Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
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segunda-feira, março 11, 2013
Troika: mais um ano mas não chegou a tempo
Parece certo que a Troika terá dado mais um ano ao programa de ajustamento para se chegar ao défice desejado. E também que pouco a pouco as condições do empréstimo (que é bom recordá-lo foi a única forma de Portugal não ter caído na bancarrota, o que teria sido incomparávelmente mais trágico...) se vão moderando entre a constatação de que somos um bom e cumpridor devedor e também que havia muitas condicionantes não previstas e efeitos indesejados nas medidas de austeridade. Tudo somado parece estar de parabéns este Governo e como um todo, o país e as suas gentes, as famílias e cada um de nós. Deus nos ajude daqui para a frente a sairmos do buraco em que nos precipitámos...
Mas um facto hoje tornado público no jornal Correio da Manhã (o de um pai desesperado, desempregado, que se suicidou ontem juntamente com o seu filho de tenra idade), um facto terrível, um drama sem nome, veio também mostrar o lado não-estatístico, puramente humano, da crise, da austeridade e das suas consequências. Ou seja, a distância que vai dos progressos que acima se constatam, à vida real das pessoas. Dos sucessos macro-económicos às vidas nossas, quotidianas, micro-económicas. E enquanto uma prece se eleva aos Céus por este pai e por este filho, pela mulher e mãe, pelas suas famílias e comunidades, junta-se uma outra por aqueles que nos conduzem, pela sua clareza e inteligência de juízo, pela sua capacidade de atender às vidas reais, a que nenhum manual de economia ou declaração política pode socorrer, para que sob a sua pesada missão (de nos conduzir seguros fora desta tempestade) possam também encontrar as formas de que o desespero não atinja as franjas mais frágeis e desprotegidas. Uma missão que não é só deles, mas nossa também, que àquela angústia (a pior que um homem pode sofrer, a de não ver como sustentar a sua família) não fomos também capazes de chegar e atender e pela amizade, companhia operativa e solidariedade activa, ocorrer...
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terça-feira, dezembro 11, 2012
Isabel Jonet e o medo da palavra Caridade
Hoje no i a Isabel Jonet tem publicada uma excelente entrevista na qual (e assim é o título da 1ª página) declara “Sou mais adepta da caridade do que da solidariedade social”. No corpo da entrevista é bem explicado porquê:
"O trabalho desta cadeia é fazer solidariedade ou caridade?
Hoje em dia as pessoas têm medo da palavra “caridade”, têm medo de palavras, atribuem conotações e pesos à palavra “caridade”. Na acepção de São Paulo, caridade é amor, é espírito de serviço, é o outro precisar de nós sem que nós precisemos do outro e portanto levamos o que ele precisa e não o que nós queremos levar. A solidariedade é algo mais frio que incumbe ao Estado e que não tem que ver com amor, mas sim com direito adquiridos. Infelizmente empobrecemos a nossa língua atribuindo algumas conotações a algumas palavras e portanto temos medo de as usar.
Resumindo, solidariedade ou caridade?
Sou mais adepta da caridade do que da solidariedade social… Embora defenda que ambas se completam e ambas fazem parte do bem fazer."
Graças a Deus tinha comprado o jornal e lido a entrevista o que me permitiu na Assembleia Municipal de Lisboa responder ao ataque que um deputado municipal do BE fez a Isabel Jonet por causa desta entrevista e da posição que aquele partido vai tomar daqui a um bocado numa Saudação a Isabel Jonet e ao Banco Alimentar proposta pelo Movimento Partido da Terra.
É realmente uma pena o "medo" que há desta palavra...
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domingo, novembro 18, 2012
Subsidiariedade e Solidariedade em acto: os voluntários hoje em Silves
A notícia abaixo é a todos os títulos educativa: da generosidade que existe na sociedade portuguesa e que é a única explicação para que "isto" ainda não tenha arrebentado, da solidariedade espontânea de uma comunidade que assim revela as suas raízes culturais e religiosas, e, por fim, de como não é preciso esperar pelo Estado, pelo Governo, por "eles", para fazermos face ás dificuldades e ás nossas necessidades, individuais e colectivas. Belíssimo!
