Na Ecclesia de hoje:
Fátima, Santarém, 10 jan 2012 (Ecclesia) – O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), D. José Policarpo, criticou hoje em Fátima a “influência direta” da Maçonaria em “coisas políticas”, mas descartou a exigência de que os políticos se assumam como maçons.
“Como políticos, se são maçons, se são católicos ou se são do Sporting, não vejo que isso tenha uma relevância muito grande”, disse o cardeal-patriarca aos jornalistas, no final da reunião do Conselho Permanente da CEP.
Para este responsável, “outra coisa" é se "a Maçonaria, enquanto tal, teve influência direta em coisas políticas, isso está mal”.
O patriarca de Lisboa respondia a questões sobre a recente polémica relativa às ligações entre a Maçonaria, deputados e serviços de informação portugueses.
Interrogado sobre se os políticos deviam assumir publicamente a sua condição de maçons, o cardeal-patriarca disse não ver “porquê”.
“Não me parece que seja necessário”, assinalou.
D. José Policarpo observou que “a própria Maçonaria, que primava pelo secretismo dos seus dinamismos, começa a ser forçada a vir para a luz do dia”.
“Hoje a Maçonaria faz parte da sociedade, é conhecida há muito tempo, tem influência na coisa política, só me admiro é que haja gente a surpreender-se com isso”, disse, acrescentando que, para a Igreja, essa não é “uma questão de primeiro plano, neste momento”.
“Numa sociedade como as nossas sociedades ocidentais, tudo o que se define como secreto, na essência, é um bocado incompatível, hoje só é secreta a intimidade particular das pessoas”, prosseguiu.
Para o cardeal-patriarca, a Maçonaria “é uma realidade complexa”, lembrando que teve origem “canónica, nasceu dentro da Igreja, uma espécie de fraternidade dos construtores de catedrais, daí chamarem-se pedreiros-livres”.
Um movimento que tinha “uma mística” própria, que desaparece quando a Revolução Francesa traz uma “vertente laicizante”, introduzindo um “princípio do laicismo, do racionalismo, muito ao sabor do que eram as correntes do pensamento nessa altura”.
“A questão canónica da Maçonaria, que não é uma questão que estejamos todos os dias a brandir, tem a ver com a teoria maçónica em relação à fé religiosa e à existência de Deus”, disse D. José Policarpo.
O patriarca de Lisboa frisou que “a Maçonaria não é ateia (…), é sim do racionalismo da fé, ou seja, recusam qualquer religião revelada, a revelação como manifestação do mistério, mas aceitam o Deus que pode ser reconhecido pela razão humana, que é uma via justa”
O presidente da CEP recorda que, do ponto de vista da Igreja, “não é compatível” ser católico e maçon, porque “rejeitam aquilo que é o essencial da fé, a aceitação da Palavra de Deus e da revelação sobrenatural”.
O último documento oficial da Santa Sé nesta matéria é a "Declaração sobre a Maçonaria", assinado pelo então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, cardeal Joseph Ratzinger, hoje Bento XVI, a 26 de novembro de 1983.
“Permanece imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçónicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja e por isso permanece proibida a inscrição nelas”, pode ler-se.
OC
Nacional | Agência Ecclesia | 2012-01-10 | 13:54:50 | 3179 Caracteres | Conferência Episcopal Portuguesa, Igreja/Política
Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
terça-feira, janeiro 10, 2012
Igreja: Cardeal-patriarca critica «influência direta» da Maçonaria na política
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O Opus Dei e a liberdade dos cristãos
Com frequência sempre que há história com a Maçonaria acontece uma costumeira confusão entre a natureza dessa sociedade secreta e a do Opus Dei, uma Prelatura Pessoal, publica, com portas abertas para a rua, onde tenho bons amigos.
Por isso é útil ler-se esta entrevista de Monsenhor Rafael Espírito Santo, Vigário-geral do Opus Dei em Portugal.
Por isso é útil ler-se esta entrevista de Monsenhor Rafael Espírito Santo, Vigário-geral do Opus Dei em Portugal.
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segunda-feira, janeiro 09, 2012
Barrigas de Aluguer: a sugestão de um filme
A propósito deste assunto (em discussão na Assembleia da República na próxima semana) sugerem-me amigos meus do "estado-maior" da Vida que se reveja o filme Gattaca cujo trailer é este:
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As mulheres e a Maçonaria (e os moderados no PSD)
A propósito da actual discussão sobre as barrigas de aluguer e outras anteriores sobre o casamento gay (ou melhor dito, sobre a malfadada alteração do numero 2 do artigo 13 da Constituição inserindo a referência à orientação sexual) recordei-me dos embates que enquanto deputado tive no parlamento com algumas colegas deputadas, em especial da minha bancada (PSD).
Algumas pertenciam àquela categoria dos "moderados"...isto é aquela categoria que acha que nem 2+2 são 4, como dizem os fundamentalistas, nem 2+2 são 10, como dizem os radicais. E por isso concluem perante a aprovação geral, o aplauso da comunicação social, e o gaúdio dos radicais que as enganaram, que 2+2 é igual a 7, e que não há qualquer perigo de no futuro e aplicando o mesmo método das médias, vir a haver erro em outras somas...muitos destes moderados são simpáticos, até nossos próximos, e mesmo com alguma prática e educação religiosa. Outras havia que na altura suspeitámos, considerado o seu poder, que pudessem ser da Maçonaria (que também tem um ramo feminino).
Seguindo este encadeamento do raciocinio dei-me agora conta que nestas revelações em catadupa do nome de membros da Maçonaria, a que assistimos nos últimos dias, não apareceu o nome de uma mulher sequer...ou seja até nisto se comprova que no que se metem as mulheres são mais sérias, levam as regras a peito e são mais consistentes que os homens...! ;-)
Isto é, até na Maçonaria: Mulheres 10 - Homens 0! Lol!
Algumas pertenciam àquela categoria dos "moderados"...isto é aquela categoria que acha que nem 2+2 são 4, como dizem os fundamentalistas, nem 2+2 são 10, como dizem os radicais. E por isso concluem perante a aprovação geral, o aplauso da comunicação social, e o gaúdio dos radicais que as enganaram, que 2+2 é igual a 7, e que não há qualquer perigo de no futuro e aplicando o mesmo método das médias, vir a haver erro em outras somas...muitos destes moderados são simpáticos, até nossos próximos, e mesmo com alguma prática e educação religiosa. Outras havia que na altura suspeitámos, considerado o seu poder, que pudessem ser da Maçonaria (que também tem um ramo feminino).
Seguindo este encadeamento do raciocinio dei-me agora conta que nestas revelações em catadupa do nome de membros da Maçonaria, a que assistimos nos últimos dias, não apareceu o nome de uma mulher sequer...ou seja até nisto se comprova que no que se metem as mulheres são mais sérias, levam as regras a peito e são mais consistentes que os homens...! ;-)
Isto é, até na Maçonaria: Mulheres 10 - Homens 0! Lol!
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Proibição de fumar e liberdade
O Fórum da TSF de hoje foi sobre a alegada intenção do Governo de estender a proibição de fumar a todos os espaços públicos fechados, isto é, se isto for para a frente (e em tempos de fascismo sanitário não me espantaria que fosse), mesmo naqueles restaurantes ou outros estabelecimentos em que existe um espaço para fumadores, este será proibido...!
Primeiro que tudo uma declaração de intenções: o que me leva a pronunciar-me nesta questão é a preocupação pela questão da liberdade que vejo cada vez mais desaparecer (no caso, a liberdade de comércio e a liberdade de quem quer fumar, desde que não incomode o próximo, poder fazê-lo).
A essa declaração de intenções acrescento outra: num Estado em que é permitido tirar a vida a crianças por nascer e isso acontece a uma média de 60 a 70 por dia, não reconheço qualquer autoridade para em nome da saúde pública ou individual impôr qualquer regra que seja...!
