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domingo, julho 06, 2014

Três anos sobre a morte de Maria José Nogueira Pinto (foi em 6 de Julho de 2011)

Continuam a mesma saudade, amizade e presença...


Fui procurar notícias e encontrei esta entrevista em conjunto com o Jaime que não me recordava ter lido.

E também faço a lista de homenagens de que me lembrei, embora provavelmente haja mais:

Uma unidade de cuidados continuados da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
Um monumento na Ribeira das Naus em Lisboa
Um prémio de responsabilidade social

Encontrando também este post no blog Delito de Opinião fui recordado da publicação no Observador do belíssimo discurso do Jaime na inauguração do monumento em Lisboa.

Até ao Céu, vamos vendo-nos na comunhão dos santos e no crescimento e recomposição da presença católica na política...




sexta-feira, outubro 11, 2013

Na morte de D. Antonio Marcelino



Morreu o Senhor D. Antonio Marcelino. Já muitos se pronunciaram sobre ele, desde Pedro Santana Lopes (aqui) a muitos outros como se pode verificar na Ecclesia. Dele recordo sobretudo:

- o empenho na luta pela liberdade de educação não apenas em termos teóricos mas na rua com todas as movimentações cívicas que nos últimos anos afirmaram publicamente a urgência desta mãe de todas as reformas de que Portugal necessita
- a afirmação num encontro há muitos anos atrás de que "a maioria dos casamentos celebrados na Igreja são nulos"
- o apoio que sempre expressou ás iniciativas dos leigos no campo político, em particular na defesa da Vida e da Família e, por fim
- o "sem papas na língua" como abordava a questão da maçonaria e o posicionamento dos católicos em face a esta (veja-se aqui neste Blog)

Que o Senhor a Quem tanto e tão bem serviu, o acolha na Sua Misericórdia, e que em comunhão com Este nos continue a acompanhar, servos inúteis que somos, mas sempre em caminho para a mesma Glória a que estamos todos destinados!


segunda-feira, fevereiro 25, 2013

Eleições em Itália: tudo em aberto



Vejo os sites das rádios e pelos vistos ainda está tudo em aberto. Di-lo a Renascença e omite-o cuidadosamente a TSF (ainda devem estar a recobrar do trauma...). Estando tudo em aberto é também cedo para embandeirar em arco com aquela que pode ter sido a grande surpresa para o wishful thinking das esquerdas, da generalidade da comunicação social e toda a comunidade europeia de bem-pensantes e politicamente correctos: o bom resultado do Partido da Liberdade de Berlusconi.

Correndo neste momento também eu o risco de tomar desejos por realidades (saber-me-ia muito bem ver a derrota dos juizes que o derrubaram, da imprensa que tentou destrui-lo a maior velocidade do que os limites do próprio o permitiriam bem como todos os que colaboraram em tirá-lo do poder da forma menos democrática de o fazer) reservo-me para amanhã...

E entretanto seguirei o desfecho no site da Tempi, revista de referência e que é a que melhor noticia a presença pública dos católicos em Itália.


quarta-feira, agosto 08, 2012

Católicos e Política: porquê votar

O tema é inesgotável e creio já o ter referido aqui algumas vezes. Não tenho outra ambição política, aliás, do que esta: contribuir para uma presença assim em Portugal. Vindo este post agora à baila porque uma amiga minha acaba de me enviar a tradução que lhe tinha pedido deste juízo da comunidade mexicana de Comunhão e Libertação publicado a propósito das eleições que tiveram lugar naquele país este mês de Julho. "Reza" assim:


PORQUÊ VOTAR? É O MOMENTO DA PESSOA

Em Julho o México será chamado a eleger o Presidente e o Parlamento.

«Não existe a possibilidade de construir sobre o amanhã. Só existe a possibilidade de construir sobre o desejo presente…» Luigi Giussani

Dentro de poucos dias, terão lugar as eleições federais no nosso país. Os candidatos à Presidência da República, os Senadores e os Deputados serão eleitos através de um processo democrático em que o povo do México decidirá a quem dar o seu voto.

