sexta-feira, Abril 11, 2014

Obama ou de como a natureza humana nos aproxima a todos e, sim, quase, todos os homens somos iguais, e as mulheres também...;-)


O episódio foi este (no enterro de Mandela) e vale a pena ver com atenção e sorrir com a atitude de cada personagem:



O que originou este post (ou de como quase todas as mulheres são iguais...;-):


Mas também felizmente, como, quase, todos os homens (e com o perdão de, quase, todas as mulheres):



Lol!


quinta-feira, Abril 10, 2014

Viktor Orbán e a Hungria: mais um sinal de esperança




Já adivinhando a fúria da esquerda bem pensante e politicamente correcta, a vitória de Viktor Orbán
 na Hungria é um sinal de esperança para o seu próprio país, para a União Europeia e para o povo da Família e da Vida. Equívocos haverá, temperamentos diferentes existirão, coisas mal-sucedidas acontecerão, e todos os limites humanos se poderão revelar, mas que o que aconteceu foi importante, isso foi, e muita coisa boa se pode e deve esperar, também. E disso fala a notícia publicada hoje no Infovitae:

Hungría: el partido provida y profamilia de Viktor Orbán revalida la mayoría de dos tercios en el Parlamento

In InfoCatólica

... Con 133 o 134 escaños, el Fidesz retiene su mayoría cualificada de dos tercios entre los 199 escaños de la Cámara, con lo que puede seguir adoptando leyes de rango constitucional sin tener que negociar con la oposición.
«Todas las dudas se desvanecieron: ganamos», manifestó el primer ministro en una primera reacción, y agregó que la victoria de hoy fue «contundente».
A favor de las raíces cristianas
Viktor Orban participó en las últimas Jornadas Católicos y Vida Pública de la ACdP (Asociación Católica de Propagandistas) celebradas el año pasado en Bilbao, donde aseguró que los países mejoran cuando la legislación tiene en cuenta y hace explícitas las raíces cristianas de las naciones en las que son elegidos: «La política tiene que basarse en valores cristianos»
El presidente húngaro ha llevado a cabo una legislación capaz de hacer frente a la todopoderosa legislación comunitaria en temas de vida y de familia. Ha hecho posible que el Parlamento y administración de Hungría puedan ser autónomas y legislar, hacer políticas independientes al servicio de sus ciudadanos. En este sentido, afirmó que «Europa se ha olvidado de Dios y se avergüenza de sus raíces cristianas y, con visión secular agresiva, supranacional y relativista propugna una sociedad sin Dios. Los tecnócratas de la Unión se han olvidado de la familia, patria y justicia, que son los auténticos valores».
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Des hommes et des dieux: que filme!

Revi ontem com os meus pais o filme "Dos homens e dos Deuses". Que filme extraordinário! Passa por ali toda a beleza  do Cristianismo: a presença missionária, a vida religiosa, a atracção de Deus, o amor a Jesus, a obediência e a oferta da  própria vida, o absurdo e a violência das guerras, em especial das feitas por "razões" religiosas, a magnífica história da Igreja Católica, a verdadeira natureza do martírio (que é aceite, mas não procurado), e um largo etc.
Além disso do ponto de vista cinematográfico está excepcionalmente bem realizado. As cenas focadas nas caras dos monges evocam as pinturas antigas italianas (a minha ignorância não me consente mais do que citar Caravaggio e Giotto...).

Vejam o trailer legendado em português:


Indo aos meus arquivos e sobre o filme encontrei estes dois textos:

A beleza do humano
Aura Miguel
RR on-line 12-11-2010 09:21
 Estreou ontem, nas salas de cinema, um filme extraordinário de Xavier Beauvois, sobre os monges cistercenses de Thibirine que, em 1996, foram mortos por fundamentalistas argelinos.
 O filme começa por mostrar a vida do mosteiro, perdido naquela longínqua aldeia do Atlas, e a profunda ligação que aqueles monges tinham com a população, que se manifestava em fortes laços de amizade.

