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segunda-feira, janeiro 23, 2012

Ou seja, não acabou...(o aborto clandestino em Portugal)

Abortos clandestinos caíram 78% desde 2009 em Portugal

DGS Ao contrário do que tem sido a tendência mundial, as interrupções clandestinas da gravidez desceram de 1400 para cerca de 300
A Organização Mundial de Saúde ( OMS) anunciou ontem que a percentagem de abortos clandestinos a nível mundial aumentou de 44% para 49%, entre 1995 e 2008, com 220 em cada cem mil mulheres a morrerem, vítimas destes procedimentos. Em Portugal, no entanto, os abortos feitos fora dos serviços de saúde estão em queda acentuada desde que a interrupção voluntária da gravidez até às dez semanas foi legalizada, em abril de 2007.
Em declarações à rádio TSF, a chefe da Divisão de Saúde Reprodutiva da Direção- Geral da Saúde ( DGS), Lisa Ferreira Vicente, disse que só nos últimos dois anos os casos baixaram “de 1400 para uns 300”. A mesma responsável acrescentou que as complicações graves associadas a estas práticas diminuíram também “de uma forma clara”.
Além de poder ser pedida pela mulher, sem necessidade de justificação, até às dez semanas, a interrupção legal da gravidez é autorizada até às 16 semanas em caso de violação ou crime sexual, até às 24 semanas em casos de malformação do feto e em qualquer momento quando está em causa a saúde da grávida ( risco de morte ou de lesões graves e irreversíveis) ou o feto é inviável.
O relatório da OMS aponta os países em vias de desenvolvimento como os principais contribuidores para o aumento de abortos ilegais, sobretudo na América latina, na África e em algumas regiões asiáticas. No conjunto, os abortos ( legais e ilegais) até têm diminuído, acrescenta a organização.
O risco de morte da grávida em abortos legais é considerado quase nulo.

quarta-feira, junho 22, 2011

Homossexuais com 20 vezes mais probabilidade de contrair o HIV

Muito bem o Blog O Inimputável recorda que os homossexuais têm 20 vezes mais probabilidade de contrair o HIV e que quem o diz não é nenhuma organização "papista" mas a própria OMS.
Interessa recordá-lo pela polémica que houve com o presidente do Instituto do Sangue e porque é bom, em termos de saúde pública, se saiba tudo, sem preconceitos ideológicos.
Depois e como sempre à liberdade de cada um de escolher o seu caminho, mas para isso há uma condição prévia: a pessoa estar devidamente informada das consequências possíveis da sua acção...