É o momento da pessoa, a possibilidade de manifestar com clareza quem somos e o que desejamos. Na sua carta sobre as próximas eleições, os Bispos mexicanos convidam-nos «a participar pessoalmente na vida pública» e a não nos subtrairmos ao empenho que implica o «multifacetado e diversificado agir no campo económico, social, legislativo, administrativo e cultural, destinado a promover o bem comum de forma orgânica e institucional».

É uma provocação oportuna porque para a maioria das pessoas prevalecem o desencorajamento e a desconfiança nas propostas dos partidos políticos. De onde vem esta negligência? A nossa consistência de seres humanos depende do poder que está em causa? Nenhum de nós deseja ser manipulado ou submetido a um mecanismo central que pretende determinar todos os aspectos e as expressões da vida dos homens. Qual é, então, a alternativa? Quais são as raízes da nossa dignidade?

Cristo revelou-nos que o valor infinito de cada homem encontra o seu fundamento na nossa relação directa com o Mistério, com Deus. Por isso, nada, nem um poder político, nem o poder de um grupo social ou da família nos determina. Somos livres e, como tal, somos responsáveis pela nossa vida e pela vida da sociedade.

O Papa Bento XVI recordou-no-lo recentemente na sua homilia em Silao, «A história de Israel narra também grandes proezas e batalhas, mas quando se trata da sua vida mais autêntica, do seu destino mais decisivo, isto é, da salvação, mais do que em suas próprias forças, Israel depõe a sua esperança em Deus, que pode criar um coração novo, sensível e submisso. Hoje, isto pode recordar a cada um de nós e aos nossos povos que, quando se trata da vida pessoal e comunitária na sua dimensão mais profunda, não bastam as estratégias humanas para nos salvar».

O coração do homem é o selo irredutível de que é feito o homem e, por isso, nenhum poder conseguirá eliminar definitivamente o nosso desejo de infinito.  Os novos movimentos juvenis, como o "#Yosoy132" são testemunhos disso mesmo, ainda que na sua generalidade.

Um coração puro é um “eu” desperto, o único sujeito capaz de enfrentar de forma criativa até a circunstância das eleições. Cada pessoa deve responder: entre todas as propostas políticas que são apresentadas, qual leva em consideração este “eu”, este desejo que cada pessoa tem de alcançar o transcendental, a realização plena? Qual delas coloca no centro do seu conteúdo e da sua acção a pessoa e não a sua ideologia? Qual delas, pelo contrário, em vez de cortar a consciência, procura que esta se escancare e favorece as condições para que cada pessoa seja protagonista da própria história?

Isto exigirá um trabalho intenso de reflexão e verificação, que vá para além da superficialidade da propaganda mediática, do isolamento e da indiferença em que podemos cair, dando por adquirido que já tudo estará decidido a favor de um candidato. É preciso ter presente que a iniciativa das pessoas e das realidades sociais que daí decorrem - famílias, empresas, obras educativas - não se limita à circunstância das eleições mas abraça toda a vida quotidiana: a nossa família, o nosso trabalho, os negócios, a cultura. Somos nós os construtores desta sociedade através do nosso empenhamento quotidiano.

Sem isto, falar de mudança seria apenas mais uma ilusão.

O voto só faz sentido como parte deste empenhamento maior. Por isso, é preciso votar, porque o nosso país se constrói no presente.