Os monges levavam uma vida simples, com estudo, trabalho manual para garantir a sua sobrevivência, e muita oração. Quando estala a violência, contra cristãos estrangeiros, surge a questão: partir ou ficar.

O mais fascinante deste filme é ver como os monges franceses eram homens normais, frágeis como nós: claro que tinham medo e, numa primeira fase, queriam sair dali. Mas o superior da comunidade pediu-lhes tempo para reflectir e o resultado é um fascinante percurso de crescimento interior e humano que cada um desses homens cumpre, reforçado com a oração e o canto litúrgico. Humanamente, têm medo, mas tomam uma opção de amor e cada um decide ficar, sabendo que vai morrer.

O que fascina é que, apesar da debilidade que tinham, tomaram a sua vida a sério e arriscaram amar até ao fim.

filme não exalta o martírio nem cai na mística publicitária da morte bela. Nada disso. O que brota deste magnífico filme é a beleza do humano, sempre que a vida é vivida como dom.


Dos Homens e dos Deuses
A fé dos homens
 
A partir de uma história verdadeira de terrorismo, o francês Xavier Beauvois faz um filme sobre o que de mais humano há em nós
Vamos colocar a coisa assim, de modo bruto e peremptório, para não deixar dúvidas: é um dos grandes filmes do ano. O júri de Tim Burton em Cannes 2010 também achou que sim - deu-lhe o Prémio Especial do Júri - e França, onde se tornou num dos mais improváveis êxitos comerciais do ano, elegeu-o como o seu candidato ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2011.
"Dos Homens e dos Deuses", sexta longa do actor e realizador Xavier Beauvois (e primeira a estrear em sala em Portugal), traz uma daquelas advertências que assusta qualquer um: é "baseado em factos verídicos" - o rapto e assassínio de sete monges trapistas franceses durante a guerra civil argelina de 1996. Muitas vezes, essa advertência equivale ao afogamento no pântano das boas intenções mas, neste caso, corresponde a um dos mais notáveis filmes do ano. Que desacelera brutalmente de velocidade em relação a tudo aquilo que se propõe actualmente nas salas de cinema; que pega em temas "do momento" (a religião, o terrorismo, o fundamentalismo) e os usa como "ponte" entre o passado e o presente. Que abre portas para um olhar sobre a essência das coisas, que cria um momento de silêncio e contemplação para nos permitir olhar para o mundo e para o ser humano tal como ele é. O que torna então o filme de Beauvois tão contemporâneo, nestes dias em que o fundamentalismo religioso parece estar constantemente nas notícias, das controvérsias do Ground Zero nova-iorquino aos debates sobre a burqa?
É um filme de resistência: de resistência ao medo, de resistência ao desconhecido, de resistência a tudo aquilo que nos rouba a humanidade (e, por consequência, nos rouba também o divino que há em nós - porque a verdadeira fé, que implica sempre a dúvida, é algo de profundamente humano). Estes monges condenados, magnificamente interpretados por um elenco de conjunto onde não há vedetas que se safem, nunca são erguidos a mártires nem a heróis. Beauvois quer-nos apenas fazer compreender o porquê do destino destes homens de um modo que nunca separa os homens da sua fé nem da sua casa, uma comunidade monástica tão parte do próprio tecido da comunidade local que se torna tão argelina como aqueles que ali viviam, uma partilha de uma existência e um apego à terra que transcende divisões de classe, religião ou nacionalidade.
Haverá quem se lembre do "Grande Silêncio", o documentário de Phillip Gröning sobre os monges cartuxos que se tornou num pequeno fenómeno. Mas isso seria reduzir "Dos Homens e dos Deuses" àquilo que ele não é: um filme sobre a religião. Este não é um filme sobre os deuses, mas sim sobre os homens.


quarta-feira, Abril 09, 2014

De como o lobby gay persegue quem se lhe opõem...

