quinta-feira, Abril 24, 2014

Papa Francisco: aborto e liberdade de educação




VATICAN CITY, April 11, 2014 (LifeSiteNews.com) – Human life is “sacred and inviolable” and “every civil law is based on the recognition of the first and most fundamental right, the right to life,” Pope Francis told an Italian pro-life organization today.
The pope thanked the Movimento per la Vita, one of Italy’s leading political pro-life groups, for their work, urging them to continue “with courage and love” for life “in all its phases.”
“It is therefore necessary to reiterate the strongest opposition to any direct attack on life, especially innocent and defenseless, and her unborn child in the womb is the innocent par excellence,” the pope told the gathering of politicians and pro-life activists at the Vatican today.
“If you look at life as something that is consumed,” the pope said, “it will also be something that sooner or later you can throw away, with abortion to begin with.”
Human life, however, is “a gift from God” and if it is accepted as such, “then you have before you a valuable and intangible asset, to be protected by all means and not to be discarded.” 
In a different tack from previous popes, Pope Francis took the opportunity to link the pro-life message of the Church to his critique of the global economy, a major theme of this pontificate. “This economy kills. It considers the human being in himself as a commodity; a commodity that you can use and then throw away.” He added, quoting his own recent document Evangelii Gaudium, “We started the culture of ‘waste’ that, indeed, is promoted” through abortion in which “even life is discarded.”
One of the “most serious risks” of the modern world, he said, “is the divorce between economics and morality.” In a world offering “a market equipped with every technological innovation, elementary ethical standards of human nature more and more neglected.”
In his brief address, Pope Francis quoted the document Gaudium et Spes of the Second Vatican Council, that says, “Life once conceived, must be protected with the utmost care; abortion and infanticide are abominable crimes.” He encouraged pro-life workers to fight for life “with a style of closeness” to women so that “every woman feels regarded as a person, heard, accepted, accompanied.”
In a speech on Friday to the International Catholic Child Bureau (BICE), the pope also spoke of the need to reaffirm the rights of parents to decide “the moral and religious education of their children” and reject all forms of “educational experimentation with children and young people.”
Every child, he said, has the right to grow up in a family “with a father and a mother” capable of creating “a suitable environment for the child’s development and emotional maturity.” The Pope also warned against the effort to push a “dictatorship of one form of thinking” on children comparing these to the “horrors of the manipulation of education that we experienced in the great genocidal dictatorships of the twentieth century.”
These totalitarian impulses, he said, “have not disappeared; they have retained a current relevance under various guises and proposals.” 
The pope’s comments on Friday follow a push from parliamentarians and parents’ rights groups against the recent wave of incursions of “gender ideology” into Italy’s schools. A group of MPs has introduced a bill into Parliament to reinforce the constitutional protection of parent’s right to guide the “ethical” content of their children’s education, even in state-funded schools.



sexta-feira, Abril 11, 2014

Obama ou de como a natureza humana nos aproxima a todos e, sim, quase, todos os homens somos iguais, e as mulheres também...;-)


O episódio foi este (no enterro de Mandela) e vale a pena ver com atenção e sorrir com a atitude de cada personagem:



O que originou este post (ou de como quase todas as mulheres são iguais...;-):


Mas também felizmente, como, quase, todos os homens (e com o perdão de, quase, todas as mulheres):



Lol!


quinta-feira, Abril 10, 2014

Viktor Orbán e a Hungria: mais um sinal de esperança




Já adivinhando a fúria da esquerda bem pensante e politicamente correcta, a vitória de Viktor Orbán
 na Hungria é um sinal de esperança para o seu próprio país, para a União Europeia e para o povo da Família e da Vida. Equívocos haverá, temperamentos diferentes existirão, coisas mal-sucedidas acontecerão, e todos os limites humanos se poderão revelar, mas que o que aconteceu foi importante, isso foi, e muita coisa boa se pode e deve esperar, também. E disso fala a notícia publicada hoje no Infovitae:

Hungría: el partido provida y profamilia de Viktor Orbán revalida la mayoría de dos tercios en el Parlamento

