Desde muito cedo me interessei pela Internet. Quando em 1996 mal se falava nisto (começava-se) fui dos primeiros a fazer uma formação (no CEGOC) com dois dos pioneiros (Luis Siqueira e Mário Antunes, creio eu era assim se chamava) em Portugal (fundadores da Esotérica, hoje Claranet) e eméritos lutadores contra o monopólio de então da PT. Memórias...
Por isso também no grupo internacional onde então trabalhava a sociedade portuguesa onde eu estava foi pioneira no uso da Internet no negócio.
Desde então venho utilizando-a como um instrumento também das batalhas politicas onde tenho estado envolvido.
No entanto hoje em dia, sem dúvidas sobre a utilidade da utilização da blogosfera ou das redes sociais, tão envolvido como estou em tantas frentes (pela liberdade de educação, em defesa da Vida e da Família, pela afirmação de uma presença católica na politica, etc.) interrogo-me como conciliar isso (o fazer) com a Internet (dá-lo a conhecer) e com a vida de trabalho...
Isto é, se é alguma vez possível viver duas vidas em simultâneo (a real e a virtual) ou se quem tem a vida ocupada como eu não tem qualquer possibilidade de na rede deixar ver a vida real...?
Enfim, hoje é sexta-feira e reparei de repente que já aqui não escrevia à três meses...
Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
sexta-feira, julho 17, 2009
De regresso com uma duvida...
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sexta-feira, abril 10, 2009
Aborto e como mentem os abortistas
Ou se não acreditam, leiam este comunicado ontem emitido pelos Juntos pela Vida (que também enviei à Fernanda Câncio e sempre quero ver se esta tem a coragem de apurar o assunto ou se o DN só publica propaganda facturante...):
Úteros perfurados e Corações partidos
1. A Associação Juntos pela Vida foi surpreendida pelas declarações (veja-se entre outros o Diário de Notícias de ontem, 8 de Abril de 2009) do Director Geral de Saúde, Dr. Francisco George, congratulando-se com o fim das perfurações do útero após a aprovação da lei do aborto.
2. Cumpre esclarecer que de acordo com as informações oficiais da Direcção Geral de Saúde em 2002 e 2006 houve um caso de perfuração do útero de mulheres que fizeram um aborto clandestino. De 2003 a 2005 houve zero casos de úteros perfurados.
3. Em 2007, primeiro ano de vigência da lei do aborto, houve 12 casos de perfurações do útero;
4. Os dados de 2008 são apenas conhecidos do Dr Francisco George, mas permitimo-nos expressar a dúvida de que em 2008 tenha havido menos úteros perfurados do que houve no período 2003-2005.
5. Além disso, ao número de úteros perfurados em 2008 convém juntar os 8 mil e 500 úteros rasgados das 8 mil e 500 meninas que foram cruelmente abortadas durante esse ano. [durante o ano de 2008 houve, de acordo com a DGS, 16.839 abortos legais sendo razoável estimar que ½ das crianças abortadas fossem do género feminino]
6. Vistas seja por que prisma for as declarações do Director-geral de Saúde são não apenas infelizes como sobretudo revelam um desconhecimento não apenas das informações oficias que ele próprio presta como um profundo desconhecimento da realidade
7. Por nada nos garantir que o Director-geral de Saúde não trate com igual displicência, insensibilidade e irresponsabilidade, outros dos importantes assuntos que lhe estão confiados e fundamentais para a saúde dos portugueses, interrogamo-nos se tem justificação a sua continuidade nas actuais funções…
Úteros perfurados e Corações partidos
1. A Associação Juntos pela Vida foi surpreendida pelas declarações (veja-se entre outros o Diário de Notícias de ontem, 8 de Abril de 2009) do Director Geral de Saúde, Dr. Francisco George, congratulando-se com o fim das perfurações do útero após a aprovação da lei do aborto.
2. Cumpre esclarecer que de acordo com as informações oficiais da Direcção Geral de Saúde em 2002 e 2006 houve um caso de perfuração do útero de mulheres que fizeram um aborto clandestino. De 2003 a 2005 houve zero casos de úteros perfurados.
3. Em 2007, primeiro ano de vigência da lei do aborto, houve 12 casos de perfurações do útero;
4. Os dados de 2008 são apenas conhecidos do Dr Francisco George, mas permitimo-nos expressar a dúvida de que em 2008 tenha havido menos úteros perfurados do que houve no período 2003-2005.
5. Além disso, ao número de úteros perfurados em 2008 convém juntar os 8 mil e 500 úteros rasgados das 8 mil e 500 meninas que foram cruelmente abortadas durante esse ano. [durante o ano de 2008 houve, de acordo com a DGS, 16.839 abortos legais sendo razoável estimar que ½ das crianças abortadas fossem do género feminino]
6. Vistas seja por que prisma for as declarações do Director-geral de Saúde são não apenas infelizes como sobretudo revelam um desconhecimento não apenas das informações oficias que ele próprio presta como um profundo desconhecimento da realidade
7. Por nada nos garantir que o Director-geral de Saúde não trate com igual displicência, insensibilidade e irresponsabilidade, outros dos importantes assuntos que lhe estão confiados e fundamentais para a saúde dos portugueses, interrogamo-nos se tem justificação a sua continuidade nas actuais funções…
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terça-feira, abril 07, 2009
O Sol, o Bispo de Viseu, a SIDA, o Papa e eu
Na semana passada fui contactado pelo Sol para me pronunciar a propósito de todas as questões acima referidas. Pedi perguntas por escrito e eis as respostas que dei:
- O que pensa das declarações feitas pelo bispo de Viseu, na sequência da vista do Papa Bento XVI a África?
Que a excitação mediática à volta de um parte ínfima das mesmas deixa as pessoas na ignorância sobre o facto do Bispo de Viseu ter escrito uma Nota na qual manifesta a sua unidade com o Santo Padre, em que subscreve o que o Papa disse no decorrer de um voo em resposta a um jornalista, e lamenta que uma obsessão contemporânea tenha ocultado a importância, coragem e profundidade de tudo o que Bento XVI disse nesta viagem a África.
- Concorda com a nota pastoral de D. Idílio?
Apesar do escândalo que esta resposta possa suscitar, para nós católicos, as Notas Pastorais não são para concordar ou discordar…Os Bispos são os sucessores dos Apóstolos e o que dizem são sempre um convite à nossa inteligência e ao nosso coração para com maior alegria aderirmos ao que aconteceu nas nossas vidas: o encontro com Cristo, presente na Sua Igreja.
- Em que sentido estas declarações colidem ou não com as declarações do Papa Bento XVI fez em África em relação à problemática da SIDA e do uso do preservativo?
Resposta prejudicada pela acima à primeira pergunta.
- Tem conhecimento se nas missas de domingo este assunto tem sido abordado?
Na minha Paróquia (Nossa Senhora do Carmo no Lumiar) foi e muito bem. Onde não foi espero que o seja. As Missas são também uma ocasião de educação dos católicos e a unidade com o Santo Padre e a adesão à doutrina da Igreja são dois “instrumentos” úteis para viver melhor a alegria grande que encontrámos na nossa vida.
- O que pensa das declarações feitas pelo bispo de Viseu, na sequência da vista do Papa Bento XVI a África?
Que a excitação mediática à volta de um parte ínfima das mesmas deixa as pessoas na ignorância sobre o facto do Bispo de Viseu ter escrito uma Nota na qual manifesta a sua unidade com o Santo Padre, em que subscreve o que o Papa disse no decorrer de um voo em resposta a um jornalista, e lamenta que uma obsessão contemporânea tenha ocultado a importância, coragem e profundidade de tudo o que Bento XVI disse nesta viagem a África.