Mas vamos ao cerne da questão: concordo que ninguém deve ser obrigado a apanhar com o fumo dos outros. E acho por isso razoável que em espaços públicos fechados (um centro comercial, um recinto desportivo, uma sala de espectáculos, uma loja, um transporte público, etc.) seja proibido fumar. Acho também razoável que seja dada a liberdade aos estabelecimentos que a requeiram de ser espaços exclusivos para não-fumadores (isto é sem sequer uma área reservada a fumadores). No limite admito que no interior de um recinto escolar mesmo se ao ar livre não se possa fumar.
Mas já acho completamente desrazoável (e justificador de uma saudável desobediência civil):
- proibir que existam estabelecimentos onde é possível fumar em toda a sua área ou em espaço reservado
- proibir (como sugerido por uns doidos que telefonaram para o programa...) fumar em espaços ao ar livre (como parques, praias, etc.)
- proibir que numa empresa onde todos o desejem, se fume alegremente no interior das suas instalações
Na verdade se começamos a impedir a liberdade individual, de empresa e do comércio, onde vamos parar?
Primeiro que tudo uma declaração de intenções: o que me leva a pronunciar-me nesta questão é a preocupação pela questão da liberdade que vejo cada vez mais desaparecer (no caso, a liberdade de comércio e a liberdade de quem quer fumar, desde que não incomode o próximo, poder fazê-lo).
A essa declaração de intenções acrescento outra: num Estado em que é permitido tirar a vida a crianças por nascer e isso acontece a uma média de 60 a 70 por dia, não reconheço qualquer autoridade para em nome da saúde pública ou individual impôr qualquer regra que seja...!
Mas vamos ao cerne da questão: concordo que ninguém deve ser obrigado a apanhar com o fumo dos outros. E acho por isso razoável que em espaços públicos fechados (um centro comercial, um recinto desportivo, uma sala de espectáculos, uma loja, um transporte público, etc.) seja proibido fumar. Acho também razoável que seja dada a liberdade aos estabelecimentos que a requeiram de ser espaços exclusivos para não-fumadores (isto é sem sequer uma área reservada a fumadores). No limite admito que no interior de um recinto escolar mesmo se ao ar livre não se possa fumar.
Mas já acho completamente desrazoável (e justificador de uma saudável desobediência civil):
- proibir que existam estabelecimentos onde é possível fumar em toda a sua área ou em espaço reservado
- proibir (como sugerido por uns doidos que telefonaram para o programa...) fumar em espaços ao ar livre (como parques, praias, etc.)
- proibir que numa empresa onde todos o desejem, se fume alegremente no interior das suas instalações
Na verdade se começamos a impedir a liberdade individual, de empresa e do comércio, onde vamos parar?
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domingo, janeiro 08, 2012
Católico e maçon? Uma contradição nos próprios termos
Fonte (com a devida e grata vénia à lista É o Carteiro! ;-)
Excertos de uma entrevista a Mgr. Rey Bispo de Fréjus - Toulon
Excertos de uma entrevista a Mgr. Rey Bispo de Fréjus - Toulon
Poderia resumir a posição da Igreja?
A posição da Igreja, desde que a questão se pôs pela primeira vez,
é que não é possível pertencer a uma loja maçónica e ao mesmo
tempo professar a fé católica.
A pertença à maçonaria é a adesão a um sistema de pensamento
que se inscreve no relativismo, na negação do papel da graça de
Deus na relação com o esforço do homem, num sistema que relativiza
também o lugar da Igreja, e que pode ser definido como a exaltação
de uma inteligência privada do amor. É uma nova forma de gnosticismo.
é que não é possível pertencer a uma loja maçónica e ao mesmo
tempo professar a fé católica.
A pertença à maçonaria é a adesão a um sistema de pensamento
que se inscreve no relativismo, na negação do papel da graça de
Deus na relação com o esforço do homem, num sistema que relativiza
também o lugar da Igreja, e que pode ser definido como a exaltação
de uma inteligência privada do amor. É uma nova forma de gnosticismo.
Para os maçons, a verdade é considerada insusceptível de ser conhecida;
enquanto na fé católica ocupa o centro.
enquanto na fé católica ocupa o centro.
De fato, para os maçons, não há verdade absoluta. Tudo parte da
inteligência do homem, da explicação de que o homem dá de si mesmo e
do sentido das coisas.
A vida já não é recebida; é construída. É ao homem que compete
transformar o mundo através do conhecimento íntimo das leis do
universo (é a visão do arquiteto), é o homem que se salva pela sua
inteligência, ele não precisa de Deus.
O recurso a Deus passa então a valer mais como uma emoção interior
do que como uma graça; enquanto, para nós cristãos, é o principal alento
para a nossa ação.
inteligência do homem, da explicação de que o homem dá de si mesmo e
do sentido das coisas.
A vida já não é recebida; é construída. É ao homem que compete
transformar o mundo através do conhecimento íntimo das leis do
universo (é a visão do arquiteto), é o homem que se salva pela sua
inteligência, ele não precisa de Deus.
O recurso a Deus passa então a valer mais como uma emoção interior
do que como uma graça; enquanto, para nós cristãos, é o principal alento
para a nossa ação.
Que respostas pode a Igreja dar para o desafio posto pela maçonaria?
Eu julgo que a Maçonaria desafia a Igreja em quatro pontos.
· Primeiro, a necessidade de criar grupos de reflexão,
de pôr em ação a pastoral da inteligência.
de pôr em ação a pastoral da inteligência.
· Segunda coisa, a ritualização: a dessacralização que podemos
encontrar num ou noutro espaço eclesial, numa comunidade
ou noutra, faz que se tenham procurado simbólicas alheias,
que se tenham utilizado outras reservas simbólicas
encontrar num ou noutro espaço eclesial, numa comunidade
ou noutra, faz que se tenham procurado simbólicas alheias,
que se tenham utilizado outras reservas simbólicas
· A terceira coisa é a fraternidade: a experiência de uma comunhão
entre pessoas, não apenas na ordem da experiência espiritual,
interior, mas uma reflexão construída e compartilhada por todos.
entre pessoas, não apenas na ordem da experiência espiritual,
interior, mas uma reflexão construída e compartilhada por todos.
· Acrescentaria, ainda, a formação de uma elite: é preciso libertar-se
do elitismo iniciático das lojas, que muitas vezes são também redes
de influência, mas precisamos nos dias de hoje de formar uma elite
verdadeiramente cristã, de pessoas que fazem uma autêntica
experiência de Cristo e que nos seus talentos, competências e redes
expressam uma mensagem que se pretende universal, onde os pequenos
e os pobres têm um lugar central.
do elitismo iniciático das lojas, que muitas vezes são também redes
de influência, mas precisamos nos dias de hoje de formar uma elite
verdadeiramente cristã, de pessoas que fazem uma autêntica
experiência de Cristo e que nos seus talentos, competências e redes
expressam uma mensagem que se pretende universal, onde os pequenos
e os pobres têm um lugar central.
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Católicos e Maçonaria: pontos e razões da incompatibilidade
Pelos vistos torna-se necessário recordá-lo. Assim aqui estão alguns elementos:
1) Notícia da Ecclesia de há um ou dois anos mas útil porque com pontos muito sintéticos: D. Carlos Azevedo, Bispo Auxiliar de Lisboa, explicou ontem que há razões objectivas que impedem que um católico possa ser maçon. "Jesus Cristo não é uma ideia, não é um pensamento, não é uma mensagem, mas é uma vida, e essa vida implica nas nossas vidas. Isso é um princípio fundamental do Cristianismo, que não sendo respeitado, não sendo acolhido, há uma incompatibilidade", disse à RR.
O prelado foi orador no almoço debate subordinado ao tema "Os católicos e a Maçonaria", organizado pela Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE). O debate partiu da última mensagem quaresmal do Cardeal Patriarca de Lisboa motivada pelo episódio ocorrido numa das capelas da Basílica da Estrela.
D. Carlos Azevedo admitiu, contudo, que o diálogo com estas organizações "é sempre possível".
Como principais pontos "inaceitáveis para os católicos", o bispo enumerou o cientismo, o materialismo, o esoterismo elitista gnóstico contrário à revelação, o facto de acreditarem que não existe uma verdade objectiva (cada um pode ter a sua concepção pessoal), o antropocentrismo e a "visão redutora" de Jesus Cristo.