Algarve: Cerca de um milhar de voluntários ajudaram a limpar Silves durante a manhã
Rogério Pinto agradeceu a todas as pessoas que responderam aos apelos feitos pela autarquia e que foram ajudar os serviços municipais a limpar a cidade vindas de todas as freguesias do concelho, mas também de áreas fora do município.
«Isto é um sinal de que, quando chega a altura de arregaçar as mangas e de criarmos este espírito de solidariedade, as coisas acontecem. O tornado passou em pouco tempo e destruiu, mas neste momento temos um tornado de bondade», afirmou o autarca, em declarações à Lusa.
Diário Digital / Lusa
«Isto é um sinal de que, quando chega a altura de arregaçar as mangas e de criarmos este espírito de solidariedade, as coisas acontecem. O tornado passou em pouco tempo e destruiu, mas neste momento temos um tornado de bondade», afirmou o autarca, em declarações à Lusa.
Diário Digital / Lusa
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sábado, novembro 17, 2012
Isabel Jonet: um balanço provisório
No Blog Povo o meu amigo Pedro Aguiar Pinto publicou o mapa acima (evolução da subscrição das petições por e contra Isabel Jonet) e este post aqui. Tal como ele sei que estas manifestações "online" valem o que valem, mas a tendo sido essas que suscitaram o "escândalo" não me parece se deva ignorar que nas quatro votações "online" que existem os que atacaram Isabel Jonet levaram uma trepa...!
No entanto o balanço que mais interessa não é o da quantidade de subscrições, mas da formidavel explosão de solidariedade, clareza de juizo e argumentário, defesa pessoal e institucional de Isabel Jonet e do Banco Alimentar, que este ataque fez nascer. E o que se progrediu na compreensão do que é a Caridade. Basta ver por aqui.
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sexta-feira, outubro 12, 2012
Crise: a voz da Igreja II
D. Jorge Ortiga
"Solidariedade é a resposta para a desorientação do país"
Na apresentação da Semana Social 2012, o Arcebispo de Braga aponta à construção de um futuro mais justo, sem perder de vista os problemas que, dia a dia, afligem a sociedade.
11-10-2012 19:51 por André Rodrigues
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A solidariedade é a resposta para os problemas que a sociedade portuguesa enfrenta. A ideia foi defendida esta quinta-feira por D. Jorge Ortiga durante a apresentação da Semana Social 2012, que decorre entre 23 e 25 de Novembro no Porto.
É uma oportunidade para os cristãos debaterem o lugar da esperança num país desorientado pela crise. Na apresentação da Semana Social 2012, D. Jorge Ortiga aponta à construção de um futuro mais justo, sem perder de vista os problemas que, dia a dia, afligem a sociedade.
“Os cristãos vão reflectir sobre os mais candentes problemas do desemprego, da pobreza e da desigualdade crescentes, do envelhecimento da população e dos riscos porque passam as famílias. Ao mesmo tempo, não é possível encarar seriamente estas realidades sem considerar a reformulação do Estado Social, quer em termos de equidade, quer em termos de eficiência e eficácia”, defende o Arcebispo de Braga.
Para o responsável da Comissão Episcopal da Pastoral Social, a desorientação de um país em crise só se contorna na medida em que a sociedade se predisponha à entreajuda.
“A solidariedade talvez constitua a mais urgente e profunda reposta à situação de desorientação que Portugal vive. É preciso abandonarmos os remendos e a cosmética e procurarmos fundar melhores dias sustentados na participação, na justiça, no poder como serviço e na procura do bem comum”, afirma ainda D. Jorge Ortiga.
Pontos de vista para discutir entre 23 e 25 de Novembro na Semana Social 2012, um encontro que convida os cristãos a darem lugar à esperança em tempos difíceis.