- Concorda com a nota pastoral de D. Idílio?
Apesar do escândalo que esta resposta possa suscitar, para nós católicos, as Notas Pastorais não são para concordar ou discordar…Os Bispos são os sucessores dos Apóstolos e o que dizem são sempre um convite à nossa inteligência e ao nosso coração para com maior alegria aderirmos ao que aconteceu nas nossas vidas: o encontro com Cristo, presente na Sua Igreja.
- Em que sentido estas declarações colidem ou não com as declarações do Papa Bento XVI fez em África em relação à problemática da SIDA e do uso do preservativo?
Resposta prejudicada pela acima à primeira pergunta.
- Tem conhecimento se nas missas de domingo este assunto tem sido abordado?
Na minha Paróquia (Nossa Senhora do Carmo no Lumiar) foi e muito bem. Onde não foi espero que o seja. As Missas são também uma ocasião de educação dos católicos e a unidade com o Santo Padre e a adesão à doutrina da Igreja são dois “instrumentos” úteis para viver melhor a alegria grande que encontrámos na nossa vida.
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domingo, março 29, 2009
Porque é que afinal vamos vencer...?
Porque os nossos adversários têm um estilo de vida suicidário enquanto nós continuamos a ter filhos e por isso mais tarde ou mais cedo isto é tudo nosso...;-)
Pensem só em termos eleitoriais: 7% dos agregados familiares existentes em Portugal (as chamadas famílias numerosas)temos 25% do total das crianças portuguesas. Quem vai vencer as eleições?
Tudo isto a propósito de um email que recebi (desconheço o autor) e que aqui abaixo reproduzo ;-)
Raciocínio muito simples
1. Deixem que todos os homens que queiram casar com homens, o façam…
2. Deixem que todas as mulheres que queiram casar com mulheres, o façam…
3. Deixem que todos os que queiram abortar, abortem sem limitações…
4. Em duas gerações, deixaram de existir socialistas…
Pensem só em termos eleitoriais: 7% dos agregados familiares existentes em Portugal (as chamadas famílias numerosas)temos 25% do total das crianças portuguesas. Quem vai vencer as eleições?
Tudo isto a propósito de um email que recebi (desconheço o autor) e que aqui abaixo reproduzo ;-)
Raciocínio muito simples
1. Deixem que todos os homens que queiram casar com homens, o façam…
2. Deixem que todas as mulheres que queiram casar com mulheres, o façam…
3. Deixem que todos os que queiram abortar, abortem sem limitações…
4. Em duas gerações, deixaram de existir socialistas…
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Palavras sábias de António Barreto na apresentação livro D. Manuel Clemente
Estão sublinhadas na noticia abaixo da Ecclesia:
Textos de D. Manuel Clemente são exemplo de «tolerância e abertura ao diálogo»
António Barreto apresentou o livro «Um só propósito – Homilias e Escritos Pastorais em tempos de Nova Evangelização» de D. Manuel Clemente
.
Foi lançado na passada Quarta-feira o livro “Um só propósito – Homilias e Escritos Pastorais em tempos de Nova Evangelização”, textos do magistério episcopal de D. Manuel Clemente que, nesse dia, completou dois anos à frente da diocese do Porto.
A apresentação esteve a cargo de António Barreto, sociólogo, que apontou a publicação como um exemplo salutar de diálogo, “de quem quer dialogar e debater”.
Afirmou o sociólogo que, tradicionalmente, as homilias, referentes ao actual, são efémeras. “A maior parte das homilias de cada sacerdote e da maioria dos sacerdotes nunca vê a forma impressa, nunca têm uma segunda vida de leitura e meditação”.
D. Manuel Clemente “fala para todos, espera debate e diálogo, assume as suas responsabilidades pelo que pensa e diz, sujeita-se ao contraditório e sente que é seu dever ocupar-se da vida dos homens e das mulheres na Terra e em sociedade”.
A publicação dos textos do Bispo do Porto indicam “uma maneira diferente de exercer as suas funções. Quem publica, quer ser lido. Quem lê, reflecte e pensa. Quem pensa, verifica o pensamento dos outros, dos autores. Quem comenta, acrescenta qualquer coisa”, aponta António Barreto sublinhando a abertura “ao julgamento dos leitores, à exposição e escrutínio”.
“Não se satisfaz com a palavra catedrática, não pretende que acreditem apenas na autoridade do magistério”, aponta.
O livro com a publicação das homilias e escritos do Bispo do Porto que serve todos os públicos. Para os crentes, “pode ser uma recordação, uma sugestão para voltar à matéria”. Para os não crentes, reconhece António Barreto, “é a possibilidade de entrar em conversa, em diálogo”.
“Um sacerdote que publica as suas homilias quer falar com os outros, os que não pertencem ou não comparecem à congregação, os que não são do rebanho ou os que não são religiosos. É um sinal de vontade de diálogo. E um sinal de predisposição para a tolerância”.
O sociólogo considera que sendo consensual a ideia de separação da Igreja e do Estado e da não intervenção da Igreja em questões puramente partidárias. Nesse sentido, é de opinião que “a Igreja deve intervir publicamente em tudo o que à condição humana diz respeito”. Se assim for, afirma, “a Igreja exige para si a liberdade que reconhece aos outros. Os cidadãos ficam a ganhar com isso”.
“É absurdo pensar que a Igreja apenas se ocupa de religião. Qualquer que seja o seu Deus ou a sua concepção da vida eterna, é sempre na Terra, em sociedade, na República, na cidade, que os homens vivem as suas vidas. É na cidade que as Igrejas vivem ao lado dos homens”, sendo um erro pensar que a Igreja se limita aos sacerdotes ou à hierarquia. “A Igreja é composta por todos os crentes, os fiéis, a congregação ou a comunidade”.
António Barreto aponta ainda que nos tempos actuais “faltam palavras de contenção e serenidade”.
“A doutrina cristã e a sua tradição moral estão bem colocados para contribuir. Numa altura em que a ganância, a desumanidade, a exploração da boa fé de outros e a venalidade se transformaram quase em valores universais, precisamos de vozes serenas e de contenção, de correcção moral de paixões destruidoras do respeito de uns pelos outros”.
Notícias relacionadas
Intervenções do Bispo do Porto passam a livro
.
Nacional | Agência Ecclesia| 27/03/2009 | 12:02 | 3323 Caracteres
Copyright© Agência Ecclesia
Textos de D. Manuel Clemente são exemplo de «tolerância e abertura ao diálogo»
António Barreto apresentou o livro «Um só propósito – Homilias e Escritos Pastorais em tempos de Nova Evangelização» de D. Manuel Clemente
.
Foi lançado na passada Quarta-feira o livro “Um só propósito – Homilias e Escritos Pastorais em tempos de Nova Evangelização”, textos do magistério episcopal de D. Manuel Clemente que, nesse dia, completou dois anos à frente da diocese do Porto.
A apresentação esteve a cargo de António Barreto, sociólogo, que apontou a publicação como um exemplo salutar de diálogo, “de quem quer dialogar e debater”.
Afirmou o sociólogo que, tradicionalmente, as homilias, referentes ao actual, são efémeras. “A maior parte das homilias de cada sacerdote e da maioria dos sacerdotes nunca vê a forma impressa, nunca têm uma segunda vida de leitura e meditação”.
D. Manuel Clemente “fala para todos, espera debate e diálogo, assume as suas responsabilidades pelo que pensa e diz, sujeita-se ao contraditório e sente que é seu dever ocupar-se da vida dos homens e das mulheres na Terra e em sociedade”.
