Foi o diário da acção política de um deputado do PSD, eleito por Braga, e agora é-o de um cidadão que desejando contribuir activamente para a organização do bem comum, procura invadir esse âmbito (da política) com aquele gosto de vida nova que caracteriza a experiência cristã. O título "POR CAUSA DELE" faz referência ao manifesto com o mesmo título, de Comunhão e Libertação, publicado em Janeiro de 2003 (e incluído no Blog).
segunda-feira, novembro 19, 2012
A manifestação em Paris contra o casamento gay
Lê-se no Público de hoje: Católicos integristas contra casamento gay agridem grupo de feministas.
O que vale é que já se sabe o que a casa gasta...
Na verdade vai-se aqui e vêem-se as imagens. Começam por mostrar os manifestantes e depois vê-se aparecer aquele grupo de miudas patuscas que se costumam manifestar em trajes menores (Femen de seu nome), desta vez com véus de freira, de cinto de ligas (o frio que devem ter apanhado!) e, note-se, de extintores na mão, cujos apontam á multidão e começam a accionar contra esta...
Devo ser eu que não estou a ver bem, mas quem agrediu, quem...? Ganhem juízo meus senhores!
Nota: e mesmo que não tivessem accionado os extintores contra os manifestantes...que diria uma manif LGBT se tivessem sido católicos a postar-se no caminho da mesma, de Terço na mão, por exemplo (já nem digo a accionar extintores)...? Não era considerado provocação? Não suscitaria a reacção indignada dos manifestantes?
O que aliás, vê-se pelas imagens nem foi o caso do respectivo serviço de ordem que se limitou a afastá-las e não fora o esperneanço com mais calma ainda tinha sido feito o que é necessário: deixar passar a manifestação em paz e tranquilidade.
Mas é sempre assim a parcialidade do jornalismo "engagé" e curiosamente propriedade dos grupos capitalistas que dizem abominar...
Para mais informação veja-se aqui o site da Civitas.
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domingo, novembro 18, 2012
Subsidiariedade e Solidariedade em acto: os voluntários hoje em Silves
A notícia abaixo é a todos os títulos educativa: da generosidade que existe na sociedade portuguesa e que é a única explicação para que "isto" ainda não tenha arrebentado, da solidariedade espontânea de uma comunidade que assim revela as suas raízes culturais e religiosas, e, por fim, de como não é preciso esperar pelo Estado, pelo Governo, por "eles", para fazermos face ás dificuldades e ás nossas necessidades, individuais e colectivas. Belíssimo!
Algarve: Cerca de um milhar de voluntários ajudaram a limpar Silves durante a manhã
Rogério Pinto agradeceu a todas as pessoas que responderam aos apelos feitos pela autarquia e que foram ajudar os serviços municipais a limpar a cidade vindas de todas as freguesias do concelho, mas também de áreas fora do município.
«Isto é um sinal de que, quando chega a altura de arregaçar as mangas e de criarmos este espírito de solidariedade, as coisas acontecem. O tornado passou em pouco tempo e destruiu, mas neste momento temos um tornado de bondade», afirmou o autarca, em declarações à Lusa.
Diário Digital / Lusa
«Isto é um sinal de que, quando chega a altura de arregaçar as mangas e de criarmos este espírito de solidariedade, as coisas acontecem. O tornado passou em pouco tempo e destruiu, mas neste momento temos um tornado de bondade», afirmou o autarca, em declarações à Lusa.
Diário Digital / Lusa
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sábado, novembro 17, 2012
Isabel Jonet: um balanço provisório
No Blog Povo o meu amigo Pedro Aguiar Pinto publicou o mapa acima (evolução da subscrição das petições por e contra Isabel Jonet) e este post aqui. Tal como ele sei que estas manifestações "online" valem o que valem, mas a tendo sido essas que suscitaram o "escândalo" não me parece se deva ignorar que nas quatro votações "online" que existem os que atacaram Isabel Jonet levaram uma trepa...!
No entanto o balanço que mais interessa não é o da quantidade de subscrições, mas da formidavel explosão de solidariedade, clareza de juizo e argumentário, defesa pessoal e institucional de Isabel Jonet e do Banco Alimentar, que este ataque fez nascer. E o que se progrediu na compreensão do que é a Caridade. Basta ver por aqui.
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Cidadãos à Política: adere, vota e intervém dentro de um partido
Um artigo no Expresso de hoje intitulado "O futuro da nossa democracia está nas mãos dos cidadãos" chamou-me a atenção para um movimento cívico novo, com o nome constante do título acima, e que me parece assenta numa ideia que eu aqui tenho repetidas vezes retomado: ou nos ocupamos da política ou ela ocupa-se de nós e ou nos ocupamos dos partidos ou estes ocupam-se de nós...