In InfoCatólica

... Con 133 o 134 escaños, el Fidesz retiene su mayoría cualificada de dos tercios entre los 199 escaños de la Cámara, con lo que puede seguir adoptando leyes de rango constitucional sin tener que negociar con la oposición.
«Todas las dudas se desvanecieron: ganamos», manifestó el primer ministro en una primera reacción, y agregó que la victoria de hoy fue «contundente».
A favor de las raíces cristianas
Viktor Orban participó en las últimas Jornadas Católicos y Vida Pública de la ACdP (Asociación Católica de Propagandistas) celebradas el año pasado en Bilbao, donde aseguró que los países mejoran cuando la legislación tiene en cuenta y hace explícitas las raíces cristianas de las naciones en las que son elegidos: «La política tiene que basarse en valores cristianos»
El presidente húngaro ha llevado a cabo una legislación capaz de hacer frente a la todopoderosa legislación comunitaria en temas de vida y de familia. Ha hecho posible que el Parlamento y administración de Hungría puedan ser autónomas y legislar, hacer políticas independientes al servicio de sus ciudadanos. En este sentido, afirmó que «Europa se ha olvidado de Dios y se avergüenza de sus raíces cristianas y, con visión secular agresiva, supranacional y relativista propugna una sociedad sin Dios. Los tecnócratas de la Unión se han olvidado de la familia, patria y justicia, que son los auténticos valores».
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Des hommes et des dieux: que filme!

Revi ontem com os meus pais o filme "Dos homens e dos Deuses". Que filme extraordinário! Passa por ali toda a beleza  do Cristianismo: a presença missionária, a vida religiosa, a atracção de Deus, o amor a Jesus, a obediência e a oferta da  própria vida, o absurdo e a violência das guerras, em especial das feitas por "razões" religiosas, a magnífica história da Igreja Católica, a verdadeira natureza do martírio (que é aceite, mas não procurado), e um largo etc.
Além disso do ponto de vista cinematográfico está excepcionalmente bem realizado. As cenas focadas nas caras dos monges evocam as pinturas antigas italianas (a minha ignorância não me consente mais do que citar Caravaggio e Giotto...).

Vejam o trailer legendado em português:


Indo aos meus arquivos e sobre o filme encontrei estes dois textos:

A beleza do humano
Aura Miguel
RR on-line 12-11-2010 09:21
 Estreou ontem, nas salas de cinema, um filme extraordinário de Xavier Beauvois, sobre os monges cistercenses de Thibirine que, em 1996, foram mortos por fundamentalistas argelinos.
 O filme começa por mostrar a vida do mosteiro, perdido naquela longínqua aldeia do Atlas, e a profunda ligação que aqueles monges tinham com a população, que se manifestava em fortes laços de amizade.

Os monges levavam uma vida simples, com estudo, trabalho manual para garantir a sua sobrevivência, e muita oração. Quando estala a violência, contra cristãos estrangeiros, surge a questão: partir ou ficar.

O mais fascinante deste filme é ver como os monges franceses eram homens normais, frágeis como nós: claro que tinham medo e, numa primeira fase, queriam sair dali. Mas o superior da comunidade pediu-lhes tempo para reflectir e o resultado é um fascinante percurso de crescimento interior e humano que cada um desses homens cumpre, reforçado com a oração e o canto litúrgico. Humanamente, têm medo, mas tomam uma opção de amor e cada um decide ficar, sabendo que vai morrer.

O que fascina é que, apesar da debilidade que tinham, tomaram a sua vida a sério e arriscaram amar até ao fim.

filme não exalta o martírio nem cai na mística publicitária da morte bela. Nada disso. O que brota deste magnífico filme é a beleza do humano, sempre que a vida é vivida como dom.