A publicação dos textos do Bispo do Porto indicam “uma maneira diferente de exercer as suas funções. Quem publica, quer ser lido. Quem lê, reflecte e pensa. Quem pensa, verifica o pensamento dos outros, dos autores. Quem comenta, acrescenta qualquer coisa”, aponta António Barreto sublinhando a abertura “ao julgamento dos leitores, à exposição e escrutínio”.
“Não se satisfaz com a palavra catedrática, não pretende que acreditem apenas na autoridade do magistério”, aponta.
O livro com a publicação das homilias e escritos do Bispo do Porto que serve todos os públicos. Para os crentes, “pode ser uma recordação, uma sugestão para voltar à matéria”. Para os não crentes, reconhece António Barreto, “é a possibilidade de entrar em conversa, em diálogo”.
“Um sacerdote que publica as suas homilias quer falar com os outros, os que não pertencem ou não comparecem à congregação, os que não são do rebanho ou os que não são religiosos. É um sinal de vontade de diálogo. E um sinal de predisposição para a tolerância”.
O sociólogo considera que sendo consensual a ideia de separação da Igreja e do Estado e da não intervenção da Igreja em questões puramente partidárias. Nesse sentido, é de opinião que “a Igreja deve intervir publicamente em tudo o que à condição humana diz respeito”. Se assim for, afirma, “a Igreja exige para si a liberdade que reconhece aos outros. Os cidadãos ficam a ganhar com isso”.
“É absurdo pensar que a Igreja apenas se ocupa de religião. Qualquer que seja o seu Deus ou a sua concepção da vida eterna, é sempre na Terra, em sociedade, na República, na cidade, que os homens vivem as suas vidas. É na cidade que as Igrejas vivem ao lado dos homens”, sendo um erro pensar que a Igreja se limita aos sacerdotes ou à hierarquia. “A Igreja é composta por todos os crentes, os fiéis, a congregação ou a comunidade”.
António Barreto aponta ainda que nos tempos actuais “faltam palavras de contenção e serenidade”.
“A doutrina cristã e a sua tradição moral estão bem colocados para contribuir. Numa altura em que a ganância, a desumanidade, a exploração da boa fé de outros e a venalidade se transformaram quase em valores universais, precisamos de vozes serenas e de contenção, de correcção moral de paixões destruidoras do respeito de uns pelos outros”.
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.
Nacional | Agência Ecclesia| 27/03/2009 | 12:02 | 3323 Caracteres
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segunda-feira, março 23, 2009
Parábola do Professor: uma delicia e infelizmente tão verdadeira
(recebi esta por email e desconheç o seu autor...?)
PARÁBOLA DO PROFESSOR
Naquele tempo, Jesus subiu ao monte seguido pela multidão e, sentado sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem.
Depois, tomando a palavra, ensinou-os dizendo:
Inicio de bloco de citação
Em verdade vos digo, bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão
saciados. Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles...
Fim do bloco de citação
Pedro interrompeu: Temos que aprender isso de cor?
André disse: Temos que copiá-lo para o caderno?
Tiago perguntou: Vamos ter teste sobre isso?
Filipe lamentou-se: Não trouxe o papiro-diário.
Bartolomeu quis saber: Temos de tirar apontamentos?
João levantou a mão: -- Posso ir à casa de banho?
Judas exclamou: Para que é que serve isto tudo?
Tomé inquietou-se: Há fórmulas, vamos resolver problemas?
Tadeu reclamou: Mas porque é que não nos dás a sebenta e pronto!?
Mateus queixou-se: eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!
Um dos fariseus presentes, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada, tomou a palavra e dirigiu-se a Ele, dizendo:
Inicio de bloco de citação
Onde está a tua planificação?
Qual é a nomenclatura do teu plano de aula nesta intervenção didáctica mediatizada?
E a avaliação diagnóstica?
E a avaliação institucional?
Quais são as tuas expectativas de sucesso?
Tendes para a abordagem da área em forma globalizada, de modo a permitir o acesso à significação dos contextos, tendo em conta a bipolaridade da transmissão?
Quais são as tuas estratégias conducentes à recuperação dos conhecimentos prévios?
Respondem estes aos interesses e necessidades do grupo de modo a assegurar a significatividade do processo de ensino-aprendizagem?
Incluíste actividades integradoras com fundamento epistemológico produtivo?
E os espaços alternativos das problemáticas curriculares gerais?
Propiciaste espaços de encontro para a coordenação de acções transversais e longitudinais que fomentem os vínculos operativos e cooperativos das áreas concomitantes?
Quais são os conteúdos conceptuais, processuais e atitudinais que respondem aos fundamentos lógico, praxeológico e metodológico constituídos pelos núcleos
generativos disciplinares, transdisciplinares, interdisciplinares e metadisciplinares?
Fim do bloco de citação
Caifás, o pior de todos, disse a Jesus:
Quero ver as avaliações do primeiro, segundo e terceiro períodos e reservo-me o direito de, no final, aumentar as notas dos teus discípulos, para que ao
Rei não lhe falhem as previsões de um ensino de qualidade e não se lhe estraguem as estatísticas do sucesso. Serás notificado em devido tempo pela via
mais adequada. E vê lá se reprovas alguém! Lembra-te que ainda não és titular e não há quadros de nomeação definitiva.
... E Jesus pediu a reforma antecipada aos trinta e três anos...
PARÁBOLA DO PROFESSOR
Naquele tempo, Jesus subiu ao monte seguido pela multidão e, sentado sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem.
Depois, tomando a palavra, ensinou-os dizendo:
Inicio de bloco de citação
Em verdade vos digo, bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão
saciados. Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles...
Fim do bloco de citação
Pedro interrompeu: Temos que aprender isso de cor?
André disse: Temos que copiá-lo para o caderno?
Tiago perguntou: Vamos ter teste sobre isso?
Filipe lamentou-se: Não trouxe o papiro-diário.
Bartolomeu quis saber: Temos de tirar apontamentos?
João levantou a mão: -- Posso ir à casa de banho?
Judas exclamou: Para que é que serve isto tudo?
Tomé inquietou-se: Há fórmulas, vamos resolver problemas?
Tadeu reclamou: Mas porque é que não nos dás a sebenta e pronto!?
Mateus queixou-se: eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!
Um dos fariseus presentes, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada, tomou a palavra e dirigiu-se a Ele, dizendo:
Inicio de bloco de citação
Onde está a tua planificação?
Qual é a nomenclatura do teu plano de aula nesta intervenção didáctica mediatizada?
E a avaliação diagnóstica?
E a avaliação institucional?
Quais são as tuas expectativas de sucesso?
Tendes para a abordagem da área em forma globalizada, de modo a permitir o acesso à significação dos contextos, tendo em conta a bipolaridade da transmissão?
Quais são as tuas estratégias conducentes à recuperação dos conhecimentos prévios?
Respondem estes aos interesses e necessidades do grupo de modo a assegurar a significatividade do processo de ensino-aprendizagem?
Incluíste actividades integradoras com fundamento epistemológico produtivo?
E os espaços alternativos das problemáticas curriculares gerais?
Propiciaste espaços de encontro para a coordenação de acções transversais e longitudinais que fomentem os vínculos operativos e cooperativos das áreas concomitantes?
Quais são os conteúdos conceptuais, processuais e atitudinais que respondem aos fundamentos lógico, praxeológico e metodológico constituídos pelos núcleos
generativos disciplinares, transdisciplinares, interdisciplinares e metadisciplinares?
Fim do bloco de citação
Caifás, o pior de todos, disse a Jesus:
Quero ver as avaliações do primeiro, segundo e terceiro períodos e reservo-me o direito de, no final, aumentar as notas dos teus discípulos, para que ao
Rei não lhe falhem as previsões de um ensino de qualidade e não se lhe estraguem as estatísticas do sucesso. Serás notificado em devido tempo pela via
mais adequada. E vê lá se reprovas alguém! Lembra-te que ainda não és titular e não há quadros de nomeação definitiva.