Não posso estar mais de acordo e muitas vezes nas movimentações civicas em que estive (referendos do aborto de 1998 e 2007, petições pedindo referendo à despenalização do consumo de drogas, à lei da procriação artificial e à lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo, petições Mais Vida Mais Família e outra pela inclusão de uma referência ao Cristianismo no preâmbulo da Constituição Europeia, e tantas outras) e estou envolvido (algumas indicadas aqui ao lado na caixa "Causas Por Causa Dele") tenho feito esse apelo: cada um escolha o partido da sua preferência e aí faça-se ouvir. Fazendo-o descobrirá que há outros como ele e juntos será possível fazer muita coisa. É preciso, é verdade, paciência, inteligência, sacríficio e estudo sério. Mas a par disso encontrará também humanidades diversas mas interessantes, alegria, gosto de realizar coisas, fazer nascer realidades novas, e sobretudo a possibilidade de verificar as suas ideias em acção e afirmá-las no espaço público.
Quando comecei em 1997 nestas iniciativas de sociedade civil não só essas movimentações eram poucas, como não era percebido como hoje da necessidade de interacção com o sistema político, também na sua dimensão partidária (a mim pessoalmente o que mais me educou nesse sentido foi a amizade com a Maria José Nogueira Pinto). A própria noção da respectiva dimensão e força (da sociedade civil e dos movimentos de cidadania) era praticamente inexistente. O quanto as coisas mudaram entretanto!
Disso é também reflexo de saudar a iniciativa Cidadania 2.0 que se encontra aqui.
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sexta-feira, novembro 16, 2012
Ainda as desordens de 4ª feira e a carga policial
Sobre o assunto em referência o meu amigo Pedro Aguiar Pinto, editor do Blog Povo (referenciado na minha lista de recomendados aqui neste Blog) escreveu este texto que me parece expor um juizo claro e que vai muito mais longe que o meu post anterior mais focado apenas num aspecto parcial dos acontecimentos:
"Os incidentes da passada quarta-feira em frente á assembleia da República são motivo de reflexão.
"Os incidentes da passada quarta-feira em frente á assembleia da República são motivo de reflexão.
Em primeiro lugar sobre a natureza do povo. Povo foi o nome dado a este blog e mailing list que lhe deu origem; o nome é inspirado numa mensagem de natal de Pio XII em tempo de guerra e que é o nosso lema: O povo opõe-se á massa. Vive da liberdade e da consciência de cada um.
Olhando para o comportamento dos piquetes de greve, com dificuldade encontramos esse espaço de liberdade.
Do mesmo modo, os comportamentos individuais dos elementos da multidão em frente á Assembleia da República não fazem lembrar um colectivo de pessoas conscientes e livres, mas uma massa insolente onde o anonimato e o disfarce transformam a cobardia em aparente arrojo.
Em segundo lugar sobre o enviesamento de alguma comunicação social. Não fora a possibilidade que a internet hoje oferece e se dispuséssemos apenas do relato do Público seria assim que nos chegava a narrativa do sucedido.
Em terceiro lugar quero agradecer à PSP. Só faltou mesmo perguntar O sôr desculpe, por acaso estava a atirar pedras?. Acusada de violência desproporcionada, para mim, usaram de uma paciência desproporcionada, daquela que geralmente apelidamos de “paciência de santo”.
Bem hajam!"
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Ainda as desordens de 4ª feira e a carga policial
Sobre o assunto em referência o meu amigo Pedro Aguiar Pinto, editor do Blog Povo (referenciado na minha lista de recomendados aqui neste Blog) escreveu este texto que me parece expor um juizo claro e que vai muito mais longe que o meu post anterior mais focado apenas num aspecto parcial dos acontecimentos:
"Os incidentes da passada quarta-feira em frente á assembleia da República são motivo de reflexão.
"Os incidentes da passada quarta-feira em frente á assembleia da República são motivo de reflexão.
Em primeiro lugar sobre a natureza do povo. Povo foi o nome dado a este blog e mailing list que lhe deu origem; o nome é inspirado numa mensagem de natal de Pio XII em tempo de guerra e que é o nosso lema: O povo opõe-se á massa. Vive da liberdade e da consciência de cada um.
Olhando para o comportamento dos piquetes de greve, com dificuldade encontramos esse espaço de liberdade.
Do mesmo modo, os comportamentos individuais dos elementos da multidão em frente á Assembleia da República não fazem lembrar um colectivo de pessoas conscientes e livres, mas uma massa insolente onde o anonimato e o disfarce transformam a cobardia em aparente arrojo.
Em segundo lugar sobre o enviesamento de alguma comunicação social. Não fora a possibilidade que a internet hoje oferece e se dispuséssemos apenas do relato do Público seria assim que nos chegava a narrativa do sucedido.
Em terceiro lugar quero agradecer à PSP. Só faltou mesmo perguntar O sôr desculpe, por acaso estava a atirar pedras?. Acusada de violência desproporcionada, para mim, usaram de uma paciência desproporcionada, daquela que geralmente apelidamos de “paciência de santo”.