É uma oportunidade para os cristãos debaterem o lugar da esperança num país desorientado pela crise. Na apresentação da Semana Social 2012, D. Jorge Ortiga aponta à construção de um futuro mais justo, sem perder de vista os problemas que, dia a dia, afligem a sociedade.
“Os cristãos vão reflectir sobre os mais candentes problemas do desemprego, da pobreza e da desigualdade crescentes, do envelhecimento da população e dos riscos porque passam as famílias. Ao mesmo tempo, não é possível encarar seriamente estas realidades sem considerar a reformulação do Estado Social, quer em termos de equidade, quer em termos de eficiência e eficácia”, defende o Arcebispo de Braga.
Para o responsável da Comissão Episcopal da Pastoral Social, a desorientação de um país em crise só se contorna na medida em que a sociedade se predisponha à entreajuda.
“A solidariedade talvez constitua a mais urgente e profunda reposta à situação de desorientação que Portugal vive. É preciso abandonarmos os remendos e a cosmética e procurarmos fundar melhores dias sustentados na participação, na justiça, no poder como serviço e na procura do bem comum”, afirma ainda D. Jorge Ortiga.
Pontos de vista para discutir entre 23 e 25 de Novembro na Semana Social 2012, um encontro que convida os cristãos a darem lugar à esperança em tempos difíceis.
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quarta-feira, maio 30, 2012
Espanha: somos católicos e podemos ter muito orgulho nisso
Numa agradável coincidência com o meu post de ontem, recebi de uma amiga, este email que presentemente circula em Espanha. Só mesmo o Zapatero é que não o percebeu...mas desse felizmente já não é preciso ocupar-nos.
INDEPENDIENTEMENTE DE QUE SE SEA CATÓLICO Ó NO, LA LABOR DE LA IGLESIA ES ENCOMIABLE. A CONTINUACIÓN ALGUNOS EJEMPLOS. HAZ QUE SE SEPA
: A ALGUNOS NO LES INTERESA QUE SE SEPA ...Que la Iglesia española tiene ...
· 5.141 centros de enseñanza; 990.774 alumnos. (Ahorran al Estado 3 millones de euros por centro al año). · 107 hospitales. (Ahorran al Estado 50 millones de euros por hospital al año). · 1.004 centros diversos, entre ambulatorios, dispensarios, asilos, centros de minusválidos, de transeúntes y de enfermos terminales de SIDA; un total de 51.312 camas. (Ahorran al Estado 4 millones de euros por centro al año). · Gasto de Cáritas al año: 155 millones de euros (salidos del bolsillo de los cristianos españoles). · Gasto de Manos Unidas contra el Hambre: 43 millones de euros (del mismo bolsillo). · Gasto de las Obras Misionales (Domund). Ayuda al Tercer Mundo: 21 millones de euros. (¿Imaginan de dónde sale?). · 365 Centros de reeducación para marginados sociales: ex-prostitutas, ex-presidiarios y ex-toxicómanos; 53.140 personas. (Ahorran al Estado, medio millón de euros por centro). · 937 orfanatos; 10.835 niños abandonados. (Ahorran al Estado 100.000 euros por centro). · El 80 % del gasto de conservación y mantenimiento del Patrimonio histórico-artístico. (Se ha calculado un ahorro aproximado al Estado de entre 32.000 y 36.000 millones de euros al año). A todo esto tenemos que sumar que casi la totalidad de personas que trabajan o colaboran con Manos Unidas, Cáritas, etc. son voluntarios 'sin sueldo' (aunque a algunos les extrañe es cierto, hay personas que trabajan por los demás sin pedir a cambio un salario), realizando su labor para ayudar a los demás sin pedir nada a cambio. ¿En cuánto podríamos cuantificar su trabajo? Esta es la razón por la cual el Estado sigue dando algunas ayudas a la Iglesia Católica , porque le sale muy, pero que muy barato. Lo asombroso es que nadie (o muy pocos) saben de este ahorro esencial para que la economía española 'vaya mejor ...' Como contrapartida ... hablando de otras instituciones socio-políticas ... ¿Cuántos comedores para indigentes ha abierto CC.OO.? ¿Cuántos hospitales para enfermos terminales y de SIDA mantiene abiertos UGT? ¿A dónde puede ir un necesitado a pedir un bocadillo?, ¿a la sede del PP? o ¿a la del PSOE? o ¿a la de IU? ... Pues todos estos viven de nuestros presupuestos... Reenviemos este artículo para que llegue a quienes critican injustamente a la Iglesia por cualquier motivo. ¿Por qué nos vamos a avergonzar de nuestra Iglesia? Nos sentimos orgullosos de ser católicos.