... E Jesus pediu a reforma antecipada aos trinta e três anos...
Extraordinario Post do Francisco José Viegas sobre o Papa!
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domingo, março 22, 2009
Ainda Bento XVI e o preservativo
1.Da minha afilhada Isabel Lima Pedro, Doutorada em Biologia, recebi este comentário num email:
As directivas internacionais (revistas em 2004 na revista médica Lancet) indicam claramente que a única via é a mudança radical de comportamento, promovendo a abstinência nos mais novos e a fidelidade mútua nos adultos. A promoção do preservativo deve ser feita somente nas populações que mantêm comportamentos de risco e com o intuito de reduzir o risco e não acabar com ele, pois quanto maior a promiscuidade menor a eficácia. Termino com os seguintes números (www.unav.es/departamento/preventiva/infeccsexual) no Ruanda há 47% de católicos e 5% de HIV/SIDA, no Burundi há 66% de católicos e 6% de HIV/SIDA, na Suazilândia 5,5% de católicos e 38,8% HIV/SIDA e no Zimbabue 7,8% de católicos e 24,6% de HIV/SIDA.
2. Vale a pena ler as declarações do director do AIDS Prevention Project at the Harvard Center aqui.
As directivas internacionais (revistas em 2004 na revista médica Lancet) indicam claramente que a única via é a mudança radical de comportamento, promovendo a abstinência nos mais novos e a fidelidade mútua nos adultos. A promoção do preservativo deve ser feita somente nas populações que mantêm comportamentos de risco e com o intuito de reduzir o risco e não acabar com ele, pois quanto maior a promiscuidade menor a eficácia. Termino com os seguintes números (www.unav.es/departamento/preventiva/infeccsexual) no Ruanda há 47% de católicos e 5% de HIV/SIDA, no Burundi há 66% de católicos e 6% de HIV/SIDA, na Suazilândia 5,5% de católicos e 38,8% HIV/SIDA e no Zimbabue 7,8% de católicos e 24,6% de HIV/SIDA.
2. Vale a pena ler as declarações do director do AIDS Prevention Project at the Harvard Center aqui.
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O que o Papa realmente disse (sobre o preservativo) e em que contexto
É impressionante darmo-nos conta do poder de confusão dos media e da hostilidade ao Papa e à Igreja que saltam à (aparente) menor oportunidade! Ainda por cima como dizia o meu Pároco (o Cónego Álvaro Bizarro da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo no Lumiar) na sua homilia de hoje: "o que o Papa propõe é algum mal ou um bem?".
Leiam esta carta que ontem saiu no Público:
Carta de Amparo Gironés do Porto hoje (Sábado, 21 de Março de 2009) na secção Cartas ao Director do Público
Visita de Bento XVI aos Camarões
Gostava de manifestar a minha perplexidade perante os ecos nos meios de comunicação, e não só, da famosa “condenação do preservativo” proferida por Bento XVI. Não sei se a maior parte dos jornalistas terá tido o incómodo de ir ler directamente as tais condenações. Dá a impressão que bastantes não. Por exemplo, a última página do Público do dia 18 de Março diz: “Por que não a opção pelo silêncio num tema tão sensível?”.
Fui ler todos os discursos do Papa nos Camarões: todos! Em nenhum deles fala do preservativo. Fala, sim, da dignidade da pessoa de uma maneira tão bela e realista como é característico dos seus discursos.
De onde vem então a conversa sobre os preservativos? De uma sessão de perguntas postas por jornalistas de vários países durante a viagem de avião. E claro que, se um jornalista pergunta directamente sobre um tema, é de boa educação responder (fica claro que Bento XVI não tinha previsto em nenhum discurso abordar o tema dos preservativos dessa maneira. O objectivo da viagem a África foi, como ele disse ao chegar aos Camarões: “Vim aqui para apresentar a Instrumentum laboris para a Segunda Assembleia Especial, que terá lugar em Roma no próximo mês de Outubro”).
A resposta que o Papa deu ao jornalista Philippe Visseyrias da France 2 foi a seguinte (peço desculpa por citar uma tradução em espanhol):
“(…) no se puede solucionar este flagelo solo distribuyendo profilácticos: al contrario, existe el riesgo de aumentar el problema. La solución puede encontrar-se sólo en un doble empeño: el primero, una humanización de la sexualidad, es decir, une renovación espiritual y humano que traiga consigo una nueva forma de comportarse uno con el otro, y segundo, una verdadera amistad también y sobre todo hacia las personas que sufren, la disponibilidad incluso con sacrificios, con renuncias personales, a estar con los que sufren. Y estos son factores que ayudan y que traen progresos visibles. (…)”
Aonde está a condenação? Essas palavras podem ser interpretadas como uma condenação? Muitos dos jornalistas que ainda hoje repetem os mesmos tópicos terão lido essas palavras? Mesmo o jornalista António Marujo, depois de várias criticas, no fim do artigo do mesmo dia 18 diz: “Bento XVI pode ter razão noutra coisa: o preservativo não é “a” solução do problema…”. Não é isso o único que o Papa diz nessa fatídica resposta? O próprio autor do artigo cita a directora do instituto angolano contra a sida, Dulcinea Serrano: “Comportamentos como a fidelidade e a abstinência também jogam um papel importante na redução das novas infecções”…Não se parece isto mais ao que o Papa disse?
Será justo que a resposta a um entre vários jornalistas anule completamente os ensinamentos e o conteúdo de uma viagem inteira?
Amparo Gironés, Porto
Nota: ao lado desta carta encontra-se uma outra também muito boa do Padre Alfredo Dinis, director da Faculdade de Filosofia de Braga, que enviarei a quem ma pedir.
Leiam esta carta que ontem saiu no Público:
Carta de Amparo Gironés do Porto hoje (Sábado, 21 de Março de 2009) na secção Cartas ao Director do Público
Visita de Bento XVI aos Camarões
Gostava de manifestar a minha perplexidade perante os ecos nos meios de comunicação, e não só, da famosa “condenação do preservativo” proferida por Bento XVI. Não sei se a maior parte dos jornalistas terá tido o incómodo de ir ler directamente as tais condenações. Dá a impressão que bastantes não. Por exemplo, a última página do Público do dia 18 de Março diz: “Por que não a opção pelo silêncio num tema tão sensível?”.
Fui ler todos os discursos do Papa nos Camarões: todos! Em nenhum deles fala do preservativo. Fala, sim, da dignidade da pessoa de uma maneira tão bela e realista como é característico dos seus discursos.
De onde vem então a conversa sobre os preservativos? De uma sessão de perguntas postas por jornalistas de vários países durante a viagem de avião. E claro que, se um jornalista pergunta directamente sobre um tema, é de boa educação responder (fica claro que Bento XVI não tinha previsto em nenhum discurso abordar o tema dos preservativos dessa maneira. O objectivo da viagem a África foi, como ele disse ao chegar aos Camarões: “Vim aqui para apresentar a Instrumentum laboris para a Segunda Assembleia Especial, que terá lugar em Roma no próximo mês de Outubro”).