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Greve Geral: desordem pública e carga policial
Já uma vez escrevi aqui sobre isto: as desordens públicas e as cargas policiais e a falta de pachorra que há para o chorrilho de queixinhas por amotinados que costuma acontecer nos dias seguintes a este tipo de acontecimentos. Geralmente com a cobertura de quarentões e cinquentões esquerdistas mal resolvidos com o PREC que rapidamente se solidarizam contra as autoridades.
Para mim a questão é simples: um revolucionário, um amotinado, quer subverter a ordem pública e derrubar o estado burguês. Com esse objectivo e desejo da excitação associada provoca desordens como estas a que assistimos no dia da Greve Geral. Como é lógico sobre esse movimento cai no imediato a repressão das autoridades. É esta a lógica das coisas e está certo que assim seja. Os revolucionários (anarquistas, simples desordeiros, excitados em geral, categorias simultâneas ou não) tentam fazer a revolução. As autoridades policiais defendem a ordem (legitimada e sufragada pelas escolhas de todos nas eleições: dos que votam e dos que se abstêm o que é uma escolha também) e para isso dão pancada nos revolucionários. Vir depois (uma parte do conflito) queixar-se que a outra é má, é que não me faz qualquer sentido.
Notas: a polícia teve naquele dia em frente à Assembleia da República uma paciência digna de um santo. Ter aguentado ser insultada e agredida durante uma hora inteira antes de carregar é não só heróico como demonstrativo do seu alto profissionalismo. Além disso é preciso não esquecer que era chegado o momento de "explicar" que não podem os manifestantes fazer tudo o que entendem (derrubar grades, atirar petardos e outros objectos para o interior das linhas policiais, desobedecer às indicações das autoridades) sem que exista qualquer consequência...
Quanto aos revolucionários: eu percebo que é dificil ir directamente contra uma força policial e tentar furar as suas barreiras e em virtude da sua resistência bater-se com estes (uma inovação do final dos anos 70 e 80 com os Autónomos em França e na Itália). Embora seja possível: creio ter visto mais do que uma vez confrontos em países asiáticos em que a multidão se cola à barreira policial e fica ali num jogo de empurra que às vezes quebra o alinhamento da força de ordem.
Percebo também que é mais fácil atirar pedras à distância e partir e incendiar coisas pelas ruas. Mas objectivamente é uma selvajaria que sobretudo afecta cidadãos normalíssimos e comuns, nos seus bens que muito lhes custou a ganhar, e que no dia seguinte encontraram as suas propriedades danificadas, os seus carros partidos, bens públicos destruídos. No fundo, os pais e os avós, de muitos dos jovens que ali se encontravam...
Finalmente: o que aconteceu envolveu umas centenas de manifestantes que não representam mais do que os seus próprios movimentos. A desordem não foi representativa nem da Greve Geral nem da oposição ao Governo e suas políticas (a manifestação de 15 de Setembro, essa sim, foi). Ou seja: aquele final de manifestação não é um caso de política, mas apenas um caso de polícia. Não desfazendo, claro, como num conhecido filme português e numa expressão frequente na linguagem popular...;-)
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quarta-feira, novembro 14, 2012
Greve geral 2012: não há guito!
Que haja pessoas, adultos e jovens, que de dêem ao trabalho de se mobilizar, comprometer e empenhar, numa Greve Geral, é do ponto de vista humano e até político uma coisa boa. Enriquece uma comunidade que haja dentro dela pessoas e instituições, dispostas a bater-se pelo bem comum, independentemente do juízo que se possa depois fazer sobre a respectiva razoabilidade, utilidade ou bondade. Deste ponto de vista, nada a objectar a esta Greve Geral e não fora o prejuízo (menos um dia de produção, menos uns milhões de euros no PIB) que venham muitas, quase se podia desejar...
Já quanto ao conteúdo reivindicativo da Greve Geral a minha resposta é apenas esta: NÃO HÁ GUITO! SE CALHAR NUNCA HOUVE, MAS AGORA NÃO HÁ MESMO! FOI-SE...! POUCO IMPORTA PARA O CASO SE NOS ROUBARAM, SE FOI MAL GASTO OU SE OS ESTRANGEIROS QUE NOS EMPRESTAM SÃO MAUS...NÃO HÁ GUITO! É UM FACTO QUE NENHUMA GREVE GERAL DO MUNDO PODE REMENDAR!
Nas próximas eleições, cada um, conforme o seu juízo e preferências, castigue quem é responsável por não haver guito...e, não esquecendo o sofrimento e aflição de muitos, haverá mais coisas para decidir, nesse dia, que apenas a questão do guito...
Nota: só para o caso...num dicionário de lingua portuguesa online encontrei a definição de guito: aqui.
