new program, "Amazing America With Sarah Palin," is scheduled to premiere at 8 p.m. EDT on April 3 on the Sportsman Channel, Politico reports.

In a promotional video, Palin is seen in silhouette in front of an American flag as quotes about her newsmaking ability, charm and complexity appear on the screen. 

She then appears, saying, "America: Prepare to be amazed."

Palin will take viewers into "red, wild, and blue America," highlighting people and places that exemplify outdoor life and the American spirit, a Sportsman Channel statement said.

"I'm excited to help shine a light on all the great American sportsmen and -women in the country who live the outdoors lifestyle," Palin says. "Sportsman Channel is the leader in their industry, and I am thrilled to be partnering with them on this show."

Gavin Harvey, CEO of the Sportsman Channel, called Palin "one of America's popular leaders, whose powerful love of country and passion for the great outdoors is inspiring to millions and millions of people."

Palin has remained a popular figure since her 2008 campaign as Sen. John McCain's vice presidential running mate, and Republicans rate her higher than every other potential 2016 presidential contender, a recent Public Policy Polling survey found, even though her name was not on the pollster's list of potential candidates.

The poll showed that Palin, a tea party favorite, has a 70 percent favorability rating among Republican primary voters, topping six other potential candidates in the poll.

Palin's previous reality show, "Sarah Palin's Alaska," proved to be a ratings winner for The Learning Channel. It attracted almost 5 million viewers for its premiere, the largest in the channel's history.

segunda-feira, setembro 16, 2013

O Mordomo: é longa a estrada para a liberdade e o respeito da dignidade humana...!





Fui ver este filme na sexta-feira passada. Se o filme é curioso pela sua vertente de mostrar a Casa Branca vista do lado do serviço que implica, o seu valor maior e grande tema é a luta prolongada, corajosa, heroica, sofrida, da população afro-americana pela sua liberdade, o reconhecimento da sua dignidade e o direito á igualdade com a população branca. Em frente dos nossos olhos desfilam datas dos anos cinquenta e sessenta (!) e não se acredita que ainda então fosse tal a brutalidade, a desigualdade, a opressão, a humilhação (desde o não ser atendido por igual numa loja, a não se poder sentar no mesmo autocarro escolar ou andar nas mesmas escolas, ser agredido quando se reivindicava a liberdade ou tratado abaixo de cão por iguais em idade, profissão ou condição). Impressionante!

Além disso há outros pontos relevantes no filme e na história: dos movimentos civis, da passagem de alguns do pacifismo á violência (com os Panteras Negras), os diferentes presidentes americanos e como reagiam á questão racial (e não é que quem mais passos deu no bom sentido foi um que era católico, John Kennedy, e outro republicano e conservador, sim, Ronald Reagan*...? Bem feito para todos esses historiadores esquerdistas incapazes de reconhecer grandeza moral e política no outro lado das suas convicções!) e por fim um tema completamente humano, verdadeiro, doloroso mas passível de redenção, qual seja o da relação atribulada de um pai com um filho. Grande filme!

Pensando em tudo isto e em quão é longa e sofrida a estrada para a liberdade e o respeito da dignidade humana no fim do filme não pude deixar de pensar no empenho de alguns na defesa da Vida humana desde a concepção até á morte natural. Como hoje defrontamos por vezes a mesma hostilidade ou a mesma incompreensão, mas também ao mesmo tempo vivemos a mesma convicção e crença na humanidade que tiveram aqueles lutadores pelos direitos cívicos. E em relação ás crianças mortas pelo aborto ou os velhinhos e os doentes massacrados pela eutanásia também o nosso grito é o mesmo: porque não reconheces a sua humanidade...!?

Duas notas finais: o filme tem música do Rodrigo Leão (ver aqui) e pode-se ler sobre o Mordomo real: Eugene Allen.

* Apesar das críticas de que o Público se fez eco.

domingo, setembro 08, 2013

Obama Prémio Nobel da Paz: uma denúncia extraordinária e bem-humorada na Tempi


Vabbè, ma a ‘sto punto diamoglielo pure a Bush il Nobel per la Pace, no?

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agosto 31, 2013 Correttore di bozze
Dopo l’annuncio dell’intervento armato in Siria, avete visto quante bandiere della pace sui balconi? Quante manifestazioni di piazza? Quanti appelli “no war”? No? Come no?
                       