Incrível!

Director do Mozilla demitido por ter financiado opositores do casamento gay

Por PÚBLICO e Reuters
03/04/2014 - 23:21

Empresa de software pede desculpa por ter nomeado Brendan Eich há menos de duas semanas.

Reuters

Durou uma semana e meia o mandato de Brendan Eich como presidente-executivo (CEO) da Mozilla, a empresa de software que produz o Firefox. Eich não resistiu às pressões, depois de um site de encontros ter apelado a um boicote ao Firefox por o seu CEO ser um opositor ao casamento gay.
Em 2008, Eich financiou a campanha contra a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo na Califórnia. Uma polémica que renasceu no início da semana passada, quando a Mozilla o nomeou para o cargo de director-executivo, contrariando a tradição de uma empresa conhecida pela diversidade e pela promoção da open source.

“Sabemos por que razão as pessoas estão magoadas e zangadas e elas têm razão. É porque não nos mantivemos fiéis a nós próprios”, escreveu a presidente da empresa, Mitchell Baker, num post no blogue da companhia. “Não agimos como se espera que a Mozilla actue. Não agimos tão rapidamente quanto era necessário desde que a polémica começou. Pedimos desculpa. Temos de fazer melhor.”
O próximo passo em relação à liderança da empresa “ainda está em discussão”, disse Mitchell Baker, prometendo novidades na próxima semana.
Enquanto os activistas gay aplaudem a demissão, alguns especialistas em tecnologia lamentam a saída de Eich, que inventou a linguagem de programação Javascript e foi co-fundador da Mozilla.
“Brendan Eich é um bom amigo há 20 anos e fez uma enorme contribuição para a Internet e para todo o mundo”, escreveu no Twitter o multimilionário Marc Andreessen, co-fundador da Netscape.
Eich doou mil dólares em 2008 para apoiar a Proposition 8 na Califórnia, que baniu o casamento gay neste estado norte-americano, até à decisão do Supremo Tribunal em Junho passado.
A demissão de Eich ocorre dias depois de o OkCupid.com, um popular site de encontros, ter apelado a um boicote ao Mozilla Firefox, por a empresa que detém o segundo browser mais popular do mundo ter nomeado para a liderança executiva um opositor do casamento gay.

Páscoa e Confissão

Nestes tempos de preparação para a Páscoa é uma ajuda lembrar-nos do que é a Confissão. Vejam este vídeo extraordinário:


segunda-feira, Abril 07, 2014

Contraposições ou da ditadura intelectual de esquerda

Com a devida vénia e agradecimento ao meu amigo (e colega Deputado na 9ª legislatura) Luis Cirilo reproduzo o cartoon (de denúncia do politicamente correcto) que este me enviou:


sexta-feira, Abril 04, 2014

De partida para fim-de-semana: a Dívida portuguesa e Sarah Palin no Tonight Show

Recomendo a leitura do editorial de José António Saraiva no Sol de hoje. Chama-se "O Manifesto e os 'caloteiros'". O juízo parece-me acertado e só tenho uma coisa a acrescentar: alguém já se deu conta de que uma boa parte (a maior creio...?) da dívida portuguesa está nos bancos portugueses, ou seja, na mão dos aforradores portugueses, isto é, nas mãos de cada um de nós...? E que sendo esse dinheiro, essa poupança, nossa, um corte na dívida, significa na realidade, um corte no nosso património...?
(isto dito e por dever de amizade e admiração com a devida vénia a António Bagão Félix cujo serviço do bem comum e altíssima categoria intelectual e moral qualquer ilação negativa não deve recair sobre a sua pessoa e que me desculpem os leitores mas a amizade sempre me obrigará à ressalva...;-)

Mas como estamos de partida para fim-de-semana nada como iniciar desde já o descanso e divertir um pouco com esta pequena parte do Tonight Show com Sarah Palin e um lamento por nos faltarem em Portugal no centro-direita muitas personalidades assim: descontraídas, convictas, certas, descomplexadas e ainda por cima, bem bonitas...!



sexta-feira, Março 28, 2014

E assim estamos no mundo...com esta falta de liberdade...