Encontrei este site que também usa a expressão guito. E num Blog (aqui referenciado na minha lista de recomendações) este post do Vasco Mina.
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terça-feira, novembro 13, 2012
Mesmo do Estado Vegetativo pode-se voltar...
Por isso e à cautela eu cá não embarco no canto das declarações antecipadas de vontade (ditas "testamento vital" na linguagem comum) e prefiro confiar nos médicos e em quem da família ou amigos, Deus na Sua Misericórdia, nesses dias, colocar a tomar conta de mim...!
E, entretanto, é bom ir colecionando estas histórias quando os eutanazistas nos vierem com a conversa do "vegetal"...não vá o alface ficar fresco de novo...;-)
(fonte: http://www.ptjornal.com/2012111312063/geral/mundo/esteve-12-anos-em-estado-considerado-vegetativo-e-acordou-do-coma.html)
Mundo
Autor: Miguel Moreira
Terça-feira, 13 Novembro 2012 12:57
Chama-se Scott Routley e desde os 27 anos estava em estado vegetativo, em virtude de um acidente de viação que provocou lesões profundas no cérebro. E 12 anos depois, já perto dos 40 anos, Routley acordou desse estado, comunicando por ressonância.
Fruto da persistência de um professor de medicina, Adrian Owen, docente na Universidade de Ontário, Scott Routley regressou à vida, depois de 12 anos preso a uma cama de hospital, sem qualquer atividade cerebral, ligado a uma máquina de suporte de vida que o mantinha vivo.
Em estado vegetativo, Scott não dava sinal de um dia poder regressar à vida, em virtude das graves lesões que tinha no cérebro – provocadas por um acidente de viação que ocorreu em 2000. Trata-se da primeira vez que um doente nessa condição consegue ‘regressar à vida’.
Desde aquele ano, Scott Routley apresentava escassíssimas probabilidades de recuperar, mas um professor de medicina decidiu persistir, com um tratamento revolucionário que promete reescrever os livros de neurologia. O nascer de novo de Scott é uma verdadeira descoberta da ciência.
“No futuro, poderemos melhorar a qualidade de vida deste tipo de doentes”, refere Adrian Owen, à BBC. O professor de medicina destaca o facto de Scott Routley ter recuperado toda a consciência, já que foi sujeito a um questionário, sendo que as respostas foram processadas com normalidade, facto atestado pela análise à atividade cerebral.
“A mesma pergunta foi colocada várias vezes, sendo possível perceber que Scott Routley escolhe sempre a mesma resposta. Por isso, está perfeitamente consciente”, acrescenta o professor Adrian Owen. O canadiano acordou do coma “sem dores”, segundo o próprio garante aos médicos, com quem comunica.
Através deste estudo a doentes em estado vegetativo foi possível descobrir que as pessoas registam memórias mesmo após o coma. A prova reside num facto: um doente em situação semelhante à de Scott respondeu afirmativamente à pergunta: “A sua irmã tem uma filha?”. A criança nasceu cinco anos depois do acidente.
Não são mistérios da ciência, mas a ciência a desbravar caminhos numa área ainda oculta, mas cada vez menos oculta.
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Jesus: um Super-Herói...! ;-)
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segunda-feira, novembro 12, 2012
Portugal e a Alemanha: o vídeo de Marcelo e a Merkel
Calhou bem a simultaneidade entre a saída do vídeo promovido por Marcelo Rebelo de Sousa e a visita da Chanceler Merkel...! De parabéns estão os seus promotores e todos os que com ele, Marcelo, colaboraram. E também, já agora, Carlos Carreiras que inaugurou este tipo de guerrilha com o vídeo dirigido aos finlandeses.
O vídeo está aqui:
O vídeo está aqui:
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Da visita de Merkel hoje não desejo senão que os nossos dirigentes políticos (no Governo e na Presidência) saibam tirar o melhor partido dela. Qual seja esse melhor partido, confesso, não sei. Mas confio eles saberão...Que Deus os ajude!
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domingo, novembro 11, 2012
A beleza do Sacerdócio e da Igreja Católica!
E quanto mais fieis ao Papa, ao Magistério e à Tradição, mais gente reúnem à sua e Dele volta...! Ou é isto que é a Nova Evangelização ou Nova Evangelização não haverá...(passe a pretensão da frase, claro...;-)
E aqui está outro ponto chave para este sacerdote. Assim que tomou posse, com a ajuda de um grupo de leigos renovou a paróquia, limpou-a e deixou-a resplandecente. Para ele este é outro motivo que levou as pessoas a voltarem à igreja: "Como é podemos querer que as pessoas acreditem que Cristo vive num lugar se esse lugar não estiver impecável, é impossível."
Por isso, as toalhas do altar e do sacrário têm um branco imaculado. "É o pormenor que faz a diferença. Com o trabalho bem feito damos conta do amor que manifestamos às pessoas e às coisas". De maneira taxativa assegura que "estou convicto que quando se entra numa igreja onde não está tudo impecável é impossível acreditar na presença gloriosa de Jesus".