Per capire perché gli Stati Uniti d’America sono oggi molto più apprezzati nel mondo, bisogna partire da un presupposto fondamentale.
Il presidente Barack Obama è un premio nobel per la pace

President_Barack_Obama_with_the_Nobel_Prize_medal_and_diploma
Mentre George Bush Jr è

nazi bush
 
In seguito agli attentati di Al Qaeda dell’11 settembre, Bush ha portato gli Stati Uniti in due guerre.
In Afghanistan (2001 – in corso)
 
Afghanistan
 
E in Iraq (2003 – 2011)
 
Iraq
 
Bush ha anche imprigionato i sospetti terroristi nel campo di prigionia di massima sicurezza di Guantánamo
 
Guantanamo
 
Ai tempi della presidenza Bush (2001 – 2009) migliaia di pacifisti italiani manifestarono più volte a Roma e in altre città d’Italia e del mondo per protestare contro le politiche guerrafondaie degli Stati Uniti, in Iraq e in Afghanistan, e contro le violazioni dei diritti umani nella base di Guantánamo
 
ManifestazioneRoma
 
Finita l’era Bush, nel 2009 inizia quella di Obama, che promette la fine di tutte le guerre di Bush e la chiusura del campo di prigionia di Guantanamo. “Yes we can” è il suo motto
 
Yes_We_Can
 

Una volta presidente degli Stati Uniti, Obama non chiude la prigione di Guantánamo
 
Guantanamo2
 
Prosegue la guerra in Afghanistan, iniziata dal suo predecessore

AFGHANISTAN US ARMY BIRTHDAY
 
Amplia la guerra globale al terrore, affidandosi ai droni e alla politica degli “omicidi mirati” in Yemen, Somalia e Pakistan
 
Drone
 
Nel 2011, sostiene apertamente la “primavera araba”

Egitto, scontri tra sostenitori Morsi e oppositori
 
Spinge la Nato a intervenire in Libia, attraverso bombardamenti e attacchi aria-terra

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E per finire, nel 2013, valuta di bombardare la Siria, in rappresaglia a un presunto attacco chimico da parte di Assad, avvenuto il 21 agosto, nella periferia di Damasco
 
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La reazione dei pacifisti italiani alle mancate promesse di Obama, agli omicidi mirati in Yemen, Somalia e Pakistan, al bombardamento della Libia, e alla possibilità di un bombardamento della Siria è stata finora simile a questa
 
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Síria: e se as armas químicas tivessem sido despoletadas, por engano, pelos rebeldes?

Tratar-se ia então, a situação actual, de um claro absurdo e daqui a uns anos arriscamo-nos a descobrir, que, como com as armas de destruição maciça, no Iraque, tudo se trata de um horrível e atroz engano...

A notícia retirei-a daqui. Trata-se da revista Tempi que a todos os títulos recomendo.

Siria, ribelli: «Abbiamo fatto esplodere noi per sbaglio le armi chimiche». Il reportage che nessuno cita