In Francia con la maglia della Manif non si può 

votare: 

«La famiglia è un simbolo politico»


Marzo 27, 2014 Leone Grotti
È quanto successo a Bruno, 54 anni, domenica scorsa a Tolosa: «È una violazione della libertà di pensiero e di voto, una negazione della democrazia»
francia-manif-tolosa-famiglia-voto

Indossi la maglietta della Manif pour tous? Allora non puoi votare. È l’incredibile situazione che si è trovato a vivere domenica scorsa Bruno, cittadino di Tolosa di 54 anni, che si è recato a votare in Francia per le elezioni municipali della sua città.

DIVIETO DI VOTARE. Bruno è entrato nel seggio elettorale numero 20 con la maglia senza slogan raffigurante un padre e una madre che tengono per mano due bambini. E Pierre Vanicat (nella foto con Bruno), presidente del seggio, non l’ha lasciato entrare perché «portatore di un evidente simbolo politico».
Dopo dieci minuti di discussioni, Bruno è stato costretto a tornare a casa a cambiarsi, mentre altri cittadini assistevano increduli. Come André-Joseph, che ha dichiarato al Le Figaro: «È una violazione della libertà di pensiero e di voto, una negazione della democrazia».

«LA FAMIGLIA È POLITICA». Un breve filmato riprende l’epilogo della discussione tra Bruno e il presidente del seggio: «Quindi non posso votare per questa immagine della famiglia?», chiede Bruno. «Esatto». «La famiglia è politica forse?». «Esattamente», è la risposta di Pierre Vanicat.





«IDEOLOGIA MORTIFERA». L’articolo 3 della Costituzione proibisce ai cittadini di entrare in cabina di voto esponendo un segno visibile dell’intenzione di voto. Ma la Manif pour tous non è un partito e non ha politici di riferimento. Ecco perché Bruno «si riserva la possibilità di fare causa per abuso di interpretazione del diritto». Un altro cittadino presente al seggio ha commentato: «Rifiutare l’accesso al voto a qualcuno solo perché difende la famiglia è segno dell’ideologia mortifera che ammorba la Francia».

I PRECEDENTI. Il caso di Bruno ricorda quello di Franck Talleu, a cui è stato impedito di fare un pic-nic in un parco di Parigi con la sua famiglia perché aveva la maglia della Manif. Fermato, è stato portato di forza al commissariato. Come denunciato dalla presidente Ludovine de la Rochère a Tempi, «con la nostra maglietta non ti fanno entrare neanche nei musei».
A inizio mese infine è scoppiato il caso di Anna, giovane russa a cui la polizia ha negato il permesso di soggiorno a meno che non avesse accettato di spiare i suoi compagni della Manif pour tous.

quinta-feira, Março 27, 2014

Direitos dos Homossexuais e Liberdade Religiosa

E o problema é que casos como estes estão-se a multiplicar...ou de como é uma triste humana sina esta de os perseguidos se transformarem em perseguidores...uma lição também a todos os moderados de serviço e ao centro-direita progressista...




Nos EUA, dizer "Apoio o casamento tradicional" pode valer despedimento
Editado por Filipe d’Avillez, no Michigan, Estados Unidos
Inserido em 27-03-2014 06:17
É uma advogada norte-americana que o garante. Com a legalização do casamento homossexual em cada vez mais estados americanos, surgem vários focos de confronto entre a liberdade religiosa e discriminação por orientação sexual.