O Bispo recordou a última nota quaresmal do cardeal-patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, na qual são sublinhados os diferentes sentidos da História e da pessoa humana para a Maçonaria e para o Cristianismo.
1) Notícia da Ecclesia de há um ou dois anos mas útil porque com pontos muito sintéticos: D. Carlos Azevedo, Bispo Auxiliar de Lisboa, explicou ontem que há razões objectivas que impedem que um católico possa ser maçon. "Jesus Cristo não é uma ideia, não é um pensamento, não é uma mensagem, mas é uma vida, e essa vida implica nas nossas vidas. Isso é um princípio fundamental do Cristianismo, que não sendo respeitado, não sendo acolhido, há uma incompatibilidade", disse à RR.
O prelado foi orador no almoço debate subordinado ao tema "Os católicos e a Maçonaria", organizado pela Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE). O debate partiu da última mensagem quaresmal do Cardeal Patriarca de Lisboa motivada pelo episódio ocorrido numa das capelas da Basílica da Estrela.
D. Carlos Azevedo admitiu, contudo, que o diálogo com estas organizações "é sempre possível".
Como principais pontos "inaceitáveis para os católicos", o bispo enumerou o cientismo, o materialismo, o esoterismo elitista gnóstico contrário à revelação, o facto de acreditarem que não existe uma verdade objectiva (cada um pode ter a sua concepção pessoal), o antropocentrismo e a "visão redutora" de Jesus Cristo.
O Bispo recordou a última nota quaresmal do cardeal-patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, na qual são sublinhados os diferentes sentidos da História e da pessoa humana para a Maçonaria e para o Cristianismo.
2) Há um artigo desenvolvido aqui que vale a pena ler porque referindo a questão no direito canónico e também a Nota da Congregação para a Doutrina da Fé que veio esclarecer algumas das últimas modificações no Código de Direito Canónico.
3) Também vale a pena ler este post até porque no fim tem vários links muito úteis
3) Também vale a pena ler este post até porque no fim tem vários links muito úteis
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Dia de Reis: "Deus anda à nossa procura" Bento XVI
Retirado da Ecclesia (com vénia à lista É o Carteiro!)
O Papa afirmou hoje que a humanidade procura fugir à questão de Deus através de "narcóticos muito eficazes", durante a missa da Epifania celebrada no Vaticano, na data popularmente conhecida como Dia de Reis.
"O nosso coração vive inquieto relativamente a Deus, e não pode ser doutro modo, embora hoje se procure, com 'narcóticos' muito eficazes, libertar o homem desta inquietação, disse Bento XVI na homilia a que a Agência ECCLESIA teve acesso.
Na celebração realizada na basílica de São Pedro, o Papa sublinhou que não são só os seres humanos que vivem "inquietos relativamente a Deus": "Também o coração de Deus vive inquieto relativamente
"Deus vive inquieto connosco, anda à procura de pessoas que se deixem contagiar por esta sua inquietação, pela sua paixão por nós; pessoas que vivem a busca que habita no seu coração e, ao mesmo tempo, se deixam tocar no coração pela busca de Deus a nosso respeito", apontou.
O Papa afirmou hoje que a humanidade procura fugir à questão de Deus através de "narcóticos muito eficazes", durante a missa da Epifania celebrada no Vaticano, na data popularmente conhecida como Dia de Reis.
"O nosso coração vive inquieto relativamente a Deus, e não pode ser doutro modo, embora hoje se procure, com 'narcóticos' muito eficazes, libertar o homem desta inquietação, disse Bento XVI na homilia a que a Agência ECCLESIA teve acesso.
Na celebração realizada na basílica de São Pedro, o Papa sublinhou que não são só os seres humanos que vivem "inquietos relativamente a Deus": "Também o coração de Deus vive inquieto relativamente
ao homem. Deus espera-nos. Anda à nossa procura. Também Ele não descansa enquanto não nos tiver encontrado".
"Deus vive inquieto connosco, anda à procura de pessoas que se deixem contagiar por esta sua inquietação, pela sua paixão por nós; pessoas que vivem a busca que habita no seu coração e, ao mesmo tempo, se deixam tocar no coração pela busca de Deus a nosso respeito", apontou.
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Alarme sobre a Hungria: a cristianofobia pois então
No Il Sussidiário aparece esta entrevista com um deputado italiano que me vem confirmar a suspeita com que estava, ou seja, se por trás de todo este alarme em torno da Hungria, do seu Governo e da sua Constituição, não está de facto o preconceito anti-cristão (no caso católico) e esta forma de tolerância que passa sempre pela exclusão de alguém (no caso de 60% do eleitorado hungaro que apoia o partido democrata-cristão no poder) dos lobbies abortista, gay e laicista, os três principais pilares da cristianofobia (a fobia do cristianismo) que cresce na Europa Ocidental.
Vale pois a pena ler esta entrevista de Luca Volonté, deputado da UDC:
Esteri
UNGHERIA/ Volontè (Ppe): dietro l’ostilità dell'Europa per Orbán c’è un pregiudizio anticristiano
INT.
Luca Volontè
venerdì 6 gennaio 2012
Il caso Ungheria è sulle pagine dei maggiori quotidiani negli ultimi giorni. L'Unione europea ha infatti incaricato una speciale commissione di indagare se nel Paese centroeuropeo sia in gioco la libertà, se si viva in clima di democrazia o di dittatura. Accuse assai gravi, rincarate nelle ultime ore da un'esplicita richiesta fatta dagli esponenti dei partiti socialista e liberale al Parlamento europeo: applicare l'articolo 7 della Costituzione europea che prevede sanzioni politiche per "violazione di democrazia e libertà". L'Ungheria, dal 2010, da quando cioè è in carica come capo del governo Viktor Orbán che guida una maggioranza di coalizione cristiano democratica, è al centro delle polemiche. Un anno fa infatti ci fu grande discussione per una riforma della Costituzione ungherese definita anti democratica, e anche allora una commissione del Parlamento europeo si incaricò di seguire la situazione. Orbán, peraltro, è già stato primo ministro ungherese dal 1998 al 2002. IlSussidiario.net ha chiesto a Luca Volontè, esponente al Parlamento europeo dell'Udc, di spiegare che cosa stia realmente accadendo nel Paese. "Quello che stiamo leggendo sui giornali in questi giorni" dice Volontè "a proposito dell'Ungheria ricalca esattamente quello che si è scritto a proposito del candidato del Partito repubblicano Rick Santorum". Spiega Volontè: "In entrambi i casi si presentano delle persone o dei partiti come ultra conservatori e paladini della destra più retrograda solo perché si ispirano alle radici cristiane o in alcuni casi si dichiarano cattolici". Questo, aggiunge, è assolutamente inaccettabile: "Presentare cioè i fatti a partire da un pregiudizio sulla fede religiosa della persona è un modo di agire che applica un punto di vista che fa perdere la definizione dell'oggetto che stiamo osservando".
Onorevole Volontè, le accuse mosse al governo ungherese sono gravi. Lei ritiene che abbiano un fondamento?
Ritengo che la Commissione europea abbia fatto le sue valutazioni per giungere a dichiararsi preoccupata di quello che succede in Ungheria. Non conosco nel merito le leggi che questa commissione vuole indagare, ma ritengo di poter dire che non esista nessun elemento per dire che la democrazia sia finita e che l'Ungheria stia andando verso una dittatura o una nuova forma di autoritarismo.
Non è la prima volta che il governo di Viktor Orbán è al centro delle polemiche.
Infatti, e quanto sta succedendo in questi giorni mi ricorda quanto successo circa un anno fa. Quello che si legge sui nostri giornali e non solo è una esatta replica di quanto già scritto in merito alla discussione sulla costituzione ungherese. Ripeto: la commissione avrà fatto le sue valutazioni per spingersi a intervenire, ma dobbiamo aspettare che si vengano a sapere le valutazioni in merito. E' già successo e sempre in Ungheria: un'altra commissione europea aveva posto alcuni problemi fondamentali sulla Costituzione ungherese e poi nel mese di giugno si è capito che tutte le riforme chieste dalla commissione a partire dalla legge sui mass media erano state inserite senza alcun problema dalla maggioranza che governa il Paese.