Este é o momento da pessoa!

terça-feira, maio 29, 2012

Nós (som)os católicos

Há coisas pequenas que às vezes mudam a vida. Na minha, algumas são frases, outras imagens ou ainda pessoas (ou momentos destas). Uma dessas coisas foi para mim ler um episódio da vida de D. Luigi Giussani, em que este contava que se dera pela primeira vez conta de que da sua presença no liceu onde dava aulas de religião e moral (o Liceu Berchet em Milão) originara um povo (pessoas que o seguiam e que mais tarde numa realidade que se chamaria primeiro Gioventu Studantesca e depois Comunhão e Libertação) fora quando, numa RGA (Região Geral de Alunos para aqueles que lêem isto e no 25 de Abril ainda não tinham nascido...;-) da escola, havia um que se levantou e começou o seu discurso dizendo: "Nós, os católicos"...

Este pequeno episódio foi decisivo para mim (ler que tinha acontecido) e desde então é isto que procuro na política: ajudar a construir uma presença católica. Por isso foi um gosto ler este artigo do Paulo Rocha (director da Agência Ecclesia) que embora de âmbito mais vasto também reflecte o mesmo tipo de atitude, posicionamento e, porque não dizê-lo, "orgulho" (ou como dizia Giussani "galhardia"). Leiam-no pois, vendo no fim o vídeo a que ele se refere:

Nós somos católicos

Tantos “dias de” onde é possível – e preciso - reclamar a afirmação “Nós somos católicos” e exigir a presença, a participação, o compromisso!

A mobilização virtual em torno de um slogan foi imediata: um vídeo espalhado pelas redes sociais, partilhado repetidamente e recomendado entre amigos fez de uma certeza – “Nós somos católicos” – uma sintonia global entre os que concretizam a experiência do cristianismo numa família, a da Igreja Católica.

A afirmação é traduzida por muitas imagens, pela poesia, pela evocação do empreendedorismo de pessoas e organizações, a inovação humanizante em cada época na saúde, na educação, na assistência. Tudo à escala global e a cada passo comprovada pelas referências constantes, em ruas e cidades, a figuras maiores desta família.

Em dois minutos, o filme percorre mais de 2000 mil anos de História, evoca grandes feitos e criações e provoca convergências espontâneas entre povos de qualquer canto do mundo para uma certeza: todos estamos unidos a uma Pessoa, Jesus Cristo.

Diante de qualquer caos, é essa convicção que permite a permanência: a da Igreja e a de muitos nessa família. Existe entre todos um denominador comum que permite somar ou subtrair, acrescentar ou tirar, mas nunca dividir.

A memória deste vídeo, que qualquer motor de pesquisa traz ao ecrã, acontece no contexto de iniciativas que, em todos os tempos e com particular incidência nestes dias, ocorre no nosso “jardim à beira mar plantado” e que reclamam, dos que pertencem a esta grande família, a afirmação clara e convicta de que “Nós somos católicos”.

Abundam as oportunidades para o fazer, nas dioceses que se reorganizam ou nos projetos que inovam. Basta seguir as propostas que fazem convergir núcleos desta família para um “Dia da Diocese”, “Dia da Juventude”, “Dia da Família”, “Dia das Comunicações Sociais”… Tantos “dias de” onde é possível – e preciso - reclamar a afirmação “Nós somos católicos” e exigir a presença, a participação, o compromisso!

Não menor é o desafio que recai sobre os promotores de qualquer convocatória. Num contexto social cruzado de eventos e convites é urgente a reformulação de propostas e a qualificação de todos os projetos, mesmo os que acontecem em família.

Só dessa forma será possível dizer não apenas “Nós somos católicos”, mas acrescentar com confiança e a todas as pessoas “Bem-vindo à tua casa!”