No entanto, a sua missão não se realiza apenas no interior do templo. É uma personalidade conhecida em todo o bairro, também pelos muçulmanos. Toma o pequeno almoço nos cafés do bairro, aí conversa e com os fiéis e com pessoas que não praticam. Ele chama a isso a sua pequena capela. Assim conseguiu já que muitos vizinhos sejam agora assíduos da paróquia, e tenham convertido esta igreja de São Vicente de Paulo numa paróquia totalmente ressuscitada.
Uma vida peculiar: cantorem cabarés
A
vida do padre Michel Marie foi agitada. Nasceu em 1959 e tem origem russa,
italiana e da Córsega. Aos 13 anos
perdeu a mãe, o que lhe causou uma "fractura devastadora"
que o levou a unir-se ainda mais a Nossa Senhora.
Com um grande talento musical, apagou a perda da mãe com a música. Em 1977 depois de ter sido convidado a tocar no café Paris de Montecarlo mudou-se para a capital onde começou a sua carreira de compositor e cantor em cabarés. No entanto, o apelo de Deus foi mais forte e em 1988 entrou na ordem dominicana por devoção a S. Domingos. Esteve com eles quatro anos, e perante o fascínio por S. Maximiliano Kolbe passou pela ordem franciscana, onde permanceu quatro anos.
Foi em 1999 quando foi ordenado sacerdote para a diocese de Marselha com quase quarenta anos. Além da música, que agora dedica a Deus, também é escritor de êxito, tendo publicado já seis livros, e ainda poeta.
"Levar a Deus todas as almas que seja
possível". O padre Michel Marie Zanotti Sorkine tomou esta frase a sério,
e é o seu principal o objectivo como sacerdote.
É o que está a fazer depois de ter
transformado uma igreja a ponto de fechar e de ser demolida na paróquia com
mais vida de Marselha. O mérito é ainda maior dado que o templo está no bairro
com uma enorme presença de muçulmanos numa cidade em que menos de 1% da
população é católica praticante.
Foi um músico de sucesso
A chave para este sacerdote que antes foi músico
de éxito em cabarés
de Paris e Montecarlo é a "presença", tornar Deus
presente no mundo de hoje. As portas da sua igreja estão abertas de par em
par o dia inteiro e veste de batina porque "todos, cristãos ou não,
têm direito a ver um sacerdote fora da igreja".
Na Missa: de50 a 700 assistentes
Na Missa: de
O balanço é impressionante. Quando em 2004 chegou à paróquia de S. Vicente de
Paulo no centro de Marselha a igreja estava fechada durante a semana e a
única missa dominical era celebrada na cripta para apenas 50 pessoas.
Segundo o que conta a primeira coisa que fez foi abrir
a igreja todos os dias e celebrar no altar-mor. Agora a igreja fica aberta
quase todo o dia e é preciso ir buscar cadeiras para receber todos os
fiéis. Mais de 700 todos os domingos, e mais ainda nas grandes festas.
Converteu-se num fenómeno de massas não só em Marselha mas em toda a França ,
com reportagens nos meios de comunicação de todo o país, atraídos pela
quantidade de conversões.
Um novo 'cura de Ars' numa Marselha agnóstica
Um novo 'cura de Ars' numa Marselha agnóstica
Uma das iniciativas principais do padre Zanotti Sorkine para revitalizar a
fé da paróquia e conseguir a afluência de pessoas de todas as idades e
condições sociais é a confissão. Antes da abertura do templo às 8h00 da
manhã já há gente à espera à porta para poder receber este sacramento ou para pedir
conselho a este sacerdote francês.
Os fregueses contam que o padre Michel Marie está boa parte do dia no confessionário, muitas vezes até depois das onze da noite. E se não está lá, anda pelos corredores ou na sacristia consciente da necessidade de que os padres estejam sempre visíveis e próximos, para ir em ajuda de todo aquele que precisa.
A igreja sempre aberta
Os fregueses contam que o padre Michel Marie está boa parte do dia no confessionário, muitas vezes até depois das onze da noite. E se não está lá, anda pelos corredores ou na sacristia consciente da necessidade de que os padres estejam sempre visíveis e próximos, para ir em ajuda de todo aquele que precisa.
A igreja sempre aberta
Outra das suas originalidades mais características é a ter a igreja
permanentemente aberta. Isto gerou críticas doutros padres da diocese mas a ele
assegura que a missão da paróquia é "permitir e facilitar o encontro do
homem com Deus" e o padre não pode ser um obstáculo para que isso
aconteça.
O templo deve favorecer a relação com Deus
O templo deve favorecer a relação com Deus
Numa entrevista a uma televisão disse estar convencido de que "se hoje em dia a igreja não está aberta é porque de
certa maneira não temos nada a propor, que tudo o que oferecemos já acabou.
