terça-feira, julho 09, 2013

A reforma do Colégio Militar, Aguiar Branco e a Igualdade de Género




Num país em que não há maneira de se fazer a reforma do Estado, fazem-se "reformas" que eram perfeitamente evitáveis e que revelam bem o desnorte ideológico do centro-direita...na verdade a junção do Instituto de Odivelas (feminino) ao Colégio Militar (masculino) e a conversão deste em externato e internato, em simultâneo, além de uma péssima ideia (como este abaixo assinado tão bem denuncia) revela como, provavelmente com a ajuda e influência de outros membros do Governo, o Ministro Aguiar Branco não apenas ignora importantes consequências da Fé que professa, como revela uma dificuldade em perceber o que é a instituição militar, os seus valores e virtudes, a educação separada e o valor histórico de uma instituição que, por infelicidade, caiu debaixo da sua competência...

Dos malefícios da igualdade de género abundam os exemplos, aqui numa intervenção de Isilda Pegado num Congresso da Federação Portuguesa pela Vida. Das pesadas consequências da mesma reza a história legislativa e constitucional, desde 2004, pelo menos. Do absurdo da aplicação da mesma á reforma dos institutos de educação militar vê-se na medida tomada a triste imagem. E do estado e desagregação da identidade ideológica do centro-direita não podia haver "melhor" exemplo...que tristeza!

1 comentário:

Maria Teresa Magalhaes disse...

Não há "junção" do Instituto de Odivelas com o CM. Há EXTINÇÃO do Instituto de Odivelas e a descaracterização do Colégio Militar.Um morre tendo cumprido e excedido todas as metas, o outro ao descaracterizar-se conseguira cumprir as metas?