Paulo Rocha

Editorial - Agência Ecclesia  - 2012-05-29  - 11:19:16  - 2228 Caracteres
© 2009 Agência Ecclesia. Todos os direitos reservados - agencia@ecclesia.pt

O filme é este:



sexta-feira, abril 20, 2012

Tribunal Constitucional: sensibilidade e bom senso

Começou desastrado o processo de eleição (como estão as coisas é mais de nomeação do que outra coisa como bem o referiu hoje o Professor Jorge Miranda...) dos novos juizes do Tribunal Constitucional...
Primeiro que tudo dois maçons, dois, como nas Touradas, e do GOL ainda por cima. Depois um dos candidatos parece estar envolvido numa embrulhada no Ministério da Justiça (o do PS) e o outro (daí o bom senso), indicado pelo PSD, acaba de retirar a candidatura (provavelmente será mais correcto dizer que a sua candidatura foi retirada...).
Mas continuamos com um problema de sensibilidade: o da sub-representação dos católicos nas instituições políticas e no Tribunal Constitucional...cirurgicamente se afasta estes (representativos de uma esmagadora maioria da população que assim se o declara embora como se veja pela prática, com alguma inconsequência...) não vá haver quem olhe para o que a Constituição de facto diz e sem ligar à filiação partidária ou ao partido proponente da lei em exame, se lembre de decidir independentemente...
Para mim é desde há muito claro: acabe-se com este Tribunal e remetam-se as suas funções para uma secção do Supremo Tribunal de Justiça. Foi de credenciada gente que o ouvi e estou cada vez mais convencido da solução.

domingo, fevereiro 19, 2012

Uma orientação politica de João Paulo II

Retirada do livro "Orações de João Paulo II" (é a 29ª) e para a qual a minha atenção foi chamada no Boletim da Paróquia de Santa Joana Princesa, num artigo de António Adragão


"Uma Civilização com alma

Nenhuma experiência politica, nenhuma forma de democracia pode sobreviver, se diminuir a referência a uma comum moralidade de base. Nenhuma lei escrita garantirá a convivência humana, se não haurir a sua força intíma de fundamento moral.

Uma sociedade que perdesse a dimensão espiritual e religiosa veria os seus valores esvaziarem-se do seu conteúdo mais verdadeiro. O progresso económico revelar-se-ia ilusório. O crescente conformismo dos desejos e dos comportamentos vai plasmando uma civilização uniforme, enfadonha, repleta de bem-estar. Mas pobre de ideias e de esperanças, uma civilização pobre de alma.

A armadilha mais grave desse processo está precisamente na tendência a sufocar o sopro transcendente da cultura, empobrecendo-a, nivelando-a, esvaziando-a de energia.

Uma cidade é tanto mais rica quanto mais rica for a sua cultura, porque as cidades são unidades vivas, que integram uma memória, guardam um espírito, exaltam o seu génio e a sua vocação específica. As cidades podem tornar-se fontes inesgotáveis, livros vivos, ser luz no caminho das novas gerações."

Para um membro de Assembleia Municipal (de Lisboa) como é o meu caso, isto faz todo o sentido.

domingo, agosto 28, 2011

Católicos e política: um artigo óptimo de Henrique Raposo

Excelente artigo no Expresso de Henrique Raposo sobre a ataraxia política de muitos católicos: veja-se no site online deste jornal.
Com a devida vénia aqui está o texto respectivo:

Os católicos e a política
Henrique Raposo (www.expresso.pt)
8:00 | Sexta feira, 26