Socialisti e liberali europei hanno chiesto di applicare l'articolo 7 della Costituzione europea che prevede sanzioni politiche come la sospensione del diritto di voto in Consiglio europeo.
Questa richiesta è la conferma di un pregiudizio francamente incredibile. Ogni volta che si parla di Ungheria a livello europeo i socialisti e i liberali europei prima ancora di conoscere il merito del problema e se davvero esiste un problema, chiedono sanzioni e boicottaggi o espulsione dell'Ungheria come già chiedevano un anno fa nel contesto europeo per via del problema della Costituzione.
Dunque lei ritiene che si tratti di una operazione a tavolino per screditare l'attuale governo?
Prendiamo atto che c'è una preoccupazione a livello europeo, ma cerchiamo di capire qual è il merito delle leggi cardinali che non convincono la commissione europea rispetto agli standard europei. Nello stesso tempo io personalmente guardo con grande serenità a quello che accade in Ungheria, conosco molto bene sia il leader del partito Fidesz che quello del partito democristiano e so quanto credano negli standard dei diritti umani e dei valori europei.
Tra l'altro Orbán ha già governato senza che ci fossero stati problemi, dal 1998 al 2002.
Infatti. Ma le faccio un esempio. Da quando in Ungheria è tornata la democrazia per lunghi anni hanno governato socialisti e liberali e dall'inizio degli anni Novanta si è aperta con loro la procedura di riforma costituzionale, per cambiare una costituzione ancora legata al periodo marxista. Se Orbán dunque ha un merito è quello di aver fatto partire questa riforma e di averla messa in atto.
Si insiste sul fatto che la riforma elettorale non sia garante di democrazia.
Come le ho detto, conosco personalmente questi politici, che guidano una coalizione che ha più del 60% della maggioranza e so che applicano il loro impegno in modo democratico. La riforma elettorale ungherese è stata pensata a partire da legislazioni presenti nel contesto europee. E' una riforma elettorale che dà più rappresentanza agli enti locali e dovrebbe dunque essere interessante anche per un Paese come il nostro che guarda da vent'anni a una forma di federalismo. Come dicevo in precedenza, stiamo assistendo alla solita polemica facile da parte di socialisti e liberali che parte da un pregiudizio fondamentale.
Quale?
C'è una maggioranza ampia in Ungheria, una maggioranza che ha avuto l'ardire di concludere una riforma costituzionale aperta da vent'anni e che per di più ha avuto l'ardire di inserire riferimenti nella costituzione stessa ai valori cristiani della nazione ungherese e citato la famiglia come fondata sul matrimonio. Ecco il pregiudizio di fondo dentro i quali vengono trovati singoli spunti che possono alimentare una polemica.
Non si tiene poi conto che l'Ungheria ha un passato storico assai complesso, contraddistinto da una delle più sanguinose repressioni, quella sovietica, della storia europea.
Certamente: una delle questioni ancora aperte in Ungheria - ma anche altri Paesi dell'est - è l'assoluta mancanza di presa di coscienza di cosa accaduto in Europa occidentale, con evidenti coperture culturali date ai regimi imposti dai sovietici e al comunismo. E ciò emerge anche in questa polemica contro la colazione cristiano democratica ungherese.
Un pregiudizio che distorce i fatti, in definitiva.
La pregiudiziale contro l'Ungheria fa parte di un certo approccio culturale italiano di sinistra ampiamente usato da moltissimi organi di stampa italiani. Guardiamo come è stato definito il candidato Usa repubblicano Santorum, che conosco peraltro personalmente: un ultra conservatore paladino della destra più ottusa. Poi leggendo fra le righe o ai servizi della tv si capisce che questa accusa è esattamente quella mossa al partito di Orbán, ultra conservatori e retrogradi solo perché si ispirano alle radici cristiane o in alcuni casi sono cattolici. Ciò è assolutamente inaccettabile. La libertà di parola è concessa a tutti, ma presentare i fatti a partire da un pregiudizio sulla fede religiosa delle persone fa perdere la definizione dell'oggetto che stiamo osservando.
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Vale pois a pena ler esta entrevista de Luca Volonté, deputado da UDC:
Esteri
UNGHERIA/ Volontè (Ppe): dietro l’ostilità dell'Europa per Orbán c’è un pregiudizio anticristiano
INT.
Luca Volontè
venerdì 6 gennaio 2012
Il caso Ungheria è sulle pagine dei maggiori quotidiani negli ultimi giorni. L'Unione europea ha infatti incaricato una speciale commissione di indagare se nel Paese centroeuropeo sia in gioco la libertà, se si viva in clima di democrazia o di dittatura. Accuse assai gravi, rincarate nelle ultime ore da un'esplicita richiesta fatta dagli esponenti dei partiti socialista e liberale al Parlamento europeo: applicare l'articolo 7 della Costituzione europea che prevede sanzioni politiche per "violazione di democrazia e libertà". L'Ungheria, dal 2010, da quando cioè è in carica come capo del governo Viktor Orbán che guida una maggioranza di coalizione cristiano democratica, è al centro delle polemiche. Un anno fa infatti ci fu grande discussione per una riforma della Costituzione ungherese definita anti democratica, e anche allora una commissione del Parlamento europeo si incaricò di seguire la situazione. Orbán, peraltro, è già stato primo ministro ungherese dal 1998 al 2002. IlSussidiario.net ha chiesto a Luca Volontè, esponente al Parlamento europeo dell'Udc, di spiegare che cosa stia realmente accadendo nel Paese. "Quello che stiamo leggendo sui giornali in questi giorni" dice Volontè "a proposito dell'Ungheria ricalca esattamente quello che si è scritto a proposito del candidato del Partito repubblicano Rick Santorum". Spiega Volontè: "In entrambi i casi si presentano delle persone o dei partiti come ultra conservatori e paladini della destra più retrograda solo perché si ispirano alle radici cristiane o in alcuni casi si dichiarano cattolici". Questo, aggiunge, è assolutamente inaccettabile: "Presentare cioè i fatti a partire da un pregiudizio sulla fede religiosa della persona è un modo di agire che applica un punto di vista che fa perdere la definizione dell'oggetto che stiamo osservando".
Onorevole Volontè, le accuse mosse al governo ungherese sono gravi. Lei ritiene che abbiano un fondamento?
Ritengo che la Commissione europea abbia fatto le sue valutazioni per giungere a dichiararsi preoccupata di quello che succede in Ungheria. Non conosco nel merito le leggi che questa commissione vuole indagare, ma ritengo di poter dire che non esista nessun elemento per dire che la democrazia sia finita e che l'Ungheria stia andando verso una dittatura o una nuova forma di autoritarismo.
Non è la prima volta che il governo di Viktor Orbán è al centro delle polemiche.
Infatti, e quanto sta succedendo in questi giorni mi ricorda quanto successo circa un anno fa. Quello che si legge sui nostri giornali e non solo è una esatta replica di quanto già scritto in merito alla discussione sulla costituzione ungherese. Ripeto: la commissione avrà fatto le sue valutazioni per spingersi a intervenire, ma dobbiamo aspettare che si vengano a sapere le valutazioni in merito. E' già successo e sempre in Ungheria: un'altra commissione europea aveva posto alcuni problemi fondamentali sulla Costituzione ungherese e poi nel mese di giugno si è capito che tutte le riforme chieste dalla commissione a partire dalla legge sui mass media erano state inserite senza alcun problema dalla maggioranza che governa il Paese.
Socialisti e liberali europei hanno chiesto di applicare l'articolo 7 della Costituzione europea che prevede sanzioni politiche come la sospensione del diritto di voto in Consiglio europeo.
Questa richiesta è la conferma di un pregiudizio francamente incredibile. Ogni volta che si parla di Ungheria a livello europeo i socialisti e i liberali europei prima ancora di conoscere il merito del problema e se davvero esiste un problema, chiedono sanzioni e boicottaggi o espulsione dell'Ungheria come già chiedevano un anno fa nel contesto europeo per via del problema della Costituzione.
