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sexta-feira, setembro 28, 2012

Racionamento de medicamentos: porque não cortam antes no aborto?




Vale a pena seguir esta polémica com atenção (a partir desta notícia aqui) porque as questões envolvidas são muitas, mas entretanto pergunto: porque é que não começam por cortar no aborto que além da barbaridade que é por natureza, é uma das causas da queda da natalidade, deixa marcas, fisicas e psiquicas, para toda a vida nas mulheres e famílias, custa um dinheirão ao Orçamento de Estado (custo directos e indirectos no SNS, apoios da Segurança Social em licenças e outras despesas, condições extraordinárias de pagamento às clínicas privadas, etc.) e é um escândalo na prioridade que tem sobre actos de que realmente necessita quem está doente (o que não é o caso da grávida)...?

Um pouco de coragem, algum bom-senso, olhos de ver e sentido da política e respeito pelo eleitorado, precisam-se...!

quarta-feira, maio 23, 2012

Aborto: revisão da regulamentação e Maria José Nogueira Pinto




Com aquela tipica superficialidade, derivada do desconhecimento das suas raízes e razões, que caracteriza o centro-direita hoje em dia, a discussão destes dias em volta da Lei do Aborto, da sua regulamentação, do seu financiamento público, arrisca-se a conduzir a lado nenhum e a uma situação ainda mais confusa do que aquela em que está.
Por todos os exemplos basta este aqui, retirado do i online.
Torna-se por isso indispensável recordar estas palavras lúcidas de Maria José Nogueira Pinto que já há quase dois anos parecia adivinhar o que se pode passar agora. Colo apenas a conclusão:

"De acordo com o presidente da Comissão Nacional de Ética é preciso coragem para rever aspectos negativos da actual lei. Que coragem e para quê? Para pôr de lado hipocrisias e oportunismos políticos e corrigir uma lei profundamente atingida por equívocos? Ou bastará a pequena coragem do remendo legislativo que dissolva a incomodidade das evidências e devolva a todos uma benévola sonolência?"
Que falta nos faz...!

terça-feira, fevereiro 14, 2012

Educação sexual: como não resulta, experimentemos ter mais...

No Diário de Notícias hoje titula uma notícia: "Ainda há universitários que ignoram doenças sexuais". Depois no desenvolvimento percebe-se que afinal não é bem assim, mas o que conta é o título. O ponto de partida é um inquérito da inevitável APF do qual muito prudentemente não são dadas informações: amostra, validade dos resultados, margem de erro, etc. Tudo muito cientifico como é sempre nas propostas dessa associação...Remédio para o assunto? Mais Educação Sexual...Está certo. Como no alcoolismo: o remédio está em dar mais bebida, não é...? Já não há pachorra!

Mais surpreendente é a afirmação de Miguel Oliveira e Silva (também sempre ele...perguntar a este lado é que não, vá-se lá correr o risco de haver quem não alinhe na salmodia...) de que a SIDA se está a propagar mais nos heterosexuais...o que é contra toda a evidência...mas enfim, um lapso qualquer um tem...

quinta-feira, maio 26, 2011

Aborto: as declarações de hoje de Pedro Passos Coelho

As declarações de hoje de Pedro Passos Coelho, prontamente corroboradas por Paulo Portas, são muito importantes porque correspondem não apenas a um sentido democrático (se houver cidadãos que proponham um terceiro referendo ao aborto, tem direito a que este se realize, desde que preenchidas as condições legais) mas também à constatação do "falhanço" da actual lei (quando comparada com os seus objectivos, nas palavras dos seus promotores, "que o aborto se torne legal, seguro e raro"), veja-se a este propósito o estudo mais recente da Federação Portuguesa pela Vida, e, sobretudo, de que o debate na sociedade continua tão vivo como em 1998 e 2007, como um recente seminário do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, veio demonstrar.
A essse propósito (do falhanço da lei) falam melhor do que nós figuras de referência do Sim como Miguel Oliveira e Silva e Luis Graça (do Hospital de Santa Maria)como se pode ver no primeiro número do Biojornal o que revela a existência clara de um consenso em Portugal (ao qual se juntou o Bastonário da Ordem dos Médicos como se pode ver aqui e defendendo o pagamento também no aborto de uma taxa moderadora) no sentido de que a actual lei deve ser revista.