A resposta que o Papa deu ao jornalista Philippe Visseyrias da France 2 foi a seguinte (peço desculpa por citar uma tradução em espanhol):
“(…) no se puede solucionar este flagelo solo distribuyendo profilácticos: al contrario, existe el riesgo de aumentar el problema. La solución puede encontrar-se sólo en un doble empeño: el primero, una humanización de la sexualidad, es decir, une renovación espiritual y humano que traiga consigo una nueva forma de comportarse uno con el otro, y segundo, una verdadera amistad también y sobre todo hacia las personas que sufren, la disponibilidad incluso con sacrificios, con renuncias personales, a estar con los que sufren. Y estos son factores que ayudan y que traen progresos visibles. (…)”
Aonde está a condenação? Essas palavras podem ser interpretadas como uma condenação? Muitos dos jornalistas que ainda hoje repetem os mesmos tópicos terão lido essas palavras? Mesmo o jornalista António Marujo, depois de várias criticas, no fim do artigo do mesmo dia 18 diz: “Bento XVI pode ter razão noutra coisa: o preservativo não é “a” solução do problema…”. Não é isso o único que o Papa diz nessa fatídica resposta? O próprio autor do artigo cita a directora do instituto angolano contra a sida, Dulcinea Serrano: “Comportamentos como a fidelidade e a abstinência também jogam um papel importante na redução das novas infecções”…Não se parece isto mais ao que o Papa disse?
Será justo que a resposta a um entre vários jornalistas anule completamente os ensinamentos e o conteúdo de uma viagem inteira?
Amparo Gironés, Porto
Nota: ao lado desta carta encontra-se uma outra também muito boa do Padre Alfredo Dinis, director da Faculdade de Filosofia de Braga, que enviarei a quem ma pedir.
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sexta-feira, março 20, 2009
Cartoon de António sobre o Papa amanhã no Expresso
A propósito da publicação amanhã no Expresso do cartoon de António (que pode ser encontrado e comentado aqui) lembrei-me que escândalo e desenhos não fará António e publicará o Expresso quando e se vir uns folhetos que através da Mais Vida Mais Família enviei a toda a comuncação social portuguesa e que são da autoria do Ministério da Saúde de Angola…
Sobre esse cartoon publiquei já o comentário que está na respectiva página 5 e que abaixo reproduzo:
Tenho muita pena que o Expresso se sinta obrigado a publicar um cartoon que vai ofender muitos dos seus leitores, tenho muita pena da amargura e preconceito do Antonio a quem convidava a ver o filme "Greater-defeating AIDS" (http://www.happening.pt.vu/) e a conhecer jovens portugueses católicos que estiveram em campanhas contra a SIDA na Nigéria (mas terá ele coragem para ouvir a diferença?), tenho muita pena de deixar de comprar este jornal cuja leitura aos Sábados tanto prazer me dava e convidar a fazer o mesmo aos 3 mil subscritores da lista electrónica Mais Vida Mais Família por mim editada, tenho muita pena que nem o jornal nem o António tenham tentado perceber o que disse o Papa nem tenha abertura de espírito para entrevistar pessoas sabedoras que explicariam porque é que o vírus da Sida é mais pequeno que um poro do preservativo, que a própria DFA dos Estados Unidos adverte que o mesmo tem 10% de falhas, que a própria OMS reconhece que as campanhas de prevenção não estão a ter efeito nenhum, etc., tenho muita pena que seja tão dificil de perceber que o Papa falando para todos não obriga ninguém a não ser aqueles que o amamos porque somos gratos ao amor que Deus nos tem e revela no Seu filho Jesus através da comunidade dos crentes. Tenho mesmo muita pena! Sobretudo amanhã quando for aos jornais!
Antonio Pinheiro Torres
Ex. deputado PSD 9ª legislatura
http://porcausadele.blogspot.com/
No You Tube sobre o filme encontrei isto: http://www.youtube.com/watch?v=rzECytxYqCY
Sobre esse cartoon publiquei já o comentário que está na respectiva página 5 e que abaixo reproduzo:
Tenho muita pena que o Expresso se sinta obrigado a publicar um cartoon que vai ofender muitos dos seus leitores, tenho muita pena da amargura e preconceito do Antonio a quem convidava a ver o filme "Greater-defeating AIDS" (http://www.happening.pt.vu/) e a conhecer jovens portugueses católicos que estiveram em campanhas contra a SIDA na Nigéria (mas terá ele coragem para ouvir a diferença?), tenho muita pena de deixar de comprar este jornal cuja leitura aos Sábados tanto prazer me dava e convidar a fazer o mesmo aos 3 mil subscritores da lista electrónica Mais Vida Mais Família por mim editada, tenho muita pena que nem o jornal nem o António tenham tentado perceber o que disse o Papa nem tenha abertura de espírito para entrevistar pessoas sabedoras que explicariam porque é que o vírus da Sida é mais pequeno que um poro do preservativo, que a própria DFA dos Estados Unidos adverte que o mesmo tem 10% de falhas, que a própria OMS reconhece que as campanhas de prevenção não estão a ter efeito nenhum, etc., tenho muita pena que seja tão dificil de perceber que o Papa falando para todos não obriga ninguém a não ser aqueles que o amamos porque somos gratos ao amor que Deus nos tem e revela no Seu filho Jesus através da comunidade dos crentes. Tenho mesmo muita pena! Sobretudo amanhã quando for aos jornais!
Antonio Pinheiro Torres
Ex. deputado PSD 9ª legislatura
http://porcausadele.blogspot.com/
No You Tube sobre o filme encontrei isto: http://www.youtube.com/watch?v=rzECytxYqCY
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quinta-feira, março 19, 2009
Padre Amadeu Pinto: no Céu pela liberdade de educação
Parece que Deus Nosso Senhor precisava de uma ajuda na questão da liberdade de educação e por isso mandou buscar o Padre Amadeu Pinto...;-)
A noticia abaixo não fala disso mas presta outra justa homenagem a este sacerdote católico da Companhia de Jesus falecido esta semana.
Padre Amadeu: olho nessa malta que cá em baixo quer deseducar os nossos filhos à força. Em especial olho na Comissão de Educação onde o diploma da JS sobre educação sexual se perfila já como o diploma número um da nova era totalitária...contamos consigo no Céu a ajudar-nos a defender aquela que é a nossa mais fundamental liberdade: a de educar os nossos filhos como entendemos!
Religiosos de Portugal homenageiam Padre Amadeu Pinto
A Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal assinalou com pesar a morte do “querido amigo Padre Amadeu Pinto, sacerdote jesuíta”, que faleceu esta Quarta-feira, em Lisboa.
O Pe. Manuel Joaquim Gomes Barbosa, presidente da CIRP, lembra uma vida “radicalmente entregue com paixão à causa de Jesus Cristo, no seu Instituto e no serviço à Vida Religiosa em Portugal”.
“Além da intensa acção no seu Instituto e na Igreja em Portugal, em particular no campo do ensino e da educação, a pessoa do Padre Amadeu Pinto fica indelevelmente ligada à Vida Religiosa em Portugal, não só pelos cargos que ocupou, mas sobretudo pelo entusiasmado empenho que sempre colocou no processo de colaboração e de comunhão de todos os Institutos Religiosos”, pode ler-se.
Inspirado pelos novos ventos do Concílio Vaticano II, empenhou-se nessa causa comum enquanto Presidente da Conferência Nacional dos Institutos Religiosos (CNIR), de 2001 a 2003, e membro da Comissão da Pastoral das Vocações da Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP), de 2003 a 2008, em que participam igualmente os Institutos Seculares”, escreve o Pe. Barbosa.
Nacional | Agência Ecclesia| 19/03/2009 | 10:01 | 1140 Caracteres | 222 | Vida Consagrada
A noticia abaixo não fala disso mas presta outra justa homenagem a este sacerdote católico da Companhia de Jesus falecido esta semana.