No nosso caso em que a igreja está aberta todo o dia, há gente que vem,
praticamente nunca tivemos roubos, há gente que reza e garanto que a igreja se
transforma num instrumento extraordinário que favorece o encontro entre a
alma e Deus".
Foi a última oportunidade para salvar a paróquia
Foi a última oportunidade para salvar a paróquia
O bispo mandou-o para esta paróquia como último recurso para a salvar, e fê-lo
de modo literal quando lhe disse que abrisse as portas. "Há cinco portas
sempre abertas e todo o mundo pode ver a beleza da casa de Deus".
90.000 carros e milhares de transeuntes passam e vêem a igreja aberta e com os
padres à vista. Este é o seu método: a presença de Deus e da sua gente no
mundo secularizado.
A importância da liturgia e da limpezaE aqui está outro ponto chave para este sacerdote. Assim que tomou posse, com a ajuda de um grupo de leigos renovou a paróquia, limpou-a e deixou-a resplandecente. Para ele este é outro motivo que levou as pessoas a voltarem à igreja: "Como é podemos querer que as pessoas acreditem que Cristo vive num lugar se esse lugar não estiver impecável, é impossível."
Por isso, as toalhas do altar e do sacrário têm um branco imaculado. "É o pormenor que faz a diferença. Com o trabalho bem feito damos conta do amor que manifestamos às pessoas e às coisas". De maneira taxativa assegura que "estou convicto que quando se entra numa igreja onde não está tudo impecável é impossível acreditar na presença gloriosa de Jesus".
A liturgia torna-se o ponto central do seu ministério
e muitas pessoas sentiram-se atraídas a esta igreja pela riqueza da Eucaristia.
"Esta é a beleza que conduz a Deus", afirma.
As missas estão sempre cheias e incluem procissões solenes, incenso, cânticos bem cantados... Tudo ao detalhe. "Tenho um cuidado especial com a celebração da Missa para mostrar o significado do sacrifício eucarístico e a realidade da sua Presença". "A vida espiritual não é concebível sem a adoração do Santíssimo Sacramento e sem um ardente amor a Maria", por isso introduziu a adoração e o terço diário, rezado por estudantes e jovens.
As missas estão sempre cheias e incluem procissões solenes, incenso, cânticos bem cantados... Tudo ao detalhe. "Tenho um cuidado especial com a celebração da Missa para mostrar o significado do sacrifício eucarístico e a realidade da sua Presença". "A vida espiritual não é concebível sem a adoração do Santíssimo Sacramento e sem um ardente amor a Maria", por isso introduziu a adoração e o terço diário, rezado por estudantes e jovens.
Os sermões são também muito aguardados e, inclusive,
os paroquianos põem-nos online. Há sempre uma referência à conversão, para a
salvação do homem. Na sua opinião, a falta desta mensagem na Igreja de hoje
"é talvez uma das principais causas de indiferença religiosa que vivemos
no mundo contemporâneo". Acima de tudo clareza na mensagem evangélica. Por
isso previne quanto à frase tão gasta de que "vamos todos para o
céu". Para ele esta é uma "música que nos pode enganar",
pois é preciso lutar, a começar pelo padre, para chegar até ao Paraíso.
O padre da batina
O padre da batina
Se alguma coisa distingue este sacerdote alto num bairro de maioria muçulmana é
a batina, que veste sempre, e o terço nas mãos. Para ele é primordial que o padre ser descoberto pelas
pessoas. "Todos os homens, a começar por aquela pessoa que entra numa
igreja, tem direito de se encontrar com um sacerdote. O serviço que oferecemos
é tão essencial para a salvação que o ver-nos deve ser tangível e eficaz
para permitir esse encontro".
Deste modo, para o padre Michel o sacerdote é sacerdote 24 horas por dia. "O serviço deve ser permanente. Que pensaríamos de um marido que a caminho do escritório de manhã tirasse a aliança?".
Neste aspecto é muito insistente: "quanto àqueles que dizem que o traje cria uma distância é porque não conhecem o coração dos pobres para quem o que se vê diz mais do que o que se diz".
Por último, lembra um pormenor relevante. Os
regimes comunistas a primeira coisa que faziam era eliminar o traje
eclesiástico sabendo a importância que tem para a comunicação da fé.
"Isto deve fazer pensar a Igreja de França", acrescenta.Deste modo, para o padre Michel o sacerdote é sacerdote 24 horas por dia. "O serviço deve ser permanente. Que pensaríamos de um marido que a caminho do escritório de manhã tirasse a aliança?".
Neste aspecto é muito insistente: "quanto àqueles que dizem que o traje cria uma distância é porque não conhecem o coração dos pobres para quem o que se vê diz mais do que o que se diz".