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settembre 3, 2013 Leone Grotti
Un clamoroso reportage da Ghouta, dove si sarebbe verificato l’attacco chimico, di Mint Press News raccoglie le testimonianze dei ribelli: «Le armi venivano dall’Arabia Saudita»
siria-ghouta-armi-chimicheIn Siria, a Ghouta, sono esplose armi chimiche ma secondo ribelli locali non è stato il dittatore Bashar al-Assad ad utilizzarle ma i ribelli stessi, per errore. La notizia è contenuta in un reportage pubblicato lo scorso 29 agosto su Mint Press News, che non è stato ripreso dai quotidiani italiani, firmato da Dale Gavlak (che dalla Giordania collabora da anni con Associated Press) e Yahya Ababneh, che ha condotto interviste e ricerche sul campo in Siria. Interviste che hanno dell’incredibile (e suscitano qualche sospetto) dal momento che le dichiarazioni dei ribelli contenute vanno contro il loro stesso interesse, scagionando di fatto Assad.
«UN QUADRO MOLTO DIVERSO». «Da numerose interviste con dottori, residenti di Ghouta, ribelli e le loro famiglie, emerge un quadro molto diverso» rispetto a quello prospettato da Barack Obama, Regno Unito e Francia, secondo cui Assad avrebbe ucciso con un attacco a base di armi chimiche il 21 agosto tra le 355 e le 1700 persone a Ghouta, un sobborgo della capitale Damasco. Il reportage cita l’intervista a Abu Abdel-Moneim, padre di un combattente ribelle: «Mio figlio è venuto da me due settimane fa chiedendomi se sapevo che armi fossero quelle che gli avevano chiesto di trasportare», armi«con una struttura a forma di tubo» e altre simili a «grandi bombole di gas».
ARMI CHIMICHE USATE DAI RIBELLI. Abdel-Moneim rivela che suo figlio insieme ad altri 12 ribelli è morto per i gas chimici in un tunnel dove erano soliti stoccare le armi che un militante dell’Arabia Saudita, che guida una fazione ribelle, portava da Riyad. Un’altra combattente ribelle, soprannominata solo “K” per non farsi identificare, afferma: «[I sauditi] non ci avevano detto che cos’erano queste armi o come usarle. Non sapevamo fossero armi chimiche, non potevamo neanche immaginarlo». Secondo un altro ribelle di Ghouta, “J”, «queste armi hanno subito destato la nostra curiosità. Sfortunatamente, alcuni dei combattenti le hanno maneggiate con leggerezza e le hanno fatte esplodere».
RUOLO DELL’ARABIA SAUDITA. Secondo i reporter, dunque, delle armi chimiche sono effettivamente esplose in Siria ma non per mano del regime di Assad, bensì per mano dei ribelli, che le hanno ottenute dall’Arabia Saudita. «Oltre una dozzina di ribelli intervistati ci ha detto di essere stipendiato dal governo saudita», continua l’articolo.
«CHI HA USATO LE ARMI?». Dopo una disamina attenta del coinvolgimento a fianco dei ribelli dell’Arabia Saudita nel conflitto siriano, l’articolo riprende, condividendola, anche una considerazione di Peter Oborne per il Daily Telegraph: «Gli unici che hanno tratto benefici dalle atrocità sono stati i ribelli, che stavano perdendo la guerra e che ora hanno l’America e la Gran Bretagna pronte a intervenire al loro fianco. Mentre sembrano esserci pochi dubbi che le armi chimiche siano state usate, non è ancora certo chi le abbia usate. È importante ricordare che Assad è già stato accusato in precedenza di aver usato gas velenoso contro i civili. Ma allora, Carla del Ponte, commissario delle Nazioni Unite in Siria, ha concluso che i ribelli, non Assad, erano probabilmente responsabili».
Firma l’appello contro l’intervento armato in Siria


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quinta-feira, março 07, 2013

Lincoln: também assim um dia o aborto acabará...!




Vi ontem o "Lincoln". Grande filme!

Para alguns será apenas um (óptimo) filme histórico. Mas para quem desde há uns anos está empenhado na abolição da escravatura do aborto é muito mais do que isso: um filme sobre as nossas lutas, sobre as nossas vidas, sobre as nossas aspirações. Um filme sobre o valor incomparável da dignidade humana e também um filme muito interessante sobre o realismo em política.

E se isto não fosse já suficiente para recomendar o mesmo, é também um filme impressionante para ver como desde sempre foi igual a vida de um representante eleito, seja nos Estados Unidos ou em Portugal. As cenas sobre a angariação de votos parlamentares e as pressões das direcções de bancada, reproduzem fielmente o que eu já testemunhei quando passei pelo parlamento e no acompanhamento que desde então fiz de diversos grupos parlamentares aquando da discussão das chamadas leis fracturantes. Com uma diferença: é que o deputado português é tão pouco livre, que nem ao menos a liberdade de se deixar "vender"* tem..."problema" que não resulta da sua integridade moral mas de que depende totalmente do chefe do partido e de quem o rodeia, e não, como nos Estados Unidos, de quem o elege directamente...

* "Vender" no sentido de poder mudar de posição, contrariando a linha dominante da sua bancada, em resultado de uma negociação política que pode passar pelo apoio cruzado em propostas legislativas ou concessão de benefícios à sua região, apoio na sua reeleição, etc.

sexta-feira, fevereiro 22, 2013

Visita do Cardeal Dolan a uma histórica comunidade evangélica






Das coisas mais bonitas que tenho testemunhado nos últimos anos (pessoalmente em Portugal e nos Estados Unidos, por leitura e obervação em muitos outros lados)  é a amizade que tem crescido entre os católicos e os cristãos evangélicos e a unidade que temos vivido em diversas campanhas públicas e iniciativas comuns.
Tem sido uma beleza testemunhar o amor a Jesus que anima os nossos irmãos evangélicos, a força da sua convicção e a abertura e afecto que manifestam à Igreja Católica e ao Papa. O que me tem levado a concluir que o Ecumenismo que necessitamos não é nem doutrinal nem organizativo, mas sim de nos frequentarmos uns aos outros, cultivarmos a nossa amizade e por amor a Cristo pormo-nos juntos a caminho.
A esse propósito recebi este email de um amigo (dirigente de uma associação de defesa da Vida) dirigido aos seus amigos evangélicos e que explica as razões pelas quais vale a pena ver este belíssimo video e o contexto desta visita do Cardeal Dolan de Nova Iorque a uma comunidade evangélica:

"Aos meus amigos evangélicos deixo aqui um vídeo de um visita que o Cardeal Dolan fez em Agosto de 2012 a uma das comunidades evangélicas mais antigas do mundo, Woodcrest Bruderhof, com origem na Alemanha. Vejam como ele está à vontade com os cristãos não católicos, na refeição e na tertúlia que se segue, como os anima a serem consequentes com a sua fé, e em particular, ao falar da defesa da vida e como ele nos anima a estarmos todos juntos, católicos e evangélicos, nesta luta. Vale a pena ver este vídeo até ao fim e pedia para que rezem também para que o novo Papa seja um exemplo e um modelo de Cristo para toda a Cristandade."

terça-feira, janeiro 22, 2013

Ainda a posse de Obama




 
 
Há quase um ano atrás em Washington participei, pela segunda vez na vida, no National Prayer Breakfast, onde tive a ocasião de presenciar e ouvir, à distância de apenas uns poucos metros, o discurso do presidente Obama.
 
Se o recordo hoje é porque, ao contrário do que tinha sido o teor da sua intervenção no ano anterior (mais na primeira pessoa, sobre a sua experiência de fé cristã) a intervenção de 2012 foi muito política e tendo como conteúdo essencial a defesa das suas políticas "sociais" usando uma hábil analogia com a história da vida pública e pregação de Jesus. Não gostei, confesso, e como eu creio a maioria da sala.
 
A memória desta intervenção veio-me com as referências que hoje vi na comunicação social ao que terá sido o conteúdo do seu discurso ontem na tomada de posse pública como presidente dos Estados Unidos, chegando ao ponto de trazer à baila (sem surpresa, é infelizmente verdade) os temas mais "de ponta" de um discurso aguerrido de quem tem uma agenda (dita progressista) e está decidido a levá-la a cabo, sem as inibições que terá experimentado no seu primeiro mandato.
 
Se por um lado é de temer o pior (não uma tragédia porque graças a Deus lá está o Congresso para o travar...) por outro não se pode deixar de invejar a situação: um presidente que foi eleito e confortado nesse apoio pretende realizar as suas ideias e conta com o apoio dos seus no Congresso e do povo que o elegeu para isso. O que não se pode dizer seja bem o caso em alguns países europeus e no nosso em particular... 


segunda-feira, janeiro 21, 2013

Sobre a posse de Barak Obama




Embora tenha muito sérias dúvidas sobre se é o presidente de que os Estados Unidos e o mundo precisam e fundadas reticências às suas políticas "sociais" (desde o seguro de saúde cuja obrigatoriedade viola a liberdade religiosa, pela primeira vez na história daquele país, ao seu apoio ao aborto e ao casamento gay) não é possível caír no erro frequente da imprensa esquerdista que, no insulto a Georges Bush (filho) ou a Ronald Reagan, admitiam que fosse possível um "pateta" chegar à Casa Branca.

Se Obama é presidente dos Estados Unidos além da primeira e fundamental razão (os americanos assim quiseram por maioria dos seus representantes) é porque para isso tem as qualidades necessárias e o peso político necessário. É uma pena (do meu ponto de vista) mas é assim.

O que não me impede de um sorriso quando penso nas suas promessas irrealistas e ingénuas sobre Guantanamo que infelizmente continua bem aberta entre outras razões porque a Europa tão defensora dos direitos humanos se recusa a aceitar "abrigar" um sequer dos seus prisioneiros...

Uma nota final: o "pormenor" impressionante dos presidentes dos Estados Unidos tomarem posse, jurando sobre uma Bíblia. Se fosse em Portugal era um chinfrin que nem quero imaginar...! Mas sabe Deus como ele (Obama) precisa Dele...! (nomeadamente pelo "simples" facto [que peso, meu Deus!] que decide da morte de pessoas, veja-se ao autorizar o uso e alvos dos Drones, no quadro da guerra ao terrorismo...)

segunda-feira, dezembro 03, 2012

Centro-direita em Portugal: todo um trabalho a fazer!

As notícias de hoje do Público sobre como Grover Norquist mudou o debate americano sobre impostos (através da bem sucedida campanha da Americans For Tax Reform na obtenção da assinatura pelos eleitos republicanos do Taxpayer Protection Pledge) e sobre as primárias na esquerda italiana (de escolha do candidato a primeiro-ministro) vem mostrar como há um caminho a percorrer, inteligente e trabalhoso, no centro-direita em Portugal, qual seja o de implantar uma mentalidade de exigência ideológica e subordinação democrática nos candidatos a lugares de eleição política.

Só fazendo esse caminho é possível evitar esta confrangedora situação em que nos encontramos de falso debate sobre a refundação do Estado (situação ontem muito bem desmontada por Marcelo Rebelo de Sousa na TVI) e sobre a transição do mesmo para o Estado Garantia (tão bem explicado hoje também no Público por João Carlos Espada).

segunda-feira, novembro 05, 2012

Eleições USA: a minha aposta em Mitt Romney



Hoje no Diário de Notícias Luis Queiró diz melhor do que sou capaz no artigo A minha aposta em Mitt Romney porque também eu estou com este candidato e desejo ardentemente o mesmo vença amanhã as eleições presidenciais americanas.

Só um ponto posso acrescentar: com Mitt Romney estaremos seguros contra os escandalosos e inéditos atentados de Obama contra a liberdade religiosa (um ataque ao coração da ideia de liberdade que fez grande a América) e consideravelmente mais amparados nas reivindicações pro-família e pro-vida às quais o actual presidente com aquele ar cândido que Nosso Senhor lhe deu se tem oposto...

domingo, outubro 07, 2012

Obama ou como o casamento é verdade...

Bem entendido que nutro o maior dos desejos que os Obamas regressem a casa já neste mês de Novembro e o visionamento do vídeo abaixo não me fez esquecer nem o apoio que os Obamas têm dado ao aborto e ao casamento gay, nem o ataque sem precedentes à liberdade religiosa que se vive hoje em dia nos Estados Unidos, nem tantas outras coisas sucedidas (ou sobretudo não sucedidas) que demonstraram a inconsistência do homem.

Mas a graça que encontrei neste vídeo, certamente cozinhado pelos seus campaigners, justifica que aqui o coloque. Porque é tão engraçado verificar como apesar de todas as nossas diferenças, entre todos nós, os humanos, há uma unidade no género humano, uma comunhão de experiências, uma identidade essencial do coração humano, uma universalidade nos sentimentos, uma comum vivência da instituição familiar, que, melhor que todos os discursos, mostra como só podemos ter uma idêntica e comum origem e como de facto deveremos ter sido feitos "á imagem e semelhança" de Alguém...!

No caso são os 20 anos de casados. Quem de nós que teve a sorte e a graça de os alcançar (cá em casa vamos nos 26 anos...) não se identifica com esta história, assim contada neste vídeo...? ;-)



terça-feira, agosto 14, 2012

Paul Ryan ou dos católicos no Partido Republicano

A escolha por Mitt Romney de Paul Ryan, um católico, como seu candidato à vice-presidência dos Estados Unidos, além de demonstrar a importância da componente católica da movimentação republicana, e de ser um factor importantissimo na mobilização da militância Tea party, vem também mostrar como é cada vez mais saudável a relação entre católicos e outras confissões religiosas cristãs, desde os Mórmons aos Evangélicos. Um sinal de esperança para a América e também para todos os países onde fenómenos semelhantes estão a ocorrer. Entre todos lembro-me agora da bancada evangélica no parlamento brasileiro ou do que se passou em Portugal na última campanha do Não ou na batalha por um referendo ao casamento gay.

segunda-feira, agosto 06, 2012

A segurança da população e os maus costumes lusitanos


(foto acima retirada do site do Publico e que lá se encontra com autoria de Miguel Madeira)

