Mostrar mensagens com a etiqueta fascismo sanitário. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta fascismo sanitário. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, fevereiro 05, 2013

Não bebas, fuma um charro, recicla e aborta




No Público de hoje há uma entrevista com Fernando Leal, Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, sobre a nova lei do álcool. Das virtudes e defeitos dessa nova lei não me ocuparei por ora, embora esteja convencido que vem aí mais uma vaga de fascismo sanitário, como aconteceu já com o tabaco e não dá sinais de abrandar, com total desrespeito das liberdades individuais e do comércio.

O que mais me escandaliza porém é que vejo regimes mais duros e severos para os consumos de tabaco e álcool do que para as drogas "leves ou duras". No fundo uma situação equivalente aos regimes actuais para a poluição e o aborto. Muito pesados no primeiro caso, despenalizado até ás dez semanas no segundo caso...

Não tivera eu filhos e diria que tanta contradição e absurdo só se atura mesmo como se propõem o cavalheiro da imagem acima...;-)

sexta-feira, fevereiro 01, 2013

Álcool e suicidios: e se em vez disso proibissem o aborto...?




No Público de hoje (de onde retirei a, não fossem agora 16h32, tentadora, fotografia acima...;-)  diz que o Governo tenciona avançar com a proibição de venda de álcool a menores de 18 anos. Ou seja mais uma daquelas medidas de fascismo sanitário em que a mentalidade dominante se compraz...entre outras "razões" estará a elevada taxa de suicidios em Portugal.

De acordo com os números que encontrei há cerca de 1.200 por ano (vi aqui e depois aqui embora haja também esta fonte). O que é de facto brutal porque quer dizer: 100 por mês, 3 por dia...! Duras que são estas tragédias (não apenas vistas em conjunto, mas sobretudo, uma a uma, humanidade a humanidade, família a família) não se comparam porém com as do aborto que recorde-se (números de 2011, os últimos disponíveis) são 20.000 por ano, 55 por dia, 2 por hora (se os abortadouros estivessem abertos 24 sobre 24 horas, quais campos de concentração de triste memória). Ou seja, em cada 6 gravidezes (outra vez números de 2011 porque 2012 já se sabe é pior) em Portugal acaba em aborto...

De onde a pergunta: se em vez de proibirem o álcool até aos 18 anos por causa dos suicidios (uma relação que está longe de ser garantida, antes a intuição e o bom senso, nos diriam que a inversa, sim, será verdadeira...?) proibissem mas é o aborto?

quinta-feira, junho 14, 2012

Ministério da Saúde: Big Brother is watching you...

Já muitas vezes neste Blog alertei para o "Admirável Mundo Novo" que aí ameaça vir. Como se já não chegasse o fascismo sanitário no capítulo do tabaco, lê-se hoje no i que "Ministério da Saúde vai fazer inspecções às casas dos pais de recém-nascidos"...!!!!
Está tudo doido...! A mesma Direcção Geral de Saúde que convive bem com a mortalidade pré-natal (aborto) em Portugal e as suas 20 mil vítimas anuais, propõem-se agora ir espiar as casas dos portugueses como ante-câmara suponho para a "licença para ter crianças" que esta gente gostava de ter o poder de passar, castigando ferozmente, já se vê, os casais que se proponham a ter filhos sem magna autorização do poder...!!!
Ganhem juízo...!
(não faltará quem lerá a notícia no registo "ele há muitas famílias sem competências parentais ou para quem isto pode ser um momento de ajuda à sua incapacidade, mas nós, os instruídos, os cultos, os ilustrados, não temos nada a recear"...não tenham ilusões, a perda de liberdade começa sempre na casa dos outros e acaba fatalmente na vossa também...!)
Vale a pena rever então este filme:

domingo, abril 15, 2012

Proibição fumar nos carros: contra o fascismo sanitário!!

Anda por aí uma perigosa deriva fascista qual é a do totalitarismo sanitário. Desta vez a ASAEsice é proibir fumar nos carros quando estes transportem crianças. Ou seja, impor o bom senso à força!

E depois: proibir de fumar em casa onde existam crianças? Proibir de fumar ao ar livre na presença das mesmas e sobretudo quando estas estão a favor do vento? Proibir de fumar, pronto!? Enquanto se autoriza o consumo de drogas leves em qualquer lado e das pesadas nas "salas de chuto", o aborto à vontade, etc.? Valha-nos Deus!

Recomendo a este propósito dois artigos excelentes no Expresso deste sábado: do Ricardo Costa e do Miguel Sousa Tavares.

quarta-feira, janeiro 11, 2012

Mais proibições de fumar: fascismo sanitário!

O Público de ontem fala de um "estudo [que] aponta para a proibição de fumar à porta do restaurante"...! Está tudo doido...!!
Só me consola o facto de não estar sózinho nesta apreciação da questão porque hoje o mesmo jornal na secção "Blogues em Papel" apresenta uma colecção de posts que, mais ou menos, mostram a minha mesma reacção. Respectivamente no A Educação do meu Umbigo, O País do Burro, Tarrenego!, O Ouriço e no Refeblog.
O penúltimo deles trazendo um link para um magnifico editorial da Ana Sá Lopes, no "i" ("E se se preocupassem com o Porco?").
Registando-se o positivo de ainda haver quem resista ao fascismo sanitário, fica o apelo a que haja mais bom-senso, respeito pelos outros e amor à liberdade individual!
Nota para Vitor Gaspar: já pensaram na perda de impostos sobre o tabaco, IVA na restauração, etc....?

segunda-feira, janeiro 09, 2012

Proibição de fumar e liberdade

O Fórum da TSF de hoje foi sobre a alegada intenção do Governo de estender a proibição de fumar a todos os espaços públicos fechados, isto é, se isto for para a frente (e em tempos de fascismo sanitário não me espantaria que fosse), mesmo naqueles restaurantes ou outros estabelecimentos em que existe um espaço para fumadores, este será proibido...!
Primeiro que tudo uma declaração de intenções: o que me leva a pronunciar-me nesta questão é a preocupação pela questão da liberdade que vejo cada vez mais desaparecer (no caso, a liberdade de comércio e a liberdade de quem quer fumar, desde que não incomode o próximo, poder fazê-lo).
A essa declaração de intenções acrescento outra: num Estado em que é permitido tirar a vida a crianças por nascer e isso acontece a uma média de 60 a 70 por dia, não reconheço qualquer autoridade para em nome da saúde pública ou individual impôr qualquer regra que seja...!
Mas vamos ao cerne da questão: concordo que ninguém deve ser obrigado a apanhar com o fumo dos outros. E acho por isso razoável que em espaços públicos fechados (um centro comercial, um recinto desportivo, uma sala de espectáculos, uma loja, um transporte público, etc.) seja proibido fumar. Acho também razoável que seja dada a liberdade aos estabelecimentos que a requeiram de ser espaços exclusivos para não-fumadores (isto é sem sequer uma área reservada a fumadores). No limite admito que no interior de um recinto escolar mesmo se ao ar livre não se possa fumar.
Mas já acho completamente desrazoável (e justificador de uma saudável desobediência civil):
- proibir que existam estabelecimentos onde é possível fumar em toda a sua área ou em espaço reservado
- proibir (como sugerido por uns doidos que telefonaram para o programa...) fumar em espaços ao ar livre (como parques, praias, etc.)
- proibir que numa empresa onde todos o desejem, se fume alegremente no interior das suas instalações
Na verdade se começamos a impedir a liberdade individual, de empresa e do comércio, onde vamos parar?