No entanto, a sua missão não se realiza apenas no interior do templo. É uma personalidade conhecida em todo o bairro, também pelos muçulmanos. Toma o pequeno almoço nos cafés do bairro, aí conversa e com os fiéis e com pessoas que não praticam. Ele chama a isso a sua pequena capela. Assim conseguiu já que muitos vizinhos sejam agora assíduos da paróquia, e tenham convertido esta igreja de São Vicente de Paulo numa paróquia totalmente ressuscitada.
Uma vida peculiar: cantor
Com um grande talento musical, apagou a perda da mãe com a música. Em 1977 depois de ter sido convidado a tocar no café Paris de Montecarlo mudou-se para a capital onde começou a sua carreira de compositor e cantor em cabarés. No entanto, o apelo de Deus foi mais forte e em 1988 entrou na ordem dominicana por devoção a S. Domingos. Esteve com eles quatro anos, e perante o fascínio por S. Maximiliano Kolbe passou pela ordem franciscana, onde permanceu quatro anos.
Foi em 1999 quando foi ordenado sacerdote para a diocese de Marselha com quase quarenta anos. Além da música, que agora dedica a Deus, também é escritor de êxito, tendo publicado já seis livros, e ainda poeta.
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Outro olhar: perigo nas redes sociais
Impressionante este vídeo que um amigo meu me enviou! Recomendo se veja e difunda!
Um pensamento "estranho": como nesta era desenvolver uma actividade clandestina? Ou de simples resistência à tirania? Ou como num futuro que parece tão provável e próximo de Admirável Mundo Novo como nos será então possível sobreviver? Hackers católicos necessitam-se...! ;-)
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Drogas legais: milagre, o IDT acordou...!
Diz o Público hoje que IDT avança com lei contra as "drogas legais" nas smartshops até fim do mês. Sendo João Goulão o respectivo presidente é um verdadeiro milagre esta notícia...!
E ao mesmo tempo mais uma demonstração da força da sociedade civil e do jornalismo independente (que nestes últimos tempo vem divulgando muitas reportagens em que os perigos e armadilhas dessas drogas são expostos sem preconceito ideológico) de que é também sinal esta Petição que em muito pouco tempo reuniu já 4667 assinaturas...
Como sempre neste assunto na Madeira não falta discernimento e as ideias são claras. Prova disso o Decreto Legislativo Regional nº 28/2012/M de 25-10-2012 que "Aprova normas para a proteção dos cidadãos e medidas para a redução da oferta de «drogas legais».
Ou seja, aqui como noutros assuntos, a Madeira está à frente do continente e é por estas e por outras que,todas as objecções pesadas, sempre tive claro que Alberto João Jardim merece o apoio de quem defende alguns valores civilizacionais e estima que estes sejam defendidos concreta e claramente.
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sábado, novembro 10, 2012
Ainda o "caso" Isabel Jonet
O que está a acontecer com Isabel Jonet e que tem suscitado na blogosfera um coro de solidariedade com ela, impressionante pela extensão, insuspeitabilidade e variedade, tem duas facetas que vale a pena destacar:
A primeira é como quem está empenhado na acção social se expõe com liberdade e generosidade mas se sujeita a num instante passar de bestial a besta. Muitas vezes alerto numa das instituições que ajudei a fundar e em que estou empenhado e que goza de um prestígio que lhe é conferido pela respectiva qualidade de trabalho e dedicação dos seus profissionais, que é estatisticamente improvável (embora possível por graça de Deus, essa é a nossa esperança!) que um dia não nos aconteça, com culpa ou sem ela, um mau passo (o que nem sequer é o caso acima) e que nesse momento tantos dos que nos louvam, serão os primeiros a condenar-nos sem sequer tentar conhecer mesmo o facto ocorrido, levar em conta a nossa história e ter aquela noção de que elas só não acontecem a quem não faz nada...
A segunda é como Isabel Jonet e quem com ela trabalha no Banco Alimentar está neste momento a experimentar uma bem-aventurança, aquela de "bem-aventurados os que sofrem pela causa da justiça" (o que no caso dela e suponho, sem muito risco, de quase todos os que trabalham lá, equivale à bem-aventurança de "quem sofre por Minha causa"). Muito mais modestamente e na minha vida política (como deputado do PSD) por causa da minha pertença à Igreja católica, passei alguns apertos e desprezos, e recordo-me bem como foi naquele momento que aquele sermão de Jesus se fez carne na minha vida. E como misteriosamente dar-me conta disso foi uma fonte de certeza e alegria a um ponto que não quereria deixar de ter passado o que passei...! Nessa medida estou convencido que desta "crise" quer o Banco Alimentar, quer a sua presidente, vão sair disto mais fortes.
Nota final: se dúvidas houvesse, olhando para quem ataca Isabel Jonet, não é dificil perceber "de que lado" estar...no fundo, no fundo, o poder do mundo só estava à espreita de uma ocasião para atacar um obra cuja origem sabe bem qual é, mas cuja actividade não era possível denegrir. Foi só ter a "ocasião" e ei-los a cair-nos em cima...