Padre Amadeu: olho nessa malta que cá em baixo quer deseducar os nossos filhos à força. Em especial olho na Comissão de Educação onde o diploma da JS sobre educação sexual se perfila já como o diploma número um da nova era totalitária...contamos consigo no Céu a ajudar-nos a defender aquela que é a nossa mais fundamental liberdade: a de educar os nossos filhos como entendemos!
Religiosos de Portugal homenageiam Padre Amadeu Pinto
A Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal assinalou com pesar a morte do “querido amigo Padre Amadeu Pinto, sacerdote jesuíta”, que faleceu esta Quarta-feira, em Lisboa.
O Pe. Manuel Joaquim Gomes Barbosa, presidente da CIRP, lembra uma vida “radicalmente entregue com paixão à causa de Jesus Cristo, no seu Instituto e no serviço à Vida Religiosa em Portugal”.
“Além da intensa acção no seu Instituto e na Igreja em Portugal, em particular no campo do ensino e da educação, a pessoa do Padre Amadeu Pinto fica indelevelmente ligada à Vida Religiosa em Portugal, não só pelos cargos que ocupou, mas sobretudo pelo entusiasmado empenho que sempre colocou no processo de colaboração e de comunhão de todos os Institutos Religiosos”, pode ler-se.
Inspirado pelos novos ventos do Concílio Vaticano II, empenhou-se nessa causa comum enquanto Presidente da Conferência Nacional dos Institutos Religiosos (CNIR), de 2001 a 2003, e membro da Comissão da Pastoral das Vocações da Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP), de 2003 a 2008, em que participam igualmente os Institutos Seculares”, escreve o Pe. Barbosa.
Nacional | Agência Ecclesia| 19/03/2009 | 10:01 | 1140 Caracteres | 222 | Vida Consagrada
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Extraordinário artigo de César das Neves sobre nova lei da educação sexual!
Educação?
João César das Neves
DESTAK|19 | 03 | 2009 08.24H
O Parlamento discute o programa de educação sexual das escolas. O Ministério da Educação quer mostrar órgãos sexuais às crianças e explicar-lhes os detalhes de carícias, coito e métodos contraceptivos. Acha que a masturbação é natural, se deve promover o impulso sexual juvenil praticado com segurança e que todos os géneros e famílias são equivalentes. Até pode achar que a educação sexual é só informativa, não formativa. São opiniões legítimas e respeitáveis. Mas é bom lembrar dois pormenores.
Primeiro, não são afirmações científicas e terapêuticas. São posições ideológicas, contingentes e discutíveis acerca do comportamento. Quem defende o oposto tem igual legitimidade e merece a mesma respeitabilidade O Ministério não pode impor ao País uma sua opinião como verdade comprovada e definitiva, para mais neste assunto.
Segundo, as posições do Ministério não são maioritárias na sociedade portuguesa. Apesar do maciço bombardeamento cultural de televisões, revistas e discursos, Portugal acha que o pudor é uma atitude natural e civilizada, que o sexo deve ser praticado dentro de relação estável e duradoura, que o deboche e a pornografia são más. Em todo o mundo as juras de amor continuam a ser eternas.
O espantoso é o Ministério não notar que neste tema está a ser tão tacanho e faccioso como era nos anos 1940. A orientação é oposta, mas a atitude é a mesma do livro único salazarista. Há aqui talvez um traço de carácter nacional. Não esqueçamos que os «Grandes Portugueses», eleitos por sufrágio televisivo em 2007, foram Salazar e Cunhal.
João César das Neves
João César das Neves
DESTAK|19 | 03 | 2009 08.24H
O Parlamento discute o programa de educação sexual das escolas. O Ministério da Educação quer mostrar órgãos sexuais às crianças e explicar-lhes os detalhes de carícias, coito e métodos contraceptivos. Acha que a masturbação é natural, se deve promover o impulso sexual juvenil praticado com segurança e que todos os géneros e famílias são equivalentes. Até pode achar que a educação sexual é só informativa, não formativa. São opiniões legítimas e respeitáveis. Mas é bom lembrar dois pormenores.
Primeiro, não são afirmações científicas e terapêuticas. São posições ideológicas, contingentes e discutíveis acerca do comportamento. Quem defende o oposto tem igual legitimidade e merece a mesma respeitabilidade O Ministério não pode impor ao País uma sua opinião como verdade comprovada e definitiva, para mais neste assunto.
Segundo, as posições do Ministério não são maioritárias na sociedade portuguesa. Apesar do maciço bombardeamento cultural de televisões, revistas e discursos, Portugal acha que o pudor é uma atitude natural e civilizada, que o sexo deve ser praticado dentro de relação estável e duradoura, que o deboche e a pornografia são más. Em todo o mundo as juras de amor continuam a ser eternas.
O espantoso é o Ministério não notar que neste tema está a ser tão tacanho e faccioso como era nos anos 1940. A orientação é oposta, mas a atitude é a mesma do livro único salazarista. Há aqui talvez um traço de carácter nacional. Não esqueçamos que os «Grandes Portugueses», eleitos por sufrágio televisivo em 2007, foram Salazar e Cunhal.
João César das Neves
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segunda-feira, março 16, 2009
Chips nas matriculas: ai o admirável mundo novo que aqui está!
Para registo futuro de que houve quem notasse quando começaram a acabar com a liberdade em nome de um admirável mundo novo reproduzo noticia saída no Portal do Cidadão.
Mas antes disso: onde é que estão as Câncio e os Daniel Oliveira e Rui Tavares quando precisamos deles? Nem um sobressalto sobre isto? É-lhes indiferente? Pior era se continuassem crucifixos em escolas e edificios públicos...? Estão a dormir?
A noticia é esta:
Governo aprova Dispositivo Electrónico de Matrícula
Data: 06-02-2009
O Conselho de Ministros aprovou o diploma que estabelece a instalação obrigatória de um Dispositivo Electrónico de Matrícula (DEM) em todos os veículos automóveis, reboques, motociclos e triciclos autorizados a circular em auto-estradas e vias equiparadas. Foi, igualmente, aprovada a legislação referente à entidade que terá o exclusivo da exploração deste sistema.
Fonte: Portais do Cidadão e da Empresa com Portal do Governo
Ver Governo aprova Dispositivo Electrónico de Matrícula
Mas antes disso: onde é que estão as Câncio e os Daniel Oliveira e Rui Tavares quando precisamos deles? Nem um sobressalto sobre isto? É-lhes indiferente? Pior era se continuassem crucifixos em escolas e edificios públicos...? Estão a dormir?
A noticia é esta:
Governo aprova Dispositivo Electrónico de Matrícula
Data: 06-02-2009
O Conselho de Ministros aprovou o diploma que estabelece a instalação obrigatória de um Dispositivo Electrónico de Matrícula (DEM) em todos os veículos automóveis, reboques, motociclos e triciclos autorizados a circular em auto-estradas e vias equiparadas. Foi, igualmente, aprovada a legislação referente à entidade que terá o exclusivo da exploração deste sistema.
Fonte: Portais do Cidadão e da Empresa com Portal do Governo
Ver Governo aprova Dispositivo Electrónico de Matrícula
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domingo, março 08, 2009
Parlamento: voto de congratulação por canonização D. Nuno Álvares Pereira
Assembleia da República aprova voto de congratulação pela canonização de D. Nuno Álvares Pereira
O Parlamento aprovou na manhã desta Sexta-feira um voto de congratulação a propósito da canonização de D.Nuno Álvares Pereira.
O voto vai ser agora enviado ao Núncio Apostólico, D. Rino Passigato, e também ao Presidente da Congregação para a Causa dos Santos, na Santa Sé.
A iniciativa foi desencadeada pelo CDS-PP, que juntamente com o PSD e PS votaram a favor. O PCP absteve-se. Bloco de Esquerda e Os Verdes votaram contra.