Dunque lei ritiene che si tratti di una operazione a tavolino per screditare l'attuale governo?
Prendiamo atto che c'è una preoccupazione a livello europeo, ma cerchiamo di capire qual è il merito delle leggi cardinali che non convincono la commissione europea rispetto agli standard europei. Nello stesso tempo io personalmente guardo con grande serenità a quello che accade in Ungheria, conosco molto bene sia il leader del partito Fidesz che quello del partito democristiano e so quanto credano negli standard dei diritti umani e dei valori europei.
Tra l'altro Orbán ha già governato senza che ci fossero stati problemi, dal 1998 al 2002.
Infatti. Ma le faccio un esempio. Da quando in Ungheria è tornata la democrazia per lunghi anni hanno governato socialisti e liberali e dall'inizio degli anni Novanta si è aperta con loro la procedura di riforma costituzionale, per cambiare una costituzione ancora legata al periodo marxista. Se Orbán dunque ha un merito è quello di aver fatto partire questa riforma e di averla messa in atto.
Si insiste sul fatto che la riforma elettorale non sia garante di democrazia.
Come le ho detto, conosco personalmente questi politici, che guidano una coalizione che ha più del 60% della maggioranza e so che applicano il loro impegno in modo democratico. La riforma elettorale ungherese è stata pensata a partire da legislazioni presenti nel contesto europee. E' una riforma elettorale che dà più rappresentanza agli enti locali e dovrebbe dunque essere interessante anche per un Paese come il nostro che guarda da vent'anni a una forma di federalismo. Come dicevo in precedenza, stiamo assistendo alla solita polemica facile da parte di socialisti e liberali che parte da un pregiudizio fondamentale.
Quale?
C'è una maggioranza ampia in Ungheria, una maggioranza che ha avuto l'ardire di concludere una riforma costituzionale aperta da vent'anni e che per di più ha avuto l'ardire di inserire riferimenti nella costituzione stessa ai valori cristiani della nazione ungherese e citato la famiglia come fondata sul matrimonio. Ecco il pregiudizio di fondo dentro i quali vengono trovati singoli spunti che possono alimentare una polemica.
Non si tiene poi conto che l'Ungheria ha un passato storico assai complesso, contraddistinto da una delle più sanguinose repressioni, quella sovietica, della storia europea.
Certamente: una delle questioni ancora aperte in Ungheria - ma anche altri Paesi dell'est - è l'assoluta mancanza di presa di coscienza di cosa accaduto in Europa occidentale, con evidenti coperture culturali date ai regimi imposti dai sovietici e al comunismo. E ciò emerge anche in questa polemica contro la colazione cristiano democratica ungherese.
Un pregiudizio che distorce i fatti, in definitiva.
La pregiudiziale contro l'Ungheria fa parte di un certo approccio culturale italiano di sinistra ampiamente usato da moltissimi organi di stampa italiani. Guardiamo come è stato definito il candidato Usa repubblicano Santorum, che conosco peraltro personalmente: un ultra conservatore paladino della destra più ottusa. Poi leggendo fra le righe o ai servizi della tv si capisce che questa accusa è esattamente quella mossa al partito di Orbán, ultra conservatori e retrogradi solo perché si ispirano alle radici cristiane o in alcuni casi sono cattolici. Ciò è assolutamente inaccettabile. La libertà di parola è concessa a tutti, ma presentare i fatti a partire da un pregiudizio sulla fede religiosa delle persone fa perdere la definizione dell'oggetto che stiamo osservando.
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Newsmax: entrevista com Mike Huckabee
Conforme email recebido da Newsmax (uma revista de enquadramento Tea Party):
"In an exclusive interview with Newsmax.TV, former Arkansas governor and 2008 presidential candidate Mike Huckabee says Rick Santorum “can make it all the way” to gain the GOP nomination for president. Huckabee also says Rick Perry will not make a comeback in South Carolina, and warns that President Barack Obama will wage a “vicious campaign” for re-election — but that the GOP’s “best weapon against Obama is Obama.”
A notícia e o vídeo estão aqui.
"In an exclusive interview with Newsmax.TV, former Arkansas governor and 2008 presidential candidate Mike Huckabee says Rick Santorum “can make it all the way” to gain the GOP nomination for president. Huckabee also says Rick Perry will not make a comeback in South Carolina, and warns that President Barack Obama will wage a “vicious campaign” for re-election — but that the GOP’s “best weapon against Obama is Obama.”
A notícia e o vídeo estão aqui.
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Ainda Soares dos Santos, Jerónimo Martins e Pingo Doce
Concordo com Henrique Raposo ontem no Expresso:
"Quando um ricaço holandês resolver investir em Portugal, acho que devemos fazer "manifs" à porta da embaixada holandesa: "Não, não venha para cá, não saia do seu país". Mas também podemos fazer as manifs à porta da FFMS. E, logo a seguir, podemos queimar os tratados do mercado único numa pira vingadora. No final, depois de varrermos as cinzas, sugiro a emigração para países "neo-liberais", que, como se sabe, só criam pobreza, estilo Holanda ou Polónia"...! ;-)
E concordo também com Luís Marques no mesmo jornal: "Confundir patriotismo com deslocalização empresarial é como chamar traidor a José Mourinho, por treinar o Real Madrid em vez de treinar o Benfica"
Para perceber o que se passou importa ler este artigo de Ricardo Reis no Dinheiro Vivo e esta entrevista de Soares dos Santos.
Mas sobretudo colocar-nos esta questão: se Alexandre Soares dos Santos não fosse católico mas de qualquer outra religião ou obediência ter-se-ia assistido ao mesmo "festival"...? Duvido!
"Quando um ricaço holandês resolver investir em Portugal, acho que devemos fazer "manifs" à porta da embaixada holandesa: "Não, não venha para cá, não saia do seu país". Mas também podemos fazer as manifs à porta da FFMS. E, logo a seguir, podemos queimar os tratados do mercado único numa pira vingadora. No final, depois de varrermos as cinzas, sugiro a emigração para países "neo-liberais", que, como se sabe, só criam pobreza, estilo Holanda ou Polónia"...! ;-)
E concordo também com Luís Marques no mesmo jornal: "Confundir patriotismo com deslocalização empresarial é como chamar traidor a José Mourinho, por treinar o Real Madrid em vez de treinar o Benfica"
Para perceber o que se passou importa ler este artigo de Ricardo Reis no Dinheiro Vivo e esta entrevista de Soares dos Santos.
Mas sobretudo colocar-nos esta questão: se Alexandre Soares dos Santos não fosse católico mas de qualquer outra religião ou obediência ter-se-ia assistido ao mesmo "festival"...? Duvido!
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A Maçonaria e o PSD segundo Pacheco Pereira
Recomendo não se perca o post (de facto um artigo que saiu no Público) "Encontros Imediatos de Terceiro Grau com as Maçonarias" que está aqui.
Só para abrir o apetite e também constatar a liberdade com que Pacheco Pereira escreve:
"Depois os tempos foram mudando e apareceram outras maçonarias, a Grande Loja Regular de Portugal, e a sua cisão, a Grande Loja Legal de Portugal. O recrutamento clássico para a Maçonaria começou então a sair do republicanismo clássico, onde, como diria o PCP, a "lei da vida" ia abatendo os mações dessa obediência, e os restos do "reviralho", sobrevivendo no PS de Almeida Santos e outros, começavam a dar lugar a uma nova geração de pedreiros-livres do PSD e do CDS. Nessa área política, os mações eram até então muito poucos, e também ligados ao Grande Oriente Lusitano. Eram vistos com desconfiança e a sua pertença era mantida em grande segredo num partido hostil. Depois, através principalmente das "jotas", foram alargando a sua influência até aos dias de hoje, em que as lojas maçónicas, em particular ligadas à Grande Loja Legal de Portugal, são a instituição parapolítica com mais influência no PSD. Os sectores mais conservadores do partido, ligados à Igreja e nalguns casos à Opus Dei, perderam influência e os militantes de base, de um modo geral "antimaçónicos" primários, como antes se era "anticomunista primário", descobrem agora a dimensão do takover maçónico no PSD. E não gostam, mesmo que o aparelho dominante, fortemente ligado à maçonaria em distritais como o Porto e Lisboa, tenha tendência para tornar o assunto tabu."