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sexta-feira, novembro 09, 2012
Isabel Jonet tem razão!
As declarações de Isabel Jonet (que se encontram na íntegra aqui no site do Blog Povo) na SIC a 6 de Novembro suscitaram um coro de indignações completamente disparatadas, injustas e intolerantes.
Disparatadas porque nem o Banco Alimentar é uma instituição pública em que qualquer um possa intervir (é uma instituição particular, governada pelos seus sócios que escolhem os seus dirigentes) nem as afirmações da respectiva presidente (o núcleo fundamental, que despertou o protesto, sendo, como as reproduz o Público: "“os portugueses vivem muito acima das possibilidades” e que, por isso, vão ter que “aprender a viver com menos”. “Vamos ter que empobrecer muito, vamos ter que viver mais pobres”, ") o justificam: são verdadeiras, razoáveis e adequadas a todos as ouvirmos!
Injustas porque olhando para a obra do Banco Alimentar e da sua presidente é dificil encontrar mácula que se lhe possa apontar e é o cúmulo do desplante insinuar que da parte dela possa exisitir qualquer indiferença aos pobres. A sua obra neste ponto fala por ela e pelos que trabalham com ela (e a quem aproveito para manifestar a minha solidariedade!).
Intolerantes "cela va de soi". A ditadura do politicamente correcto é implacável mas não se pode deixar de combatê-la com firmeza, afirmando a liberdade de cada um pensar e dizer o que bem entender. Neste ponto é brilhante o artigo de Henrique Monteiro que encontrei agora no site do Expresso online. Subscrevo linha a linha.
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quinta-feira, novembro 08, 2012
Angela Merkel
A capa da Sábado de hoje é um perfeito disparate e voluntaria ou involuntariamente insere-se na campanha em curso de convocação de um motim em Lisboa aquando da visita da Chanceler alemã. Um disparate porquê?
Porque a sugestão implícita (bora atirar tomates à alemoa) contribui para o excitamento em curso nos media portugueses, sempre desejosos de ver, testemunhar e documentar, toda a violência que possa surgir nas ruas a propósito da crise actual...
Porque a indignação contra a Merkel é tonta. A Chanceler é verdade é o rosto dos nossos credores e nessa medida dos apertos que estamos a passar, mas é um direito dos credores imporem as suas condições quando emprestam dinheiro e a verdade é que, por culpa grande dos socialistas e menor de todos os partidos que passaram pelo poder, Portugal quando pediu ajuda estava pura e simplesmente falido e sem a possibilidade de pagar salários, aos fornecedores e fazer face às suas responsabilidades. Tudo o resto é uma fantasia...
Dito isto também não tenho a certeza que o Governo português esteja a fazer tudo quanto se pode para espernear e contestar o aperto imposto. Como também tenho dúvidas que os juros que estão a ser cobrados (vide entrevista de Paulo Teixeira Pinto a que faço referência neste Blog) não sejam decididamente usurários e bem demonstrativos da falácia e fantasia que são os discursos políticos portugueses sobre a União Europeia...Mas esses e outros problemas não se resolvem recebendo mal a senhora, que além do mais é uma senhora e por isso não se lhe pode bater nem com uma flor...;-)
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quarta-feira, novembro 07, 2012
Eleições americanas: as diferenças entre Romney e Obama
Pois é...Romney perdeu...mas é pena...!
Este vídeo (acima) foi praticamente o filme final da campanha e traça bem as diferenças entre Mitt Romney e Obama.
E vale a pena ver na íntegra as suas (de Romney) declarações de reconhecimento da derrota, agradecimentos de campanha e pedido de oração pelo presidente Obama. Está aqui em baixo e dura 5 minutos.
Realmente a diferença que há entre a política na América e na Europa...! Lá uma campanha política daquela dimensão termina com o candidato derrotado a rezar pelo candidato vencedor...!
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Crise, Austeridade e Refundação: as palavras serenas e sábias de Paulo Teixeira Pinto
E que podem ser encontradas neste endereço (o vídeo de uma entrevista de menos de 20 minutos a Ana Lourenço na SIC-Notícias que o Paulo Lopes, um conhecido militante do PSD de Lisboa, colocou no seu Blog Social Laranjinha).
Nota: muito bem entrevista esta jornalista! Perguntas bem colocadas, ouve as respostas, valoriza os convidados, dá gosto...!
Para ouvir outras coisas de Paulo Teixeira Pinto basta procurar no Youtube. Eu encontrei isto.
Nota: muito bem entrevista esta jornalista! Perguntas bem colocadas, ouve as respostas, valoriza os convidados, dá gosto...!
Para ouvir outras coisas de Paulo Teixeira Pinto basta procurar no Youtube. Eu encontrei isto.
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