Uma advogada de sucesso, que trabalha numa multinacional, chega ao auditório de um centro paroquial universitário para falar sobre as ameaças à liberdade religiosa. Confrontada por um jornalista, aceita falar, mas apenas sob anonimato. Teme perder o emprego, como já aconteceu a conhecidos.
Estamos no Michigan, Estados Unidos, a pátria da liberdade religiosa, mas onde muitos crentes começam a sentir que essa conquista está a definhar.
“Sei de casos de pessoas que foram despedidas de empresas privadas simplesmente por dizer coisas do género 'Eu apoio o casamento tradicional'”, explica a advogada à Renascença.
Em causa está a redefinição do conceito tradicional de casamento, como sendo entre homem e mulher, para a aceitação da noção de casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Com a legalização do casamento homossexual em cada vez mais estados americanos, surgiram vários focos de confronto entre a liberdade religiosa e discriminação por orientação sexual.
“Há o caso de um casal que tinha uma pastelaria que se recusou a fazer um bolo para um casamento homossexual. Foram processados, multados e acabaram por fechar a loja. Mais recentemente, tivemos um caso no Novo México de uma fotógrafa que se recusou a trabalhar numa cerimónia homossexual”, conta.
A advogada explica que a educação é outra área de preocupação: “Massachusetts foi o primeiro Estado a aprovar a redefinição de casamento. Nesse Estado estão a ensinar na escola que o estilo de vida homossexual é natural e bom. Os pais não se podem queixar, nem são notificados. Há uma preocupação que esse género de restrições chegue a outros estados que também aprovem o casamento homossexual”.
“Como viver a minha fé?”Na sala paroquial estão dezenas de jovens atentos, orientados pelo jovem e enérgico padre Denis Heames. O sacerdote nota preocupação entre os alunos católicos da Central Michigan University (CMU), que acompanha.
“Penso que estamos a chegar a um ponto em que vamos perder a liberdade de ser contra isto na praça pública. Sinto que já nem é uma discussão”, refere.
“Por exemplo, pessoas que estudam ciências da educação” sentem algumas dificuldades com o currículo “no que diz respeito à diversidade ou literatura, que contém material mais claramente ideológico”, diz.
“Vejo alunos católicos que entram para estes cursos e que sentem dificuldades com isto. Como é que vou conseguir viver a minha fé neste ambiente laboral, com tanta pressão ideológica?”
A dificuldade é sentida na pele por Kelly, aluna da CMU que estuda educação.
“Preocupo-me com os meus filhos, não os quereria colocar no ensino público. E preocupo-me comigo porque quero ser professora e não me sentiria bem a ensinar algo deste género, porque atenta contra as minhas crenças e valores”, diz. “Não consigo separar a minha fé da minha vida profissional.”
Bobby, da mesma universidade, estuda comunicação social e dá conta da agressividade que tem de enfrentar quando se manifesta sobre assuntos como o casamento entre homossexuais.
“É um tema fracturante, basta falar no assunto e as pessoas levantam rapidamente as defesas. Mesmo no Facebook, quando a questão surgiu, as pessoas estavam só a atacar. Publiquei a minha opinião enquanto católico e fui atacadíssimo. Por isso, às vezes, é difícil e só nos apetece virar as costas ao assunto”, confessa.
Supremo vai decidirOs casos envolvendo objecção de consciência à participação em cerimónias de casamento entre pessoas do mesmo sexo estão a caminho do Supremo Tribunal.
Antes, os juízes terão ainda de avaliar a questão do “ObamaCare”, o plano de Barack Obama para a reforma do sistema de saúde, que pretende obrigar instituições católicas, como universidades e hospitais, a fornecer aos seus empregados seguros de saúde que cubram contraceptivos e serviços abortivos.
Os bispos já disseram que se recusam a acatar a ordem e que preferem encerrar todos os seus serviços nestas áreas, mas a administração Obama não desarma, o que tem levado a Igreja a invocar também o argumento da liberdade religiosa.
Estes e outros assuntos serão, certamente, um dos pontos de discussão entre o Papa Francisco e Obama, que se encontram no Vaticano, esta quinta-feira.