Só para abrir o apetite e também constatar a liberdade com que Pacheco Pereira escreve:
"Depois os tempos foram mudando e apareceram outras maçonarias, a Grande Loja Regular de Portugal, e a sua cisão, a Grande Loja Legal de Portugal. O recrutamento clássico para a Maçonaria começou então a sair do republicanismo clássico, onde, como diria o PCP, a "lei da vida" ia abatendo os mações dessa obediência, e os restos do "reviralho", sobrevivendo no PS de Almeida Santos e outros, começavam a dar lugar a uma nova geração de pedreiros-livres do PSD e do CDS. Nessa área política, os mações eram até então muito poucos, e também ligados ao Grande Oriente Lusitano. Eram vistos com desconfiança e a sua pertença era mantida em grande segredo num partido hostil. Depois, através principalmente das "jotas", foram alargando a sua influência até aos dias de hoje, em que as lojas maçónicas, em particular ligadas à Grande Loja Legal de Portugal, são a instituição parapolítica com mais influência no PSD. Os sectores mais conservadores do partido, ligados à Igreja e nalguns casos à Opus Dei, perderam influência e os militantes de base, de um modo geral "antimaçónicos" primários, como antes se era "anticomunista primário", descobrem agora a dimensão do takover maçónico no PSD. E não gostam, mesmo que o aparelho dominante, fortemente ligado à maçonaria em distritais como o Porto e Lisboa, tenha tendência para tornar o assunto tabu."
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Ainda a Maçonaria nas notícias deste fim de semana
Muito bom perceber da leitura do Expresso que o Primeiro-ministro estará decidido a limpar a casa dos serviços secretos do dominio que sobre estes exerce a Maçonaria. Não surpreende para quem o conheça e terá uma surpresa quem duvide que o fará...
Atendendo ás notícias dos últimos dias e também à referência acima faz todo o sentido a pergunta que no Público hoje André Freire dirige a Passos Coelho:
"É possível confiar num Estado onde, além da promiscuidade entre política e negócios, há também conúbio entre serviços secretos, maçonaria e empresas privadas?"
Entre todos os artigos que o Expresso publicou sobre o assunto destaco: "Justos e Pecadores" de Henrique Monteiro (naquilo que me parece reflectir uma corrente de pensamento no interior da mesma e também acaba por dar uma imagem muito precisa de como se retratam e se retrata a Maçonaria muitas das pessoas que lá estão) e um beligerante artigo de Henrique Raposo ("Neblina maçónica") que não me parece ir na boa direcção, mas de certo modo é o resultado inevitável da actual situação retratada na pergunta de André Freire.
Última nota pessoal: na catadupa de nomes do PSD há alguns que conheço, com quem já estive e até partilhámos posições políticas comuns. Alguns já me tinha passado pela cabeça o fossem ou pudessem vir a ser (de um em especial ficou-me agora claro porque a meio de um percurso me deixou pendurado...;-) mas todos me impressiona tê-lo agora confirmado. Estou muito tentado a oferecer-lhes este livro (disponivel para encomenda aqui):
Aqui está uma breve descrição do livro.
Atendendo ás notícias dos últimos dias e também à referência acima faz todo o sentido a pergunta que no Público hoje André Freire dirige a Passos Coelho:
"É possível confiar num Estado onde, além da promiscuidade entre política e negócios, há também conúbio entre serviços secretos, maçonaria e empresas privadas?"
Entre todos os artigos que o Expresso publicou sobre o assunto destaco: "Justos e Pecadores" de Henrique Monteiro (naquilo que me parece reflectir uma corrente de pensamento no interior da mesma e também acaba por dar uma imagem muito precisa de como se retratam e se retrata a Maçonaria muitas das pessoas que lá estão) e um beligerante artigo de Henrique Raposo ("Neblina maçónica") que não me parece ir na boa direcção, mas de certo modo é o resultado inevitável da actual situação retratada na pergunta de André Freire.
Última nota pessoal: na catadupa de nomes do PSD há alguns que conheço, com quem já estive e até partilhámos posições políticas comuns. Alguns já me tinha passado pela cabeça o fossem ou pudessem vir a ser (de um em especial ficou-me agora claro porque a meio de um percurso me deixou pendurado...;-) mas todos me impressiona tê-lo agora confirmado. Estou muito tentado a oferecer-lhes este livro (disponivel para encomenda aqui):
Aqui está uma breve descrição do livro.
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sexta-feira, janeiro 06, 2012
Eleições USA: a desistência de Michele Bachmann
No EUA 2012 é retomada a renúncia de Michele Bachmann na corrida à designação como candidata a presidente dos EUA pelo Partido Republicano. E bem sublinhada a possível vantagem que isso representa para Rick Santorum junto da ala conservadora do partido (Tea Party).
Mas omisso o post numa questão: e se vier ela a ser a número dois da candidatura junto com Mitt Romney...? ;-)
Em homenagem pelo caminho percorrido (e retomando outros meus posts sobre ela) aqui fica a fotografia de Michele Bachmann:
Mas omisso o post numa questão: e se vier ela a ser a número dois da candidatura junto com Mitt Romney...? ;-)
Em homenagem pelo caminho percorrido (e retomando outros meus posts sobre ela) aqui fica a fotografia de Michele Bachmann:
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O modo masculino de educar
Tenho quatro filhos: três raparigas e um rapaz. Sendo este o mais novo foi curioso verificar como apenas nele vieram à tona diferentes perspectivas na sua educação entre mim e a minha mulher.
Não me refiro aos valores fundamentais, nem à educação escolar ou formal (saber comer à mesa ou cumprimentar as pessoas, por exemplo), onde felizmente experimentamos grande unidade, mas às questões do desenvolvimento da personalidade (relação com os outros, atitudes perante as dificuldades, etc.) e pequenos episódios domésticos.
Ora, providencialmente, acabei por comprar este livro e foi engraçado verificar qual era a origem das nossas divergências, as características diversas na educação (masculina ou feminina) e também de alguma forma como se concilia isso.
Até existir uma edição portuguesa, recomendo-o vivamente!
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Eleições americanas: a questão do evolucionismo
Este artigo de Monsenhor Albacete no Il Sussidiário ajuda a perceber porque e como esta questão do evolucionismo surge no contexto da política e eleições americanas: muito útil!
Já agora sobre esta questão veja-se este artigo aqui.
L'evoluzionismo che divide
Lorenzo Albacete
mercoledì 4 gennaio 2012
Passato il periodo delle feste, la politica è tornata a essere il tema principale di discussione sui media. L’attenzione è concentrata sulle primarie per scegliere il candidato Repubblicano da opporre a Obama nelle elezioni presidenziali del prossimo autunno e su chi controllerà il Senato e la Camera dei Rappresentanti per i due anni successivi alle elezioni. Questo però non è tutto. Molti singoli stati hanno altri argomenti in discussione per le prossime elezioni, argomenti che potrebbero avere peso e interesse anche sul piano nazionale. Ad esempio, sembra che stia iniziando un altro dibattito sull’insegnamento dell’evoluzionismo nelle scuole pubbliche.
Come riporta Stephanie Pappas su MSNBC (notiziario via cavo, NdR.): “Il nuovo anno sta portando nuove discussioni sull’insegnamento dell’evoluzione nelle scuole pubbliche, con due disegni di legge nello New Hampshire diretti a esigere che gli insegnanti presentino l’evoluzione come una teoria più filosofica che scientifica. Intanto, un senatore dello stato dell’Indiana ha presentato una proposta di legge che consentirebbe ai consigli scolastici di pretendere l’insegnamento del creazionismo”.