Dos Homens e dos Deuses
A fé dos homens
 
A partir de uma história verdadeira de terrorismo, o francês Xavier Beauvois faz um filme sobre o que de mais humano há em nós
Vamos colocar a coisa assim, de modo bruto e peremptório, para não deixar dúvidas: é um dos grandes filmes do ano. O júri de Tim Burton em Cannes 2010 também achou que sim - deu-lhe o Prémio Especial do Júri - e França, onde se tornou num dos mais improváveis êxitos comerciais do ano, elegeu-o como o seu candidato ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2011.
"Dos Homens e dos Deuses", sexta longa do actor e realizador Xavier Beauvois (e primeira a estrear em sala em Portugal), traz uma daquelas advertências que assusta qualquer um: é "baseado em factos verídicos" - o rapto e assassínio de sete monges trapistas franceses durante a guerra civil argelina de 1996. Muitas vezes, essa advertência equivale ao afogamento no pântano das boas intenções mas, neste caso, corresponde a um dos mais notáveis filmes do ano. Que desacelera brutalmente de velocidade em relação a tudo aquilo que se propõe actualmente nas salas de cinema; que pega em temas "do momento" (a religião, o terrorismo, o fundamentalismo) e os usa como "ponte" entre o passado e o presente. Que abre portas para um olhar sobre a essência das coisas, que cria um momento de silêncio e contemplação para nos permitir olhar para o mundo e para o ser humano tal como ele é. O que torna então o filme de Beauvois tão contemporâneo, nestes dias em que o fundamentalismo religioso parece estar constantemente nas notícias, das controvérsias do Ground Zero nova-iorquino aos debates sobre a burqa?
É um filme de resistência: de resistência ao medo, de resistência ao desconhecido, de resistência a tudo aquilo que nos rouba a humanidade (e, por consequência, nos rouba também o divino que há em nós - porque a verdadeira fé, que implica sempre a dúvida, é algo de profundamente humano). Estes monges condenados, magnificamente interpretados por um elenco de conjunto onde não há vedetas que se safem, nunca são erguidos a mártires nem a heróis. Beauvois quer-nos apenas fazer compreender o porquê do destino destes homens de um modo que nunca separa os homens da sua fé nem da sua casa, uma comunidade monástica tão parte do próprio tecido da comunidade local que se torna tão argelina como aqueles que ali viviam, uma partilha de uma existência e um apego à terra que transcende divisões de classe, religião ou nacionalidade.
Haverá quem se lembre do "Grande Silêncio", o documentário de Phillip Gröning sobre os monges cartuxos que se tornou num pequeno fenómeno. Mas isso seria reduzir "Dos Homens e dos Deuses" àquilo que ele não é: um filme sobre a religião. Este não é um filme sobre os deuses, mas sim sobre os homens.


quarta-feira, Abril 09, 2014

De como o lobby gay persegue quem se lhe opõem...

Incrível!

Director do Mozilla demitido por ter financiado opositores do casamento gay

Por PÚBLICO e Reuters
03/04/2014 - 23:21

Empresa de software pede desculpa por ter nomeado Brendan Eich há menos de duas semanas.

Reuters

Durou uma semana e meia o mandato de Brendan Eich como presidente-executivo (CEO) da Mozilla, a empresa de software que produz o Firefox. Eich não resistiu às pressões, depois de um site de encontros ter apelado a um boicote ao Firefox por o seu CEO ser um opositor ao casamento gay.
Em 2008, Eich financiou a campanha contra a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo na Califórnia. Uma polémica que renasceu no início da semana passada, quando a Mozilla o nomeou para o cargo de director-executivo, contrariando a tradição de uma empresa conhecida pela diversidade e pela promoção da open source.

“Sabemos por que razão as pessoas estão magoadas e zangadas e elas têm razão. É porque não nos mantivemos fiéis a nós próprios”, escreveu a presidente da empresa, Mitchell Baker, num post no blogue da companhia. “Não agimos como se espera que a Mozilla actue. Não agimos tão rapidamente quanto era necessário desde que a polémica começou. Pedimos desculpa. Temos de fazer melhor.”
O próximo passo em relação à liderança da empresa “ainda está em discussão”, disse Mitchell Baker, prometendo novidades na próxima semana.
Enquanto os activistas gay aplaudem a demissão, alguns especialistas em tecnologia lamentam a saída de Eich, que inventou a linguagem de programação Javascript e foi co-fundador da Mozilla.
“Brendan Eich é um bom amigo há 20 anos e fez uma enorme contribuição para a Internet e para todo o mundo”, escreveu no Twitter o multimilionário Marc Andreessen, co-fundador da Netscape.
Eich doou mil dólares em 2008 para apoiar a Proposition 8 na Califórnia, que baniu o casamento gay neste estado norte-americano, até à decisão do Supremo Tribunal em Junho passado.
A demissão de Eich ocorre dias depois de o OkCupid.com, um popular site de encontros, ter apelado a um boicote ao Mozilla Firefox, por a empresa que detém o segundo browser mais popular do mundo ter nomeado para a liderança executiva um opositor do casamento gay.

Páscoa e Confissão

Nestes tempos de preparação para a Páscoa é uma ajuda lembrar-nos do que é a Confissão. Vejam este vídeo extraordinário:


segunda-feira, Abril 07, 2014

Contraposições ou da ditadura intelectual de esquerda

Com a devida vénia e agradecimento ao meu amigo (e colega Deputado na 9ª legislatura) Luis Cirilo reproduzo o cartoon (de denúncia do politicamente correcto) que este me enviou: