Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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terça-feira, dezembro 18, 2012
Miguel Relvas e Gérman Efromovich
Deve ser feitio, mas realmente não há mesmo pachorra para o mais recente "caso" de suspeição sobre políticos tendo por objecto Miguel Relvas e Gérman Efromovich...! Percebo há de muita gente vontade grande de bater em Relvas mas porque não o fazem a partir de factos políticos, decisões e declarações, deste, no seu âmbito de actuação como Ministro, e se entretêm em atacar o homem pessoalmente...? Assim, só para começar, tipo dossier RTP, fusão de munícipios e freguesias...não sei, qualquer coisa em que se possa ter um juízo distinto e faça sentido apresentar posição contraposta...
Desta vez o caso é porque parece ambos (Miguel Relvas e Gérman Efromovich) se conhecem, se encontraram e uns amigos brasileiros de Miguel Relvas (entre os quais um célebre José Dirceu que a acreditar na comunicação social e na justiça brasileira será pelo menos uma "peça" curiosa...) estão a trabalhar com Efromovich ajudando-o na compra por este da TAP. E então, qual é o problema? E até no limite pergunto: todos os actos de uma pessoa desonesta (assim declarada pela justiça brasileira) são por natureza desonestos também...?
Não só acho normal um potencial comprador da TAP (ao que parece e infelizmente o único) procure contactar responsáveis políticos do país onde pretende realizar um investimento significativo, como espero dos membros do Governo e da alta administração do Estado em geral que não sejam "bichos do mato" e pelo mundo fora vão conhecendo estes e outros, juntando informação útil para quando chegar o tempo de decidir, passando mensagens num e noutro sentido, indo a fundo no estudo e gestão dos dossiers que lhe estão confiados, procurando conhecer melhor as questões do seu âmbito e as implicações de cada decisão.
Um dos "dramas" com que já tenho embatido na minha vida é precisamente esses dirigentes estatais que se obstinam em não receber ninguém e assim ficam no mais olímpico desconhecimento da situação sobre que devem decidir, sem noção das consequências da mesma, e respeitando escrupolosamente todas as regras formais, fazem perder os interesses públicos que dizem pretender defender, com prejuízo para todos nós, cidadãos primeiro e, pior, contribuintes também...
Já se, por hipótese, se souber no princípio, meio ou fim, de algum processo desses que beneficiou pessoalmente um responsável governamental dessas diligências, então nesse caso, também não há dúvidas, cadeia com ele...! Mas só porque esse responsável político está a fazer o que deve (ou até, inclusive, que na sua vida particular e profissional fez o que bem entendeu e ninguém tem nada com isso) parece-me um disparate cair em cima do mesmo. E estou mesmo convencido que um país que vive a desconfiar dos seus políticos não só está esquizofrénico (uma vez que os elege e depois lhes atira pedras) como anda a perder o seu tempo e não discute as questões fundamentais.
Declaração de interesses: sou filiado no PSD desde 2005 (o que nunca me impediu de criticar o partido e os governos dele saídos sempre que achei era preciso) e que eu tenha dado por ela não faço parte do "inner circle" do chefe do Governo ou de Miguel Relvas a quem, creio, não devo qualquer lugar ou nomeação ou indicação para listas e que até, quase juraria, em Lisboa, onde voto nas eleições internas do partido, nunca apoiou os candidatos que eu apoiei. Mas, de facto, detesto este malsão ambiente em que tudo é suspeita...
E que oculta factos para mim muito mais importantes como, só por exemplo, o massacre diário de quase 30 crianças por dia só no abortadouro dos Arcos em Lisboa. Esse sim um caso real sobre o qual o Padre Nuno Serras Pereira, no seu estilo peculiar, não cessa de escrever artigos no seu Blog.
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quinta-feira, julho 12, 2012
E as que abortam na Clínica dos Arcos: quem as indemniza?
Quem as indemniza da perda dos filhos, da perda da própria vida? Quem as indemniza da violência a que foram sujeitas quando os companheiros ou as famílias as arrastam para lá? Quem as indemniza do remorso e da tristeza que as acompanhará por toda a vida? Quem as indemniza da solidão que experimentarão no fim de vida e da pobreza a que uma família mais pequena pode estar sujeita? Quem as indemniza da perda do que hoje se chamam as competências pessoais, afectivas e de relacionamento?
(para perceber melhor e verificar a verdade e dramatismo real destas perguntas incluindo testemunhos, veja-se o site das Mãos Erguidas)
Vem a pergunta a propósito desta notícia que vi no Público mas depois encontrei no Diário Digital: "Política do filho único: chinesa obrigada a abortar aos sete meses indemnizada". Incrível...!
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segunda-feira, junho 04, 2012
Aborto: a parcialidade da TSF
Com a sua habitual parcialidade (a isenção jornalistica e o contraditório são dois conceitos desconhecidos naquela rádio quando toca a este tema do aborto) a TSF dá hoje espaço ao director da Clínica dos Arcos (na fotografia, aquando de uma das habituais veladas de oração que ali têm lugar todos os dias 25 de cada mês) que do alto da sua "autoridade" de maior produtor de abortos em Portugal, proclama com todo o desplante que "as mulheres não estão a utilizar o aborto como um contraceptivo".
A não ser que surpreendentemente tenha decidido ser honesto (isto é, na verdade o aborto não é um contraceptivo, porque não evita que uma gravidez não aconteça, antes a destrói...) os factos (veja-se todos os dados da Direcção Geral de Saúde e também os insuspeitos estudos e declarações da APF) não suportam tal asserção...mas isso à TSF pouco importa e também por isso não se deu ao trabalho de ouvir este lado...que rico jornalismo...!
"Eppure si muove"...!
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sexta-feira, maio 25, 2012
Bébés que sobrevivem ao aborto: uma história comovente
A história abaixo se por um lado é absurda por outro suscita a exclamação: Ah Bébé valente! Um sobrevivente...!
O que recorda esta história e este vídeo maravilhoso:
O que recorda esta história e este vídeo maravilhoso:
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Do Aborto e da loucura a que isto chega...!
A notícia chegou-me agora no Infovitae, boletim electrónico diário, editado pelo Padre Nuno Serras Pereira:
"(O absurdo de um mundo às avessas) Médico que falha aborto é condenado a ajudar no sustento da criança até chegar aos 25 anos
In http://www.ionline.pt/mundo/medico-falha-aborto-condenado-ajudar-no-sustento-da-crianca-chegar-aos-25-anos
Tudo começou, em Abril de 2010, quando uma mulher decidiu fazer um aborto numa clínica de Palma de Mallorca.Tudo indicava que a cirurgia tinha corrido bem. Inclusive, durante um exame ginecológico, feito duas semanas mais tarde, o médico assegurou-lhe que já não estava grávida.
Este facto foi desmentido três semanas mais tarde, quando a mulher voltou à mesma clínica por achar que estava de esperanças outra vez. Por surpresa, a jovem de 22 anos não só soube que estava à espera de bebé, como descobriu que se tratava do mesmo bebé que pensava ter tirado.
Entretanto, já se tinham passado 22 semanas e já não podia interromper a gravidez, uma vez que a lei espanhola só permite o aborto até à sétima semana de gestação. Resultado: o bebé acabou mesmo por nascer e tem, neste momento, pouco mais de ano e meio.
A mãe processou o médico e, numa sentença inédita, o tribunal de Palma de Mallorca condenou-o, assim como ao hospital e às seguradoras envolvidas, a indemnizar a jovem em 150 mil euros, por danos morais, e ainda a cuidar financeiramente da criança até que cumpra 25 anos de idade.
Com tudo isto, a mulher vai receber uma mensalidade de 978 euros para ter meios de cuidar do filho, durante um quarto de século."
Claro que não se resiste a pensar que pena não aconteça isto com a Clínica dos Arcos...lol!
"(O absurdo de um mundo às avessas) Médico que falha aborto é condenado a ajudar no sustento da criança até chegar aos 25 anos
In http://www.ionline.pt/mundo/medico-falha-aborto-condenado-ajudar-no-sustento-da-crianca-chegar-aos-25-anos
Tudo começou, em Abril de 2010, quando uma mulher decidiu fazer um aborto numa clínica de Palma de Mallorca.Tudo indicava que a cirurgia tinha corrido bem. Inclusive, durante um exame ginecológico, feito duas semanas mais tarde, o médico assegurou-lhe que já não estava grávida.
Este facto foi desmentido três semanas mais tarde, quando a mulher voltou à mesma clínica por achar que estava de esperanças outra vez. Por surpresa, a jovem de 22 anos não só soube que estava à espera de bebé, como descobriu que se tratava do mesmo bebé que pensava ter tirado.
Entretanto, já se tinham passado 22 semanas e já não podia interromper a gravidez, uma vez que a lei espanhola só permite o aborto até à sétima semana de gestação. Resultado: o bebé acabou mesmo por nascer e tem, neste momento, pouco mais de ano e meio.
A mãe processou o médico e, numa sentença inédita, o tribunal de Palma de Mallorca condenou-o, assim como ao hospital e às seguradoras envolvidas, a indemnizar a jovem em 150 mil euros, por danos morais, e ainda a cuidar financeiramente da criança até que cumpra 25 anos de idade.
Com tudo isto, a mulher vai receber uma mensalidade de 978 euros para ter meios de cuidar do filho, durante um quarto de século."
Claro que não se resiste a pensar que pena não aconteça isto com a Clínica dos Arcos...lol!
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segunda-feira, fevereiro 20, 2012
Mulher obrigada a abortar e bebé salvo à porta Clínica dos Arcos
A história acabou de me chegar pela mão do Padre Nuno Serras Pereira. Imagino já esteja no Blog dele. É mais uma história impressionante do que se passa à porta da Clinica dos Arcos.
Aqui fica:
Caridade em acção
Nuno Serras Pereira
20. 02. 2012
Abre-se a porta da “clínica” dos Arcos. Sai uma mulher de rosto triste logo seguida de um homem com ar triunfante. Leonor, da porta da Missão Mãos Erguidas, vigilante como uma sentinela, vozeia o “alerta”: Mãe, precisa de ajuda? Ao que a mulher melancólica responde: Preciso, e muito! Leonor avizinha-se. Interpela. Escuta. A desgraçada desabafa que não quer abortar seu filho; é o homem que está com ela que o determinou. Leonor pergunta se ele é o pai. Que sim, responde a outra. Leonor fixa-a nos olhos e remata: o seu filho não precisa do pai para nada; o seu filho não precisa de um pai que o quer matar. O homem, rubro de cólera, bufa palavras bravas. Leonor, serenamente, volta-se para o mesmo e questiona-o: O senhor já desejou a morte de alguém? Respondeu de imediato que nunca. Ao que Leonor retorquiu: Então, parece-lhe bem que a primeira pessoa a quem deseja a morte seja o seu próprio filho? Depois de uns instantes de muda perplexidade gaguejou raivas. Leonor, sem se deixar amedrontar, continuou: Infelizmente existe uma lei injusta que executa os filhos à morte por decisão da mãe; mas, por enquanto, ainda não há nenhuma lei que obrigue as mães abortar! O senhor não pode forçar a sua mulher a matar o filho! O tom imperioso e firme deixou sem resposta o desalmado que num arremesso pegou da mão da mulher arrastando-a rua abaixo, não conseguindo porém evitar que Leonor tivesse passado alguns panfletos e DVDs à infeliz. Chegados ao automóvel, depois de ter fechado a porta com grande estrondo, este jurista (eram os dois juristas), de olhos inchados, numa fúria incontida rasgou todos os papéis, quebrou o suporte informático, berrou impropérios e arrancou aceleradamente fazendo chiar estridulamente os pneus, que deixaram a sua marca no alcatrão.
Ela deixou-o para ter a criança. Foi feliz o parto, e a mãe babada amamenta agora com maviosa ternura o esplêndido bebé. Entretanto o assanhado pai que longamente amuara estomagado está-se reaproximando e, se Deus quiser, não tardará a reconciliação. À honra de Cristo. Ámen.
Aqui fica:
Caridade em acção
Nuno Serras Pereira
20. 02. 2012
Abre-se a porta da “clínica” dos Arcos. Sai uma mulher de rosto triste logo seguida de um homem com ar triunfante. Leonor, da porta da Missão Mãos Erguidas, vigilante como uma sentinela, vozeia o “alerta”: Mãe, precisa de ajuda? Ao que a mulher melancólica responde: Preciso, e muito! Leonor avizinha-se. Interpela. Escuta. A desgraçada desabafa que não quer abortar seu filho; é o homem que está com ela que o determinou. Leonor pergunta se ele é o pai. Que sim, responde a outra. Leonor fixa-a nos olhos e remata: o seu filho não precisa do pai para nada; o seu filho não precisa de um pai que o quer matar. O homem, rubro de cólera, bufa palavras bravas. Leonor, serenamente, volta-se para o mesmo e questiona-o: O senhor já desejou a morte de alguém? Respondeu de imediato que nunca. Ao que Leonor retorquiu: Então, parece-lhe bem que a primeira pessoa a quem deseja a morte seja o seu próprio filho? Depois de uns instantes de muda perplexidade gaguejou raivas. Leonor, sem se deixar amedrontar, continuou: Infelizmente existe uma lei injusta que executa os filhos à morte por decisão da mãe; mas, por enquanto, ainda não há nenhuma lei que obrigue as mães abortar! O senhor não pode forçar a sua mulher a matar o filho! O tom imperioso e firme deixou sem resposta o desalmado que num arremesso pegou da mão da mulher arrastando-a rua abaixo, não conseguindo porém evitar que Leonor tivesse passado alguns panfletos e DVDs à infeliz. Chegados ao automóvel, depois de ter fechado a porta com grande estrondo, este jurista (eram os dois juristas), de olhos inchados, numa fúria incontida rasgou todos os papéis, quebrou o suporte informático, berrou impropérios e arrancou aceleradamente fazendo chiar estridulamente os pneus, que deixaram a sua marca no alcatrão.
Ela deixou-o para ter a criança. Foi feliz o parto, e a mãe babada amamenta agora com maviosa ternura o esplêndido bebé. Entretanto o assanhado pai que longamente amuara estomagado está-se reaproximando e, se Deus quiser, não tardará a reconciliação. À honra de Cristo. Ámen.
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segunda-feira, fevereiro 13, 2012
5 anos do 2º referendo sobre o aborto: a manifestação
Quando um dia as clinicas de aborto fecharem e este for proibido em Portugal e as pessoas se interrogarem como foi possível uma barbárie dessas ("havia umas casas onde as mães iam, os bebés eram mortos e o Governo pagava isso!!" dir-se-á) à pergunta "E não houve ninguém que levantasse a voz contra isso?" responder-se-á: "Havia sim. Um grupo determinado que nunca desistiu de combater e que entre outras coisas fazia manifestações de rua e assinalava sempre os aniversários dos referendos e das leis"...;-)
O que foi a manifestação pode-se ver aqui.
Em nome do Povo da Vida foi isto que foi dito:
O que foi a manifestação pode-se ver aqui.
Em nome do Povo da Vida foi isto que foi dito:
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sexta-feira, fevereiro 10, 2012
Lobby pela Vida: Manifestação dia 11 de Fevereiro junto à "Clínica" dos Arcos
Amanhã, Sábado, 11 de Fevereiro, o Lobby pela Vida, um grupo de jovens empenhados, promove uma manifestação junto à Clínica dos Arcos. Lá estarei!
A esse propósito editaram o seguinte Press-release:
Manifestação para assinalar 5 anos da lei que já matou 80 mil
No ano em que se assinalam 5 anos do referendo que abriu caminho para a actual lei do aborto, serão várias as acções que irão decorrer para avivar a memória da população portuguesa em relação a este flagelo silencioso. Assim, o Lobby Pela Vida vem promover uma manifestação pública no dia 11 de Fevereiro às 15h em frente à “Clínica” dos Arcos, para afirmar que a Vida prevalece sempre.
Esta manifestação vai relembrar que a actual lei do aborto (e sua aplicação maximalista) mudou muita coisa na sociedade portuguesa:
• Mais descrença na Vida Humana. Cerca de 20 mil abortos em Portugal cada ano mostram que o aborto aumentou exponencialmente desde 2007, sendo que 97% dos abortos são actualmente feitos “por opção da mulher” e apenas 3% correspondem às excepções contempladas na anterior lei.
• Passou-se a fazer negócio com a morte daqueles que, através desta lei, ficaram completamente desprotegidos. Dinheiro dos nossos impostos é pago todos os dias a clínicas privadas por cada aborto que fazem. Uma sondagem feita em Julho passado pelo Lobby Pela Vida a 617 pessoas mostra que 68% dos inquiridos (7 em cada 10 portugueses) são contra o actual financiamento público do Estado ao aborto.
• Mais de 80 mil crianças foram mortas desde 2007 por causa desta lei que liberaliza o aborto, e da sua aplicação que o incentiva e promove. 80 mil pessoas significa um Estádio da Luz cheio. São 80 mil crianças que fazem falta a Portugal e que nos dariam outra esperança nestes tempos de crise.
• O aborto passou a ser utilizado como um método contraceptivo. Por exemplo, 25% das mulheres (1 em cada 4) que abortaram em 2010, já tinham abortado antes.
• Estima-se que a “Clínica” dos Arcos realizou mais de 18 mil abortos por encomenda do Estado. Desafiamos o Ministério da Saúde e as clínicas privadas que fazem abortos em Portugal a apresentar as contas e tornar estes pagamentos públicos. Os contribuintes têm o direito de saber como o seu dinheiro é gasto.
No entanto, enquanto há vida há esperança! Pretendemos deste modo dar a conhecer a realidade, expondo o que foi feito desde há cinco anos até à actualidade. Esperamos assim contribuir para que a vida humana seja protegida desde o seu princípio, emprestando a nossa voz àqueles que ainda não a têm.
O Lobby Pela Vida é um movimento pró-vida português, que promove o respeito pela vida humana desde a concepção até à morte natural. Fundado em Maio de 2011 em Lisboa, tem apoiado várias acções de promoção da Vida humana junto de jovens universitários, pré-universitários e trabalhadores. Em cooperação com outras associações pró-vida portuguesas e internacionais, o nosso objectivo é defender sempre a Cultura da Vida.
Vamos manter acesa a defesa da Vida em Portugal!
Lisboa, 8 de Fevereiro de 2012
Lobby Pela Vida
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segunda-feira, janeiro 02, 2012
Ainda a Missão Mãos Erguidas junto à Clínica dos Arcos
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Vidas salvas à porta da Clínica dos Arcos: este referendo ganhamo-lo todos os dias!
É impressionante e comovedor ver o trabalho dos nossos amigos da Associação Mãos Erguidas à porta da Clínica dos Arcos (o maior abortadouro privado do país).
Sobre isso veja-se aqui o que está dito. E, sobretudo, veja-se este vídeo:
Por isso é que muitas vezes quando estou nas nossas associações de defesa da Vida (algumas aqui), olhando os rostos concretos destas mães e pais, das crianças, percebo com serenidade e alegria, que este referendo ganhamo-lo todos os dias...!
Sobre isso veja-se aqui o que está dito. E, sobretudo, veja-se este vídeo:
Por isso é que muitas vezes quando estou nas nossas associações de defesa da Vida (algumas aqui), olhando os rostos concretos destas mães e pais, das crianças, percebo com serenidade e alegria, que este referendo ganhamo-lo todos os dias...!
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quarta-feira, junho 29, 2011
Mais uma vida salva! Com 52 cm e mais de 4 Kgs!
Recebi agora esta mensagem de uma das nossas amigas (pode-se ver esta obra extraordinária em: Mãos Erguidas)que à porta da "clinica" dos Arcos tenta uma dissuasão de última hora com as mães que lá vão abortar:
"Depois de duas vezes marcada a hora da sua morte e da insistência por telefone do abortório em marcar uma terceira vez, nasceu hoje o "nome", 52 centimetros, mais de 4 quilos e muito cabelo. Mãe, pai e filho, encontram-se muito bem e muito felizes com a Vida! Obrigado a todos pelas orações, acreditem e não desanimem, como este há mais!"
Extraordinário, não é?
"Depois de duas vezes marcada a hora da sua morte e da insistência por telefone do abortório em marcar uma terceira vez, nasceu hoje o "nome", 52 centimetros, mais de 4 quilos e muito cabelo. Mãe, pai e filho, encontram-se muito bem e muito felizes com a Vida! Obrigado a todos pelas orações, acreditem e não desanimem, como este há mais!"
Extraordinário, não é?
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13 anos depois do 1º referendo do aborto
Ontem passaram 13 anos sobre o 1º referendo do aborto. Nesse dia vencemos. Depois houve outro em 2007, esse perdemos. Agora vamo-nos preparando para o 3º referendo(seremos nós a marcar o tempo e o lugar do embate) e o resultado não o conhecemos. Mas seria limitada a nossa vida se a nossa vitória ou derrota dependessem do resultado nas urnas. Porque uma vitória não dura para sempre e o que está em jogo é maior do que uma derrota num referendo.
Por isso foi impressionante constatar nas mensagens entre nós (nos sms's trocados) como vivemos hoje com a mesma alegria com que em 1998 vencemos, em 2007 perdemos e noutro ano qualquer, batalharemos novamente. Porquê?
Porque (e isto foi só o dia de ontem) nos contámos que:
- deu entrada numa instituição uma rapariga (jovem mãe) que às portas da Clínica dos Arcos conversando connosco desisitiu de abortar e
- esta madrugada, se Deus quiser, nasce um rapaz, também ele salvo às portas do abortório dos Arcos
Ora, enquanto isto continuar, estas histórias que se multiplicam desde há 14 anos, estas vidas salvas de uma morte certa, a Vida continua a imperar e vencer. E isso diz mais do resultado das nossas amizade e fidelidade, do que qualquer resultado nas urnas...! E funda a nossa alegria e determinação. Disto os referendos são apenas um momento e uma consequência aos quais não faltaremos mas que não julgam nem determinam a nossa vida, esta história de uma rede que a nível nacional transforma as palavras em realidades viventes.
Por isso foi impressionante constatar nas mensagens entre nós (nos sms's trocados) como vivemos hoje com a mesma alegria com que em 1998 vencemos, em 2007 perdemos e noutro ano qualquer, batalharemos novamente. Porquê?
Porque (e isto foi só o dia de ontem) nos contámos que:
- deu entrada numa instituição uma rapariga (jovem mãe) que às portas da Clínica dos Arcos conversando connosco desisitiu de abortar e
- esta madrugada, se Deus quiser, nasce um rapaz, também ele salvo às portas do abortório dos Arcos
Ora, enquanto isto continuar, estas histórias que se multiplicam desde há 14 anos, estas vidas salvas de uma morte certa, a Vida continua a imperar e vencer. E isso diz mais do resultado das nossas amizade e fidelidade, do que qualquer resultado nas urnas...! E funda a nossa alegria e determinação. Disto os referendos são apenas um momento e uma consequência aos quais não faltaremos mas que não julgam nem determinam a nossa vida, esta história de uma rede que a nível nacional transforma as palavras em realidades viventes.
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11 de Fevereiro de 2007,
28 de Junho de 1998,
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quinta-feira, fevereiro 11, 2010
3º aniversário referendo do aborto
Passam hoje três anos sobre o segundo (para distinguir do terceiro que terá lugar quando as condições políticas nos forem favoráveis) referendo do aborto.
Como me comentava uma amiga e companheira de anos de defesa da Vida "porque é que ter razão pode às vezes não dar alegria nenhuma...?"...
Na verdade lê-se o DN de ontem e tudo o que prevíamos se confirmou...!
Mas a concentração hoje em frente da Clinica dos Arcos demonstrou que não desistimos. Como dizia Madre Teresa de Calcutá "não pararemos enquanto houver nas nossas cidades uma mulher que diga: eu abortei porque não encontrei quem me ajudasse"!
Como me comentava uma amiga e companheira de anos de defesa da Vida "porque é que ter razão pode às vezes não dar alegria nenhuma...?"...
Na verdade lê-se o DN de ontem e tudo o que prevíamos se confirmou...!
Mas a concentração hoje em frente da Clinica dos Arcos demonstrou que não desistimos. Como dizia Madre Teresa de Calcutá "não pararemos enquanto houver nas nossas cidades uma mulher que diga: eu abortei porque não encontrei quem me ajudasse"!
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