Há sempre um ponto que me desgosta em muitos amigas e amigos católicos: é a distância em relação ao debate público e político, é o nojo fácil pela política. Isso é visível, por exemplo, no Facebook. Ali podemos ver milhentas pessoas a assumir com orgulho a identidade católica e, ao mesmo tempo, a desprezar a identidade política. Na secção "religious views", surge triunfante a palavra "católica". Na secção "political views", surge um pobre e fácil "não uso disso" ou um "são todos iguais", etc. Na revista Communio (Setembro 1988), o omnipresente Francisco Lucas Pires escreveu um artigo que é, para mim, a melhor resposta a esta pobreza apolítica de um certo catolicismo.
Nesta prosa, intitulada "Pureza de Coração e Vida Política", Lucas Pires afirma que existem duas maneiras de um cristão lidar com a esfera política. A primeira passa por aceitar que os princípios e regras da esfera política são de "outro tipo" e que, por isso, o cristão só deve ter preocupações com a salvação da sua consciência. Ou seja, o cristão deve criar uma redoma à sua volta, retirando-se assim dos debates da Cidade. Nesta via, o cristão julga-se tão puro, que não quer sujar as mãos na realidade. "Sim, sou muito católico, mas não quero nada com a política, são todos iguais".
Como já perceberam, Francisco Lucas Pires critica esta primeira via, e defende uma alternativa. Para o ex-líder do CDS e inspirador de boa parte do PSD atua l, um cristão tem o dever de lutar na Cidade, tem o dever de fazer opções públicas e políticas. Porque o leigo não é o padre a viver fora da Cidade. O leigo tem de viver no mundo, tem de produzir e/ou participar numa narrativa normativa para a Cidade, mesmo quando essa Cidade é dura e suja. Sim, a política namora com o pecado e com a mentira, mas - precisamente por causa disso - a política é o terreno propício para se apurar a "pureza de coração". Só podemos testar a nossa pureza num mundo imperfeito e duro. A redoma apolítica é uma via fácil e pouco cristão.
Portanto, numa lógica algo parecida à de T.S. Eliot, Lucas Pires diz que o cristão tem de tentar influenciar o espaço público, tem de levar os seus valores cristãos para a Cidade. O cristão não tem apenas de salvar a sua consciência: também tem de salvar a sua cultura. O cristão não é apenas um ser metafísico, também é um ser historicamente situado. No fundo, não deve existir uma separação entre a obediência moral (a Cristo, a Deus) e a vida política e colectiva aqui na Cidade dos homens. Pelo contrário: deve existir uma tensão criadora entre a ética cristã e a realidade política.

quarta-feira, junho 22, 2011

Hoje é dia de São Tomás Moro!

Chama hoje a atenção a lista Povo (editada pelo meu amigo Pedro Aguiar Pinto) para o facto do primeiro dia do governo ser hoje e por isso dia de São Tomás Moro, patrono dos políticos.
Boa ocasião pois para pedir a Deus se revejam os nossos novos governantes na imitação deste grande santo e que o mesmo os proteja e abençoe nos seus novos encargos!

quinta-feira, junho 16, 2011

O acordo de governação entre o PSD e o PP

Chama-se "Acordo político Maioria para a Mudança" e foi hoje assinado, há poucas horas, por Pedro Passos Coelho e Paulo Portas.
É um acordo muito completo, parece-me bom, e aguarde-se agora pelo documento seguinte (que servirá de base ao programa de Governo): "Acordo relativo às Bases Programáticas do Governo de Coligação", para ver em detalhe e nas diversas áreas da governação, quais as medidas a que estes dois partidos se propõem em concreto.
De qualquer das formas e em relação à "agenda" pela qual com muitos amigos me venho batendo ao longo destes anos (vida e família, liberdade de educação e religiosa, subsidiariedade) ficam anotadas as referências à:
- preocupação central com a pessoa humana e a sua dignidade
- reforma do sistema fiscal valorizando a familia
- importância da economia social e a intenção de pugnar pela máxima utilização da capacidade instalada nos sectores da educação, saúde e solidariedade
- progressiva liberdade de escolha na segurança social
- necessidade de um plano social de emergência
- garantia do Estado Social
- solidariedade no voto de propostas de referendo nacional
Como sempre em política seria desejável mais (nomeadamente uma referência à tradição religiosa do povo português e também à questão nuclear da liberdade de educação) mas como disse o Papa Bento XVI, então Cardeal Ratzinger, na Nota doutrinal sobre algumas questões relativas à participação e comportamento dos católicos na vida política, a "alternativa" na política ao diálogo e à negociação é a guerra civil...
Partamos pois do que está e do lado da sociedade civil batamo-nos por todas estas reformas (que decorrem da nossa agenda) tão necessárias para o futuro de Portugal.