Nel New Hampshire una delle proposte prescrive “che l’evoluzione sia insegnata nelle scuole pubbliche dello Stato come una teoria, includendo anche le posizioni politiche e ideologiche dei suoi sostenitori e la loro posizione riguardo all’ateismo”. Il secondo disegno di legge non cita esplicitamente l’evoluzionismo, ma dispone che “i docenti di materie scientifiche insegnino ai loro studenti che un metodo scientifico appropriato prevede che non ci si impegni definitivamente con nessuna particolare teoria o ipotesi, quantunque possa risultare assodata, e che innovazioni scientifiche e tecnologiche basate su nuove prove possono mettere in discussione teorie o ipotesi scientifiche ritenute certe”.
Il disegno di legge “trasforma un atteggiamento scettico in confusione”, dice Zen Faulkes, professore di biologia all’Università del Texas, Pan America.“Si dovrebbe allora chiedere ai docenti di dire agli studenti di non ritenersi vincolati all’ipotesi che l’uranio ha più protoni del carbonio. Oppure: “Ricordatevi, ragazzi, che domani potremmo scoprire che il DNA non è la molecola principale per trasmettere l’informazione genetica”. L’evoluzione è un dato di fatto né più, né meno che le altre due cose citate, e dovrebbe quindi essere insegnata con lo stesso grado di certezza”.
La teoria dell’evoluzione è diventata un tema chiave per i conservatori religiosi, molti dei quali sostengono che l’idea che la vita si sia evoluta lungo miliardi di anni insegna agli studenti che la vita non è altro che un incidente. Chi vi si oppone vuole comunicare ai bambini l’idea che hanno uno scopo per essere al mondo. Per questo, molti conservatori religiosi vorrebbero che nelle scuole venisse insegnato il “disegno intelligente” o l’idea che un creatore ha acceso lo sviluppo della vita.
Jerry Bergevin, uno dei Repubblicani che ha presentato la proposta di legge, ha detto al Concord Monitor che l’ateismo era legato al nazismo e alla sparatoria alla scuola Colombine nel 1999. “Voglio che venga presentata una descrizione completa dell’evoluzionismo e delle persone che sono alla base della teoria”, ha detto Bergevin, “È una visione del mondo che è priva di Dio”.
Secondo Pappas, “il New Hampshire non è il solo Stato dove il fronte è stato stabilito sull’evoluzione. Nel 2011, almeno sette stati hanno discusso proposte per limitare l’insegnamento dell’evoluzionismo nelle scuole pubbliche. Le proposte anti evoluzione negli ultimi anni sono tutte fallite, tranne in Louisiana”. Il disegno di legge in Louisiana esige che “gli organi di gestione di un’istituzione scolastica possano pretendere che vengano insegnate all’interno dell’istituzione diverse teorie sull’origine della vita, compreso il creazionismo scientifico”. “Si tratta di una proposta che promuove direttamente l’insegnamento del creazionismo”, dice Eugenie Scott, executive director del National Center for Science Education, organizzazione non profit di Oakland, California, che difende l’insegnamento nelle scuole pubbliche dell’evoluzione e del cambiamento climatico.
Gli oppositori dell’insegnamento dell’evoluzionismo che chiedono leggi che riflettano le loro opinioni devono trovare il modo di aggirare la sentenza del 1987 della Corte Suprema, che definì anticostituzionale l’insegnamento del creazionismo come scienza nelle scuole pubbliche. Perciò, ogni legge approvata che contemplasse l’insegnamento del creazionismo verrebbe cancellata dai tribunali.
Non vi è dubbio che il tema dominante questo anno politico continuerà a essere l’economia e la disoccupazione. Tuttavia, argomenti come il dibattito sull’evoluzione sono indicazioni significative di come gli elettori affrontano il significato e lo scopo della vita e, quindi, di come si costruiscono le loro opinioni circa l’economia, il lavoro e i diritti umani.
Já agora sobre esta questão veja-se este artigo aqui.
L'evoluzionismo che divide
Lorenzo Albacete
mercoledì 4 gennaio 2012
Passato il periodo delle feste, la politica è tornata a essere il tema principale di discussione sui media. L’attenzione è concentrata sulle primarie per scegliere il candidato Repubblicano da opporre a Obama nelle elezioni presidenziali del prossimo autunno e su chi controllerà il Senato e la Camera dei Rappresentanti per i due anni successivi alle elezioni. Questo però non è tutto. Molti singoli stati hanno altri argomenti in discussione per le prossime elezioni, argomenti che potrebbero avere peso e interesse anche sul piano nazionale. Ad esempio, sembra che stia iniziando un altro dibattito sull’insegnamento dell’evoluzionismo nelle scuole pubbliche.
Come riporta Stephanie Pappas su MSNBC (notiziario via cavo, NdR.): “Il nuovo anno sta portando nuove discussioni sull’insegnamento dell’evoluzione nelle scuole pubbliche, con due disegni di legge nello New Hampshire diretti a esigere che gli insegnanti presentino l’evoluzione come una teoria più filosofica che scientifica. Intanto, un senatore dello stato dell’Indiana ha presentato una proposta di legge che consentirebbe ai consigli scolastici di pretendere l’insegnamento del creazionismo”.
Nel New Hampshire una delle proposte prescrive “che l’evoluzione sia insegnata nelle scuole pubbliche dello Stato come una teoria, includendo anche le posizioni politiche e ideologiche dei suoi sostenitori e la loro posizione riguardo all’ateismo”. Il secondo disegno di legge non cita esplicitamente l’evoluzionismo, ma dispone che “i docenti di materie scientifiche insegnino ai loro studenti che un metodo scientifico appropriato prevede che non ci si impegni definitivamente con nessuna particolare teoria o ipotesi, quantunque possa risultare assodata, e che innovazioni scientifiche e tecnologiche basate su nuove prove possono mettere in discussione teorie o ipotesi scientifiche ritenute certe”.
Il disegno di legge “trasforma un atteggiamento scettico in confusione”, dice Zen Faulkes, professore di biologia all’Università del Texas, Pan America.“Si dovrebbe allora chiedere ai docenti di dire agli studenti di non ritenersi vincolati all’ipotesi che l’uranio ha più protoni del carbonio. Oppure: “Ricordatevi, ragazzi, che domani potremmo scoprire che il DNA non è la molecola principale per trasmettere l’informazione genetica”. L’evoluzione è un dato di fatto né più, né meno che le altre due cose citate, e dovrebbe quindi essere insegnata con lo stesso grado di certezza”.
La teoria dell’evoluzione è diventata un tema chiave per i conservatori religiosi, molti dei quali sostengono che l’idea che la vita si sia evoluta lungo miliardi di anni insegna agli studenti che la vita non è altro che un incidente. Chi vi si oppone vuole comunicare ai bambini l’idea che hanno uno scopo per essere al mondo. Per questo, molti conservatori religiosi vorrebbero che nelle scuole venisse insegnato il “disegno intelligente” o l’idea che un creatore ha acceso lo sviluppo della vita.
Jerry Bergevin, uno dei Repubblicani che ha presentato la proposta di legge, ha detto al Concord Monitor che l’ateismo era legato al nazismo e alla sparatoria alla scuola Colombine nel 1999. “Voglio che venga presentata una descrizione completa dell’evoluzionismo e delle persone che sono alla base della teoria”, ha detto Bergevin, “È una visione del mondo che è priva di Dio”.
Secondo Pappas, “il New Hampshire non è il solo Stato dove il fronte è stato stabilito sull’evoluzione. Nel 2011, almeno sette stati hanno discusso proposte per limitare l’insegnamento dell’evoluzionismo nelle scuole pubbliche. Le proposte anti evoluzione negli ultimi anni sono tutte fallite, tranne in Louisiana”. Il disegno di legge in Louisiana esige che “gli organi di gestione di un’istituzione scolastica possano pretendere che vengano insegnate all’interno dell’istituzione diverse teorie sull’origine della vita, compreso il creazionismo scientifico”. “Si tratta di una proposta che promuove direttamente l’insegnamento del creazionismo”, dice Eugenie Scott, executive director del National Center for Science Education, organizzazione non profit di Oakland, California, che difende l’insegnamento nelle scuole pubbliche dell’evoluzione e del cambiamento climatico.