Sei bem dos perigos da mentalidade securitária e em relação com esta das tentações de big brother e mais remotamente a do fascismo sanitário.
Mas pensando nas complicações que deverá ter, infelizmente, o polícia que matou no passado Sábado (acidentalmente ainda por cima a confiar no Público de hoje) um "suspeito" de assalto em Campolide, e na recompensa que terá o policia americano que abateu a tiro ontem o atirador no templo sikh não se pode deixar de lamentar a diferença do tratamento destas situações e como uma das atitudes é claramente dissuassora do crime e dos criminosos e a outra não (hoje em dia em Portugal qualquer miudeco e/ou badameco se arma em grande bandido ou mafioso sem para isso ter nem sombra da estaleca que para o efeito é necessária...).
Neste quadro e apesar da estranheza com que se pode encarar a situação, não deixa também de ser educativa a atitude do Reino Unido face a um português que participou nos motins do ano passado em Londres. Passe o exagero, claro...

domingo, agosto 05, 2012

Obama: a triste realidade



Impressiona-me sempre como a esquerda não se engana nos seus alvos e a comunicação social é um canal dócil de transmissão da sua mensagem...estas linhas vindo a propósito da barragem de fogo a que foi sujeito Mitt Romney aquando da sua recente digressão europeia e onde só quase faltou que lhe chamassem atrazado-mental...sendo esta campanha tão eficaz que levou tudo por arrasto como se pode ver neste post do Blog EUA 2012.

E no entanto sabe Deus como haveria motivo de notícia nos sucessivos falhanços de Obama e no desastre para a América que é a sua governação além de risiveis e mirificas tantas das suas promessas eleitorais...

Um exemplo mais é este pequeno artigo saído na Newsmax e que mostra como são ruinosos os seus (de Obama) planos de dinamização da economia americana e também como sai sempre muito caro ao contribuinte todas as iniciativas do Estado ainda que bem intencionadas nas suas motiviações. No caso a dinamização do sector das energias alternativas e a paralela megalomania da criação de empregos a partir de acções do Governo...impressionante!


Obama’s Green Energy Disaster: $578,333 per Job

Back in November 2008, presidential candidate Barack Obama vowed: “We’ll invest $15 billion a year over the next decade in renewable energy, creating five million new green jobs that pay well.”

Going on four years later, “Obama seems incapable of keeping this promise,” nationally syndicated columnist Deroy Murdock writes in an analysis published by National Review Online.

The Department of Energy’s website boasts that three “clean energy” initiatives loaned $34.7 billion and created “nearly 60,000” jobs.

It does not point out that each of these jobs therefore cost taxpayers $578,333.

Murdock cites figures showing that private employers pay workers on average $62,757 a year in wages and benefits. So Obama is “creating jobs” at 922 percent of the private sector’s cost of employing workers for a year, says Murdock, a media fellow with the Hoover Institute on War, Revolution, and Peace at Stanford University.

He also notes that the Obama administration has subsidized at least 10 “green” companies that went bust.

The most publicized of these failures was Solyndra, a solar-panel maker that received $535 million in loan guarantees before filing for bankruptcy in August 2011.

Murdock pointed to 10 failures, including:

  • Panel maker Abound Solar ate up $70 million of its $400 million Department of Energy (DOE) loan guarantee and filed for Chapter 7 liquidation on July 2.
  • Solar Trust planned on building the world’s largest solar-power plant, and the DOE offered a $2.1 billion loan guarantee provided the firm raised private capital. Solar Trust filed for Chapter 11 bankruptcy on April 2.
  • Enerl, an electric car battery company, got a $118.5 million DOE stimulus grant in August 2009 and filed for Chapter 11 bankruptcy on Jan. 26.
  • Energy Conversion Devices, a solar-laminate supplier, received a $13.3 million stimulus tax credit to update its Michigan factory and hire some 600 people. It filed for bankruptcy in February.
  • Raser Technologies received a $33 million stimulus grant to develop a geothermal plant in Utah. Raser declared bankruptcy in April 2011.