Nacional | Agência Ecclesia| 07/03/2009 | 10:49 | 436 Caracteres | 297 | Santo Condestável
No site do parlamento o Voto está aqui.
O Parlamento aprovou na manhã desta Sexta-feira um voto de congratulação a propósito da canonização de D.Nuno Álvares Pereira.
O voto vai ser agora enviado ao Núncio Apostólico, D. Rino Passigato, e também ao Presidente da Congregação para a Causa dos Santos, na Santa Sé.
A iniciativa foi desencadeada pelo CDS-PP, que juntamente com o PSD e PS votaram a favor. O PCP absteve-se. Bloco de Esquerda e Os Verdes votaram contra.
Nacional | Agência Ecclesia| 07/03/2009 | 10:49 | 436 Caracteres | 297 | Santo Condestável
No site do parlamento o Voto está aqui.
domingo, março 01, 2009
Educação Sexual: e a liberdade?
Anda por aí uma discussão sobre um projecto de lei da JS recentemente aprovado na generalidade pelo parlamento (com votos favoraveis do PSD, presa do "politicamente correcto",e abstenção, o máximo de que foram capazes, do PP) e que versa sobre a questão sempiterna da educação sexual (que como dizia o outro "começa na escola e acaba nos hoteis"...:-)
Quero lá saber se o Louçã e amigos deixam os seus filhos ser educados pela APF! O que eu quero, o que nós queremos, é que nos deixem a liberdade de educar os nossos filhos como entendermos. E isso não é contemplado neste projecto de lei que o parlaento agora discute em comissão e na especialidade.
Por isso reacções como esta abaixo de um amigo meu e companheiro de lutas é o que nós mais preisamos, a bem dos nossos filhos e a bem do país.
Quem quiser pegue no texto abaixo, faça copy-paste e envie aos deputados da Comissão de Educação.
CARTA ABERTA
Brufe VNF, 27 de Fevereiro de 2009
Assunto: “Projecto Lei 660/X – Estabelece o regime de aplicação da educação sexual em meio escolar”.
Ilustríssimos Senhores Deputados da Comissão de Ciência e Educação
No passado dia 19/02/2009 na Reunião Plenária nº. 43, o Parlamento Português deu um sinal forte aos Portugueses de que não representa o sentir de todos os cidadãos, e que se quer intrometer no âmbito da vida privada de cada um, nomeadamente em questões de liberdade de consciência.
Recai agora, sobre essa comissão, a responsabilidade de regulamentar uma Lei que não deverá contrariar a Constituição da República, e que manifeste um verdadeiro sinal de sentido democrático de um País que se preza pela liberdade dos seus cidadãos, em particular pela liberdade de educação, religiosa e ideológica.
Enquanto cidadão, apelo a que tenham em conta o seguinte:
Há pais que entendem que, em democracia, a escola serve para os ajudar na educação dos seus filhos, mas não pode nunca sobrepor-se, ou contrariar os pais - Art. 43.º n.º2 da C.R.P. “O Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas”.
Há pais que entendem que estamos num Estado de Direito - Art. 26.º da C.R.P “A todos são reconhecidos os direitos à identidade pessoal, ao desenvolvimento da personalidade … à reserva da intimidade da vida privada e familiar”.
Há pais que entendem que têm o direito à liberdade de pensamento, de ideologia e de religião, e a escola tem unicamente o dever de transmitir conhecimentos científicos e literários, jamais tendo o direito de veicular, em matérias e disciplinas obrigatórias, qualquer tendência de pensamento ou ideológica, pois nesse caso estaria a violar directa e abertamente os direitos dos pais.
Há pais que entendem que a educação sexual envolve a estrutura total e intrínseca da pessoa humana, que nasce sexuada, e, por isso, está muito para além de uma matéria ou disciplina escolar. Envolvendo, sempre, critérios valorativos inerentes que não podem ser ignorados. A sexualidade tange com direitos de consciência que nenhum Estado ou ideologia pode ditar ou violentar. Tal tem sido o sentido da Jurisprudência firmada pelo Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. Esta é aliás uma visão inclusiva e moderna de uma sociedade plural.
Há pais que entendem que a educação sexual dos filhos (educandos) é algo que fazem, como pais, desde o seu nascimento, de um modo natural, integrado, progressivo, completo e respeitando as exigências das suas necessidades, do seu crescimento e da sua dignidade como pessoa.
Há pais que entendem que reservam o direito da educação dos seus filhos nesta matéria, contra qualquer imposição abusiva por parte do Estado, porventura com o recurso a ajudas exteriores escolhidas por eles e/ou dadas com o seu consentimento explícito.
Assim, já que se levantou a questão, deverá ser aproveitada a oportunidade para corrigir o que já está legislado de uma forma abusiva e não perfeitamente clara.
Como cidadão, espero jamais ter de responsabilizar-vos pela regulamentação de uma lei iníqua e inconstitucional, que não seja para cumprir, caso não venham a ser salvaguardados os direitos à liberdade de educação, ideológica e religiosa, pilares de qualquer estado democrático.
Creiam-me gratos pela atenção dispensada.
Melhores cumprimentos
Artur Mesquita Guimarães
Quero lá saber se o Louçã e amigos deixam os seus filhos ser educados pela APF! O que eu quero, o que nós queremos, é que nos deixem a liberdade de educar os nossos filhos como entendermos. E isso não é contemplado neste projecto de lei que o parlaento agora discute em comissão e na especialidade.
Por isso reacções como esta abaixo de um amigo meu e companheiro de lutas é o que nós mais preisamos, a bem dos nossos filhos e a bem do país.
Quem quiser pegue no texto abaixo, faça copy-paste e envie aos deputados da Comissão de Educação.
CARTA ABERTA
Brufe VNF, 27 de Fevereiro de 2009
Assunto: “Projecto Lei 660/X – Estabelece o regime de aplicação da educação sexual em meio escolar”.
Ilustríssimos Senhores Deputados da Comissão de Ciência e Educação
No passado dia 19/02/2009 na Reunião Plenária nº. 43, o Parlamento Português deu um sinal forte aos Portugueses de que não representa o sentir de todos os cidadãos, e que se quer intrometer no âmbito da vida privada de cada um, nomeadamente em questões de liberdade de consciência.
Recai agora, sobre essa comissão, a responsabilidade de regulamentar uma Lei que não deverá contrariar a Constituição da República, e que manifeste um verdadeiro sinal de sentido democrático de um País que se preza pela liberdade dos seus cidadãos, em particular pela liberdade de educação, religiosa e ideológica.
Enquanto cidadão, apelo a que tenham em conta o seguinte:
Há pais que entendem que, em democracia, a escola serve para os ajudar na educação dos seus filhos, mas não pode nunca sobrepor-se, ou contrariar os pais - Art. 43.º n.º2 da C.R.P. “O Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas”.
Há pais que entendem que estamos num Estado de Direito - Art. 26.º da C.R.P “A todos são reconhecidos os direitos à identidade pessoal, ao desenvolvimento da personalidade … à reserva da intimidade da vida privada e familiar”.
Há pais que entendem que têm o direito à liberdade de pensamento, de ideologia e de religião, e a escola tem unicamente o dever de transmitir conhecimentos científicos e literários, jamais tendo o direito de veicular, em matérias e disciplinas obrigatórias, qualquer tendência de pensamento ou ideológica, pois nesse caso estaria a violar directa e abertamente os direitos dos pais.