Gli oppositori dell’insegnamento dell’evoluzionismo che chiedono leggi che riflettano le loro opinioni devono trovare il modo di aggirare la sentenza del 1987 della Corte Suprema, che definì anticostituzionale l’insegnamento del creazionismo come scienza nelle scuole pubbliche. Perciò, ogni legge approvata che contemplasse l’insegnamento del creazionismo verrebbe cancellata dai tribunali.
Non vi è dubbio che il tema dominante questo anno politico continuerà a essere l’economia e la disoccupazione. Tuttavia, argomenti come il dibattito sull’evoluzione sono indicazioni significative di come gli elettori affrontano il significato e lo scopo della vita e, quindi, di come si costruiscono le loro opinioni circa l’economia, il lavoro e i diritti umani.
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Homossexualidade: as saídas "históricas" do armário
Um amigo meu chamou-me a atenção para este post no Blog Malomil onde o seu autor (António Araújo, creio) dá uma coça bem dada em toda a literatura histórica onde aparece exposta a vida sexual (verdadeira, imaginada ou suposta) de várias pessoas (desconhecidos ou personagens públicos) já falecidas no que é claramente uma violação ou da sua privacidade ou até uma extensa calúnia pintalgada de investigação histórica. Muito bem visto!
Além disso o post como está escrito é de morrer à gargalhada! Recomendo mesmo! lol!
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quinta-feira, janeiro 05, 2012
Da turbamulta em torno de Alexandre Soares dos Santos*
* Por acaso quem pegou em parte considerável da sua fortuna e com ela fez uma Fundação que entre outras coisas tem só a melhor e mais credivel base de dados estatisticos de Portugal...
A propósito da migração da Jerónimo Martins para a Holanda que soltou boa parte da matilha mediática, o meu amigo Pedro Aguiar Pinto da lista electrónica e Blog Povo, escreveu hoje isto:
"Nenhum de nós escapa à influência da opinião dominante, quanto mais não seja porque domina, isto é, está por cima, ouve-se mais vezes, mune-se de uma credibilidade artificial – usando sistematicamente personalidades credíveis - . Nunca vai até ao fundo. Aquilo que se pretende é vencer-nos mostrando-nos um “sumário executivo” que não sendo totalmente mentira é apenas uma parte da realidade. Aposta na nossa preguiça em procurar melhor informação. Vem isto a propósito do caso da “emigração do Pingo-Doce para a Alemanha”. Mas fico-me por aqui e deixo-vos com este artigo do director do Jornal de Negócios, Pedro Santos Guerreiro, que me parece tocar exactamente no ponto:
Estamos saturados de manhosos, desconfiados de moralistas, estamos sem ídolos, sem heróis, estamos encandeados pelos faróis dos que saltam para o lado do bem para escapar à turba contra o mal. Quando apanhamos, abocanhamos. Estraçalhamos. Somos uma multidão furiosa. Às vezes, erramos. A família Soares dos Santos não está a fugir aos impostos. Mesmo se vai fugir ao País.
Só há um antídoto contra a especulação: a informação. É assustador ver tanta opinião instantânea sobre o que se desconhece. A sede de vingança tomou o lugar da fome de justiça. O problema não está na rua, nas redes sociais, nas esquinas dos desempregados. Está em quem tem a obrigação de saber do que fala. Do Parlamento, de Ana Gomes, de António Capucho, dos que pedem boicotes ao Pingo Doce (para comprar onde, já agora? No Continente da Sonae que tem praças na Holanda? No Lidl, que as tem na Alemanha?) (ler o resto…).
A propósito da migração da Jerónimo Martins para a Holanda que soltou boa parte da matilha mediática, o meu amigo Pedro Aguiar Pinto da lista electrónica e Blog Povo, escreveu hoje isto:
"Nenhum de nós escapa à influência da opinião dominante, quanto mais não seja porque domina, isto é, está por cima, ouve-se mais vezes, mune-se de uma credibilidade artificial – usando sistematicamente personalidades credíveis - . Nunca vai até ao fundo. Aquilo que se pretende é vencer-nos mostrando-nos um “sumário executivo” que não sendo totalmente mentira é apenas uma parte da realidade. Aposta na nossa preguiça em procurar melhor informação. Vem isto a propósito do caso da “emigração do Pingo-Doce para a Alemanha”. Mas fico-me por aqui e deixo-vos com este artigo do director do Jornal de Negócios, Pedro Santos Guerreiro, que me parece tocar exactamente no ponto:
Estamos saturados de manhosos, desconfiados de moralistas, estamos sem ídolos, sem heróis, estamos encandeados pelos faróis dos que saltam para o lado do bem para escapar à turba contra o mal. Quando apanhamos, abocanhamos. Estraçalhamos. Somos uma multidão furiosa. Às vezes, erramos. A família Soares dos Santos não está a fugir aos impostos. Mesmo se vai fugir ao País.
Só há um antídoto contra a especulação: a informação. É assustador ver tanta opinião instantânea sobre o que se desconhece. A sede de vingança tomou o lugar da fome de justiça. O problema não está na rua, nas redes sociais, nas esquinas dos desempregados. Está em quem tem a obrigação de saber do que fala. Do Parlamento, de Ana Gomes, de António Capucho, dos que pedem boicotes ao Pingo Doce (para comprar onde, já agora? No Continente da Sonae que tem praças na Holanda? No Lidl, que as tem na Alemanha?) (ler o resto…).
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Outra resposta à Moody's ;-)
É preciso pô-los na ordem...;-)
A parte de dois homens a beijarem-se (para significar que somos um país tolerante) era escusada, como acaba de me observar um amigo, e para as agências de rating deve ser indiferente (pelo menos as macro-económicas) o facto, até porque a tolerância na sociedade portuguesa tem uma origem e uma só razão: a mentalidade introduzida pelo cristianismo, mesmo que no caso gera esse equivoco...
A parte de dois homens a beijarem-se (para significar que somos um país tolerante) era escusada, como acaba de me observar um amigo, e para as agências de rating deve ser indiferente (pelo menos as macro-económicas) o facto, até porque a tolerância na sociedade portuguesa tem uma origem e uma só razão: a mentalidade introduzida pelo cristianismo, mesmo que no caso gera esse equivoco...
O bebé da Covilhã que nasceu apenas com um pé
Não sei se é verdade o que diz a mãe do bebé da Covilhã que nasceu apenas com um pé ou seja que a Médica lhe teria dito que não lho revelou por receio que em o sabendo a mãe fosse fazer um aborto (o que tratando-se de ciganos, segundo me pareceu, muito me espantaria). Mas se assim foi acho muito bem e faria igual.
Já basta desta estúpida mortandade pelo aborto legal (entre 60 a 70 abortos diários) que além de um atentado à vida e dignidade humanas é também um óbvio prejuízo para o país em termos de natalidade e demografia!
Por outro lado (e repito, por conhecimento de causa, amizade com alguns ciganos de Lisboa, não suspeito a família em causa dada a sua origem assim reagisse) impressiona a mentalidade eugénica que campeia hoje em dia em Portugal e como um "defeito" como o descrito possa ser considerado hoje em dia motivo suficiente para dar a morte a alguém. Ao que acrescento a minha estupefacção e um desafio: porque nunca sairam à liça nestas discussões as associações de deficientes e seus familiares...?
As notícias sobre este caso estão aqui e aqui.
Já basta desta estúpida mortandade pelo aborto legal (entre 60 a 70 abortos diários) que além de um atentado à vida e dignidade humanas é também um óbvio prejuízo para o país em termos de natalidade e demografia!
Por outro lado (e repito, por conhecimento de causa, amizade com alguns ciganos de Lisboa, não suspeito a família em causa dada a sua origem assim reagisse) impressiona a mentalidade eugénica que campeia hoje em dia em Portugal e como um "defeito" como o descrito possa ser considerado hoje em dia motivo suficiente para dar a morte a alguém. Ao que acrescento a minha estupefacção e um desafio: porque nunca sairam à liça nestas discussões as associações de deficientes e seus familiares...?
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