sábado, junho 24, 2006

Agência de publicidade recusa prémio para campanha pró-aborto

SÃO PAULO, quarta-feira, 21 de Junho de 2006 (ZENIT.org).- A agência de
publicidade brasileira Giovanni FCB informou esta quarta-feira que não
receberá o “Leão de Bronze” conquistado no 53º Festival Internacional de
Propaganda de Cannes (França) com a série de anúncios «³Ovo² ³Chupeta²
³Feto² ³Ursinho²», criada para o Ipas, uma ONG que promove o aborto
mundialmente.

Segundo nota divulgada pela Giovanni FCB, trata-se de uma campanha fantasma,
criada por profissionais que não atuam mais na casa e inscrita na competição
à revelia da direção-geral da agência. Declara ainda que a ONG IPAS não é
seu cliente.

A série de anúncios conquistou um dos cinco ³Leões de Bronze² do Brasil na
área Press (anúncio) no Festival, que é considerado o mais importante prêmio
da publicidade mundial.

A direção da agência divulgou nota afirmando que já solicitou a retirada das
peças de publicidade do Festival de Cannes e que «nunca apoiou a causa a que
ela se refere».

O 53º Festival Internacional de Propaganda de Cannes ostenta um total de
24.862 trabalhos inscritos por 81 países.

O Brasil concorre com um montante de 2.537 trabalhos pretendentes a ³Leões².
O país consta na segunda posição entre os que mais enviaram inscrições a
Cannes em 2006, atrás apenas dos tradicionais líderes, os Estados Unidos,
que concorrerão com 3.376 peças. O Festival encerra esse sábado, dia 24 de
junho

1 comentário:

Manoel das Couves disse...

Desde que a seguir apresentem propostas de Referendo em relação à legalização dos casamentos homossexuais e das relações poligâmicas, estou de acordo com resolução da questão do aborto através de Referendo.

Ou, quando chegar o momento de decidir acerca de casamentos entre indivíduos do mesmo sexo, não vai haver referendo?

E podiam fazer também um referendo acerca do TGV e do Aeroporto da Ota, outro sobre a proibição de fumar nos restaurantes, outro para decidir se os portugueses querem receber menos dinheiro de Reforma, outro sobre... outro...

Expliquem-me lá - como se eu fosse muito, muito, muito burro - se nem a adesão de Portugal à CEE nem a Constituição da República (na sua versão original ou mas subsequentes revisões) foram sujeitas a Referendo, porque carga de água a Regionalização e o Aborto têm de ser referendados?

Náo somos ouvidos nem achados nos alicerces mas querem a nossa opinião sobre o telhado?

Manuel F. Ribeiro
AbaNação