Há pais que entendem que a educação sexual envolve a estrutura total e intrínseca da pessoa humana, que nasce sexuada, e, por isso, está muito para além de uma matéria ou disciplina escolar. Envolvendo, sempre, critérios valorativos inerentes que não podem ser ignorados. A sexualidade tange com direitos de consciência que nenhum Estado ou ideologia pode ditar ou violentar. Tal tem sido o sentido da Jurisprudência firmada pelo Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. Esta é aliás uma visão inclusiva e moderna de uma sociedade plural.
Há pais que entendem que a educação sexual dos filhos (educandos) é algo que fazem, como pais, desde o seu nascimento, de um modo natural, integrado, progressivo, completo e respeitando as exigências das suas necessidades, do seu crescimento e da sua dignidade como pessoa.
Há pais que entendem que reservam o direito da educação dos seus filhos nesta matéria, contra qualquer imposição abusiva por parte do Estado, porventura com o recurso a ajudas exteriores escolhidas por eles e/ou dadas com o seu consentimento explícito.
Assim, já que se levantou a questão, deverá ser aproveitada a oportunidade para corrigir o que já está legislado de uma forma abusiva e não perfeitamente clara.
Como cidadão, espero jamais ter de responsabilizar-vos pela regulamentação de uma lei iníqua e inconstitucional, que não seja para cumprir, caso não venham a ser salvaguardados os direitos à liberdade de educação, ideológica e religiosa, pilares de qualquer estado democrático.
Creiam-me gratos pela atenção dispensada.
Melhores cumprimentos
Artur Mesquita Guimarães
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sexta-feira, fevereiro 27, 2009
Bal Moderne: grande iniciativa da Culturgest
Repetiu-se este ano uma iniciativa da Culturgest que com as minhas filhas e sobrinhas (a família produz mulheres à razão de 5 para cada rapaz...) já tinha tido a sorte de descobrir há dois ou três anos. Trata-se de passar umas 3 ou 4 horas (cerca de 100 pessoas) com coreógrafos (de dança) que em 45 minutos cada ensinam aos presentes uma determinada coreografia com a ajuda dos Lisbon Dancers espalhados na sala. É tão divertido! E impressiona ver como sabe ensinar bem e de forma simples quem sabe fazer uma coisa muito bem. Na verdade depois do treino de cada musica (passo a passo) é impressionante ver como as pessoas estão afinadas a dançá-la conjuntamente. Os exemplos que junto são de uma que aprendemos este ano (It's so easy to fall in love) de outra de já há uns anos atrás (Moonlightshadow) embora neste ultimo caso me pareça que eles (passou-se no Porto) não estão de maneira nenhuma tão sincronizados como eu tenho visto acontecer com quem está na Culturgest...? Se calhar isto é falta de noção...? ;-) Nota final: curiosa também a composição de participantes: todas as idades (para cima de 12), 80% de mulheres, muitos dançarinos profissionais e gente que gosta de dançar em geral. Recomendo vivamente experimentem para o ano (é sempre pelo Carnaval e três tardes). Este ano custou 5 euros. Que bem que soube! Esperemos a Culturgest (Nuno Lobo Antunes) o continue a fazer sempre (no ano passado interromperam :-(
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Fátima: cada vez mais presente e actual (mais um filme!)
Num momento da história em que parece que a humanidade quer mergulhar no abismo torna-se cada vez mais actual e presente a provocação da Misericórdia de Deus e da simplicidade dos três pastorinhos. Da Ecclesia: Fátima: «Milagre do Sol» chega ao Cinema . Encontra-se já em fase de pós-produção o filme "O 13.º Dia. Um milagre em Fátima", de Ian e Dominic Higgins, que retrata o fenómeno das aparições de Nossa Senhora em Fátima aos três Pastorinhos. A obra deve estrear ainda em 2009. Os realizadores independentes Ian e Dominic Higgins apresentam os acontecimentos de Maio a Outubro de 1917 no contexto das perseguições religiosas da I República e da I Guerra Mundial, falando da mensagem de esperança entregue às três crianças. Na Internet encontra-se já disponível o trailer do filme e o seu sítio oficial: www.the13thday.com
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quarta-feira, fevereiro 25, 2009
Uma Santa Quaresma!
Chegou a Quaresma: um tempo de conversão.
Para quê? Para sermos mais santos, isto é, mais felizes.
Vale a pena ver a mensagem do Senhor D. Manuel Clemente: aqui.
Para quê? Para sermos mais santos, isto é, mais felizes.
Vale a pena ver a mensagem do Senhor D. Manuel Clemente: aqui.
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sábado, fevereiro 21, 2009
Notas de leitura do Publico de hoje: do Sábado e da Eutanásia
Um Sábado maravilhoso é aquele em que se dorme de manhã, dá voltas antes do almoço com a mulher, almoça-se e vê-se um filme de aventuras com o filho rapaz (para registo hoje foi "As Minas do Rei Salomão" de há já uns bons anos, com o Richard Chamberlain e a Sharon Stone muito novinha em estreia como actriz...).
Segue-se-lhe a leitura dos jornais de fim-de-semana (por um lado um entretenimento, mas também uma distracção e uma perda de tempo, mas como dizia o outro "se for uma tentação, ao menos que não lhe consiga resistir"...;-)
Algumas notas depois de ler o Público:
- bem o Presidente da CIP a dizer que não há nem regulação nem supervisão que nos safem dos vigaristas profissionais
- mal um médico que se atira ao Pedro Vaz Patto por causa do caso Eluana e da eutanásia. Anda aí uma embriaguez de morte que não sei se haverá Guronsan suficiente para curar a respectiva ressaca
- idem para o Francisco Teixeira da Mota em que se percebe o ponto fundamental dos eutanasistas: se houver sofrimento, cortem-me o pio, por favor...ora, uma sociedade com esta repugnância do sofrimento (em si natural e até desejável desde que não paralisante como é o caso) começa a matar os velhinhos, segue pela meia-idade e acaba como na Holanda a matar crianças...!
Era melhor que todos os Sábados fossem como este (com fados à noite! ;-) mas nunca será demais abdicar deles para dizer e fazer tudo para que se ouça um rotundo Não!
Segue-se-lhe a leitura dos jornais de fim-de-semana (por um lado um entretenimento, mas também uma distracção e uma perda de tempo, mas como dizia o outro "se for uma tentação, ao menos que não lhe consiga resistir"...;-)
Algumas notas depois de ler o Público:
- bem o Presidente da CIP a dizer que não há nem regulação nem supervisão que nos safem dos vigaristas profissionais
- mal um médico que se atira ao Pedro Vaz Patto por causa do caso Eluana e da eutanásia. Anda aí uma embriaguez de morte que não sei se haverá Guronsan suficiente para curar a respectiva ressaca
- idem para o Francisco Teixeira da Mota em que se percebe o ponto fundamental dos eutanasistas: se houver sofrimento, cortem-me o pio, por favor...ora, uma sociedade com esta repugnância do sofrimento (em si natural e até desejável desde que não paralisante como é o caso) começa a matar os velhinhos, segue pela meia-idade e acaba como na Holanda a matar crianças...!
Era melhor que todos os Sábados fossem como este (com fados à noite! ;-) mas nunca será demais abdicar deles para dizer e fazer tudo para que se ouça um rotundo Não!
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sexta-feira, fevereiro 20, 2009
Nota da Congregação para a Doutrina da Fé sobre casamento pessoas mesmo sexo
O título não é bem este, mas sim: "Considerações sobre os projectos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais". Foi emitida pela Congregação para a Doutrina da Fé em 3 de Junho de 2003, ainda sob a autoridade do então Cardeal Ratzinger.
Sei que não se devem publicar "lençóis" em Blogs e por isso cá vai o endereço respectivo no site do Vaticano que é sempre um site bom de visitar ;-)
Boa leitura e estudo!
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