¿POR QUÉ SE OCULTA TODO ESTO EN LA PRENSA, RADIO Y TELEVISIÓN?
INDEPENDIENTEMENTE DE QUE SE SEA CATÓLICO Ó NO, LA LABOR DE LA IGLESIA ES ENCOMIABLE. A CONTINUACIÓN ALGUNOS EJEMPLOS. HAZ QUE SE SEPA
: A ALGUNOS NO LES INTERESA QUE SE SEPA ...Que la Iglesia española tiene ...
· 5.141 centros de enseñanza; 990.774 alumnos. (Ahorran al Estado 3 millones de euros por centro al año). · 107 hospitales. (Ahorran al Estado 50 millones de euros por hospital al año). · 1.004 centros diversos, entre ambulatorios, dispensarios, asilos, centros de minusválidos, de transeúntes y de enfermos terminales de SIDA; un total de 51.312 camas. (Ahorran al Estado 4 millones de euros por centro al año). · Gasto de Cáritas al año: 155 millones de euros (salidos del bolsillo de los cristianos españoles). · Gasto de Manos Unidas contra el Hambre: 43 millones de euros (del mismo bolsillo). · Gasto de las Obras Misionales (Domund). Ayuda al Tercer Mundo: 21 millones de euros. (¿Imaginan de dónde sale?). · 365 Centros de reeducación para marginados sociales: ex-prostitutas, ex-presidiarios y ex-toxicómanos; 53.140 personas. (Ahorran al Estado, medio millón de euros por centro). · 937 orfanatos; 10.835 niños abandonados. (Ahorran al Estado 100.000 euros por centro). · El 80 % del gasto de conservación y mantenimiento del Patrimonio histórico-artístico. (Se ha calculado un ahorro aproximado al Estado de entre 32.000 y 36.000 millones de euros al año). A todo esto tenemos que sumar que casi la totalidad de personas que trabajan o colaboran con Manos Unidas, Cáritas, etc. son voluntarios 'sin sueldo' (aunque a algunos les extrañe es cierto, hay personas que trabajan por los demás sin pedir a cambio un salario), realizando su labor para ayudar a los demás sin pedir nada a cambio. ¿En cuánto podríamos cuantificar su trabajo? Esta es la razón por la cual el Estado sigue dando algunas ayudas a la Iglesia Católica , porque le sale muy, pero que muy barato. Lo asombroso es que nadie (o muy pocos) saben de este ahorro esencial para que la economía española 'vaya mejor ...' Como contrapartida ... hablando de otras instituciones socio-políticas ... ¿Cuántos comedores para indigentes ha abierto CC.OO.? ¿Cuántos hospitales para enfermos terminales y de SIDA mantiene abiertos UGT? ¿A dónde puede ir un necesitado a pedir un bocadillo?, ¿a la sede del PP? o ¿a la del PSOE? o ¿a la de IU? ... Pues todos estos viven de nuestros presupuestos... Reenviemos este artículo para que llegue a quienes critican injustamente a la Iglesia por cualquier motivo. ¿Por qué nos vamos a avergonzar de nuestra Iglesia? Nos sentimos orgullosos de ser católicos.
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