The 10 failed projects alone cost $3.4 billion in taxpayer funds and commitments, according to Murdock, who concludes: “Rather than slam Mitt Romney’s tenure at Bain Capital — which deployed private capital behind Staples, Sports Authority, and other still-thriving corporations — President Obama should beg taxpayers’ forgiveness for pouring their hard-earned cash down at least 10 green rat holes.”


terça-feira, maio 15, 2012

“Casamento” entre homossexuais banido em mais de 30 Estados americanos




Inserido em 09-05-2012 12:59 na Rádio Renascença

Igreja Católica saúda decisão dos eleitores da Carolina do Norte, o mais recente Estado a consagrar o casamento tradicional na sua Constituição.

A Carolina do Norte tornou-se o 31º Estado americano a aprovar uma emenda constitucional que define o casamento como sendo apenas entre um homem e uma mulher.

A afluência às urnas foi elevada e a emenda acabou por ser aprovada com uma margem confortável.

O debate sobre o chamado casamento entre homossexuais continua em alta nos Estados Unidos, com os diversos Estados divididos sobre o assunto.

Apenas seis Estados, a que se junta a cidade de Washington, reconhecem o “casamento” entre dois homens ou entre duas mulheres, contra 31 que já o baniram através de emendas constitucionais ou legislativas. Ao nível federal, também só se reconhece o casamento como sendo entre um homem e uma mulher, embora a Administração de Obama tenha abdicado de defender esta posição em casos judiciais.

O assunto está ainda diante dos tribunais de vários Estados. A Califórnia, por exemplo, aprovou o “casamento homossexual" por via judicial em 2008, mas um referendo acabou por reverter essa decisão, no mesmo ano. A questão não está, porém, resolvida e os argumentos serão decididos em tribunal.

As sondagens revelam que os defensores do “casamento homossexual” estão a ganhar terreno, sobretudo entre as gerações mais novas, mas até agora em todos os Estados em que a questão foi posta a voto popular, a vitória coube sempre aos defensores do casamento entre um homem e uma mulher.

A decisão de ontem na Carolina do Norte foi saudada pela Igreja Católica local, que participou na campanha. Os bispos americanos têm feito da defesa do casamento tradicional um cavalo de batalha nos últimos anos.

quinta-feira, abril 19, 2012

Estados Unidos: taxar os ricos

Confesso que não sou propriamente um especialista em teoria da justiça e equidade fiscal mas pareceu-me bem o chumbo pelos republicanos da Regra Buffett que pretendia um aumento fiscal para os mais ricos. Não só porque tendencialmente desconfio do que Obama defende mas também porque (e recorrendo aos exemplos do jornal Público) não me choca que 374 mil dólares (de rendimento anual, mais ou menos 300 mil euros) paguem 35% de imposto (receita fiscal de 105 mil euros) e 21.7 milhões de dólares (de rendimento anual, mais ou menos 17 milhões de euros) paguem 13.9% de imposto (receita fiscal de 2,4 milhões de euros)...
Maxime, concordaria com a diminuição da despesa do Governo americano (é o meu conjunto de costelas Tea Party) e que diminuisse também a taxação dos rendimentos "mais baixos" (do exemplo)...
Sem falar que sem riqueza não há investimento nem, nos Estados Unidos, esmagadora beneficiência...!

quinta-feira, janeiro 12, 2012

Serviços (pouco) Secretos

O artigo de Manuel Catarino, subdirector do Correio da Manhã, expressa melhor do que eu seria capaz a maior das preocupações que na matéria eu tenho em relação aos serviços de informações portugueses pelo que se vai sabendo pela comunicação social e dando já o devido desconto aos exageros...

As interrogações são múltiplas: sobre as verificações de segurança que são feitas à entrada e durante a permanência nos serviços, sobre a utilização que é dada à informação que circula nos mesmos, quanto à influência que a pertença a essa "associação civica" (na surpreendente definição de Marcelo Rebelo de Sousa no último Domingo...!?) possa jogar na definição dos objectivos operacionais de recolha e produção de informação, etc...

Sem falar na humilhação dos nossos serviços junto dos seus congéneres estrangeiros (ocorre a lembrança de situações idênticas dos MI-5 e 6 em relação aos serviços dos Estados Unidos aí em consequência de bem sucedidas infiltrações dos serviços soviéticos e que Le Carré tão bem descreve) e até a situação de insegurança que esta debilidade propicia.
Mas enfim. Como sempre na vida das pessoas e da sociedade este mau período passará e para o futuro ficarão as lições correspondentes...assim seja! ;-)